MARINA CICONET: A INFLUENCIADORA DA VIDA REAL

A jornalista gaúcha Marina Ciconet, vem conquistando cada vez mais espaço entre as pessoas que se identificam com seu estilo e conteúdo.

Com uma personalidade leve, sincera e genuína, ela faz com que seu objetivo de conectar pessoas e empresas seja atingido, aproximando-a de seu público.


Foto: @marinaciconet

Marina é o que podemos chamar de INFLUENCIADORA DA VIDA REAL ,pois foge completamente do padrão "fake" com o qual estamos habituados nas redes sociais. Nem que quiséssemos conseguiríamos colocá-la em uma "caixinha", pois sua personalidade é mutável e repleta de nuances.

Verdadeira consigo mesma, ela pode ser sexy, despojada, workaholic ou reservada e ainda assim manter sua essência. Grandes empresas também já entenderam essa nova dinâmica e têm apostado cada vez mais em pessoas reais, com menos seguidores e que influenciam as pessoas de uma forma mais positiva, para representar sua marca.

Em 2021 já sabemos que números são apenas números e o que realmente faz de você um sucesso, é a diferença que você faz na vida das pessoas.


Foto: @carneirodudu

Confira abaixo a entrevista que fiz com @marinaciconet para a @hooks.magazine

Como começou sua trajetória profissional?


Comecei minha trajetória no grupo RBS. No caderno Kzuka passei pelos cargos de estagiária, assistente de conteúdo e repórter.

A revista era direcionada ao público jovem e distribuída nas escolas, além de contar com uma coluna semanal no jornal Zero Hora.

Mais tarde tive minha própria coluna chamada Trends no caderno Donna (também na Zero Hora), até que decidi empreender e criar minha própria empresa.

Quando vocês começou a notar que poderia influenciar a vida das pessoas?


Sempre fui comunicativa. Na escola pertencia à diversos grupos e tinha uma boa relação com colegas, professores e diretores. Participava muito das atividades escolares e sentia que já influenciava as pessoas do meu grupo. Com a chegada das mídias sociais e minha exposição no jornalismo, comecei a notar que pessoas de diversas idades se identificavam com meu conteúdo. Sempre fui boa em unir pessoas, acredito que já era influenciadora mesmo antes da internet.

O que você acha da cultura do cancelamento?

Você tem medo? O que te faria cancelar alguém?

Meu trabalho consiste em divulgar empresas nas minhas redes sociais e ganho dinheiro com isso. Porém, ao mesmo tempo recebo um feedback positivo das pessoas que se identificam com meu lifestyle.

O fato de eu tomar muito cuidado sobre tudo que posto e transmito para as pessoas, faz com que eu não tenha muito medo de ser cancelada. Não sou conectada com temas polêmicos e acredito que não seja necessário termos uma opinião para tudo. Me posiciono quando acho que devo e sempre respeitando o outro.

Eu não costumo cancelar, não tenho essa ânsia. Se algo não me agrada eu simplesmente não gasto meu tempo e energia com isso, afinal todo mundo erra.

Mas, como toda boa Libriana ( hehehe), sou muito justiceira. Injustiças como racismo e outras coisas que não cabem mais em 2021 poderiam me fazer partir para o cancelamento.

Qual a melhor maneira de trabalhar com a internet sem se deixar afetar por opiniões negativas?

A base do trabalho de toda a pessoa que comunica , seja online ou offline, é a AUTENTICIDADE.

Acredito que o público se identifica por diversos motivos, mas quando você é verdadeiro e genuíno em seu posicionamento você dificilmente se deixa afetar, pois sabe melhor quais opiniões devem ser levadas em consideração.

Não tenho o objetivo de ser unanimidade ( acho até chato,hehehe), gosto de pessoas com opiniões,autênticas. O posicionamento negativo sempre irá existir, aceitar este fato facilita bastante.

Deixe uma dica de autocuidado para o nosso público.

Desenvolvi muito o autocuidado durante a pandemia. Sinto que cresci bastante espiritualmente e pessoalmente devido ao fato de focar mais em mim mesma.

Sempre tive uma vida corrida, pensava só em trabalho. Agora, devido ao momento atual, percebi que cada coisa foi sendo colocada em seu devido lugar.

O autocuidado é muito particular, o que faz sentido na minha rotina diária pode não servir para outra pessoa, mas fica aqui minha ideia.

Por exemplo, todos os dias eu faço algo que gosto muito. Acordo sem despertador, faço chá antes de dormir, preparo meu próprio café da manhã ou como algo que gosto muito.

Também amo ouvir podcasts sobre autoconhecimento, adoro os da Ana Raia. Fazer coisas que me dão prazer pelo menos uma vez ao dia é um ato de amor comigo mesma. Experimentem.



Foto: @marinaciconet


Espero que gostem!

Abraços Raphael Lindeker

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