Gabriela Lucianno: O feminino consciente que redefine poder, fé e identidade na Edição DUBAI da Hooks Magazine
- Matheus Hooks/ Editor-In-Chief

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'DUBAI' EDITION COVER - JANUARY 2026 ISSUE

Dubai é cenário, mas também símbolo. Entre arranha céus, luxo silencioso e uma energia que mistura tradição e futuro, Gabriela Lucianno surge como a personificação de um novo feminino. Forte sem rigidez. Espiritual sem desconexão. Elegante sem esforço. Capa da edição DUBAI da Hooks Magazine, ela representa uma mulher que entende que imagem, propósito e consciência caminham juntos.
Gabriela construiu uma trajetória internacional unindo desenvolvimento humano, espiritualidade prática e inteligência emocional. Mentora, empreendedora e criadora de conteúdo, seu trabalho impacta mulheres que desejam viver com mais clareza interna, equilíbrio emocional e posicionamento consciente em todas as áreas da vida.

Sua história não nasce de fórmulas prontas, mas da observação atenta de um padrão recorrente. Mulheres altamente capazes, sensíveis e inteligentes que, ainda assim, vivem abaixo do próprio potencial. Ao longo do seu próprio processo de autoconhecimento, Gabriela percebeu que quando uma mulher aprende a se escutar, se regular emocionalmente e se posicionar, sua vida inteira se reorganiza. Foi nesse ponto que o caminho deixou de ser apenas pessoal e se transformou em um chamado coletivo.
Essa visão ganha forma no e-book O Milagre Que Vive em Você, uma obra voltada ao fortalecimento da autoestima, da confiança interior e da reconexão com o valor pessoal feminino. Para Gabriela, o maior bloqueio que impede as mulheres de acessarem esse “milagre” está na desconexão entre identidade e valor. Durante muito tempo, muitas foram ensinadas a buscar validação fora, seja na aparência, na performance ou nos relacionamentos. A virada acontece quando essa lógica se inverte e a mulher passa a se reconhecer como a fonte do próprio valor.

Viver em Dubai e atuar internacionalmente ampliou ainda mais essa leitura. O contato com diferentes culturas revelou que, apesar das diferenças externas, o desafio feminino é universal. Equilibrar ambição, sensibilidade, autonomia e pertencimento. Para Gabriela, o autoconhecimento deixou de ser um luxo e se tornou uma competência global. O verdadeiro poder feminino está na capacidade de ser inteira em qualquer contexto, sem precisar se fragmentar para caber.
Essa integridade também se reflete na forma como ela enxerga espiritualidade. Longe de rituais desconectados da realidade, Gabriela defende uma fé aplicada à vida prática. Alinhamento de valores, clareza de limites e direção consciente são, para ela, a base de decisões sólidas nos relacionamentos, na carreira e no empreendedorismo. Inteligência emocional, nesse contexto, não é apenas sentir, mas saber escolher com lucidez, mesmo sob pressão.
Além da mentoria, Gabriela transita com naturalidade pelo universo do empreendedorismo e da beleza. Desenvolve projetos que conectam estética, identidade e experiências premium, entendendo imagem como linguagem. Para ela, cuidar da aparência, do estilo e da presença não é superficial. É comunicação estratégica. Quando a imagem externa está alinhada à identidade interna, ela se torna uma ferramenta legítima de fortalecimento interior e posicionamento no mundo.

Com presença digital ativa, Gabriela compartilha reflexões sobre fé, rotina consciente, crescimento pessoal e estilo de vida. Seu conteúdo não promete atalhos, mas oferece profundidade. Inspira uma comunidade que busca evolução com elegância, verdade e consistência.
Para as mulheres que acompanham sua trajetória e desejam alinhar quem são por dentro com a vida que se manifesta por fora, Gabriela é direta. O primeiro passo é desenvolver uma autoconsciência real. Observar padrões, reconhecer limites e entender o que realmente importa. A partir dessa clareza, as escolhas se ajustam e a vida externa passa a refletir o que já está organizado internamente.
Confira entrevista completa:
1. Sua trajetória une espiritualidade, inteligência emocional e posicionamento feminino consciente. Em que momento você entendeu que esse caminho não era apenas pessoal, mas também um chamado para impactar outras mulheres?
Meu trabalho nasceu da observação de um padrão recorrente: mulheres altamente capazes, sensíveis e inteligentes que, ainda assim, vivem abaixo do seu verdadeiro potencial. Ao longo da minha própria jornada de autoconhecimento, percebi que quando uma mulher aprende a se escutar, se regular emocionalmente e se posicionar, sua vida inteira se reorganiza. Foi nesse momento que entendi que isso não era apenas pessoal — havia um impacto real, replicável e necessário para outras mulheres.

2. No e-book “O Milagre Que Vive em Você”, você fala sobre autoestima e reconexão com o valor pessoal feminino. Qual é, na sua visão, o maior bloqueio interno que impede as mulheres de acessarem esse “milagre” no dia a dia?
O maior bloqueio é a desconexão entre identidade e valor. Muitas mulheres foram ensinadas a buscar validação externa — aprovação, performance, aparência, relacionamentos — em vez de construir uma base interna sólida. O “milagre” acontece quando essa lógica se inverte: quando a mulher passa a se ver como a fonte do seu próprio valor, não como alguém que precisa constantemente prová-lo.

3. Viver em Dubai e atuar internacionalmente traz contato com diferentes culturas e mentalidades. Como essa vivência global transformou sua forma de enxergar fé, autoconhecimento e o papel da mulher no mundo contemporâneo?
Viver em Dubai e atuar internacionalmente ampliou profundamente minha percepção do feminino. Em culturas diferentes, os papéis mudam, mas o desafio é o mesmo: mulheres tentando equilibrar ambição, sensibilidade, autonomia e pertencimento. Essa vivência me ensinou que autoconhecimento não é um luxo — é uma competência global. E que o verdadeiro poder feminino é a capacidade de ser inteira em qualquer contexto.

4. Você defende uma espiritualidade prática, integrada à vida moderna. Como traduzir fé, equilíbrio emocional e consciência em decisões concretas — seja nos relacionamentos, na carreira ou no empreendedorismo?
Para mim, não se trata de sistemas de crença, mas de alinhamento. Quando uma mulher entende seus valores, seus limites e sua direção, isso passa a orientar seus relacionamentos, sua carreira e seus negócios. Inteligência emocional não é apenas entender sentimentos — é saber tomar decisões alinhadas, mesmo sob pressão. Esse tipo de clareza muda tudo: com quem você se envolve, o que você constrói e o que você tolera.

5. Além da mentoria, você desenvolve projetos que conectam beleza, estética e experiência premium. De que forma identidade e imagem externa podem se tornar ferramentas legítimas de fortalecimento interior e propósito?
Imagem, estética e presença são linguagens. Quando estão alinhadas à identidade, tornam-se ferramentas poderosas de expressão e posicionamento. Cuidar da aparência, do estilo e da experiência que você oferece ao mundo não é superficial — é comunicação estratégica. Uma mulher que se vê como valiosa naturalmente cria um ambiente que reflete isso.

6. Para as mulheres que acompanham seu trabalho e buscam viver com mais clareza, equilíbrio e verdade, qual é o primeiro passo indispensável para alinhar quem se é por dentro com a vida que se manifesta por fora?
O primeiro passo é desenvolver auto-consciência real. Não no sentido abstrato, mas na prática: perceber seus padrões, seus limites e o que realmente importa para você. A partir daí, suas escolhas começam a se alinhar com quem você é — e a vida externa passa a refletir essa clareza.

































