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981 resultados encontrados para "Sao Paulo Fashion Week"

  • Tyane Aline: conheça a maior influencer das lojas do Brás, em especial edição São Paulo para Hooks!

    Tyane Aline é a maior influencer especializada na divulgação das lojas do Brás. Criadora do canal Rastros Femininos, ela se especializou em divulgar o tradicional bairro de compras de roupas localizado na capital paulista, que atrai compradores do Brasil todo. Tyane virou referência no assunto. Ela acumula 1,6 milhão de seguidores no Instagram e mais de 742 mil inscritos no Youtube. Perseverança é o que define essa jovem de Campinas. Ela iniciou seu trabalho em 2015, quando os Influencers ainda não eram tão populares, recebeu muitos nãos dos lojistas ao querer gravar seus vídeos, chegou a perder o canal do Youtube, mas se reergueu e se mantém como a maior influencer deste segmento, tendo sido, inclusive, personagem fundamental para que inúmeros lojistas não falissem durante a pandemia. Ela é a entrevistada desta edição. Qual foi o caminho trilhado até virar, por 3 anos seguidos, o maior canal de divulgação de lojas do Brás? Eu comecei em 2015, chegando nas lojas sem pretensão e gravando gratuitamente. Fortaleci meu nome trabalhando e mostrando aquele universo de compras para as pessoas que viam meus conteúdos. Eu tinha emprego na área de Recursos Humanos, o que eu fazia no Brás era por hobby. Até que comecei a ganhar dinheiro em 2018, foram 3 anos sem receber nada. Eu produzia os vídeos no Brás porque eu gostava muito de fazer aquilo, para mim bastava o reconhecimento do meu trabalho, o dinheiro veio como consequência. Hoje é uma ferramenta de muito sucesso, mas não comecei com essa pretensão, se me dessem uma blusinha de R$10 estava pago. Trabalhei sozinha até 2019, mas, devido ao crescimento, precisei contratar profissionais para me ajudarem. Hoje tenho uma equipe de oito pessoas, pois eu não conseguia mais atender a demanda de responder as seguidoras, os lojistas, ainda editar os vídeos e fazer as gravações, sempre fiz questão de responder cada uma, mas depois de um tempo, ficou humanamente impossível. Quando comecei, muitos lojistas nem conheciam as redes sociais ou pensavam em vender no meio online. Eu chegava com meu celular para gravar nas lojas e recebia muitos nãos, vários olhavam de cara feia, diziam que não queriam saber de gravação ali, achavam que eu estava mal intencionada. Até que alguns topavam. Com o tempo, eles viam que de fato eu atraía clientes com meus vídeos e começaram a me chamar. Eu decidi fazer isso porque desde criança frequentava o Brás com a minha avó e realmente gostava daquilo. Como você acha que conseguiu mudar a imagem do Brás no Brasil? O Brás era muito marginalizado, tinha uma imagem de que você seria assaltado, que era mal frequentado, que as peças eram sem qualidade, mas aos poucos consegui passar pelos vídeos que não era isso. Hoje vejo muitas seguidoras que dizem que tomaram coragem de frequentá-lo por minha causa, viram que há roupas com qualidade e estilosas. Mais do que isso, hoje há muitas que me agradecem por tê-las incentivado a empreender. Assistindo ao meu canal muitas viram ali uma possibilidade de ganhar dinheiro, pois eu mostrava, por exemplo, blusinhas que custavam R$ 10 que poderiam ser revendidas por R$ 29,90. Muitas se inspiraram, pegaram seu dinheiro e foram lá comprar peças que eu sugeri, conseguiram montar suas lojas de roupas e tiveram sucesso. É muito gratificante ver que meu trabalho ajudou tantas mulheres a mudarem de vida, algumas choram ao me encontrar, escuto muita gente dizendo que foi estimulada a empreender por minha causa. O Brás foi bastante afetado pela pandemia, como seu trabalho ajudou estes lojistas? Meu trabalho auxiliou para que o lojista tivesse a imersão na internet e que suas vendas não paralisassem, pois muitos só vendiam e contavam com os clientes no ponto físico. Comecei a falar sobre isso em uma época em que muitos nem queriam saber de mundo virtual, eram aqueles donos de loja tradicionais, acostumados a vender presencialmente a vida toda, que achavam que não era importante vender pela internet. Eu explicava que a internet era a calçada virtual deles, mas muitos eram resistentes. Até que veio a pandemia. Ela acelerou um movimento que aconteceria cedo ou tarde, mas foi muito abrupto, do dia para a noite eles tiveram que fechar suas lojas e se viram perdidos. Muitos que inclusive me disseram não várias vezes vieram me procurar pedindo ajuda para vender pela internet, pois não tinham contato dos clientes, não sabiam usar as ferramentas de vendas e as redes sociais. Vários deles no passado fecharam a porta para mim, não me deixavam nem entrar na loja para gravar. Virei um elo entre os vendedores e os clientes, pois inúmeros compradores começaram a me procurar querendo saber se as lojas online eram confiáveis, se eu conhecia aquela marca. Acabei aproximando clientes e lojas, pois eles tinham o canal Rastros Femininos como uma referência. Uma das frases que mais escuto dos comerciantes é que graças ao meu trabalho puderam vender durante a pandemia e conseguiram sobreviver. Como você é recebida hoje pelos lojistas? Hoje mudou muito, o reconhecimento e valorização do meu trabalho cresceram bastante. Vim de muitos nãos e hoje me recebem felizes, “Tyane, por favor, vem na minha loja”. Para mim foi uma virada de chave a pandemia e o fortalecimento na internet. Você se veste só com roupas do Brás? Sim! É muito difícil eu comprar algo fora do Brás, além disso, eu também recebo muitas roupas para divulgação e como presente. Eu também sempre presenteio as minhas seguidoras, é uma forma de prestigiá-las e agradecer, afinal, eu não seria nada sem elas. Criei um quadro chamado “Prestigiadas”, no qual envio 90% das peças que recebo. Quais altos e baixos foram determinantes nessa trajetória? O momento mais marcante foi quando perdi meu canal do Youtube e, no ano seguinte, meu Instagram. Ambos foram por denúncias, pessoas que não gostavam de mim. O Instagram foi de 2019 para 2020, fiquei 6 meses sem ele, perdi uma semana após comemorar os 400 mil seguidores. Foram tempos muito difíceis, pois parei de monetizar, muitas pessoas acharam que eu havia desistido, foram muitos prejuízos e tenho medo até hoje de que isso possa voltar a ocorrer. Quando trabalhamos com redes sociais estamos muito expostos. Eu fazia vídeos andando nas ruas do Brás e apareceram produtos falsificados, eu não divulgo estes itens, mas apareceram nas imagens e me denunciaram como se eu estivesse divulgando, o que não faço. Mas esse momento também mostrou a força do meu trabalho, pois por meio de uma ação judicial recuperei o canal e me reergui rapidamente. Quando ele voltou, triplicaram os seguidores, porque a comoção foi muito forte. Os comerciantes e as próprias seguidoras passaram a me divulgar. Foi um momento marcante. Lido constantemente com o medo de cair novamente, o trauma foi muito grande, quase perdi minha empresa. Para me reerguer foi difícil, fiquei até desanimada, mas superei. Quais os próximos planos? Hoje meu trabalho tem bastante reconhecimento, as pessoas às vezes não sabem meu nome, mas me reconhecem e me chamam, “a moça dos vídeos”, muitos dizem. Hoje vivo um momento ótimo, pretendo expandir meu canal, vejo que estamos tomando uma proporção muito grande e temos outros polos comerciais para explorar em outras capitais. Há diversos locais de comércio a serem divulgados e explorados pelo Brasil, quero ter uma equipe que vá a estes lugares, em outros estados, o Rastros Femininos pode virar Rastros Masculinos, por exemplo.

  • Best Looks of AMA's 2021

    Fotos reprodução Instagram Ama’s #fashion #hooksmagazine

  • Rumo ao Mundo: A Ascensão Internacional de Débora Saraiva

    Nascida em uma cidade pequena na Bahia, ela foi conquistando espaço passo a passo — primeiro em São Paulo Quando chegou em São Paulo com sua primeira campanha grande fechada, Débora sentiu que algo especial completa com Débora Saraiva: 1- Débora, sair de uma cidade pequena na Bahia para conquistar espaço em São Paulo Nossa… foram muitos momentos marcantes, mas acho que um deles foi quando pisei em São Paulo com a primeira

  • NXT LVL realiza seu primeiro desfile presencial no CUBOJK em São Paulo

    para um verão inesquecível A NXT LVL realizou seu primeiro desfile presencial no dia 26, em São Paulo A coleção de Verão 2023 nasceu do mergulho em um mundo lúdico, fashion e extraordinário de um verão épico

  • SHUI: O Streetwear que Se Transforma como a Força da Água

    Photo Disclosure SHUI Em um cenário de moda onde tudo parece mais do mesmo, a SHUI aparece como um respiro. Criada em 2020 por Ronaldo Pan Ye, a marca não nasceu de um plano de negócios ambicioso, mas sim de um momento difícil — em meio à pandemia, quando tudo parecia desmoronar. O que era caos virou força. E dessa força, nasceu uma marca com propósito, estilo e uma filosofia de vida. O poder da água Photo Disclosure SHUI SHUI vem do mandarim e significa “água”. A inspiração veio de uma frase que Ronaldo ouviu ainda na infância, em um filme de Bruce Lee: “ Be like water, my friend. ”  Seja como a água — que se adapta, muda de forma e resiste. Essa é a base de tudo o que a marca representa. “ Se você coloca a água num copo, ela vira o copo. Se você bebe, ela vira você. É assim que vejo a SHUI: uma marca que se adapta, que muda, mas que nunca perde sua essência ”, diz Ronaldo. Essa ideia vai muito além das roupas. Ela está presente na forma como a marca cria, se posiciona e se reinventa. Hoje, a SHUI é um movimento — feito para quem quer fugir do comum e usar a moda como forma de expressão. Photo Luma B - @lumabeninc No começo, a SHUI era formada por Ronaldo, seu pai e três costureiros, em um espaço de apenas 100m². Com muito esforço e criatividade, a marca cresceu. Hoje, tem um espaço dez vezes maior e envolve mais de 300 pessoas direta e indiretamente. E mesmo com esse crescimento, Ronaldo faz questão de manter o clima de família e o propósito original. “ A gente não está só costurando roupas. Estamos costurando uma história juntos ”, conta ele. Photo Luma B - @lumabeninc A SHUI une referências da cultura asiática com o streetwear urbano. São peças que fogem do óbvio, com cortes diferentes, modelagens criativas e um olhar apurado para o design. A marca tem linhas mais minimalistas, como a S.ESS, e outras mais ousadas — sempre com a proposta de transformar o básico em algo único. “Não vendemos só roupas. Vendemos atitude, estilo de vida e uma forma diferente de ver o mundo”, diz Ronaldo. Confira entrevista exclusiva com o fundador Ronaldo Pan Ye: Photo Disclosure SHUI 1. A SHUI nasceu em um momento de crise, mas se tornou um símbolo de superação. Como foi transformar a adversidade em um movimento de moda e identidade? A SHUI nasceu no meio do caos. Era um momento em que tudo parecia desmoronar — pessoalmente, financeiramente e emocionalmente. E foi ali que eu percebi que ou me deixava levar, ou transformava aquela dor em energia e arte. A SHUI é a resposta a tudo que disseram que não ia dar certo. Cada coleção foi uma carta de superação, cada peça um lembrete de que a gente pode se reinventar. Sempre com o olhar positivo, entendi que a crise não nos quebrou — nos moldou. Insatisfeito com o modo de se vestir convencional, preestabelecido pela sociedade, aproveitei o momento para preencher essa necessidade do mercado, trazendo inovação e referências asiáticas. Unindo minhas forças como influenciador no TikTok e Instagram, somando mais de 500 mil seguidores, levantei essa bandeira para levar o movimento adiante. 2. O conceito de “ser como a água” é o coração da SHUI. Como essa filosofia influencia não apenas as coleções, mas as decisões criativas e estratégicas da marca? “Ser como a água” é mais do que uma frase ou filosofia de vida — é uma forma de existir. A água pode fluir ou colidir, se adapta em qualquer circunstância, mas nunca perde sua essência. É essa filosofia que aplicamos desde as roupas até a cultura de liderança. Se o mercado ou as tendências mudam, a gente se adapta. Se a cultura pede algo novo, absorvemos e transformamos. E é isso que a SHUI representa: um movimento, um estilo de vida e uma forma de pensar. A flexibilidade e a adaptação estão traduzidas de forma implícita nos nossos designs e recortes contemporâneos — mostrando que é possível sair do convencional sem perder a força. Photo Disclosure SHUI 3. Você cresceu em meio à luta dos seus pais e aprendeu com a resiliência do comércio de rua. Como essas raízes ainda se refletem no que a SHUI é hoje? Minha origem são as raízes da minha resiliência. Crescer no comércio de rua me ensinou sobre esforço real — sobre dar valor a cada venda, cada cliente, cada detalhe. Meus pais são minha referência de persistência. Eles não tinham tempo para sonhar alto, mas me deram tudo para que eu pudesse sonhar por eles. Mesmo sem formação acadêmica, dinheiro ou uma qualidade de vida que hoje seria considerada minimamente saudável, se esforçavam ao máximo para sustentar a família — e sempre me inseriram nesse meio como uma forma de aprendizado. Hoje, eu sei como é desde fazer um carreto debaixo do sol ardente da tarde até desenvolver uma landing page para uma campanha de tráfego. Por tudo que vivi desde a infância no comércio de rua, entendo que cada desafio de hoje é apenas mais uma etapa rumo ao meu objetivo. Photo Disclosure SHUI 4. A SHUI se posiciona contra a mesmice do vestuário nacional. O que, na sua visão, falta na moda brasileira atual, e como vocês estão preenchendo esse vazio? Falta ousadia e conhecimento. A moda brasileira ainda se prende a fórmulas seguras — ao que “vende fácil”. A SHUI veio para romper com isso. Nosso design é expressão, identidade e futuro. Falta visão de mundo, falta conexão com a arte urbana global, com um storytelling autêntico. A SHUI é a ponte entre o Brasil e o mundo — com estética, com presença e com alma. Trazemos desde peças que reinterpretam o básico até designs autorais com shapes, cortes e caimentos que fogem do comum do mercado tradicional. Photo Disclosure SHUI 5. Com um time que cresceu de 5 para mais de 300 pessoas, como você mantém viva a essência familiar e o propósito original da SHUI? Crescer foi inevitável. Mas perder nossa essência nunca foi uma opção. Faço questão de estar presente, olhar nos olhos e lembrar cada pessoa do “porquê” por trás do que fazemos. A cultura da SHUI é um dos pilares que mais valorizo hoje. Mesmo com mais de 300 envolvidos, a mentalidade é de um só corpo, um só movimento. A gente não está apenas costurando roupas — estamos costurando uma história juntos. Como já dizem: “o olho do dono é que engorda o boi”. (risos) Photo Disclosure SHUI 6. Que tipo de impacto você deseja causar em quem veste SHUI? Quero que quem veste SHUI se sinta disruptivo, ousado, fora do convencional — carregando com orgulho nosso movimento e identidade. Que cada peça seja uma mensagem, representando liberdade e autenticidade. Não vendemos apenas roupas — vendemos um estilo de vida, um sentimento, um posicionamento. Quero que cada pessoa se olhe no espelho e enxergue uma versão mais potente de si mesma. SHUI é sobre se tornar poderoso, misterioso, alinhado com seus propósitos — flexível e adaptável para enfrentar qualquer adversidade do mundo. Photo Disclosure SHUI

  • IGUATEMI SÃO PAULO APRESENTA SEGUNDO DIA DE DESFILES DE SPFW COM APARTAMENTO 03 E MNISIS

    fotógrafo Lucas Ramos Nesta quinta-feira, 26 de maio, aconteceu o segundo dia de SPFW no Iguatemi São Paulo O line-up do Iguatemi São Paulo segue ainda com desfiles no dia 27, Renata Buzzo (12h30) e Marina Bitu

  • Amanda Evelyn: Beleza, Moda e Futuro

    O que mais te fascina nesse universo e como ele tem impactado sua vida pessoal e profissional? O que mais me fascina é a capacidade que ela tem de transformar a vida das pessoas, não só a parte externa

  • Forbes Brasil celebra 10 anos e reúne celebridades em São Paulo

    terça-feira, 1 de novembro, a festa que marca os 10 anos do título no país, no Palácio Tangará, em São Paulo

  • Babi Montello: A Arte de Transformar Estilo e Autoestima

    'FASHION' COVER EDITION - SEPTEMBER 24 ISSUE Photos: Levi Cruz - @oficiallevicruz Hair: Talita Alves dos Santos - @tatasanntoro Looks: Agilita and Sant Nesta edição 'FASHION' da Hooks Magazine, a consultora se mantém atualizada seguindo tendências internacionais, observando de perto os desfiles das maiores fashion weeks e buscando novas fontes de inspiração, como o curso de tendências que planeja fazer em Milão, weeks e inclusive está nos meus planos viajar para Milão para fazer um curso de tendências.

  • DES PREZO: A Marca Que Está Mudando a Forma de Pensar Moda

    Creative direction - Guilherme Menegat / Photo - Otavio Conci / Make - Débora Camassola / Models - Eric Pauli Recentemente, estive em São Paulo e tive a oportunidade de conversar com pessoas que ainda não conhecia

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    Nesta sexta-feira, Marina Ruy Barbosa, Maísa e Sasha curtiram o show da cantora Taylor Swift em São Paulo

  • IGUATEMI SÃO PAULO RECEBE DESFILES DE A. NIEMEYER E TRIYA NO TERCEIRO DIA DE SPFW

    Terceiro dia trouxe sobreposições e beachwear para a passarela Foto: Thais Braz divulgação IGUATEMI São Paulo , novembro de 2022 - O terceiro dia de SPFW no Iguatemi São Paulo, que aconteceu nesta sexta-feira,

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