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CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

‘CARNAVAL - BRASIL’ EDITION COVER - JANUARY 2026 ISSUE

CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA
Photos: @picsmarioficial / Make: @bycarolfranca / Style: @bykelmendesoficial / Press Office: @kaiocezzar_

Na edição especial Carnaval · Brasil, a Hooks Magazine apresenta como capa uma artista que traduz com precisão o espírito da avenida contemporânea: Camila Assunção. Bailarina profissional, musa, mulher fitness e símbolo de presença cênica, Camila construiu uma trajetória sólida que transita com naturalidade entre grandes palcos da música brasileira e o pulsar coletivo do Carnaval paulistano.


Com passagens marcantes pelo ballet do Raça Negra, pelo corpo de baile do cantor Leonardo e, atualmente, integrando o ballet de Belo, Camila carrega no corpo a memória de experiências que moldaram sua técnica, sua consciência artística e sua identidade como mulher e profissional. Em 2026, ela assume um novo e importante capítulo: o posto de Musa da escola de samba Barroca Zona Sul, consolidando sua imagem como artista completa e conectada com suas raízes culturais.


CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

Tudo o que vivi com o Raça Negra e com o Leonardo construiu a base, mas hoje eu vivo uma fase muito especial no ballet do Belo. É um momento de amadurecimento, onde me sinto mais consciente da minha arte, do meu corpo e da minha entrega no palco”, afirma Camila. Segundo ela, o presente representa solidez e propósito: “Hoje eu me reconheço como uma artista mais segura, mais preparada e mais conectada com quem eu sou, não só como bailarina, mas como mulher e profissional”.


O convite para ocupar a posição de Musa da Barroca Zona Sul vai além do brilho do título. Para Camila, a avenida é território de verdade, expressão e responsabilidade artística. “Ser Musa da Barroca Zona Sul em 2026 é um marco na minha trajetória. Representa reconhecimento, confiança e, principalmente, pertencimento”, diz. “Esse convite não é só um título, é uma responsabilidade simbólica. É sobre honrar a escola, respeitar a história e entregar verdade, presença e amor em cada passo na avenida”.


CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

Conhecida também por seu estilo de vida fitness, Camila une disciplina, saúde e bem-estar como pilares fundamentais de sua performance. Em um Carnaval que exige resistência física, equilíbrio emocional e foco absoluto, ela enxerga o cuidado com o corpo como parte essencial de sua arte. “Minha rotina fitness e minha disciplina com saúde e bem-estar não são só estética, são base de sustentação da minha performance”, explica. “Quando o corpo está forte, a mente está firme e o emocional alinhado, a arte flui com verdade”.


Essa consciência se reflete na forma como Camila constrói sua imagem pública: forte, feminina, sensual e, acima de tudo, autêntica. Para ela, não há contradição entre técnica e sensualidade quando existe identidade. “Eu não construo um personagem, eu potencializo minha essência. A técnica me dá base, a disciplina me dá estrutura e a sensualidade vem da confiança”, afirma. “Presença cênica não é excesso, é consciência”.


Na edição que celebra o Carnaval como potência cultural e expressão máxima da arte brasileira, Camila Assunção representa a síntese entre corpo, alma e propósito. “O Carnaval é o lugar onde a arte deixa de ser individual e vira coletiva. Não é só festa, é manifestação, é ancestralidade, é corpo que fala e alma que se expressa”, reflete. Para ela, desfilar é apenas parte de algo maior: “Hoje, o Carnaval simboliza um lugar de verdade, missão artística e significado”.


CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

Com uma trajetória construída com consistência, disciplina e entrega, Camila Assunção ocupa a capa da Hooks Magazine não apenas como musa ou bailarina, mas como símbolo de uma nova geração de artistas que entendem o Carnaval como linguagem, identidade e força coletiva. Uma mulher que dança, representa e transforma presença em verdade.


Confira entrevista exclusiva com Camila:


1. Sua trajetória passa por nomes icônicos da música brasileira. Como essas experiências com Raça Negra, Leonardo e Belo moldaram sua identidade como bailarina e artista hoje?


Passar por grandes nomes da música brasileira foi fundamental para a construção da minha identidade artística, mas hoje eu vivo uma fase muito especial no ballet do Belo. É um momento de amadurecimento, onde me sinto mais consciente da minha arte, do meu corpo e da minha entrega no palco.
Tudo o que vivi com o Raça Negra e com o Leonardo construiu a base, mas hoje eu me reconheço como uma artista mais segura, mais preparada e mais conectada com quem eu sou, não só como bailarina, mas como mulher e profissional. O ballet do Belo representa essa fase de solidez, identidade e propósito.
CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

2. Em 2026, você assume o posto de Musa da Barroca Zona Sul, um momento de grande visibilidade no Carnaval paulistano. O que esse convite representa na sua carreira e na sua relação com a avenida?


Ser Musa da Barroca Zona Sul em 2026 é um marco na minha trajetória. Representa reconhecimento, confiança e, principalmente, pertencimento. A avenida sempre foi um lugar de verdade pra mim, onde o corpo fala, a alma se expressa e a energia é coletiva.
Esse convite não é só um título, é uma responsabilidade artística e simbólica. Eu vejo como a união de tudo que construí ao longo da minha carreira com um espaço que sempre fez parte da minha identidade, o carnaval. É sobre honrar a escola, respeitar a história e entregar verdade, presença e amor em cada passo na avenida.

3. O Carnaval exige corpo, mente e emoção no limite. Como sua rotina fitness e sua disciplina com saúde e bem estar influenciam sua performance dentro e fora da avenida?


O carnaval exige equilíbrio total. Corpo, mente e emoção precisam estar alinhados. Minha rotina fitness e minha disciplina com saúde e bem-estar não são só estética, são base de sustentação da minha performance. Elas me dão resistência física, clareza mental e estabilidade emocional para lidar com a intensidade da avenida e dos palcos.
Cuidar do meu corpo é uma forma de respeito pela minha carreira e pela minha arte. Fora da avenida, isso se reflete em energia, foco e presença, dentro dela, se transforma em entrega, força e constância. Eu acredito que performance de verdade nasce do equilíbrio, quando o corpo está forte, a mente está firme e o emocional está alinhado, a arte flui com verdade.
CAMILA ASSUNÇÃO: CORPO, VERDADE E PROPÓSITO NA AVENIDA

4. Bailarina, musa, mulher fitness e referência de presença cênica. Como você equilibra técnica, sensualidade e autenticidade para construir uma imagem forte sem perder sua essência?


Eu acredito que força de imagem vem de verdade. A técnica me dá base, a disciplina me dá estrutura, a sensualidade vem da confiança e a autenticidade nasce de quem eu sou fora do palco. Eu não construo um personagem, eu potencializo minha essência.
Equilibrar tudo isso é entender que presença cênica não é excesso, é consciência. É saber quem você é, o que comunica e por que comunica. Quando existe identidade, não existe conflito entre técnica, sensualidade e autenticidade, tudo se conecta. E é nessa conexão que nasce uma imagem forte, verdadeira e sustentável.

5. A edição especial de Carnaval da Hooks celebra artistas completos. O que o Carnaval simboliza para você hoje, artisticamente, pessoalmente e como expressão cultural?


O Carnaval, pra mim, é síntese. Artisticamente, é o lugar onde tudo se encontra: corpo, emoção, técnica, espiritualidade, presença e verdade. É onde a arte deixa de ser individual e vira coletiva. Onde o palco vira avenida e a performance vira energia compartilhada.
Pessoalmente, ele representa pertencimento, força e identidade. É onde eu me reconheço, me fortaleço e me reconstruo. Onde eu me conecto com minhas raízes, com minha história e com quem eu sou de verdade, além dos títulos e dos holofotes.
Como expressão cultural, o Carnaval é resistência, memória e linguagem do povo. É arte viva, que atravessa gerações, territórios e realidades. Não é só festa, é manifestação, é voz, é ancestralidade, é corpo que fala e alma que se expressa.
Hoje, o Carnaval simboliza pra mim um lugar de verdade, propósito e missão artística. Não é só sobre desfilar, é sobre representar, honrar histórias e transformar presença em significado.

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