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MATHEUS COUTINHO E A ESTÉTICA QUE GERA IMPACTO

Na nova economia da imagem, não basta ser bonito. Precisa ser memorável, estratégico e gerar resultado. É exatamente nesse ponto que Matheus Coutinho constrói sua trajetória.


MATHEUS COUTINHO E A ESTÉTICA QUE GERA IMPACTO
Photos Personal Archive / WNGZ Production

Aos 37 anos e com mais de duas décadas de atuação no mercado audiovisual, o fotógrafo e diretor consolidou um nome que equilibra domínio técnico, repertório cinematográfico e sensibilidade estética apurada. Formado em Comunicação e com pós graduação em Cinema, ele transformou linguagem visual em ferramenta de posicionamento.


Ao longo da carreira, fotografou e dirigiu grandes celebridades e construiu um estilo que une precisão e personalidade. Seu trabalho é refinado e técnico, mas também irreverente. Ele busca referências inesperadas, mistura linguagens e cria narrativas visuais com identidade própria. Cada imagem carrega conceito. Cada frame tem intenção.


MATHEUS COUTINHO E A ESTÉTICA QUE GERA IMPACTO

Quando perguntamos em que momento percebeu que tinha encontrado seu estilo, ele responde com maturidade criativa. Estilo não é algo que se encontra de uma vez, é algo que se constrói. Durante anos, absorveu referências, experimentou linguagens e testou limites. O reconhecimento veio quando as pessoas começaram a identificar uma imagem como “dele” antes mesmo de saber a autoria. A assinatura estava ali, na luz, na atmosfera, na direção.


Para Matheus, técnica é ferramenta, nunca protagonista. O ponto de partida sempre é o conceito e a intenção da marca ou da história que precisa ser contada. Cinema, arte, música e cultura urbana entram como camadas narrativas que ampliam o impacto. Ele escolhe cada elemento pelo potencial de gerar emoção e relevância.


No set, sua atuação vai além do clique ou do “ação”. Ele constrói atmosfera. Direção, para ele, também é gestão de energia. Da equipe. Do talento. Do ritmo da produção. Quando o ambiente está alinhado e imerso no conceito, o resultado transcende o técnico.


MATHEUS COUTINHO E A ESTÉTICA QUE GERA IMPACTO

Existe um detalhe que se tornou marca registrada. Sempre há uma playlist acompanhando o processo. A música dita a vibração do set, solta o corpo, conecta as pessoas e cria ritmo emocional. Parece detalhe, mas não é. Energia também é construção estética.


Essa combinação entre rigor técnico e liberdade criativa se reflete nos resultados. Em seu portfólio estão marcas como O Boticário, Renault, Coca-Cola, L’Oréal, Netshoes e Philips. Empresas que buscam mais do que campanhas, buscam construção de imagem e conexão real com o público.


Mas Matheus entendeu que o mercado mudou. As marcas passaram a exigir visão integrada, pensamento 360 graus, narrativa e performance caminhando juntas. Foi desse movimento que nasceu a WNGZ.


Mais do que uma produtora, a WNGZ é um movimento criativo. Uma boutique estratégica que integra narrativa, performance e relevância cultural. Com um time selecionado sob a curadoria de Matheus, mantém padrão estético e técnico elevado, enquanto ganha escala para atender campanhas, séries e produções de diferentes formatos.


A proposta é clara. Creating Wings for the World. Criar asas para ideias, marcas e histórias, lançando tudo ao mundo com intensidade e propósito.


Na entrevista à Hooks, ele reforça que impacto não vem apenas da estética, mas da coerência entre conceito, execução e propósito. Antes de qualquer clique, existe posicionamento. Existe entendimento profundo da marca. Existe estratégia.


MATHEUS COUTINHO E A ESTÉTICA QUE GERA IMPACTO

E há também pragmatismo. No fim do dia, ele lembra, trata se de publicidade. Trata se de resultado e conversão. Conectar é essencial. Vender também é. Seja produto, posicionamento ou imagem, o objetivo precisa ser claro.


A base da WNGZ é direta: conceito alinhado, entrega impecável e conversão. Em uma era digital saturada e competitiva, as marcas precisam de impacto imediato e construção estratégica de longo prazo.


Confira entrevista exclusiva:


1. Você trabalha com fotografia e direção há mais de 20 anos. Em que momento percebeu que tinha encontrado seu próprio estilo?


Acho que estilo não é algo que você encontra de uma vez, é algo que você constrói ao longo do tempo. Durante muitos anos eu absorvi referências, experimentei linguagens, testei limites técnicos. Em determinado momento, percebi que as pessoas já identificavam uma imagem como “minha” antes mesmo de saber quem tinha feito. Quando sua estética começa a ter assinatura  seja na luz, na atmosfera ou na direção  você entende que encontrou uma identidade. E essa identidade continua evoluindo, mas sempre com uma base muito sólida.

2. Seu trabalho mistura técnica, cinema e referências diferentes. Como você escolhe o que usar em cada projeto?


Tudo parte do conceito e da intenção da marca ou da história que precisa ser contada. A técnica é ferramenta, nunca protagonista. Eu gosto de mergulhar em referências que nem sempre são óbvias cinema, arte, música, cultura urbana e entender o que pode trazer uma camada a mais para aquele projeto específico. Meu trabalho é refinado e técnico, mas também irreverente. Eu escolho o que usar a partir do impacto que aquilo pode gerar, sempre buscando construir uma narrativa visual com identidade própria.

3. Você já fotografou e dirigiu grandes celebridades. O que muda quando está trabalhando com nomes tão conhecidos?


Muda a responsabilidade, mas não muda a essência do processo. Celebridades já chegam com uma imagem consolidada, então meu papel é respeitar essa identidade e, ao mesmo tempo, revelar algo novo. Gosto de criar um ambiente em que elas se sintam seguras para experimentar e se expressar além do que o público já conhece.
Para quem está na frente da minha câmera, a experiência precisa ser leve e divertida. Eu faço questão de tornar o processo mais fluido e confortável, simplificando o que muitas vezes pode parecer complexo. Quando existe confiança no set, tudo flui melhor  e o resultado ganha verdade. E verdade é o que realmente conecta.

4. No set, você é conhecido por criar uma energia própria. Como essa atmosfera influencia no resultado final das imagens?


Influencia completamente. A imagem começa muito antes do clique ou do “ação”. Ela nasce na atmosfera. Eu acredito que direção é também gestão de energia  da equipe, do talento, do ritmo da produção. Quando o set está alinhado, confiante e imerso no conceito, isso aparece diretamente no resultado.
Sempre tem uma playlist acompanhando o processo, porque a música dita a vibração e o som do set. Ela ajuda a construir o clima emocional da cena, solta o corpo, conecta as pessoas e cria ritmo. Parece detalhe, mas não é  energia é construção.
Meu objetivo é transformar o processo em uma experiência. Quando todos estão conectados à mesma visão, o resultado transcende o técnico e se torna algo memorável.

5. A WNGZ nasceu como um movimento criativo. O que fez você sentir que era a hora de criar esse novo formato de produtora?


O mercado mudou. As marcas passaram a precisar de visão integrada, pensamento 360º, narrativa e performance caminhando juntas. Eu senti que era o momento de expandir minha identidade criativa para além da minha atuação individual. A WNGZ nasce dessa necessidade  como um movimento, não apenas uma produtora.
Ela é composta por um time curado por mim, profissionais que compartilham o mesmo padrão estético, técnico e estratégico. Isso nos permite escalar projetos mantendo qualidade e identidade. A WNGZ é, acima de tudo, um selo de qualidade. Não importa o tamanho do projeto  ele vai ter conceito, força e entrega premium. A régua é alta sempre.
A WNGZ existe para criar asas para ideias e lançá-las ao mundo com intensidade e propósito. Creating Wings for the World é sobre isso movimento, impacto e identidade.

6. Hoje as marcas querem mais do que imagens bonitas, querem conexão com o público. Como você transforma ideia em algo que realmente gera impacto?


Impacto não vem só da estética, vem da coerência entre conceito, execução e propósito. Eu sempre começo entendendo profundamente o posicionamento da marca e o que ela quer provocar no público. A partir disso, construo uma narrativa visual que não seja apenas bonita, mas que tenha intenção.
Mas no final do dia, eu trabalho com publicidade. Estamos falando de resultado. Estamos falando de conversão. Conectar é essencial mas vender também é. Seja venda de produto, de posicionamento ou de imagem, o objetivo precisa ser claro.
A base da WNGZ é simples: conceito alinhado, entrega impecável e conversão. Vivemos a era digital, onde tudo é rápido, competitivo e visualmente saturado. As marcas precisam de impacto imediato, mas também de construção estratégica.
A WNGZ surge para preencher essa lacuna  unir estética forte, direção consistente e visão de negócio. Porque imagem hoje é linguagem, e quando você une técnica, identidade e estratégia, você cria algo que não apenas chama atenção, mas gera movimento real no mercado.

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