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Ana Thomé: modelo, atriz, amante de viagens e arte, conta um pouco sobre a trajetória aqui na Hooks!


Créditos:

foto: @tonyellisnyc

direção criativa: @rafaelbernards

estratégia digital: @idgtl.co

designer: @directorhooks



Ana Thomé é uma jovem Porto Alegrense, modelo e atriz e de um futuro promissor, a artista é espiritualizada e está sempre em uma busca constante de aprendizado. Seja no mercado do teatro, cinema e moda, ou através das diferentes características e culturas que conhece nas suas viagens para outros países.

A bela e carismática jovem está sempre aberta para aprender e carregar consigo um pouco sobre cada cultura local que tem poder de agregar no seu propósito de vida.




Ana leva um estilo de vida saudável, e atualmente nota-se uma crescente no número de pessoas buscando hábitos saudáveis. A facilidade no acesso à informação através da internet e perfis populares sobre o tema nas redes sociais tem colaborado para essa mudança. E também doenças como a depressão, síndrome do pânico dentre outras que se agravaram nos últimos tempos devido ao estresse e uma rotina "corrida" e sem propósito fez com que as pessoas viessem a buscar por uma melhor qualidade de vida.


Também com a pandemia muitos questionamentos vieram a tona, e novas práticas tem sido adotadas por uma geração desperta que busca uma melhoria e conexão com o planeta. Mudanças que vão muito além de práticas alimentares, meditação e yoga, mas também que trazem profundas reflexões em relação ao nosso planeta e a situação em que ele se encontra, como o consumo consciente por exemplo, pois sempre que compramos desenfreadamente e que jogamos algo "fora" não existe fora! Existe o nosso planeta e graças a essas pessoas despertas esse assunto tem surgido cada vezes mais a tona! Esse é o caso de Ana, que faz questão de expor sua prática de consumo no mundo fashion indo a brechós e prezando pela qualidade e não quantidade em seu dia à dia!




Tivemos a oportunidade de entrevistar e saber um pouquinho mais sobre essa jovem e bela artista, que tem tanto à agregar! Vem conosco!



1- Conte-nos um pouquinho mais sobre você! Quem é a Ana Thomé? Eu sou uma mistura de muitas coisas. Amo e respiro arte, em todas as suas formas, cinema, teatro, design, moda, música, dança... Enfim, tudo o que me permite colocar um pouco do que existe dentro de mim materializado no mundo.


Adoro aprender sobre espiritualidade, astrologia e o universo, todas as teorias da conspiração são muito do meu interesse. No meu tempo livre gosto de ler, pintar, fazer yoga e se tiver uma praia por perto, passar a tarde curtindo o dia enquanto tomo um solzinho. O que mais me faz feliz hoje em dia é poder estar com meus amigos e minha família e estar em contato com a natureza, abraçar uma árvore de vez em quando é o meu tipo de terapia.

Me sinto uma pessoa muito livre pra poder ser quem eu sou e busco isso nas minhas relações também, tanto pessoais como profissionais. Sempre digo que vivo a vida em “modo Stand-By" porque tudo pode mudar a qualquer momento! Podemos sempre planejar as coisas, mas o que for pra acontecer, vai acontecer. Então tento levar a vida da maneira mais leve e positiva possível, sendo honesta comigo mesma e verdadeira com as coisas que acredito e valorizo. 2- Você está sempre em busca de ampliar seus horizontes através das diferentes culturas que conhece em suas viagens à trabalho. Qual o impacto que você acha que isso agrega em sua carreira? Acho que isso agrega de diversas formas. Primeiramente, me mostra como as pessoas são diferentes, tem hábitos e entendimentos diferentes do mundo e a gente precisa estar aberto a aceitar as pessoas do jeito que elas são e não como a gente gostaria que fossem. Por exemplo, a forma em que os castings acontecem aqui no Brasil, no México e nos Estados Unidos é completamente diferente e você precisa estar disposto a se desafiar mais e se jogar mesmo, sem medo de ser feliz ou de passar vergonha.


A oportunidade de morar fora ou passar uma temporada em outro país traz tantas coisas positivas pra gente, não apenas profissionalmente, mas nos faz crescer de dentro da fora, nos mostra nossas vulnerabilidades e faz a gente se conhecer a fundo. Eu sempre gostei de arte, e poder morar em diferentes países me possibilitou estar em contato com a arte local e absorver o quanto que ela fala de um povo e de tudo o que ele já passou e viveu para ser a sociedade que é hoje em dia.


Sempre procuro estar me aperfeiçoando e aprendendo com pessoas da área criativa e, pra mim, a arte é uma constante de buscas e aprendizados. Nada é definitivo e imutável, tudo depende do ponto de vista e eu adoro isso na arte, essa possibilidade em ver os dois lados de tudo.

3- Quais os maiores desafios que você já enfrentou profissionalmente? Acho que o maior desafio foi sair da zona de conforto, é assim pra qualquer profissão, mas pra quem modela e atua, é importante estar sempre se renovando e prestar atenção no seu perfil e como ele se encaixa no mercado. Ás vezes precisamos ter um olhar mais crítico de nós mesmos e há uma linha muito tênue entre ultrapassar o que é aceitável pra manter a nossa mente saudável. Começamos a nos moldar conforme o mercado, mas não podemos deixar com que isso nos afaste totalmente de quem somos na nossa essência 4- Seja atuando ou modelando, você possui o dom de transmitir sua essência através das lentes! Acredito que pelo amor e dedicação constante ao trabalho! Como você se sente ao finalizar um JOB?

Me sinto plena, completa e realizada! Acho que é uma mistura de sentimentos. Sempre que tenho uma diária de fotos ou de gravação, termino o dia muito feliz, animada e pra cima. É uma das melhores sensações, saber que fiz um trabalho bem feito e que contribuí colocando um pouquinho de mim em projetos criativos.

5- O que você como modelo mais admira no mundo fashion? E o que você acha que não corresponde às expectativas? O mercado da moda está mudando muito de uns anos pra cá, tem trabalhado muito com a diversidade de perfis e profissionais, antigamente você não via pessoas reais, com corpos reais modelando. Então o que eu mais admiro é essa abertura que o mundo fashion tem permitido para qualquer pessoa, que se dedicar e se empenhar, poder deixar a sua marca nele. Fico muito feliz em ver como esse mercado e o mundo em si, evoluiu nesses últimos tempos. Ao mesmo tempo, eu percebo que as pessoas ainda não criaram uma consciência sobre o impacto desse mercado, da poluição gerada. Muitas pessoas não sabem ou até não querem saber pra onde vai tudo que descartamos, qual o fim de todas as coisas que compramos. Então espero que as pessoas sejam mais conscientes na hora de comprar artigos da moda, as trends vão e vem… Mas nós continuamos aqui e aqueles itens que compramos sem pensar também.


Eu sou uma pessoa que gosto de coisas de qualidade, mas que nem sempre precisam ser de marcas super caras, acho que boa qualidade e preço alto não é uma regra. Adoro garimpar itens diferentes, comprar peças em brechós e lojinhas locais quando viajo. Acredito que tem muitos anos ainda pela frente para podermos desacelerar a maneira como consumimos e aprender a lidar melhor com essa “liberdade” onde se pode ter tudo a todo tempo.


6- Qual seu maior sonho? Aquele que você mais almeja alcançar profissionalmente? E como você se move para isso? Que pergunta difícil (risos), tenho tantos sonhos! Costumo sempre realizá-los, mesmo que leve tempo, se realmente for importante pra mim, eu vou encontrar uma maneira. Nesse momento meu sonho profissional seria participar de algum projeto na televisão ou no cinema que esteja conectado com as coisas que eu acredito e pratico no meu dia a dia. E me movo pra isso estando atenta às oportunidades que a vida me oferece e fazendo as coisas acontecerem, sem esperar nada, nadinha cair do céu. 7- E por último mas não menos importante: qual é a sua voz? O que você gostaria de gritar para o mundo se tivesse oportunidade?

Acho que a minha voz tem muito a ver com deixar fluir. Pra mim, o bonito da vida é o inesperado, são as coisas mágicas que que acontecem quando a gente se permite evoluir, mesmo que isso faça você encarar o seu lado mais obscuro, porque só assim conseguimos nos tornar pessoas melhores. Então se eu pudesse dar um conselho a alguém, seria: Largue tudo e vá pro mundo, sem medo, viva como se você fosse morrer, porque você vai.

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