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Jessyka Ramos: modelo traveler fala sobre suas experiências em bate papo com a Hooks!


Cover Mexico edition credits:

Makeup: @pammaquillaje

Styling: @rental_dresses_cdmx

Production: @chrissy.loja

Photo: @fernandonaw

Designer cover: @mathlopes

General direction: @directorhooks


Jessyka Ramos é uma brasileira que começou sua carreira como modelo jovem, e decidiu mudar-se para o México, onde reside até nos dias atuais, amante de viagens a bela uniu sua paixão ao trabalho, pois tendo ela já viajado por incontáveis lugares e países, seu conteúdo sobre o assunto fluiu de maneia natural.



Com o advento das redes sociais e a popularização das plataformas de compartilhamento de viagens, uma nova figura tem se destacado no mundo do turismo: o modelo traveler. Esses profissionais são conhecidos por combinar a beleza e a elegância do mundo da moda com a aventura e a exploração de novos destinos. O modelo traveler é uma espécie de embaixador de marcas de moda e viagem, e seu objetivo é mostrar ao público como é possível viajar com estilo e conforto, sem abrir mão da aventura e da descoberta. Para isso, esses profissionais utilizam as redes sociais para compartilhar fotos e histórias de suas viagens, sempre destacando as roupas e acessórios que utilizam em cada situação.


Mas ser um modelo traveler não é apenas uma questão de glamour e beleza. Esses profissionais também precisam ser experientes viajantes, capazes de se adaptar a diferentes culturas e situações, além de conhecerem os melhores destinos para cada tipo de viagem. Além disso, o modelo traveler também precisa ser um influenciador digital habilidoso, capaz de cativar e engajar seu público com conteúdo relevante e autêntico. Para isso, muitos desses profissionais investem em cursos e treinamentos de marketing digital e produção de conteúdo. Apesar de ser uma profissão relativamente nova, o modelo traveler já conquistou um espaço importante no mundo do turismo e da moda. Com seu estilo único e sua habilidade em compartilhar experiências, esses profissionais se tornaram referência para milhões de viajantes e amantes da moda ao redor do mundo.



Tivemos a oportunidade de entrevistar a musa em um bate papo gostoso e exclusivo para a Hooks! Vem conosco!


1-Qual foi a sua viagem mais marcante em termos de experiências culturais? O que mais te impressionou sobre a cultura local?


O país onde eu fiquei mais perto da cultura, conheci e aprendi muitas coisas com certeza é o México (onde eu moro), começando pelo dia dos mortos (2 de novembro) que é uma data super importante para os mexicanos que é festejada com carros alegóricos e todos fantasiados de caveiras (como o carnaval no Brasil), eles fazem seus altares em casa com a foto do ente querido que faleceu, e ao redor da foto colocam a comida preferida da pessoa falecida tudo em ritmo de festa. É que para eles nessa data os falecidos “voltam a vida” como almas para estar com os familiares vivos e querem recebe-los em alegria.



2-Como você se prepara para uma viagem a um país com uma cultura muito diferente da sua? Você faz alguma pesquisa ou estuda o idioma local antes de viajar?


Eu pesquiso as principais coisas sobre o lugar, por exemplo a comida, como vivem, que tanto eu deveria tomar cuidado nesse determinado país, se as pessoas sao amigáveis e também busco aprender algumas frases nesse determinado idioma, as pessoas gostam quando um estrangeiro tenta falar o idioma deles.


3-Você já enfrentou alguma dificuldade em se adaptar a uma cultura diferente durante uma viagem? Como você lidou com essa situação?


Sim, meu principal problema é a comida picante, ainda morando no México por tanto tempo eu ainda não pude acostumar com isso aqui. Eles colocam até nos doces das crianças e as ensinam come-lo desde quando são bebês. Então o que faço quando vou a algum restaurante é pedir tudo sem picante sempre, mas é algo que não posso esquecer de fazer nunca, já que o picante para eles é como o sal que colocam em absolutamente tudo.



4-O que você acha que as pessoas podem aprender ao viajar para países com culturas diferentes?


Podem aprender sobre as tradições, formas de vidas, novas comidas, história, podem ver o mundo de uma perspectiva diferente e apreciar as diferenças culturais, também podem se conhecer melhor, descobrindo suas próprias crenças e valores enquanto se envolvem com os costumes e tradições do lugar.


5-Como essa experiência pode afetar suas perspectivas e valores?


Viajar para países com diferentes culturas pode desafiar a perspectiva e os valores de uma pessoa e também ajudá-la a desenvolver uma maior compreensão e apreciação das diferenças culturais. Isso pode levar a um crescimento pessoal significativo e a uma maior compreensão e tolerância em relação aos outros. Isso ocorre porque ao se expor a novas culturas, as pessoas podem perceber que existem maneiras diferentes de ver e viver no mundo.


6-Qual seu destino preferido até agora? E quais experiências gostaria de compartilhar sobre esse local? E que lugar você ainda não conheceu e sonha em conhecer?


Courchevel -França adorei conhecer esse lugar durante o dia, foi muito bonito esquiar com minha família e na primeira noite que sai para uma baladinha encontrei a Anitta lá e pude tirar foto com ela, foi muito divertido.

Um lugar que quero muito conhecer é o Japão, porque dizem que lá é um país futurista como se tivesse viajado ao futuro (que até o banheiro publico tem aquecedor) e também pela cultura, é um país mais desenvolvido que qualquer pais da latino américa, talvez até mais que Europa que também é um continente de primeiro mundo.



7-E por último mas não menos importante: qual é a sua voz? O que você gostaria de gritar para o mundo se tivesse oportunidade?


Vida é curta e o mundo é grande, então não perca a oportunidade de explorá-lo e experimentar tudo o que ele tem a oferecer e que cada momento é uma oportunidade para aprender e crescer.
Se arrependa do que você não fez, porque se você fez e não foi uma boa experiência, foi um aprendizado!


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