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Estrela do K-pop, Francinne fala sobre sua carreira e como aprendeu uma nova língua

“No começo a gente aprende a ler apenas algumas palavras, depois vamos juntando e formando frases, ou seja, no fim a experiência é incrível”



Créditos: @sungraphy_studio


A cultura coreana está cada vez mais em alta. Seja na música, nas séries, nos filmes, na gastronomia, entre outros, o mundo tem conhecido cada vez mais os costumes e tendências desse país repleto de curiosidades.


Diante de tanta riqueza, uma brasileira tem se destacado bastante no cenário musical, mais especificamente no K-pop. A cantora Francinne é a primeira idol do Brasil a se lançar no mercado musical da Coreia do Sul, fato que já lhe rendeu apresentações nos principais programas de TV de lá.


Créditos: @sungraphy_studio


E claro que a gente não poderia deixar de entrevistar essa artista incrível com direito a desafio de make baseado no clipe “Ice Cream” do grupo mundial Black Pink.


Para deixar tudo ainda mais divertido e com qualidade, contamos ainda com os produtos de K-beauty da Sér Comestic, a única loja brasileira que vende cosméticos 100% produzidos na Coreia.


Vale enfatizar que ao lado da Francinne, percebemos que falar da cultura coreana é aprender que o sucesso vem de muita disciplina e organização, em todos os sentidos, seja na hora de dançar, cantar, se vestir e, porque não, de se maquiar, pois acreditem, por lá, o menos é mais quando feito da maneira correta.


Leia na íntegra a entrevista e confira o vídeo com o desafio “maquia e fala”:



Créditos: Rogerio Ikeda


Talita Akemy (Hooks Magazine): Como foi a sua mudança de cantar aqui no Brasil com músicas nacionais para cantar e produzir na Coreia, em uma língua totalmente diferente?


Francinne: Foi uma mudança muito repentina na minha vida. Aconteceu tudo muito rápido e foi uma cultura que eu me identifiquei logo de cara. Tudo começou quando fui convidada por um cantor coreano para fazer um feat. Ele estava aqui no Brasil, então escrevi a minha parte em português, ele escreveu a dele em coreano e o refrão nós cantamos em espanhol olha só que doideira. Depois disso, comecei a gostar muito da cultura, assistir séries coreanas, ouvir as músicas, além de tentar cantar em coreano. Confesso que eu não sabia nada em coreano. Para minha surpresa, dois empresários coreanos que tem empresa no Brasil e na Coreia, me fizeram uma proposta de ir até lá e gravar músicas com produção internacional.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Como foi para você aprender a língua coreana? É difícil?


Francinne: Foi complicado no início, mas como eu já assistia muitas séries em coreano, comecei a me identificar com a língua. Os meus empresários sempre falam em coreano, então a gente já vai se acostumando também. No começo a gente aprende a ler apenas algumas palavras, depois vamos juntando e formando frases, ou seja, no fim a experiência é incrível.


Talita Akemy (Hooks Magazine): E para dançar as coreografias do K-pop, exige muito mais do que as que estamos acostumados por aqui?


Francinne: Sim, exige muito. Lá a gente ensaia bastante. Para um clipe, não é simplesmente ensaia uma semana e vai. Eles ensaiam por meses, treinam e treinam, até ficar tudo perfeito. Não pode ter um braço para fora e os bailarinos têm que estar todos alinhadinhos. Eu gosto muito dessa parte de treinar e fazer certinho.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Você sentiu diferença dos fãs brasileiros para os fãs coreanos?


Francinne: Sim. Você sabia que cada grupo e cada cantor na Coreia tem o seu light stick? É tipo um sabre de luz customizado. Então, eles compram para ir assistir o show e você vê todo mundo com aquele light stick que pisca de acordo com as músicas que tocam. Eu ainda vou ter o meu. E durante o show todo mundo fica quietinho, eles ficam sentadinhos com o light stick piscando e assistindo, aproveitando o show. Não tem aquele grito, por isso que os cantores gostam de vir para o Brasil, porque aqui tem muita gritaria, muita emoção e lá não. O público escuta o show calminho, só de vez em quando tem um grito “i love you”, mas é bem calmo.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Agora falando sobre beleza, como é a sua rotina de skincare?


Francinne: Antes de conhecer o skincare coreano, eu nem sabia que tinha que usar um sabonete para o rosto. Eu usava o sabonete que eu tomava banho no rosto e ficava com a pele toda repuxada. Então, aprendi que tem o passo a passo do skincare. Tem o tônico, o sérum, o creme, o filtro solar que não pode esquecer, ou seja, aprendi muita coisa. Hoje, eu me identifico mais com a maquiagem coreana, pois é uma maquiagem mais leve, diferente da nossa, no melhor “o menos é mais”. Gosto também de um glow na pele, com um brilho a mais.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Qual produto não pode faltar na sua necessaire de make?


Francinne: Cushion. Esse produto aqui todo mundo tem que ter na bolsa. Por exemplo, você faz uma maquiagem de manhã para sair, trabalhar e realizar um monte de tarefas. Passa a base e, claro, precisa fazer um retoque. Levando um cushion na bolsa que tem a base, é só dar um retoque e fica linda.


Talita Akemy (Hooks Magazine): O estilo de make coreana é bem diferente daqui do Brasil, como foi para você aprender?


Francinne: O skincare serve para cuidar da pele. Quando a gente tem uma pele bem cuidada, a maquiagem fica muito mais bonita. Então, isso eu já me encantei de cara, quando vi o melhor da minha pele e o brilho, já que as coreanas adoram brilho e glitter, e você vê em todo lugar lá na Coreia do Sul, até no metrô de dia todo mundo com brilho.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Nos shows, que tipo de make você costuma fazer?


Francinne: Depende do look, acho que a maquiagem tem que combinar com o que você veste, mas eu adoro usar cristais, encho a cara de brilho, já que no palco a gente pode tudo. Tem que fazer uma coisa maior e mais chamativa.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Tem alguma novidade da carreira vindo por aí que pode nos adiantar?


Francinne: Na minha carreira o meu objetivo inicial era produzir músicas na Coreia, produzir clipes e trazer para o Brasil. Agora, a gente tá fazendo uma equipe de produtores brasileiros que estão tendo um curso de K-pop, entendendo os instrumentos coreanos, entendendo como nasceu esse gênero musical, tudo para a gente produzir aqui também. Então, além de produções feitas na Coreia, a gente vai produzir aqui no Brasil também. Está tudo no forno e, em breve, vem muita coisa boa e inédita.


Talita Akemy (Hooks Magazine): Deixe uma mensagem para todos os fãs do K-pop e também para aqueles que curtem e acompanham o seu trabalho.


Francinne: Quero convidar todos vocês para curtir as minhas redes sociais (@francinneoficial), pois é por lá que eu vou contar todas as novidades da minha carreira, tudo o que eu estou fazendo no Brasil e na Coreia. E você que tem um sonho de ser um idol, tudo é possível e, se eu consegui, você também pode conseguir, é só se esforçar que vai dar certo tá? Tô aqui na torcida por você também.



Créditos: Rogerio Ikeda










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