AVAVAV - Sustainability is the future


By: Evely Oliveira


AVAVAV is an Italian brand that came to revolutionize the concept of sustainability.





While garbage from other brands has become the treasure of AV, a new type of approach has emerged. Now, this new method is bringing the newest AV collection to life.

A collection that takes the brand x brand culture concept to another level.

Meet AVAVAV F*ndi x B*rbaerry x J*cquemus AV did not ask permission from these respective brands, instead they went to the garbage containers and deposits with remnants of stock.

As these places were filled with iconic fabrics, the new collection began to take on a silhouette.






"When I saw these stocks, I felt the need to include them in our collection.

Here were all these fabrics from the most luxurious brands in the industry available to pick up, so I decided to include them in our collection.

Even because it raises the question of what would happen to them if we were not allowed to use them, "says creative director Beate Karlsson.







In the new collection you will find a universe of pieces of fabrics from deadstock patchworks collections (scraps abandoned by major brands). Including an extension of her so-called line of four-toed shoes, a cut out dress that features a well-known plaid pattern.

Tracing the origin of the material is easy since the labels bring the decisions: A pair of shoes for example comes as being 33% B * rberry 33% J * cquemus and 100% AVAVAV.





"Sues us, but we don't have the money to pay," says an AV representative regarding possible legal issues.





As part of this launch, AV is also asking its fashion colleagues, mainly from northern Italy, for advice before they see the containers.




I prepared five for them talking about this topic that is so necessary.



1- How did the idea of ​​reusing fabrics come about?

Living in a time when human activity is the dominant influence on the environment, it seems mandatory to adapt sustainability methods. We are part of a generation of designers who want to make responsive decisions while considering the obstacles of contemporary industry.


Florence with its well-known heritage is an important production hub for many luxury fashion brands. As a result, millions and millions of meters of incredible fabrics pass through this area every year. Repeatedly, most of these fabrics end up being unused. So far.



2- And how was the first experience inside the containers?

The first time I went to a warehouse it was really amazing. I was surprised by so many options, but then I quickly realized that even with a wide variety of different colors and patterns, you still need to adapt the designs to what you find. It is a complicated process to be limited to what you find in these deadstocks, but it is part of the premise and we are doing the best we can to embody them in an interesting way.



3- Tell us a little more about the four-toed shoes.

The Bloody and Slimey Feet boots are an extension of The Claw, an enlarged hand shoe that I made a few years ago. Disfiguring the shapes, in this case the shape of the fingers, breaking our associations with the original sources, inspire me.




4- We think the initiative to reuse fabrics is incredible, considering that we live in the new era of sustainability. In this regard, do you have any advice for new designers or stylists?


I recommend that you familiarize yourself with these leftover fabric locations that you can most likely find what you are looking for.




5- And last but not least: what is your voice? What would you like to shout out to the world as a brand?


We are a brand designed for the future and not for the past, this is clear in our processes, structure and visual communication. So, the vibe is progressive, conscious and creative, with everyday clothes that align with the lifestyle of a "cool city kid". We offer non-conventional products that feed the idea of ​​how the future of fashion can and should be: Small quantities, made locally and using scraps and leftovers of stocks. End.










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Versão em português.


Enquanto lixo de outras marcas se tornou o tesouro da AV um novo tipo de abordagem emergiu. Agora, esse novo método está dando vida a mais nova coleção da AV.

Uma coleção que eleva o conceito da cultura do brand x brand a outro nivel.

Conheça AVAVAV F*ndi x B*rbaerry x J*cquemus AV não pediu permição a essas respectivas marcas, ao invés disso eles foram aos conteiners de lixo e depósitos com restos de estoque.

Como esses lugares estavam repletos de tecidos icônicos, a nova coleção começou a ganhar um silhueta.






"Quando eu vi esses etoques, eu senti a necessidade de inclui-los em nossa coleção.

Aqui estavam todos esses tecidos das mais luxuosas marcas da indústria disponíveis para pegar, então eu decidi incluílos na nossa coleção.

Até mesmo porque levanta a questão de o que acontecira com eles se não nos permitissem usá-los." Diz o diretor criativo Beate Karlsson.








Na nova coleção você encotra um universo de pedaços de tecidos de coleções deadstock patchworks (retalhos abandonados pelas grandes marcas). Incluindo uma instenção da sua tão falada linha de sapatos de quatro dedos um vestido cut out que apresenta um padão xadrez muito conhecido.

Rastrear a origem do material é facil já que as etiquetas trazem as descições: Um par de sapatos por ex vem como sendo 33% Burberry 33% Jacquemus e 100% AVAVAV.





"Nos procecem, mas a gente não tem dinheiro para pagar", diz uma representante da AV com relação a possíveis questões leagais.





Como parte desse lançamento, AV está também pedindo a seus colegas de moda, principalmente do norte da Itália, pra avisálos antes de enxerem os conteiners.




Preparei cinco para eles falando sobre esse tema que é tão necessário.



1- Como surgiu a idéia de reutilizar os tecidos?

Vivendo em uma época em que a atividade humana é a influencia dominante no meio ambiente, parece mandatório adaptar os métodos de sustentabilidade. Nós somos parte de uma geração de dsigners que querem tomar decisões responsivas ao mesmo tempo que considera os obstáculos da indústria contemporanea.


Florença com sua conhecida herança é um importante polo de produção para muitas marcas de moda luxuosas. Como resultado, milhões e milões de metros de tecidos incríveis passam por essa área todo ano. Repetidamente, boa parte desses tecidos acaba sem ser utilizado. Até agora.



2- E como foi a primeira experiência dentro dos conteiners?

A primeira vez que eu fui em um depósito foi muito incrível. eu estava surpreso com tantas opções, mas então eu percebi rapidamente que mesmo havendo uma grande varieade de diferentes qualidades cores e estampas, você ainda assim precisa adaptar muito os designs ao que você encontra. É um processo complicado estar limitado ao que você encontra nesses deadstocks, mas é parte da premissa e nós estamos fazendo o melhor que pudemos para encorporá-los de uma maneira interessante.



3- Nos conte um pouco mais sobre os sapatos de quatro dedos.

As botas The Bloody and Slimey Feet são uma extensão da The Claw, um sapato de mão aumentado que eu fiz há alguns anos atrás. Desfigurar os formatos, nesse caso o formato dos dedos, rompendo nossas associações com as fontes originais, me inspiram.




4- A gente acha incrível a inicativa de reutilizar tecidos, considerando que vivemos a nova era da sustentabilidade. Com relação a isso, você teria algum conselho para novos designers ou estilistas?


Eu recomendo que se familharizem com esses locais de sobras de tecidos que você pode muito provávelmente encontrar o que está procurando.




5- E por último mas não menos importante: qual a sua voz? O que vocês gostariam de gritar para o mundo como marca?


Nós somos ma marca desenhada para o futuro e não para o passado, isso está claro em nossos processos, estrutura e comunicação visual. Então, a vibe é progressiva, consciente e criativa, com roupas do dia a dia que se alinham ao estilo de vida de uma "criança cool de cidade". Nós oferecemos produtos fora do convencional alimentando a idéia de como o futuro da moda pode e deve ser: Pequenas quantidades, feito localmente e usando restos e sobras de estoques. Fim.


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