719 resultados encontrados para "Lisboa Fashion Week"
- Fashion Design - Rebar Aziz
Hooks Magazine+Designers Designer Rebar Aziz @aziz_rebar Photography @bedenkzeitfotografie Make up artist @marvoooon.mua Jewellery Mirko Noll @gold_und_silberschmiedemeister #aziz #hooksmagazine #magazine #london #brasil
- Zegna - FALL 2024 MENSWEAR - POR DENTRO DO 'OASI CASHMERE'
Remodelando a Matéria, Rematerializando a Forma Photos courtesy ZEGNA "Como um local físico e uma mentalidade, o Oasi Zegna, o centro do nosso mundo, é um verdadeiro laboratório: um lugar no qual podemos explorar incansavelmente novas fabricações, desenvolver novas formas, conceber soluções de vestuário voltadas para o presente. Aqui, experimentamos as fibras e corantes naturais mais requintados, decodificando funções e recodificando linhas para criar um sistema aberto de elementos que liberta a interpretação pessoal. Fazemos isso em constante busca por beleza e excelência, com um compromisso responsável com o meio ambiente, seguindo uma ideia integral de moda como transformação: de tecidos, cores, silhuetas" - Alessandro Sartori, Diretor Artístico da ZEGNA. No laboratório Oasi, ocorre uma remodelação da matéria e uma rematerialização das formas, permitindo uma evolução orgânica que cresce e se transforma temporada após temporada. O 'cashmere' é a fibra escolhida no inverno: por sua versatilidade, preciosidade, rastreabilidade; por sua propensão a ser transformada em uma ampla variedade de texturas e superfícies. As peças também evoluem. Elas passam por uma profunda reestruturação que, ao agrupar elementos em quatro categorias, elimina distinções desnecessárias, expandindo as possibilidades de uso e o significado de cada peça. Top, bottoms, peças íntimas e acessórios são as categorias trabalhadas pela ZEGNA. A coleção é um sistema aberto, composto por elementos que podem ser sobrepostos e combinados de diversas maneiras, permitindo que a atitude individual do usuário se expresse por meio do estilo pessoal. Uma ideia de transformação surge, da matéria à cor, enquanto a liberdade e o instinto ganham destaque como forças que moldam o estilo com facilidade. As formas evoluem a partir das existentes, são sobrepostas, ganham volumes generosos e bolsos práticos, mangas soltas ou golas, recebem abas, fechamentos, cordões. A versatilidade é resolvida por meio de uma edição cuidadosa e detalhes marcantes em peças que permitem múltiplos usos. Casacos volumosos, blusões, coletes, blazers de colarinho duplo, anoraques sem gola, o novo paletó "Il Conte" e calças generosas. Peças de malha para a parte superior e inferior têm presença e desempenho. Camisas de sobreposição e jaquetas amplas com bolsos cuidadosamente posicionados sugerem não apenas funcionalidade, mas também uma variedade de posturas e atitudes corporais. Suéteres de malha e acolchoados são destinados a serem usados como peças externas. Luvas longas de malha, óculos sem ponte, botas com bicos redondos e solados de borracha ton sur ton, o recém-criado Triple StitchTM “Monte” e bolsas macias e elegantemente projetadas completam os looks.
- Luana Alleixo - Luz, câmera and Fashion
Luana é modelo, amante da moda e criadora de conteúdo, já fez campanhas para marcas internacionais e já viajou por mais de 20 países modelando. E convidamos essa modelo de sucesso para nossa capa e entrevista exclusiva, que você acompanha agora. Foto Benjamin Vingrief @benjaminvingrief 1-Fale de você, quem é a Luana Alleixo pessoal e profissionalmente? Luana Alleixo é uma modelo determinada em sua carreira, que almeja cada dia mais conquistar o mundo da moda internacional. No mundo profissional tenho muitos sonhos, de fazer o desfile Victoria Secrets, e trabalhar em grandes campanhas em Nova York. 2-Quando e como você descobriu a profissão de modelo? Eu tinha influência sobre o mundo da moda desde pequena, descobri nova aos 14 anos e comecei a trabalhar em São Paulo e fazer minha primeira campanha com 16 anos. 3-Quais são seus cuidados diários com sua saúde e beleza? Meus cuidados diários são: fazer exercícios físicos todos os dias, amo fazer aeróbico, abdominais, pois gosto de manter o corpo tonificada e em forma. Bebo muita agua, no mínimo 3 litros ao dia e durmo bem. Gosto de me cuidar, e meus segredos com a beleza são os clássicos, que funcionam muito no dia a dia para me manter com o corpo em forma e a pele boa. Vitamina C no rosto é uma grande dica que deixa a minha pele linda. 4-Falando de projetos futuros, quais os planos? Qual o foco da sua carreira como modelo? Meus projetos futuros, mais próximos e mais rápidos possíveis são: abrir uma consultoria de moda que será um novo curso preparativo para todas as modelos iniciantes, abrir a minha própria marca que já está em andamento; e me mudar para Nova York pelo menos durante um ano! 5-Quais países já visitou e/ou morou? Conte uma dessas experiências Já visitei mais de 20 países, e morei em quase toda Europa e Ásia. Morei em Milão, na Itália, a capital da moda, Paris a quais fiz algumas campanhas como Sephora, em toda a Ásia trabalhei muito e fiz muitos comerciais. 6-Você já viajou o mundo como modelo, onde reside agora? E pretende viajar a quais lugares? Eu resido agora em Paris. Sempre viajo a trabalho pela Europa, quase toda semana e todo mês. Meu destino do sonho é conhecer as Maldivas, e trabalhar como modelo em Nova York. Acompanhe a Luana no Instagram.
- Haute Couture Week: Captivating Moments and Couture Splendor
PHOTO: PASCAL LE SEGRETAIN/GETTY IMAGES Another haute couture week is about to begin tomorrow in Paris Christian Dior - PHOTO: DOMINIQUE CHARRIAU/WIREIMAGE During this haute couture week, the leading fashion But haute couture week is not just about the runway shows. week. The fashion week is about to commence, and Hooks Magazine is ready to bring you all the magic and enchantment
- Confira o primeiro dia da 5ª edição do Iguatemi Talks Fashion
Nicolas Calligaro Ontem, 19 de outubro, foi realizado o primeiro dia da 5ª edição do Iguatemi Talks Fashion GATE, conversou sobre o estudo da criatividade e inovação nos negócios com o Programme Director for Fashion Batizadas de Fashion Drops, os vídeos de cinco minutos contarão com muita informação de moda de forma
- Dream Scape, o Pre fall 23 da AREZZO chega com muitas tendências de moda e um editorial fashion
As botas e o jeans dividem o protagonismo dessa coleção Créditos cortesia Arezzo Dividido em Capítulos, a primeira parte coleção de Pre Fall 23 da Arezzo, intitulada Dream Scape, chega às lojas no dia 12/01. Os modelos desse primeiro lançamento, chamados Ivy e Madson, são cheios de estilo e representam muita força feminina. As botas, sandálias e meia pata aparecem em jeans, material que é queridinho das fashionistas e também em tons terrosos, com destaque para o sofisticado couro caramelo. Também é possível notar a estética western nas criações e na campanha da marca. Desenvolvida de acordo com as principais tendências do Inverno 23, o Pre Fall traz muita informação de moda, e encontra o equilíbrio perfeito entre os produtos mais descolados para as fashionistas e itens mais sóbrios e tradicionais para as mulheres mais clássicas. O destaque fica por conta das botas, de cano curto, alto e over the knee, as sandálias, sapatos e acessórios que mixam o jeans, protagonista da estação, com tons terrosos e neutros, que também ganham um destaque especial. O lançamento mescla atitude e sensualidade em produtos cheios de qualidade e um editorial belíssimo, com imagens para inspirar os looks do dia a dia, em até produções mais ousadas e divertidas. A coleção completa está disponível em todos os canais de venda da AREZZO e no e-commerce www.arezzo.com.br . Mais conteúdos no nosso perfil do Instagram @hooks.magazine
- Breezy Elegance: Emporio Armani's Spring/Summer 2024 Showcase
Photo disclosure Emporio Armani Fashion finds its embodiment in a gentle breeze at the much-anticipated With a central focus on body forms, this collection redefines the concept of summer fashion. Emporio Armani once again proves its mastery in fashion by creating an elegant and captivating experience that leaves its mark on the Spring/Summer 2024 fashion season.
- Marko Maria fashion cover Milan Edition by Glauber Bassi - Italy
Photo: Glauber Bassi Model: Marko Maria Stylist: @natykuprian Model Agency: @fashionmodel.it Design: Matheus Ganchu Check out the exclusive edition shot by photographer Glauber Bassi in Milan, with stylist by the incredible Naty Kuprian.
- MARCOS PITOMBO: A ARTE DE PERMANECER EM MOVIMENTO
‘MAN’ EDITION COVER - JUNE 2026 ISSUE Photo: @andersonmmacedo_ / @demmacedo / Beauty: @dariobion / Vídeo: @olivervideomaker_ / Styling: @diegobbueno @eduardomurari / Studio: @nasulstudio Em uma indústria que celebra o novo a cada temporada, permanecer relevante por mais de duas décadas exige muito mais do que talento. Exige reinvenção, consistência e, acima de tudo, autenticidade. Marcos Pitombo construiu sua trajetória exatamente sobre esses pilares. Dono de uma carreira sólida e multifacetada, o ator atravessou diferentes fases do audiovisual brasileiro sem jamais perder aquilo que o distingue: a capacidade de transformar cada personagem em uma experiência genuinamente humana. Ao longo de mais de vinte anos, Pitombo consolidou seu espaço como um dos artistas mais respeitados de sua geração. Entre televisão, cinema, streaming e teatro, desenvolveu uma carreira marcada pela versatilidade, transitando com naturalidade por diferentes formatos, gêneros e linguagens. Mais do que acumular trabalhos de sucesso, construiu uma trajetória pautada pela busca constante por evolução artística. Mas, para Marcos, o verdadeiro segredo da longevidade não está na experiência acumulada. Está na capacidade de continuar aprendendo. “Depois de mais de vinte anos de carreira, continuo descobrindo coisas novas sobre os personagens, sobre as pessoas e sobre mim mesmo”, revela. “Cada trabalho traz perguntas diferentes, exige um olhar diferente e me convida a sair das minhas certezas.” A fala sintetiza uma característica que acompanha toda sua jornada: a curiosidade permanente. Em uma profissão que exige observação, escuta e sensibilidade, Pitombo acredita que a evolução acontece justamente quando o artista se permite permanecer aberto ao desconhecido. Essa disposição para explorar novos territórios o levou a construir uma carreira diversa e consistente. Na televisão, conquistou o público em produções como Os Mutantes, Promessas de Amor, A História de Ester, Vidas em Jogo, Pecado Mortal, Vitória, Babilônia, Haja Coração, Orgulho e Paixão e Salve-se Quem Puder. Personagens distintos, universos narrativos variados e uma característica em comum: a entrega emocional que imprime verdade às histórias que conta. No cinema, ampliou seu repertório em produções como Jardim dos Girassóis e Os Farofeiros 2, demonstrando a capacidade de navegar entre registros dramáticos e cômicos com a mesma segurança. Já no streaming, acompanhou as transformações da indústria ao integrar projetos como Chuva Negra, reforçando sua sintonia com as novas formas de narrativa que vêm redefinindo o entretenimento contemporâneo. Apesar de sua presença consolidada nas telas, é nos palcos que Marcos tem vivido alguns dos momentos mais transformadores de sua trajetória recente. “O teatro me permite uma participação mais ampla no processo criativo”, afirma. “Existe um espaço maior para idealizar projetos, escolher histórias e construir algo de forma mais autoral.” Essa busca por uma participação mais ativa no processo artístico encontrou terreno fértil em trabalhos como Clarice e Nelson, espetáculo inspirado nas obras e reflexões de Clarice Lispector e Nelson Rodrigues, e mais recentemente em Poemas, texto de Gabriel Chalita que aborda temas universais como amor, memória, perdas e existência. No palco, sem cortes ou segundas tomadas, o ator encontra um tipo de conexão que nenhuma outra linguagem consegue reproduzir completamente. “Existe uma troca de energia muito poderosa entre atores e plateia. Cada apresentação é única. O teatro exige vulnerabilidade, disciplina e presença absoluta.” Essa entrega integral parece refletir o momento atual de sua carreira. Um período marcado menos pela busca por visibilidade e mais pela procura por significado. Ao falar sobre os critérios que orientam suas escolhas profissionais hoje, Pitombo demonstra a maturidade de quem compreende que sucesso e realização nem sempre caminham pelos mesmos caminhos. “Busco histórias que despertem curiosidade, que tragam reflexão e personagens que me desafiem. Não penso apenas na dimensão do projeto, mas na conexão que ele estabelece comigo e no que pode acrescentar à minha trajetória artística.” É uma visão que revela não apenas um artista experiente, mas alguém que compreende a importância da coerência em um mercado frequentemente pautado pela velocidade e pela exposição constante. Essa coerência também se manifesta fora dos palcos e das telas. Ao longo dos anos, Marcos construiu uma presença pública alinhada a valores como respeito, inclusão, diversidade e bem-estar animal. Em uma era em que autenticidade se tornou uma das moedas mais valiosas da vida contemporânea, sua postura reforça a ideia de que influência e responsabilidade caminham juntas. “Vivemos uma época em que a visibilidade vem acompanhada de responsabilidade”, reflete. “O papel do artista vai além dos personagens que interpreta. Também passa pelos espaços de diálogo que ocupa e pelos valores que escolhe defender.” Essa consciência sobre o impacto de sua voz ajuda a explicar por que sua trajetória permanece relevante após mais de duas décadas. Seu trabalho não se limita ao entretenimento; ele também promove reflexão, empatia e conexão humana. Quando questionado sobre o legado que deseja construir, sua resposta revela a essência de tudo o que edificou até aqui. “Nunca pensei em legado como algo que se constrói sozinho. Mas espero que minha trajetória seja lembrada pela coerência, pela autenticidade e pelo respeito ao público e à profissão que escolhi.” Talvez seja exatamente isso que torna Marcos Pitombo uma figura tão singular no cenário artístico brasileiro. Em um ambiente onde a permanência costuma ser um desafio, ele transformou a evolução em método, a curiosidade em combustível e a autenticidade em assinatura. Hoje, mais do que um ator reconhecido por seus personagens, Marcos representa uma geração de artistas que compreende a arte como um processo contínuo de descoberta. Um intérprete que segue expandindo horizontes, explorando novas linguagens e construindo pontes entre histórias e pessoas. Confira entrevista exclusiva com Marcos Pitombo: 1. Depois de mais de 20 anos de carreira, o que ainda faz a atuação te desafiar e te motivar diariamente? Acho que o que mais me motiva é justamente o fato de que a atuação nunca se esgota. Depois de mais de vinte anos de carreira, continuo descobrindo coisas novas sobre os personagens, sobre as pessoas e sobre mim mesmo. Cada trabalho traz perguntas diferentes, exige um olhar diferente e me convida a sair das minhas certezas. A arte da interpretação tem muito a ver com observação e escuta. Quanto mais experiências você acumula, mais repertório emocional você tem, mas também mais responsabilidade para contar histórias de forma verdadeira. Hoje me interessa muito a ideia e a possibilidade de compreender universos humanos distintos do meu. E também amplificar a minha voz. Talvez esse seja o maior desafio e, ao mesmo tempo, o maior privilégio da profissão: permanecer curioso. Acredito que o dia em que eu achar que já sei tudo sobre atuar será justamente o dia em que deixarei de evoluir. E essa busca permanente por descoberta é o que continua me movendo. 2. Entre televisão, cinema, streaming e teatro, qual formato mais tem despertado seu interesse atualmente e por quê? Tenho dificuldade em escolher um formato específico porque, no fim das contas, o que me move é o mesmo em todos eles: o trabalho do ator. Independentemente do veículo, estamos sempre diante do mesmo desafio, que é compreender o ser humano, construir personagens e contar histórias de forma verdadeira. Cada linguagem, naturalmente, tem suas particularidades. A televisão possui uma capacidade única de alcançar milhões de pessoas e criar uma relação muito próxima com o público ao longo do tempo. O cinema me encanta pela riqueza estética, pela força da imagem e pela possibilidade de eternizar uma história. O streaming ampliou as possibilidades narrativas, permitindo personagens mais complexos e formatos mais livres. Já o teatro oferece algo insubstituível: o encontro ao vivo, a troca imediata com a plateia e a sensação de que cada apresentação é única. Mas, apesar das diferenças técnicas e criativas, existe algo que une todas essas experiências. Em qualquer uma delas, o exercício continua sendo o mesmo: ouvir, observar, compreender emoções e emprestar um pouco de si para dar vida a outras histórias. Talvez por isso eu nunca tenha olhado para esses formatos como escolhas excludentes. Todos eles me interessam porque, de maneiras diferentes, alimentam a mesma paixão que me acompanha há mais de vinte anos: atuar. 3. O teatro tem ocupado um espaço importante na sua trajetória recente. O que os palcos te oferecem que outras linguagens não conseguem proporcionar? Acredito que o teatro ocupa um lugar especial neste momento da minha trajetória porque ele me permite uma participação mais ampla no processo criativo. Com o passar dos anos, é natural que muitos atores também passem a assumir um olhar de produtor e idealizador dos próprios projetos, participando mais ativamente das escolhas dos temas, dos textos e das histórias que desejam levar ao público. E o teatro oferece muito espaço para esse tipo de construção mais autoral. Além disso, existe uma dimensão do palco que nenhuma outra linguagem consegue reproduzir completamente: o encontro direto com o público. No teatro, tudo acontece em tempo real. Não há corte, edição ou segunda tomada. Existe uma troca de energia muito poderosa, em que atores e plateia compartilham a mesma experiência naquele exato momento. Também é uma linguagem que exige do intérprete uma entrega muito completa. O ator está ali com sua voz, seu corpo, sua presença e sua capacidade de se conectar com a narrativa do início ao fim. Tenho vivido isso de forma muito intensa nos meus trabalhos recentes. Em Poemas, por exemplo, além da interpretação, fui desafiado a explorar outras formas de expressão, como o canto, o movimento e uma relação ainda mais física com a cena. Foi um processo extremamente enriquecedor. Talvez por isso o teatro continue sendo um espaço tão fascinante para mim. Ele exige vulnerabilidade, disciplina e presença absoluta. É um exercício constante de escuta, de entrega e de descoberta. E, depois de mais de vinte anos de carreira, continuar encontrando lugares que me desafiem artisticamente é algo que valorizo cada vez mais. 4. Como você escolhe os projetos que deseja fazer hoje, em um momento de tanta maturidade profissional? Hoje, mais do que nunca, busco coerência nas minhas escolhas. Procuro histórias que me despertem curiosidade, que tragam alguma reflexão e, principalmente, personagens que me desafiem como ator. A maturidade profissional acaba nos dando uma compreensão mais clara do que faz sentido para o momento que estamos vivendo. Não penso apenas na dimensão do projeto ou no alcance que ele pode ter, mas na conexão que ele estabelece comigo e no que ele pode acrescentar à minha trajetória artística. No fim, continuo sendo movido pela mesma inquietação que me trouxe até aqui: a vontade de contar boas histórias e de encontrar personagens que me levem para lugares que eu ainda não conheço. 5. Qual legado você espera construir como artista para além dos personagens que interpreta? Nunca pensei muito em legado como algo que se constrói sozinho ou que possa ser planejado. Mas espero que minha trajetória seja lembrada pela coerência, pela autenticidade e pelo respeito ao público e à profissão que escolhi. Vivemos uma época em que a visibilidade vem acompanhada de responsabilidade. Acredito que o papel do artista vai além dos personagens que interpreta. Também passa pela forma como ele ocupa os espaços de diálogo, pelos valores que defende e pela maneira como utiliza sua voz para contribuir com reflexões importantes. Procuro fazer isso de forma genuína, tanto nos projetos dos quais participo quanto na minha vida pública. Se, ao longo da minha trajetória, eu conseguir inspirar mais empatia, respeito e sensibilidade através do meu trabalho e das minhas atitudes, já me sentirei realizado. No fim, acredito que as histórias que contamos têm valor, mas a forma como escolhemos viver e nos relacionar com o mundo também faz parte da nossa obra.
- Anahí Rodrighero: coragem, força e determinação na moda e nos negócios
'FASHION' COVER EDITION - AUGUST 2025 ISSUE Photographer: @gustavoviolaboaretto / Makeup: @felipehiratamakeup / Production: @gabipolary / Look: @_anystore A edição FASHION da Hooks Magazine celebra mulheres que Nossa capa é Anahí Rodrighero, um nome que ecoa autenticidade e inspiração no cenário fashion, provando Sua presença na capa da edição FASHION reforça o propósito da Hooks Magazine de valorizar talentos que
- NIAP: Moda com Raízes na Baixada e Olhar para o Mundo
Photos: Angelo Pontes - @angelopontess A moda tem o poder de contar histórias. No caso da NIAP Casual Company, criada em 2021 por William Estevão da Costa Martins, 27 anos, cada peça nasce de uma vivência real, carregada de autenticidade e de um diálogo direto com as ruas da Baixada Fluminense. Em pouco tempo, a marca expandiu sua presença no mercado e consolidou-se como voz singular dentro do streetwear nacional (BR). A identidade da NIAP está enraizada no cotidiano da Baixada, mas sua linguagem alcança fronteiras muito além do Rio de Janeiro. William explica que a base criativa da marca vem da convivência em uma região onde pulsa um dos maiores eventos de arte urbana do mundo. Esse ambiente inspirador deu origem a uma moda que reflete as ruas, os encontros nas praças e a energia resiliente de quem transforma adversidades em expressão. Essa essência local, somada ao crescimento global do streetwear, abriu espaço para que a NIAP se conectasse com um público diverso, encontrando um ponto de equilíbrio entre tendências internacionais e autenticidade regional. É nessa atmosfera que surge "Vislumbre" , segunda parte da coleção Keep it Casual . Inspirada em um período de incerteza e imprecisão, a coleção traduz sentimentos universais em estampas e cortes que falam tanto de dúvida quanto de esperança. A estampa hazy revela a névoa de indecisões, enquanto a ghost traz à tona a visão turva do futuro. Mas, em meio à incerteza, há sempre uma mensagem de confiança e resiliência, representando a rotina carioca de quem acorda cedo para trabalhar, mas não deixa de buscar propósito e identidade. A ousadia da NIAP está em tratar temas que muitas marcas evitam. A marca fala de sentimentos, dúvidas e realidades com naturalidade, sem filtros polidos. Essa coragem aparece nas estampas intensas e narrativas autênticas. Já a sutileza está no caimento funcional das peças, que se adaptam a diferentes contextos. É um jogo de contrastes: cortes regulares e discretos, como nas camisetas, funcionam como telas para reflexos subjetivos, enquanto peças como a camisa Unauthorized trazem mensagens mais diretas, equilibradas por silhuetas elaboradas. O desafio da NIAP sempre foi transformar filosofia em produto tangível. Competindo com gigantes nacionais e internacionais, a marca encontrou força na autenticidade e na construção de uma comunidade. Hoje, aproximadamente 90% do processo produtivo permanece na Baixada Fluminense, gerando oportunidades para costureiras, modelistas, fotógrafos e modelos locais. Essa escolha não é apenas estratégica, mas também política e social: dar visibilidade ao talento de uma região muitas vezes marcada pelo preconceito. Confira entrevista com William Estevão da Costa Martins, 27 anos. Criador da NIAP Casual Company: 1 - A NIAP nasceu na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, mas já expandiu sua presença no cenário da moda. Como a marca traduz essa identidade local para dialogar com um público mais amplo? A NIAP não apenas nasceu na Baixada, mas tem nela sua base criativa e essência. Crescemos em um bairro que sedia o maior evento anual de arte urbana da América Latina, possivelmente do mundo, o que nos proporcionou uma base criativa sólida e autêntica. O público contemporâneo está cada vez mais receptivo a marcas como a NIAP, que traduzem vivências reais em produtos tangíveis. Trazemos uma interpretação do que vivemos e do que a Baixada Fluminense tem para expressar através das nossas peças. O crescimento global do streetwear tem facilitado essa comunicação entre a marca e um público mais diversificado. Nossa estratégia é manter-nos conectados às tendências enquanto preservamos nossa identidade regional. Trabalhamos na interseção de dois mundos: observamos atentamente o que as crianças nas praças da Baixada usam e o que está se tornando tendência globalmente. É nessa conexão que encontramos nossa linguagem universal, permitindo que nossa autenticidade local dialogue com um público cada vez mais amplo. 2. Sobre a inspiração da coleção vislumbre: Como vocês transformaram essa ideia universal em peças que carregam também a energia e a autenticidade do Rio? A coleção Vislumbre, de fato, nasce desse estado de incerteza, e a tradução dessa vivência universal foi a nossa maior missão. Nós a representamos visualmente nas estampas, como a estampa 'hazy' que traz um pouco dessa incerteza e dúvida para onde iremos, o que faremos, mas ao mesmo tempo tem uma mensagem de confiança para permanecermos andamos de acordo com nosso estilo apesar das dúvidas, a estampa 'ghost' veio para reforçar a ideia de indecisão, aquela visão embaçada do nosso futuro e do nosso propósito. Apesar da incerteza, a coleção também carrega uma forte mensagem de esperança e atitude. A nossa ideia era conectar com a realidade do Rio de Janeiro que vivemos no dia a dia: a resiliência de quem acorda para trabalhar e, ao mesmo tempo, busca encontrar seu próprio caminho e propósito.Essa dualidade foi traduzida não só nas estampas, mas também na modelagem das peças, que trazem um conforto para o cotidiano. Um moletom com caimento confortável ou uma calça que se encaixa em qualquer momento expressam o desejo de ser fora do padrão. No fim, Vislumbre vem para pegar um sentimento universal e contá-lo de forma autêntica e regional. É a beleza de encontrar a nossa própria jornada, inspirada na resiliência e na força de quem vive na Baixada Fluminense. 3. O conceito da coleção mistura ousadia e sutileza. Como esse equilíbrio se conecta às tendências globais de moda e, ao mesmo tempo, mantém a assinatura única da NIAP? A NIAP se propõe a abordar temas que muitas marcas evitam, comunicando-se com o cotidiano das pessoas não apenas através de peças confortáveis para uso diário, mas também por meio de sentimentos e histórias contadas sem filtros emocionais. Nossa ousadia se manifesta tanto na narrativa autêntica e sem receio de ser 'menos polida', quanto nas estampas que traduzem essas ideias. Ao mesmo tempo, trabalhamos a sutileza em nossas criações. Nossas estampas sugerem emoções em vez de explicitá-las, aproximando quem as vê de forma mais íntima. A sutileza também está presente no caimento das peças funcionais, que proporcionam conforto tanto para um show de rap quanto para ocasiões mais formais. As tendências globais da moda atual valorizam histórias verdadeiras e raízes autênticas. Quanto mais real uma marca consegue se mostrar, mais próxima do público ela estará. O mercado está saturado do 'perfeito' e do 'fabricado'. Peças com caimentos confortáveis e funcionalidade para o dia a dia representam uma tendência mundial, assim como o minimalismo em evolução – que hoje não se trata mais da ausência de elementos, mas sim de toques personalizados de expressão. É exatamente nesse ponto que nos posicionamos: criamos peças que parecem simples à primeira vista, mas que, observadas de perto, revelam texturas e estampas com camadas de expressão e profundidade. Acreditamos que, além das tendências passageiras, o estilo está diretamente conectado à identidade. Sem diminuir a importância das tendências, é nossa narrativa autêntica que confere à NIAP sua assinatura única. 4. Desde sua fundação em 2021, a NIAP tem crescido de forma consistente. Quais foram os maiores desafios e conquistas ao se posicionar em um mercado que hoje é cada vez mais globalizado? Os desafios são múltiplos, mas destaco a concorrência com marcas gigantes dos mercados nacional e internacional desde nossa fundação em 2021. Essa realidade nos impulsionou a desenvolver uma identidade cada vez mais forte e autêntica para nos diferenciarmos. Compreendi que, para competir com o marketing das grandes marcas, precisávamos criar algo genuíno e pessoal, construindo uma comunidade que busca, além de roupas, uma história com a qual se identificar. Isso nos apresentou outro desafio significativo: traduzir nossa filosofia em produtos tangíveis. O desafio não está apenas em conceber boas ideias, mas em materializá-las em peças de alta qualidade. Nosso foco sempre foi oferecer excelência e durabilidade em cada coleção, e percebemos uma evolução constante nesse aspecto. Entre nossas maiores conquistas, destaco a concentração de praticamente todo nosso processo produtivo na Baixada Fluminense, gerando oportunidades para costureiras, modelistas, fotógrafos e modelos locais. Aproximadamente 90% de nossa equipe está baseada na região, e pretendemos manter essa estrutura, pois acreditamos no talento e na capacidade dos profissionais locais, que frequentemente enfrentam barreiras devido ao preconceito e à falta de visibilidade associados à Baixada. Não podemos deixar de mencionar a construção de nossa comunidade como uma conquista fundamental. Temos crescido consistentemente e sido bem recebidos por um público que, mesmo distante geograficamente da Baixada Fluminense, conecta-se com a filosofia da NIAP. Nosso objetivo permanece: criar uma comunicação universal sem perder nossa essência e autenticidade. 5. Vislumbre trabalha com a ideia de clarões e reflexos, revelando de forma imprecisa o que ainda está por vir. Como essa dualidade entre mostrar e sugerir foi explorada nos cortes, tecidos e silhuetas da coleção? Na coleção Vislumbre, exploramos essa dualidade entre mostrar e sugerir através de escolhas estratégicas nos cortes, tecidos e silhuetas. Para as camisetas, optamos por modelagens mais regulares e contidas, distanciando-nos propositalmente das tendências oversized e boxy que dominam o mercado atual. Essa escolha criou um contraste intencional: peças com cortes mais discretos e convencionais que servem como tela para estampas que evocam sentimentos e interpretações subjetivas. Trabalhamos com uma abordagem inversa em nossa camisa Unauthorized, onde a estampa comunica uma mensagem mais direta e explícita, enquanto investimos em um corte mais elaborado e uma silhueta que carrega mais fortemente nossa assinatura estética. Nossa ideia de design é manter o compromisso com peças funcionais e bem estruturadas, mas que simultaneamente sugerem uma identidade fluida, não rígidamente definida.
- Mayari Jubini: A Revolução da Moda Entre o Artesanal e o Futurismo com a Artemisi
Week — que renderam à Artemisi prêmios como "Runway of the Year" e "Beauty of the Year" . Enquanto o fast fashion massifica, Mayari prova que há espaço para o feito à mão com alma tecnológica acreditava esteticamente — que é a estética que eu trabalho hoje — uma fusão entre o futuro, o high fashion Em um mundo onde o fast fashion domina, sua proposta artesanal e altamente tecnológica caminha na contramão O fast fashion, com sua lógica de repetição e velocidade, terá que se reinventar.












