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Lola Gleich: A Jornada de uma modelo com Identidade única na Indústria da Moda

'SUPER MODEL' COVER EDITION - NOVEMBER ISSUE

Photos: @gutyerrez / Model: @lolagleich / Agency: @waymodel /

Styling: @projetoagrafa @mariaclaramcruz @lucasviceli / Beauty: @soutabatha /

Hair: @aboutmario / Design Director Hooks: @mathlopes /

Editor-In-Chief: @directorhooks / RP Hooks International: @junior.hayres


Na indústria da moda, a busca pela identidade é uma jornada fascinante que muitos modelos em ascensão empreendem. A moda não é apenas sobre vestir roupas; é uma expressão artística, um meio de contar histórias, e para Lola Gleich, nossa convidada na capa da edição "SUPER MODEL" da Hooks Magazine Internacional, a moda é o palco onde ela se destaca com sua identidade única.


Nascida em Curitiba, Paraná, Lola Gleich teve seu primeiro contato com o mundo da moda bem cedo. Sua jornada começou quando sua mãe a introduziu à elegância das super modelos dos anos 90, como Naomi Campbell, Cindy Crawford e Claudia Schiffer. O vídeo icônico de George Michael, "Freedom", também desempenhou um papel fundamental ao instigar sua paixão pela moda desde nova.


Esse amor pela moda a guiou a um caminho inesperado. Ainda jovem, Lola foi descoberta pela agência WAY através das redes sociais, um momento que mudou completamente o curso de sua vida. O que é notável é que, na época, Lola estava seguindo um caminho acadêmico na faculdade de Direito. Porém, a chamada do mundo da moda foi irresistível.


Lola Gleich rapidamente se destacou nas passarelas e em campanhas de marcas de renome. Ela desfilou para estilistas renomados, incluindo nomes como Glória Coelho e Reinaldo Lourenço, e trabalhou com marcas de prestígio, como Boticário, Natura, Riachuelo e C&A.


Fizemos uma entrevista exclusiva com a modelo, que voce confere a seguir:


1. Lola, seu primeiro contato com o mundo da moda foi influenciado por sua mãe e referências das super modelos dos anos 90. Como essas influências moldaram sua carreira na moda e sua identidade como modelo?


A elegância e a forma como as super modelos dos anos 90 imprimem suas próprias essências em cada trabalho me inspira a cada vez entrar mais fundo na minha identidade, entender quem eu sou e minha beleza e usar as melhores partes de mim no meu trabalho.

2. Você mencionou que foi descoberta pela WAY através das redes sociais. Poderia nos contar mais sobre como essa oportunidade surgiu e como foi a transição de cursar Direito para se tornar uma modelo de destaque?


Com exceção de alguns ensaios feitos para amigos, eu nunca imaginei que seria modelo. Pensei que seguiria o exemplo dos meus pais e cursaria Direito, que é uma área pela qual ainda possuo muito interesse. Quando a época de escolher uma vocação começou, comecei a hesitar e contei para minha mãe que preferia não entrar para a faculdade de Direito que havia sido aprovada naquele momento. Ela cancelou a matrícula chorando. Um mês depois, fui contatada pela então mídias sociais da Way, a Rafa, para conhecer a agência e integrar o casting. Não pensei duas vezes e também não contei nada para ninguém. Logo aceitei e emprestei dinheiro de uma amiga para comprar a passagem de ônibus para São Paulo e oficializar tudo. Saí direto da rodoviária para uma reunião com a Rafa e o Dando, dono da agência. Ainda tenho interesse em dedicar tempo aos estudos das áreas que me interesso, mas ser modelo foi a melhor decisão que já tomei.

3. Ao longo de sua carreira, você trabalhou com várias marcas de renome, como Boticário, Natura e Riachuelo, e desfilou para estilistas renomados como Glória Coelho e Reinaldo Lourenço. Qual foi o momento mais emocionante ou marcante de sua carreira até agora?


Sei que corro o risco de soar maçante, mas genuinamente amo todos os meus trabalhos. Sou apaixonada em poder colaborar com outras pessoas, descobrir outras narrativas e vivências, e poder materializar a visão dos outros através da minha forma de expressão.

4. Como você busca inspiração e mantém seu trabalho multidimensional, incorporando influências de artes visuais, música e poesia em seu trabalho como modelo? Poderia nos dar um exemplo de como essas influências se refletem em suas sessões de fotos ou desfiles?


A forma como as referências que tenho se juntam acontece de forma orgânica e algumas vezes até quase inconsciente. Por exemplo, recentemente fiz um editorial com temática floral e usei como inspiração o trabalho da Georgia O'Keeffe e as ilustrações botânicas da Elizabeth Blackwell, utilizando meu corpo pra criar o formato das plantas. Sou ávida por conhecimento desde que me entendo como pessoa e essa vontade de aprender sobre tudo sempre foi estimulada em casa.

5. Como é a sensação de ser representada por agências de prestígio como a WAY e a NEXT? De que forma isso afeta sua carreira e sua relação com o mundo da moda?


Acredito que, como modelo, ter uma agência forte, que sirva como sua base e saiba não apenas te vender, como também te guiar, é fundamental. Considero a Way uma segunda família, responsável não apenas pela minha carreira como também pela formação do meu caráter. Sempre quis integrar o casting da Next, pelo trabalho impecável deles com quem está lá. Ser representada por duas das melhores agências do mundo é um sonho realizado, que me mantém apaixonada pela moda.

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