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  • Isabele Belo: o estilo empresarial que transforma moda em negócio global

    'BUSINESS' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer and production: @_dmconcept_ Na capa da edição BUSINESS  da Hooks Magazine, Isabele Belo representa a interseção perfeita entre moda e empreendedorismo. Modelo fotográfica e empresária visionária, ela é o rosto por trás da LIBERTY FSHN , marca que nasceu de uma ideia ousada e se tornou um negócio internacional com propósito bem definido. O ponto de partida foi simples: oferecer ao mercado algo que unisse autenticidade, personalidade e estilo marcante. Ao lado de sua sócia, Isabele começou testando a aceitação das peças em um novo mercado, e o sucesso imediato mostrou que havia espaço para uma moda que conversasse com confiança, sofisticação e sensualidade na medida certa. O caminho, no entanto, não foi livre de desafios. A empreendedora relembra que a fase inicial exigiu resiliência diante da logística internacional, questões alfandegárias e prazos rigorosos. Foi necessário estudar cada etapa, criar processos organizados e estabelecer parcerias sólidas. O aprendizado transformou o que parecia obstáculo em um diferencial estratégico: hoje a marca opera com eficiência em diferentes frentes, mantendo o foco na qualidade e na experiência do cliente. A bagagem de Isabele como modelo fotográfica também desempenhou papel crucial. Vivendo de perto o ritmo das passarelas e campanhas, ela desenvolveu um olhar apurado para tendências, estética e caimento. Essa vivência influenciou diretamente a identidade da LIBERTY FSHN, que aposta em peças capazes de valorizar o corpo com naturalidade e transmitir a imagem de uma mulher ousada, confiante e elegante. O que diferencia a marca no competitivo mercado fashion é sua filosofia clara: sofisticação com sensualidade inteligente . Uma moda que exalta a força feminina sem perder a elegância, traduzida em coleções que unem estilo, conforto e versatilidade. Para Isabele, vestir-se vai além de estética: é uma forma de expressar poder e liberdade. Equilibrar a carreira de modelo e empresária não é tarefa simples, mas ela garante que as duas trajetórias se alimentam mutuamente. O olhar criativo que desenvolveu na moda é essencial para as campanhas e produções da marca, enquanto a vivência empresarial traz consistência e visão estratégica para suas escolhas profissionais. O futuro da LIBERTY FSHN segue ambicioso. A abertura de uma loja física já está no horizonte, com a proposta de oferecer uma experiência de marca completa, unindo espaço, atendimento e estilo. Além disso, a expansão internacional é um objetivo claro, posicionando a marca como referência de moda feminina ousada e sofisticada em diferentes mercados. Confira entrevista exclusiva com Isabele Belo: Isabele, como surgiu a ideia de criar a LIBERTY FSHN junto com sua amiga e transformar essa visão em um negócio internacional? Eu e minha amiga percebemos que muitas brasileiras que moram fora do Brasil sentem dificuldade em encontrar roupas com aquele estilo autêntico e marcante do Brasil, peças com mais cor, caimento sensual e personalidade. Foi então que tivemos a ideia de começar a exportar roupas de marcas brasileiras para cá, oferecendo algo que realmente representasse nossa identidade. Começamos de forma simples, testando a aceitação, e deu super certo! Hoje, a LIBERTY FSHN é um reflexo disso: uma marca que nasceu da saudade de casa e virou um negócio internacional com propósito. Qual foi o maior desafio em trazer peças do Brasil para Dubai e, ao mesmo tempo, vender para todo o país? O maior desafio no início foi, sem dúvida, o processo de exportação. Lidar com logística internacional, alfândega, taxas e prazos foi algo completamente novo para nós. Tivemos que estudar bastante, entender como funcionava cada etapa e buscar parceiros confiáveis. Além disso, adaptar as operações para atender todo o país de forma eficiente exigiu organização, estratégia e paciência mas foi um aprendizado valioso. De que forma sua experiência como modelo fotográfica influenciou nas escolhas de estilo e identidade da marca? Minha vivência como modelo sempre me manteve muito próxima do mundo da moda, das tendências e, claro, do olhar estético. Eu sou super suspeita pra falar porque sempre fui muito consumista, amo comprar roupas, experimentar estilos e estar atualizada. Isso me ajudou a entender o que valoriza o corpo da mulher e o que realmente chama atenção. Eu e minha amiga queríamos algo com um toque de sensualidade, que refletisse a mulher brasileira: ousada, confiante, mas sem exageros. Sensualidade sim, mas com elegância. Era exatamente isso que sentíamos que estava em falta fora do Brasil. O que diferencia a LIBERTY FSHN dentro do mercado de moda e qual mensagem você busca transmitir com suas coleções? O que realmente diferencia a LIBERTY FSHN é essa combinação de sensualidade com sofisticação. Aquele famoso “sexy sem ser vulgar” que é uma característica muito nossa, da mulher brasileira. Queremos que as nossas peças transmitam autoconfiança, poder e liberdade. Cada coleção carrega essa mensagem de empoderamento feminino, de se vestir para si mesma, de se sentir bonita e confortável ao mesmo tempo. É uma moda com alma, com identidade, e que respeita a diversidade de corpos e estilos. Como é equilibrar a vida de modelo e empreendedora, lidando com duas carreiras que exigem tanta dedicação? Hoje em dia eu consigo conciliar bem as duas funções. É claro que exige organização, mas como meu negócio é no universo da moda, tudo acaba se conectando de forma natural. A experiência como modelo complementa meu olhar criativo e ajuda nas produções, campanhas, nas escolhas de peças e na comunicação da marca. São áreas que se alimentam mutuamente. Em vez de concorrerem entre si, elas se fortalecem. Quais são os próximos passos da marca e como você enxerga o futuro da LIBERTY FSHN no cenário da moda internacional? Nosso próximo grande passo é abrir uma loja física um espaço que represente tudo o que a LIBERTY FSHN construiu até aqui: estilo, brasilidade e autenticidade. A ideia é criar uma experiência de marca completa para nossas clientes, com atendimento acolhedor e um ambiente que respire moda brasileira. No futuro, queremos expandir ainda mais, levar nossas coleções para outros países e fortalecer a marca como referência de moda feminina ousada e elegante no cenário internacional. Estamos só no começo.

  • Bodi8 Activewear: elegância, performance e propósito

    Photos Disclosure Press Nesse verão de 2025, em Lisboa, nasceu a Bodi8, uma marca de activewear criada por mulheres e para mulheres, com a missão clara de redefinir a forma como o esporte e a moda se encontram. Mais do que roupas, a Bodi8 traz uma visão: inspirar confiança, celebrar a diversidade do corpo feminino e unir design inovador a uma responsabilidade social e ambiental genuína. Em junho, no auge do verão europeu, a marca desembarcou na Riviera Francesa para um ensaio exclusivo com a modelo e consultora de imagem Mariana Abdalla. Fotografada em alto-mar, Mariana exaltou a beleza das peças e a sofisticação que se traduz em cada detalhe da coleção: “Elegante, com qualidade impecável que faz diferença no desempenho durante os treinos. Cada peça transmite força, individualidade e está disponível em todos os tamanhos — garantindo que toda mulher encontre o ajuste perfeito e reflita sua própria beleza.” A CEO e fundadora da marca, Vanusa Fonseca, explica a motivação por trás da Bodi8: “Senti falta de peças que unissem funcionalidade, qualidade e, acima de tudo, os meus valores de responsabilidade. Com a Bodi8, conseguimos preencher esse espaço, criando roupas que falam diretamente com as mulheres.” O resultado? Uma coleção que mistura sofisticação atlética e consciência sustentável, reafirmando que estilo e propósito podem — e devem — caminhar juntos. Agora, a expectativa é de que as peças atravessem fronteiras e cheguem ao Brasil e ao mundo. E, se depender da força da marca e da sua proposta, o futuro promete ser tão ousado quanto elegante.

  • NIAP: Moda com Raízes na Baixada e Olhar para o Mundo

    Photos: Angelo Pontes - @angelopontess A moda tem o poder de contar histórias. No caso da NIAP Casual Company, criada em 2021 por William Estevão da Costa Martins, 27 anos, cada peça nasce de uma vivência real, carregada de autenticidade e de um diálogo direto com as ruas da Baixada Fluminense. Em pouco tempo, a marca expandiu sua presença no mercado e consolidou-se como voz singular dentro do streetwear nacional (BR). A identidade da NIAP está enraizada no cotidiano da Baixada, mas sua linguagem alcança fronteiras muito além do Rio de Janeiro. William explica que a base criativa da marca vem da convivência em uma região onde pulsa um dos maiores eventos de arte urbana do mundo. Esse ambiente inspirador deu origem a uma moda que reflete as ruas, os encontros nas praças e a energia resiliente de quem transforma adversidades em expressão. Essa essência local, somada ao crescimento global do streetwear, abriu espaço para que a NIAP se conectasse com um público diverso, encontrando um ponto de equilíbrio entre tendências internacionais e autenticidade regional. É nessa atmosfera que surge "Vislumbre" , segunda parte da coleção Keep it Casual . Inspirada em um período de incerteza e imprecisão, a coleção traduz sentimentos universais em estampas e cortes que falam tanto de dúvida quanto de esperança. A estampa hazy  revela a névoa de indecisões, enquanto a ghost  traz à tona a visão turva do futuro. Mas, em meio à incerteza, há sempre uma mensagem de confiança e resiliência, representando a rotina carioca de quem acorda cedo para trabalhar, mas não deixa de buscar propósito e identidade. A ousadia da NIAP está em tratar temas que muitas marcas evitam. A marca fala de sentimentos, dúvidas e realidades com naturalidade, sem filtros polidos. Essa coragem aparece nas estampas intensas e narrativas autênticas. Já a sutileza está no caimento funcional das peças, que se adaptam a diferentes contextos. É um jogo de contrastes: cortes regulares e discretos, como nas camisetas, funcionam como telas para reflexos subjetivos, enquanto peças como a camisa Unauthorized  trazem mensagens mais diretas, equilibradas por silhuetas elaboradas. O desafio da NIAP sempre foi transformar filosofia em produto tangível. Competindo com gigantes nacionais e internacionais, a marca encontrou força na autenticidade e na construção de uma comunidade. Hoje, aproximadamente 90% do processo produtivo permanece na Baixada Fluminense, gerando oportunidades para costureiras, modelistas, fotógrafos e modelos locais. Essa escolha não é apenas estratégica, mas também política e social: dar visibilidade ao talento de uma região muitas vezes marcada pelo preconceito. Confira entrevista com William Estevão da Costa Martins, 27 anos. Criador da NIAP Casual Company: 1 - A NIAP nasceu na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, mas já expandiu sua presença no cenário da moda. Como a marca traduz essa identidade local para dialogar com um público mais amplo?   A NIAP não apenas nasceu na Baixada, mas tem nela sua base criativa e essência. Crescemos em um bairro que sedia o maior evento anual de arte urbana da América Latina, possivelmente do mundo, o que nos proporcionou uma base criativa sólida e autêntica. O público contemporâneo está cada vez mais receptivo a marcas como a NIAP, que traduzem vivências reais em produtos tangíveis. Trazemos uma interpretação do que vivemos e do que a Baixada Fluminense tem para expressar através das nossas peças. O crescimento global do streetwear tem facilitado essa comunicação entre a marca e um público mais diversificado. Nossa estratégia é manter-nos conectados às tendências enquanto preservamos nossa identidade regional. Trabalhamos na interseção de dois mundos: observamos atentamente o que as crianças nas praças da Baixada usam e o que está se tornando tendência globalmente. É nessa conexão que encontramos nossa linguagem universal, permitindo que nossa autenticidade local dialogue com um público cada vez mais amplo.   2. Sobre a inspiração da coleção vislumbre: Como vocês transformaram essa ideia universal em peças que carregam também a energia e a autenticidade do Rio?   A coleção Vislumbre, de fato, nasce desse estado de incerteza, e a tradução dessa vivência universal foi a nossa maior missão. Nós a representamos visualmente nas estampas, como a estampa 'hazy' que traz um pouco dessa incerteza e dúvida para onde iremos, o que faremos, mas ao mesmo tempo tem uma mensagem de confiança para permanecermos andamos de acordo com nosso estilo apesar das dúvidas, a estampa 'ghost' veio para reforçar a ideia de indecisão, aquela visão embaçada do nosso futuro e do nosso propósito. Apesar da incerteza, a coleção também carrega uma forte mensagem de esperança e atitude. A nossa ideia era conectar com a realidade do Rio de Janeiro que vivemos no dia a dia: a resiliência de quem acorda para trabalhar e, ao mesmo tempo, busca encontrar seu próprio caminho e propósito.Essa dualidade foi traduzida não só nas estampas, mas também na modelagem das peças, que trazem um conforto para o cotidiano. Um moletom com caimento confortável ou uma calça que se encaixa em qualquer momento expressam o desejo de ser fora do padrão. No fim, Vislumbre vem para pegar um sentimento universal e contá-lo de forma autêntica e regional. É a beleza de encontrar a nossa própria jornada, inspirada na resiliência e na força de quem vive na Baixada Fluminense.   3. O conceito da coleção mistura ousadia e sutileza. Como esse equilíbrio se conecta às tendências globais de moda e, ao mesmo tempo, mantém a assinatura única da NIAP?   A NIAP se propõe a abordar temas que muitas marcas evitam, comunicando-se com o cotidiano das pessoas não apenas através de peças confortáveis para uso diário, mas também por meio de sentimentos e histórias contadas sem filtros emocionais. Nossa ousadia se manifesta tanto na narrativa autêntica e sem receio de ser 'menos polida', quanto nas estampas que traduzem essas ideias. Ao mesmo tempo, trabalhamos a sutileza em nossas criações. Nossas estampas sugerem emoções em vez de explicitá-las, aproximando quem as vê de forma mais íntima. A sutileza também está presente no caimento das peças funcionais, que proporcionam conforto tanto para um show de rap quanto para ocasiões mais formais. As tendências globais da moda atual valorizam histórias verdadeiras e raízes autênticas. Quanto mais real uma marca consegue se mostrar, mais próxima do público ela estará. O mercado está saturado do 'perfeito' e do 'fabricado'. Peças com caimentos confortáveis e funcionalidade para o dia a dia representam uma tendência mundial, assim como o minimalismo em evolução – que hoje não se trata mais da ausência de elementos, mas sim de toques personalizados de expressão. É exatamente nesse ponto que nos posicionamos: criamos peças que parecem simples à primeira vista, mas que, observadas de perto, revelam texturas e estampas com camadas de expressão e profundidade. Acreditamos que, além das tendências passageiras, o estilo está diretamente conectado à identidade. Sem diminuir a importância das tendências, é nossa narrativa autêntica que confere à NIAP sua assinatura única.   4. Desde sua fundação em 2021, a NIAP tem crescido de forma consistente. Quais foram os maiores desafios e conquistas ao se posicionar em um mercado que hoje é cada vez mais globalizado?   Os desafios são múltiplos, mas destaco a concorrência com marcas gigantes dos mercados nacional e internacional desde nossa fundação em 2021. Essa realidade nos impulsionou a desenvolver uma identidade cada vez mais forte e autêntica para nos diferenciarmos. Compreendi que, para competir com o marketing das grandes marcas, precisávamos criar algo genuíno e pessoal, construindo uma comunidade que busca, além de roupas, uma história com a qual se identificar. Isso nos apresentou outro desafio significativo: traduzir nossa filosofia em produtos tangíveis. O desafio não está apenas em conceber boas ideias, mas em materializá-las em peças de alta qualidade. Nosso foco sempre foi oferecer excelência e durabilidade em cada coleção, e percebemos uma evolução constante nesse aspecto. Entre nossas maiores conquistas, destaco a concentração de praticamente todo nosso processo produtivo na Baixada Fluminense, gerando oportunidades para costureiras, modelistas, fotógrafos e modelos locais. Aproximadamente 90% de nossa equipe está baseada na região, e pretendemos manter essa estrutura, pois acreditamos no talento e na capacidade dos profissionais locais, que frequentemente enfrentam barreiras devido ao preconceito e à falta de visibilidade associados à Baixada. Não podemos deixar de mencionar a construção de nossa comunidade como uma conquista fundamental. Temos crescido consistentemente e sido bem recebidos por um público que, mesmo distante geograficamente da Baixada Fluminense, conecta-se com a filosofia da NIAP. Nosso objetivo permanece: criar uma comunicação universal sem perder nossa essência e autenticidade.   5. Vislumbre trabalha com a ideia de clarões e reflexos, revelando de forma imprecisa o que ainda está por vir. Como essa dualidade entre mostrar e sugerir foi explorada nos cortes, tecidos e silhuetas da coleção?   Na coleção Vislumbre, exploramos essa dualidade entre mostrar e sugerir através de escolhas estratégicas nos cortes, tecidos e silhuetas. Para as camisetas, optamos por modelagens mais regulares e contidas, distanciando-nos propositalmente das tendências oversized e boxy que dominam o mercado atual. Essa escolha criou um contraste intencional: peças com cortes mais discretos e convencionais que servem como tela para estampas que evocam sentimentos e interpretações subjetivas. Trabalhamos com uma abordagem inversa em nossa camisa Unauthorized, onde a estampa comunica uma mensagem mais direta e explícita, enquanto investimos em um corte mais elaborado e uma silhueta que carrega mais fortemente nossa assinatura estética. Nossa ideia de design é manter o compromisso com peças funcionais e bem estruturadas, mas que simultaneamente sugerem uma identidade fluida, não rígidamente definida.

  • Charles Hermann leva a Victoria Alta Costura à estreia internacional no Milão Fashion Brasil

    Photo Disclosure Press O universo da alta-costura brasileira ganha novos ares em solo europeu. À frente da Victoria Alta Costura, o diretor criativo Charles Hermann celebra um marco histórico: a estreia da maison no Milão Fashion Brasil, consolidando sua trajetória e projetando a moda nacional em um dos cenários mais disputados do mundo fashion. Nos últimos anos, a marca já conquistou reconhecimento internacional, com clientes em Dubai, Paris, Nova York, Suíça e África do Sul. Além disso, fotografou editoriais no exterior e chegou a realizar um desfile comemorativo em Paris, reforçando sua presença global e sua capacidade de traduzir a estética brasileira em alta-costura de alcance mundial. Para Charles Hermann, o momento sintetiza anos de dedicação. “Representa conquista, respeito, admiração. É também um crescimento econômico e, sobretudo, de visibilidade para nossa marca”, afirma o estilista. A participação no evento simboliza não apenas o reconhecimento da estética brasileira, mas também a força de um trabalho autoral que une sofisticação, técnica e emoção. Por trás da grandiosidade da passarela, a logística de uma apresentação internacional exige resiliência. Toda a produção da coleção é feita no Brasil, enquanto a execução do desfile se apoia em uma estrutura totalmente local, na Itália — desde produtores até modelos. “É um processo desafiador, mas tão prazeroso que a complexidade logo se transforma em entusiasmo”, comenta. O maior desafio, segundo ele, está em transportar os looks e garantir que cada peça se ajuste com perfeição às modelos, mesmo sem a estrutura física habitual do ateliê. Sobre a coleção que será revelada, Hermann prefere manter o mistério. “Spoiler ainda não, mas será uma coleção atemporal, carregada de brasilidade” , adianta, sugerindo uma fusão entre o DNA da marca e a identidade cultural que inspira suas criações. Mais do que um desfile, a estreia da Victoria Alta Costura em Milão reflete um novo momento na carreira do estilista. “Estou muito feliz com tudo que estamos vivendo. Mas, acima de tudo, é um momento de agradecer a todos que tornaram isso possível”, finaliza Charles, em tom de celebração e gratidão.

  • Carla Martins redefine o conceito de saúde e estilo na edição SPORT da Hooks Magazine

    'SPORT' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photos: @persan__ / Make and Hair: @sevenellaclub / Artist manager: @elirandrade Na nova edição SPORT da Hooks Magazine, a capa é assinada por Carla Martins, modelo e influenciadora que vem conquistando espaço não apenas pelo carisma diante das câmeras, mas também pelo compromisso com uma vida saudável e equilibrada. Mais do que rotina fitness, Carla transforma hábitos em inspiração, mostrando que saúde, bem-estar e autoconfiança caminham lado a lado. Para ela, a disciplina vai além da estética. A motivação surge da consciência de que cada treino, cada escolha de alimentação e cada cuidado com o corpo e a mente constroem não apenas o físico, mas também a autoestima. “A academia alinha tudo: alimentação e saúde. Depois de se dedicar, você percebe que certos excessos não valem o esforço perdido”, revela Carla, com naturalidade e sinceridade. A rotina da modelo é estruturada para equilibrar corpo, mente e espírito. Entre treinos, aulas de dança e pilates, ela reserva tempo para leitura, meditação, devocional e afirmações positivas. “Tudo isso me traz autoconfiança, saúde do corpo e mental. Ainda cuido do espiritual para me manter sempre bem”, comenta. Carla também compartilha sua visão prática diante das tendências do universo fitness. Para ela, a essência está no que funciona de verdade: alimentação equilibrada, exames regulares e atenção ao corpo. Suplementos ou modismos passam longe do seu foco, substituídos por escolhas conscientes que garantem resultados duradouros. O autocuidado vai além do físico. Skincare, afastamento de relacionamentos tóxicos e foco em pensamentos positivos são pilares que sustentam sua energia e disposição. E quando o assunto é inspirar quem está começando, Carla é clara: “Procure estar perto de pessoas que cuidam da saúde. Comece com alimentação limpa, siga profissionais de confiança, e logo os resultados se tornam uma rotina prazerosa.” Confira entrevista exclusiva: Você sempre compartilha momentos da sua rotina fitness. O que te motiva a manter a disciplina e não desistir mesmo nos dias mais difíceis? Compartilho sim. Eu gosto de levar uma vida saudável, além de ficarmos mais felizes com a autoestima. A academia alinha tudo: alimentação e saúde. De certa forma, você se dedica e depois sente dó de beber álcool ou comer um doce muito calórico, porque pensa no esforço que deu no treino para perder 10 minutos de prazer. Muitas pessoas ainda acreditam que saúde está apenas ligada à estética. Para você, qual é a verdadeira relação entre saúde, bem-estar e autoconfiança? Bom, eu sou fã de estar tudo alinhado. Cuido da estética, do psicológico e dos meus treinos. Tudo isso me traz autoconfiança, saúde do corpo e mental. Ainda faltou o espiritual, que eu também gosto de cuidar para estar sempre bem. Quais são os principais cuidados que você tem no dia a dia para equilibrar corpo e mente, mesmo com uma rotina agitada de modelo e influenciadora? Alimentação saudável Devocional todas as manhãs Palavras de afirmação Algum esporte no meio, treino, aula de dança, pilates Aula de inglês duas vezes por semana No final do dia, antes de dormir, faço meditação e leio um livro até pegar no sono O universo fitness está cheio de informações e modismos. Como você filtra o que realmente funciona e o que é apenas tendência passageira? Eu não filtro muito não, experimento as coisas. Se gosto, continuo; se não, eu paro. Só esses negócios de suplementos eu não uso, acho que virou mercado de farmácia. Sou mais fã de seguir com alimentação certinha e exames para acompanhar, o essencial que funciona. Além dos treinos, quais outros hábitos de autocuidado você considera indispensáveis para manter energia, disposição e equilíbrio emocional? Tenho hábito de skincare, ocupar a mente com coisas boas, me afastar de quem só reclama da vida e fugir de relacionamentos tóxicos. Também acredito que tudo já dá certo. Que conselho você daria para quem está começando agora a cuidar da saúde e busca uma mudança de estilo de vida mais saudável e duradoura? Procure estar perto de pessoas que cuidam da saúde. Fuja da galera que só gosta de bar. Procure uma nutricionista para seguir uma alimentação mais limpa. Logo, quando os resultados começarem a aparecer, isso vai se tornar uma rotina prazerosa.

  • Annah Dress: Elegância que Encanta o Brasil

    Photographer: @estudiobetomonteiro / Model: @juhambrusch_ / Makeup: @elizz_makeup / Hairstyling: @rubipenteados / Venue: @chacarahappyranch / Founders: @aldierisimpacto @simoneribeirostresser / Press Relations: GiO Prates @gio.prates Inaugurada há apenas um ano, a Annah Dress rapidamente conquistou destaque e se tornou referência em moda festa em Curitiba e em todo o Brasil. Localizada na Rua Mateus Leme, 975 – Centro Cívico (Curitiba/PR/Brasil), a loja nasceu do sonho e da dedicação do casal Aldieris Stresser e Simone Ribeiro, que transformaram sua paixão pela moda em um destino indispensável para mulheres que desejam brilhar em ocasiões especiais. Mais do que uma loja de vestidos, a Annah Dress é um espaço que une sofisticação, acolhimento e exclusividade. Com uma curadoria criteriosa, o acervo contempla desde modelos clean e minimalistas, até criações elaboradas com pedrarias e acabamentos primorosos, atendendo a diferentes estilos e investimentos. Além disso, a marca oferece peças exclusivas, desenhadas para quem busca estar única em momentos inesquecíveis. Com tamanhos que vão do PP ao Plus Size, a Annah Dress celebra a beleza em todas as formas. A coleção traz modelos longos, midi e curtos, ideais para diferentes estilos e ocasiões. Para tornar a experiência completa, quem escolhe a Annah Dress encontra também acessórios selecionados que permitem compor uma produção sofisticada e harmônica. O cuidado em cada detalhe e o compromisso com a excelência renderam à Annah Dress nota máxima no Google (5,0 estrelas), consolidando-a como uma das mais bem avaliadas do país. Como declarou a cliente Josy Bilik: “Que atendimento maravilhoso, peças lindas, tudo se encaixa perfeitamente no corpo, com preço muito bom… Simplesmente a melhor loja de Curitiba com certeza!” A presença digital da marca também impressiona: com mais de 100 mil seguidores nas redes sociais (@annahdressoficial e @annahdresscwb), a Annah Dress inspira mulheres de todo o Brasil, levando seus vestidos para diferentes regiões através do e-commerce. No coração de Curitiba, com estacionamento para maior comodidade, a Annah Dress se tornou o endereço certo para madrinhas, mães de noiva, convidadas, formandas e noivas civis que desejam se sentir deslumbrantes em celebrações memoráveis. Na Annah Dress, cada visita é transformada em uma experiência única, onde cada cliente é ouvida, valorizada e celebrada. Mais do que vestir mulheres, a marca traduz o verdadeiro significado da elegância atemporal. 📍 Rua Mateus Leme, 975 – Centro Cívico, Curitiba – PR (Brasil) 🌐 Instagram: @annahdressoficial | @annahdresscwb www.annahdress.com.br Descubra sua próxima produção inesquecível na Annah Dress — de Curitiba para todo o Brasil

  • Dra. Fernanda Vitallino: Beleza sem fronteiras na capa da edição DUBAI

    'DUBAI - دبيّ ' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer: @Soyisa_makeup / Beauty: @Hamzahairdresser @Soyisa_makeup @micho_hairstylist / look: @ splash.boutique Dubai foi o cenário escolhido para receber a nova capa da Hooks Magazine, estrelada pela Dra. Fernanda Vitallino. Referência em biomedicina estética e apaixonada por moda, ela une técnica, sensibilidade e estilo em um trabalho que vai além da beleza, alcançando a autoestima e a confiança de cada paciente. Com passagens por 11 países e uma rotina que inclui viagens para estudo e aperfeiçoamento, Fernanda enxerga cada experiência como fonte de inspiração. Suas vivências internacionais a ensinaram a observar a beleza de forma plural, respeitando individualidades e valorizando a essência de cada pessoa. Essa troca cultural reflete diretamente em seus atendimentos, tornando sua abordagem única e humanizada. A estética para Fernanda vai muito além de procedimentos. Influenciada por sua trajetória também no universo da moda, ela leva estilo para dentro da clínica, transformando cada detalhe em uma experiência. Desde o look impecável que escolhe para começar o dia até as dicas de moda que compartilha com pacientes, seu trabalho reforça que autoestima é um reflexo da beleza interior e exterior. Na clínica localizada na Faria Lima, ela criou um verdadeiro espaço de acolhimento. Cada paciente é recebido com atenção personalizada, em um ambiente que une bem-estar, conforto e sofisticação. Para Fernanda, transparência e confiança são fundamentais, e o cuidado vai além do atendimento: inclui mimos, acompanhamentos pós-procedimento e a certeza de que cada pessoa sai de lá mais confiante do que entrou. Sua carreira é movida pelo impacto positivo que gera na vida das pessoas. Entre as muitas histórias transformadoras, ela recorda com carinho o caso de uma paciente que, após um relacionamento longo e difícil, reencontrou no autocuidado um caminho de florescimento pessoal. Para Fernanda, momentos assim são a prova de que a estética tem poder de cura emocional. Sempre em busca de inovações, a doutora integra às suas práticas tecnologias de ponta, como Ultraformer MPT, Fotona e Hifu, além de ativos revolucionários como exossomos e PDRN. O foco hoje, segundo ela, é ressaltar a beleza natural, estimular o colágeno e devolver viço e vitalidade à pele com resultados sutis e sofisticados. Mãe dedicada e profissional incansável, Fernanda encontra no equilíbrio sua maior força. O vínculo com seu filho é combustível de sua trajetória e inspira seu olhar sensível diante da vida e da profissão. Confira agora entrevista exclusiva: Você já conheceu 11 países e costuma viajar também para estudar e aprimorar suas técnicas. De que forma essas experiências internacionais impactam o seu olhar para a estética e a forma como atende seus pacientes? Acredito que a cada viagem, tenho a experiência de olhar de formas diferentes para a beleza e o que é belo para cada cultura. Me trás muita inspiração ao meu trabalho e também a olhar com individualidade cada paciente e humanizar meus atendimentos, realçando o melhor da beleza de cada um. Também noto que hoje, além de nós brasileiros nos inspirarmos muito em grandes personalidades de fora, o contrário também acontece. O Brasil se tornou tanto na moda, quanto na beleza e tratamentos estéticos uma referência mundial. E eu amo essa troca! Além da biomedicina estética, você tem uma forte ligação com a moda e até comandou uma loja assinada com seu nome. Como esse universo da moda ainda influencia a sua forma de comunicar beleza e estilo no dia a dia da clínica? Até hoje costumo trazer muito do meu estilo para o meu trabalho. Sempre fui apaixonada por moda e tendências e isso seguirá comigo para sempre. Digo que meu ritual, todas as manhãs é me arrumar, colocar um lindo look e levar toda essa experiência de realmente levantar a autoestima de cada paciente a sério. Estou ali para mostrar o quão se cuidar faz bem, não só da pele, beleza… Mas também referências de moda e estilo podem impactar profundamente na autoestima de cada paciente. E elas adoram, me pedem várias dicas. Isso me trás uma proximidade a mais com minhas pacientes. Sua clínica em São Paulo é descrita por você como um “cantinho” especial de acolhimento. O que faz questão de oferecer para que seus pacientes se sintam tão bem recebidos nesse espaço? Amo recebê-las com muito astral, conversar com cada uma sobre suas queixas, chegarmos juntas ao que funciona para cada uma. Tudo isso sempre com muita transparência e expectativas alinhadas. Além de sempre estar fazendo ações, as presenteando com mimos. Procuro trazer uma experiência desde que a paciente chega até o consultório, com um ambiente bem agradável, café gourmet, finger foods…. Durante o atendimento entra meu momento Boss, onde com todo zelo e comprometimento, trago segurança a cada um. Sempre finalizo todos os atendimentos com mimos e faço o acompanhamento do pós, personalizado para cada uma delas. O trabalho com autoestima parece ser um dos grandes motores da sua carreira. Qual foi a transformação mais marcante que você já acompanhou em um paciente? Com toda certeza, uma paciente que havia acabado de sair de um relacionamento de anos e sempre deixou de lado o autocuidado. Ela chegou querendo uma transformação, e aos poucos, com diferentes tipos de tratamento, chegamos a um lindo resultado. Continuo a acompanhando, vejo o quão ela floresceu e está radiante e é notório até no semblante, o quão a auto estima é importante e pode mudar vidas. Ela continua vindo de outra cidade próxima, para eu atende-la e criamos uma conexão incrível que vai além de profissional e paciente. Você fala muito sobre estar sempre se atualizando e trazendo o que há de melhor no mercado. Quais inovações tecnológicas ou técnicas mais recentes têm te encantado e que já fazem parte da sua rotina clínica? Hoje na estética, preenchedores já são usados com mais cautela, comparado aos tratamentos mais antigos, o foco agora é uma linda pele, viçosa, rejuvenescida e com pontos estratégicos realçados, individualizando cada paciente. Então tenho trabalhado muito com lasers como Ultraformer MPT, Fotona, Hifu. Além de novos produtos que vieram com tudo para o mercado como Exossomos, PDRN (DNA do salmão). Todos estes tratamentos citados, potencializam nossa beleza natural, bioestimulando colageno, trazendo firmeza para a pele, melhora de linhas finas e poros. São resultados incríveis! Sendo mãe, profissional de alta performance e apaixonada pela estética, como você equilibra esses diferentes papéis na sua vida? Desde quando tive meu filho, inclusive muito nova, sempre fui muito trabalhadora. Tirei um ano e meio da minha vida para me dedicar exclusivamente a maternidade, o Davi sempre foi prioridade em minha vida. Após isso retornei as minhas atividades. Então acredito que aprendi a equilibrar estes dois papéis durante a vida mesmo. Também acho que a maternidade teve um papel fundamental em minha vida… Aconteceu tudo muito rápido para mim, talvez eu tenha amadurecido precocemente e com isso veio esta sede de crescer e empreender. Ele merece um futuro incrível e é o grande motivo de todo meu esforço! Hoje sou o alicerce da minha casa. Temos muitos momentos juntos e mesmo com a rotina puxada, sempre consigo dar pequenas pausas para termos nossos momentos tão especiais e muito tempo de qualidade. Acredito que criar memórias geram laços e lembranças para uma vida toda. Nosso vínculo é muito forte e nossa relação é baseada no amor e muito diálogo. Sou apaixonada pelo grande menino!

  • DES PREZO apresenta: UGLY KIDS DEAD DREAMS

    Photographers @oconci @osantos.henri / Credits and full technical sheet at the end of the article A DES PREZO chega ao seu Drop 3  com uma coleção que encerra um ciclo e abre espaço para um novo momento. Batizada de UGLY KIDS DEAD DREAMS , a coleção traduz a evolução da marca. O nome fala sobre aqueles que sempre se sentiram fora do padrão e sobre os sonhos que ficaram pelo caminho, mas que abriram espaço para algo maior e mais consistente. A proposta desta vez é clara: não basta sonhar, é preciso transformar. A estética rebelde e experimental que sempre marcou a marca agora aparece acompanhada de um olhar mais consciente e estratégico. O amadurecimento está presente em cada detalhe, sem apagar a essência inconformada que faz da DES PREZO uma referência de autenticidade. As peças trazem uma mistura de silhuetas amplas, texturas brutas e acabamentos refinados. A paleta de cores é a mais ampla já usada pela marca, mas ainda mantém a identidade de lavagens intensas e destruições inspiradas no grunge, punk e raver. A coleção também aposta em variedade de materiais, como couro, tricô, jeans, malha e moletom, mostrando força e cuidado técnico. Se no drop anterior a marca explorava o sonho, agora a mensagem é realista. É sobre entender que crescer também significa abrir mão de algumas ilusões, mas sem perder a potência criativa. Essa virada se reflete no equilíbrio entre peças ousadas e outras mais comerciais, pensadas para vestir sem deixar de provocar. O discurso da coleção conversa com uma geração que amadureceu rápido, que se sentiu deslocada, mas que encontrou na criatividade uma forma de existir. Vestir DES PREZO é vestir essa narrativa de luta, resistência e transformação. Tivemos a oportunidade de entrevistar o diretor criativo da marca, Guilherme Menegat Biondo. Confira a seguir: 1. A coleção traz o título UGLY KIDS DEAD DREAMS , que carrega um peso simbólico profundo. Como esse conceito se traduz nas peças e na estética apresentada? O nome já entrega muito do que queríamos expressar: são sobre aquelas crianças que cresceram sendo diferentes, que sonharam com algo além do que o mundo oferecia. E, no meio do caminho, bateram de frente com a realidade — algo que te obriga a pisar no chão, engolir o sonho e lapidar ele. Essa coleção ela é mais madura e mais consciente do que todas as outras. A estética carrega contraste — peças com silhuetas amplas, texturas brutas, mas com acabamento preciso e refinado. É a nossa coleção com maior variedade de cores até agora, e também a que mais exigiu tecnicamente de nós. Cada peça traz um nível de detalhe e complexidade que reflete esse processo de amadurecimento. UGLY KIDS. DEAD DREAMS. traduz um ponto de virada — onde o inconformismo continua, mas agora com mais clareza de propósito. 2. Ao falar em "fim de um ciclo e início de uma nova fase", vocês sugerem uma maturidade criativa e empresarial. De que forma esse amadurecimento aparece na construção das roupas e na narrativa da coleção? Antes, tudo era muito impulso. A gente criava com o coração — o que ainda existe — mas hoje conseguimos equilibrar isso com estratégia. Durante a ‘Punk Ravers’, pude expressar esteticamente tudo o que sempre imaginei para a marca, mas ainda faltava experiência. Com o tempo, entendi que ter uma marca é ser mais do que designer — é ser empresário também. Ser designer exige imaginação; ser empresário, cálculo e responsabilidade. E acho que essa nova fase é sobre juntar essas duas pontas. Continuamos criando peças ousadas, técnicas, com cortes únicos e propostas fora do padrão, mas agora com decisões mais conscientes. Testamos tecidos, modelagens, trouxemos mais cor, mais complexidade — mas também buscamos equilíbrio comercial. Resgatamos modelagens que funcionaram no passado, apostamos em peças de impacto e outras mais acessíveis visualmente, sem abrir mão da identidade. É uma coleção com variedade de materiais — couro, tricô, jeans, malha, moletom, acessórios — mas com tempo de produção mais curto e execução mais precisa. O amadurecimento aparece justamente aí: não em reduzir a ambição criativa, mas em entender melhor onde e como aplicá-la. 3. A ideia de sonhos mortos e da realidade que pesa parece dialogar com toda uma geração que cresceu “fora da curva”. Como vocês esperam que esse discurso ressoe com o público que veste a DES PREZO? Acreditamos que muitas pessoas vivem esse conflito: crescer sendo criativas, intensas, fora da curva — e depois serem engolidas por um mundo que quer normalizá-las. Essa coleção não vem com respostas, mas com identificação. Queremos que quem vista a Des Prezo sinta que não está sozinho nesse processo de aceitar que alguns sonhos morrem, mas outros nascem a partir disso. É sobre transformação. 4. Em termos de design, quais foram os principais elementos, materiais ou silhuetas escolhidos para traduzir essa dualidade entre rebeldia juvenil e uma nova fase mais consciente? Desde o final do ano passado, comecei a estruturar uma coleção que fosse forte visualmente, mas que também funcionasse estrategicamente. O desafio era unir peças com design ousado — que representassem nossa identidade — com outras mais acessíveis, pensando na expansão do negócio e na conexão com um público mais amplo. Diferente da Punk Ravers, que me deu realmente espaço pra sonhar e criar uma estética mais livre, essa nova fase me levou a olhar de forma mais introspectiva, revisitando a minha infância e os sonhos que eu tinha naquela época. Busquei referências pessoais, especialmente de clipes de música. A partir disso, tentei fundir essa memória com uma linguagem mais madura e concisa, equilibrando os elementos grunge com traços do universo punk e raver que a gente já vinha desenvolvendo na marca. O resultado é uma coleção ampla em referências, mas coesa na execução — visualmente forte, com identidade e propósito. Essa fusão resultou em uma coleção que explora contrastes: camisetas com gráficos pesados dividem espaço com outras de visual mais limpo; peças com lavagens e destruições convivem com shapes mais tradicionais.  Tudo isso ajuda a expressar essa tensão entre juventude e amadurecimento — um equilíbrio que considero essencial para a Des Prezo, que mais do que uma marca, é um organismo vivo que evolui, aprende e se transforma a cada coleção. 5. "Ugly Kids" simboliza os deslocados, enquanto "Dead Dreams" fala do que foi deixado para trás. Como equilibrar essa melancolia com a energia criativa necessária para uma coleção tão marcante? Como criativo, a energia mais potente sempre veio dos momentos em que eu não estava bem. E Dead Dreams não nasce como um lamento — ela representa uma virada, um ponto de amadurecimento. É como se, pela primeira vez, tudo estivesse mais claro. A gente tem um norte. Olhar pra trás e ver tudo que construímos até aqui prova que nada foi por acaso. Com dois anos e meio de marca, já fizemos coisas que eu nem imaginava, e mesmo assim, parece que esse é só um novo ponto de partida. A essência da DES PREZO continua a mesma, mas agora temos uma visão mais estratégica, mais consciente. A melancolia do nome não nos paralisa — pelo contrário, ela nos empurra pra frente. Porque amadurecer também é aceitar que sonhos mudam, que alguns precisam ser deixados pra trás, e que isso não nos faz menos criativos. Faz a gente mais preparado. Essa coleção é sobre transformar frustração em ação. É sobre entender que, pra continuar sonhando, a gente precisa trabalhar, adaptar, crescer. Então Ugly Kids. Dead Dreams. não é um fim — é um marco. A consolidação de tudo que a gente já foi, e o início de tudo que a gente ainda vai ser. 6. A DES PREZO sempre esteve ligada à ideia de transgressão e ruptura com padrões. Neste novo capítulo, o que permanece como essência da marca e o que se reinventa para o futuro? Pra mim, a DES PREZO sempre foi mais do que uma marca — é um organismo vivo, em constante transformação. E como todo organismo, ela amadurece com o tempo, com as pessoas envolvidas, com as experiências que a gente vive dentro e fora do processo criativo. Desde o começo, nosso maior compromisso foi com a estética, com a criação de algo que não víamos ao nosso redor. Isso não mudou. O que muda é o nosso olhar: hoje, além de criativo, também sou responsável por fazer o negócio funcionar. Com o tempo, aprendi que ser designer e ser empresário são papéis que muitas vezes se contradizem. Um trabalha com o imaginário, o outro com a realidade. O que está mudando agora é a estrutura, não a alma. A gente continua provocando, criando, buscando algo novo — mas com mais consciência, estratégia e consistência. Esse novo momento é sobre equilibrar desejo e viabilidade. Aprendemos com o mercado, com nossos erros e acertos, e estamos usando isso pra crescer sem perder quem somos. Não se trata de apagar o passado ou suavizar nossas ideias — se trata de amadurecer o que construímos. A mudança é estrutural, não criativa. A essência permanece: criar com verdade, falar com quem nunca foi ouvido, ocupar os espaços onde ninguém quer que a gente esteja. _____________________ FICHA TÉCNICA Direção criativa @bwvvs Fotógrafos @oconci @osantos.henri Produção executiva @magna.prod Iluminação @rods_321 Talentos @_ikaro_f @sheikh_dieng_ @switch.mgmt Styling @bwvvs @deboracamassola @tina.cambruzzi Cenografia @bwvvs @magna.prod Bandeiras @stang.vhs Guitarra @_leosandi Locação @___nucleo Direção de vídeo e captação @pablodorosario Make e cabelo @deboracamassola Assistência de produção @tina.cambruzzi @colomboaliciaa @odraopc Direção de arte e design @bwvvs @odraopc Finalização e retouch @bwvvs

  • Anahí Rodrighero: coragem, força e determinação na moda e nos negócios

    'FASHION' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer: @gustavoviolaboaretto / Makeup: @felipehiratamakeup / Production: @gabipolary / Look: @_anystore A edição FASHION  da Hooks Magazine celebra mulheres que transformam estilo em propósito, moda em poder e negócios em legado. Nossa capa é Anahí Rodrighero, um nome que ecoa autenticidade e inspiração no cenário fashion, provando que vestir-se vai muito além de seguir tendências, é sobre construir histórias e revelar a própria força. Para Anahí, moda e autoestima caminham lado a lado. O ato de escolher uma roupa não é apenas estético, mas um gesto de autoconfiança e autoconhecimento. “Nossas vestes falam antes mesmo de abrirmos a boca” , afirma. Essa visão traduz sua relação íntima com o vestir, mais do que uma expressão, é uma ferramenta de impacto emocional e social. Entre suas peças-chave, o clássico blazer de alfaiataria ocupa lugar de destaque, funcionando como seu amuleto de confiança. Os brincos, acessórios indispensáveis em seu dia a dia, completam esse ritual de vestir-se como afirmação de poder. Anahí também usa a moda como aliada em momentos de vulnerabilidade. Em dias em que precisa de um reforço de segurança, ela recorre à psicologia das cores, equilibrando dress codes com sensibilidade e estratégia. Sua filosofia é clara. Estilo pessoal não é um rótulo fixo, mas uma construção em movimento, feita de fases, experiências e transformações. “Todos temos nossa essência, mas o estilo se reinventa conforme nossos desejos e vivências” , compartilha. É esse olhar dinâmico que a mantém fiel à própria identidade mesmo diante da pressão das tendências que mudam a cada estação. O impacto que a moda tem sobre sua energia é evidente até nos pequenos gestos. Ao trocar o pijama por um look de treino, Anahí sente a vitalidade se renovar, como se a roupa tivesse o poder de ressignificar o dia. Essa percepção torna sua mensagem ainda mais poderosa. Moda não é vaidade, é uma ferramenta de bem-estar e de fortalecimento pessoal. À frente de uma trajetória marcada por coragem, força e determinação, palavras que melhor definem seu estilo e sua personalidade, Anahí Rodrighero mostra que vestir-se é também um ato de posicionamento no mundo. Sua presença na capa da edição FASHION  reforça o propósito da Hooks Magazine de valorizar talentos que transformam a moda em um reflexo de liberdade, autenticidade e poder. Confira entrevista completa: 1- Any, para você, qual é a relação mais profunda entre moda e autoestima? Pra mim o vestir vai muito além de uma roupa, é a forma que nos apresentamos ao mundo, nossas vestes falam antes mesmo de abrirmos a boca, e isso está diretamente ligado ao nosso bem estar, confiança e autoestima. 2- Existe alguma peça de roupa ou acessório que você considera seu “amuleto” de confiança? Quando quero me sentir confiante a peça que me trás isso é o clássico blazer de alfaiataria! E um acessório? Brincos! Não podem faltar. 3- Como você escolhe um look nos dias em que precisa de um reforço extra de segurança emocional? Uso bastante a psicologia das cores quando quero me expressar e acredito que cada ambiente e ocasião pedem um dress code. 4- Na sua opinião, o estilo pessoal é algo que nasce com a gente ou que se constrói ao longo da vida? Todos temos nossa essência e identidade única, mas o estilo pessoal se constrói e se reinventa conforme nossos desejos, fases e vivencias. 5- Você já viveu um momento em que uma roupa mudou completamente seu estado de espírito? Com certeza! Diariamente quando tiro o pijama de dormir e visto um look de academia pra treinar de manhã é como se minhas energias fossem renovadas! 6- Como lidar com a pressão das tendências sem perder a própria identidade? Tendência vem e vai o tempo inteiro, e reconhecer o que fica bem no nosso próprio corpo e biotipo é essencial para não se frustar meio a tantas novidades, pois nem sempre o que serve no outro ficará bom em mim. 7- Que conselho você daria para quem quer usar a moda como ferramenta para se sentir mais confiante? Ouse! Experimente novos estilos e busque sua identidade e analise cada situação e momento na escolha de seu look. 8- Se pudesse traduzir seu estilo em três palavras que também definem sua personalidade, quais seriam? CORAGEM FORÇA DETERMINAÇÃO

  • Dr. Magno Liberato – Referência nacional em cirurgia bucomaxilofacial

    Comprometido com resultados que mudam não apenas rostos, mas histórias de vida 'HEALTH' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer: Mauricio Leandro - @leboarding / Press: @duo.strategy Dr. Magno Liberato, cirurgião bucomaxilofacial, é reconhecido como um dos grandes nomes da especialidade no Brasil. Referência no tratamento de doenças ósseas, musculares e articulares da face, atua em casos de alta complexidade que vão desde cirurgias ortognáticas e feminização facial até próteses faciais permanentes. Com formação sólida e multidisciplinar, soma experiência em instituições de prestígio como o Hospital da Cruz Vermelha Brasileira-SP, Instituto Felippu de Rinologia e Cirurgia de Base de Crânio e Hospital Israelita Albert Einstein. Também é especialista em distúrbios como bruxismo, dores de cabeça, ronco e apneia do sono, unindo precisão técnica e abordagem humanizada para transformar a vida de seus pacientes. Confira entrevista exclusiva: Você sabia desde o início que seguiria a bucomaxilofacial ou foi um caminho que se transformou ao longo da sua formação? O que acendeu essa chama em você? Era uma terça-feira, segundo ano da faculdade e primeira aula da matéria de cirurgia, cheguei na sala de aula e ja estava o professor com o primeiro slide projetado no quadro com o nome da especialidade e seis fotos de cirurgias distintas. Foi ali, naquele momento, que eu sabia o que queria fazer pro resto da minha vida. Me apaixonei a primeira vista por se algo complexo e tão transformador na vida de um paciente (e na minha). Qual foi o obstáculo mais desafiador que você enfrentou na trajetória até se firmar como especialista bucomaxilofacial pessoal ou profissional e como isso te transformou? Muito estudo. Muito. Eu entendia e ainda entendo que está sob minha responsabilidade a resultado de uma cirurgia e preciso estar o mais preparado possível para atender a expectativa de quem confia sua saúde à mim. Há algum caso, seja por sua complexidade técnica ou significado emocional que marcou profundamente sua carreira? O que o torna inesquecível para você? Os casos de maior complexidade estão diretamente ligados a pacientes emocionalmente abalados com seu rosto ou com os problemas funcionais gerados por defeitos dessa região. Eles vêm com muita esperança para tudo ser solucionado. E quando alcançamos o que eles querem, o choro de emoção aparece e isso torna aquele momento inesquecível. Ao olhar para trás, qual é a maior conquista que te orgulha na carreira? E o que continua sendo o seu maior sonho dentro da bucomaxilofacial? A maior conquista está em ver meus pacientes felizes. As vezes recebendo mensagens do tipo “olha essa foto que tirei e que linda estou”, ou “nunca estive respirando e dormindo tão bem”. Isso é a verdadeira conquista pra mim! E o meu sonho é claro: conseguir levar para o máximo de pessoas possíveis que existe solução para os problemas que elas têm. E que não precisa ser tratado necessariamente comigo, mas que precisa ser! Como você equilibra a precisão exigida no centro cirúrgico com seu bem-estar emocional? Há alguma prática ou hábito fora do trabalho que te revitaliza? Não é possível eu entregar o melhor pro paciente se eu não estou no meu melhor. Então treino todos os dias, medito, oro, tenho uma linda família e incrível namorada que me apoiam e me fazem ser essa pessoa melhor. Assim sou mais feliz e levo essa alegria pra eu eu for. Que mensagem você deixaria para quem sonha em seguir essa especialidade especialmente para quem ainda hesita por medo dos desafios? Se apaixone por isso. Antes de ser bom tecnicamente, antes de ser estudioso. Tem que amar. Somente quando tiver esse sentimento forte consigo, siga adiante. E isso serve para qualquer coisa na vida. Fora do centro cirúrgico, quem é o Dr. Magno? Quais valores norteiam sua vida pessoal e como eles se refletem no profissional que você é hoje? O Magno é um cara divertido, de fácil riso, que busca sempre o melhor. Isso tanto para o âmbito pessoal como profissional. Meu valor inegociável é a honestidade. Não consigo fazer o errado. E nem é pelo medo do julgamento, mas sim por princípios.

  • Dylan Keith: Entre Lentes e Passarelas, a Arte de Viver a Moda

    'MAN' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer: Yash Singh @yashxsinghofficial / Production: @Balenciaga / Location: Malibu, CA / Retoucher: @dylankstore Dylan Keith é o rosto e o olhar por trás de grandes imagens. Modelo e fotógrafo, aos 28 anos, com base em Londres, ele construiu um estilo de vida onde disciplina, viagens e criatividade andam lado a lado. Sua rotina mistura treinos diários, alimentação regrada e negócios internacionais — sempre com a meta de entregar o máximo em cada projeto. A paixão pela fotografia começou aos 13 anos, quando ganhou sua primeira câmera do pai. O que começou como brincadeira com amigos logo virou profissão, e antes dos 18 ele já faturava com seus cliques. Com pais divorciados, saiu de casa cedo para viver por conta própria. Foi na independência — e nos erros — que lapidou seu olhar artístico e sua força pessoal. Como modelo, Dylan, além de ter comparecido ao Festival de Cannes na França 2025, continua à marcar presença no British Fashion Awards anualmente assim como já esteve nas passarelas da Milan Fashion Week 2022 e London Fashion Week 2023, além de assinar a direção fotográfica do London Fashion Week 2024. Seu trabalho já foi mencionado pela Vogue Magazine, elogiado por Ellie Goulding e publicado duas vezes na Playboy Itália. Um marco! Entre suas paixões estão fotografia, música, canto, treino e viagens. Mais do que criar imagens bonitas, Dylan busca contar histórias que carreguem autenticidade, impacto e identidade — seja na frente ou atrás das câmeras.

  • Brasileira Fernanda Lo Re revela como viver em Dubai transformou seu estilo

    Photo Disclosure Press Por onde passa, Fernanda Lo Re carrega um estilo que é, ao mesmo tempo, clássico e estrategicamente pensado. “Sempre fui muito ligada à moda, mas respeitando meu estilo”, conta. Para ela, vestir-se vai muito além de estética: é posicionamento, respeito a quem se encontra e também proteção. “A roupa comunica muito antes mesmo da gente dizer qualquer palavra” , reflete. Adepta do high-low, mistura peças acessíveis com outras sofisticadas, traduzindo o equilíbrio e a personalidade que marcam sua trajetória. O olhar para a moda ganhou novas camadas quando se mudou para Dubai, cidade que descreve como um “cruzamento de culturas” onde a elegância é quase uma regra tácita. “Aqui, até para ir ao shopping, a postura é outra. Não necessariamente com roupas fechadas, mas com mais elegancia. Meu estilo clássico se encaixou naturalmente.” Antes de chegar aos Emirados Árabes, Fernanda viveu em Singapura, onde o casual despojado predominava. A mudança para Dubai redefiniu não apenas seu guarda-roupa, mas também seu conceito de adequação e presença. A vida no Oriente Médio também a fez repensar escolhas. Sapatos casuais como chinelos de dedo, comuns em Singapura, deram lugar a modelos mais sofisticados, muitas vezes assinados por grifes. “É uma mudança de mentalidade que acompanha o ritmo e a proposta da cidade” , diz. Se, para muitos, Dubai é sinônimo de ostentação, para Fernanda, o luxo local funciona como combustível. “A cidade parece dizer: ‘Você também pode chegar aqui’. Isso impulsiona sonhos e mentalidade. O luxo faz parte do cotidiano e muda nossa visão como empresária, como mulher e como ser humano.” Essa imersão na capital do mercado de luxo a aproximou dos bastidores de grandes marcas. “Hoje, entendo como grifes constroem posicionamento e como isso influencia comportamentos no mundo todo. Mais do que usar uma marca, é sobre compreender o valor que ela transmite e como isso pode abrir portas.” Ao falar sobre imagem, Fernanda é categórica: “Minha régua mudou completamente. Antes, o que me parecia suficiente já não me representa. Viver em Dubai refinou meu olhar. Não é vaidade, é estratégia.” Para ela, moda e negócios caminham juntos. “Um bom relógio não é só um acessório ele mostra quanto seu tempo vale. É simbólico. As pessoas te tratam diferente quando você transmite valor.” E, mesmo imersa no requinte de Dubai, a empresária leva no coração a leveza brasileira. “Do Brasil, sinto falta do sorriso, da espontaneidade, do bom humor. No mundo dos negócios, simpatia, empatia e presença contam, e muito. Ser elegante também é ser gentil.”

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