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Search results for "Sao Paulo Fashion Week"

1005 resultados encontrados para "Sao Paulo Fashion Week"

  • Fashion Design - Rebar Aziz

    Hooks Magazine+Designers Designer Rebar Aziz @aziz_rebar Photography @bedenkzeitfotografie Make up artist @marvoooon.mua Jewellery Mirko Noll @gold_und_silberschmiedemeister #aziz #hooksmagazine #magazine #london #brasil

  • Confira o primeiro dia da 5ª edição do Iguatemi Talks Fashion

    Nicolas Calligaro Ontem, 19 de outubro, foi realizado o primeiro dia da 5ª edição do Iguatemi Talks Fashion GATE, conversou sobre o estudo da criatividade e inovação nos negócios com o Programme Director for Fashion Nos workshops, o ilustrador Filipe Jardim e Paulo Borges ensinaram sobre imagens e conceitos. Pedro Andrade e Paula Kim apresentaram uma aula sobre moda, design e sustentabilidade. Batizadas de Fashion Drops, os vídeos de cinco minutos contarão com muita informação de moda de forma

  • Paula Fernanda Asssunção, a Miss brasileira que tem encantando o mundo!

    despertar esse sonho de novo veio a pandemia e tive que esperar, então ano passado participei do Miss Fashion Tv Model awards no International Fashion Week em Dubai, foi aí que com a posse da coroa o sonho de viver Fui coroada em Novembro de 2021 Miss Fashion Tv Model Awards no International Fashion Week em Dubai. Após ganhar o Miss Fashion Tv em Dubai, mudei para Dubai, desde então aqui tem sido minhas base, pois Siga Paula no Instagram para não perder nenhuma novidade. @paullassuncao

  • CAROL RIBEIRO: O LUXO DE NÃO CABER

    'FASHION' EDITION COVER - AUGUST 2026 ISSUE Photos: @oitawan / Hairstylist: @brunocampos.hair / Make:

  • 28ª edição da São Paulo Restaurant Week começa no dia 31 de março com tema 'Música e Gastronomia'

    Festival acontece durante todo o mês de abril e conta com 5 categorias de menu A Restaurant Week, um A Restaurant Week, que tem o propósito de movimentar e aquecer o mercado gastronômico, busca unir duas “Para nós é uma grande oportunidade participar da São Paulo Restaurant Week e atrelar a experiência às A Restaurant Week é também um agente de transformação social. Serviço: 28ª São Paulo Restaurant Week Data: de 31 de março a 30 de abril Instagram: @restaurantweekbrasil

  • Paula Bau, a influenciadora de influencers

    Photo21 Gerenciada por Paula Bau, ex-empresária do mercado financeiro, a Photo 21 veio para inovar e Contudo, está enganado quem pensa que Paula sempre foi desse ramo: a empreendedora trabalhou como controller Antes de Paula assumir, existia o espaço, mas não existia o negócio. Bau, este marido de Paula Bau. Para os curiosos que se indagam o porquê do “21” no nome, Paula responde: nós viemos do século XX para

  • Romeriton Paulo e Aldo Vasconcelos lançam nova marca de moda - Hooks edição Paris

    nossa edição Paris, a Hooks trouxe dois gigantes da moda para a capa e com grande lançamento no mundo fashion Romeriton Paulo se juntou com Aldo Vasconcelos para uma nova marca de roupas.

  • A Celebração da Divindade Feminina: Perfume Jean Paul Gaultier Divine Eau de Parfum

    Photos disclosure Jean Paul Gaultier Na história da moda, poucos nomes brilham tão intensamente quanto Jean Paul Gaultier. Agora, com o lançamento do Perfume Jean Paul Gaultier Divine Feminino Eau de Parfum, essa celebração Em um mundo que muitas vezes tenta enquadrar as mulheres em padrões restritivos, Jean Paul Gaultier nos O Perfume Jean Paul Gaultier Divine Feminino Eau de Parfum é mais do que uma fragrância; é um convite

  • Breezy Elegance: Emporio Armani's Spring/Summer 2024 Showcase

    Photo disclosure Emporio Armani Fashion finds its embodiment in a gentle breeze at the much-anticipated With a central focus on body forms, this collection redefines the concept of summer fashion. Emporio Armani once again proves its mastery in fashion by creating an elegant and captivating experience that leaves its mark on the Spring/Summer 2024 fashion season.

  • Dream Scape, o Pre fall 23 da AREZZO chega com muitas tendências de moda e um editorial fashion

    As botas e o jeans dividem o protagonismo dessa coleção Créditos cortesia Arezzo Dividido em Capítulos, a primeira parte coleção de Pre Fall 23 da Arezzo, intitulada Dream Scape, chega às lojas no dia 12/01. Os modelos desse primeiro lançamento, chamados Ivy e Madson, são cheios de estilo e representam muita força feminina. As botas, sandálias e meia pata aparecem em jeans, material que é queridinho das fashionistas e também em tons terrosos, com destaque para o sofisticado couro caramelo. Também é possível notar a estética western nas criações e na campanha da marca. Desenvolvida de acordo com as principais tendências do Inverno 23, o Pre Fall traz muita informação de moda, e encontra o equilíbrio perfeito entre os produtos mais descolados para as fashionistas e itens mais sóbrios e tradicionais para as mulheres mais clássicas. O destaque fica por conta das botas, de cano curto, alto e over the knee, as sandálias, sapatos e acessórios que mixam o jeans, protagonista da estação, com tons terrosos e neutros, que também ganham um destaque especial. O lançamento mescla atitude e sensualidade em produtos cheios de qualidade e um editorial belíssimo, com imagens para inspirar os looks do dia a dia, em até produções mais ousadas e divertidas. A coleção completa está disponível em todos os canais de venda da AREZZO e no e-commerce www.arezzo.com.br . Mais conteúdos no nosso perfil do Instagram @hooks.magazine

  • Marko Maria fashion cover Milan Edition by Glauber Bassi - Italy

    Photo: Glauber Bassi Model: Marko Maria Stylist: @natykuprian Model Agency: @fashionmodel.it Design: Matheus Ganchu Check out the exclusive edition shot by photographer Glauber Bassi in Milan, with stylist by the incredible Naty Kuprian.

  • MARCOS PITOMBO: A ARTE DE PERMANECER EM MOVIMENTO

    ‘MAN’ EDITION COVER - JUNE 2026 ISSUE Photo: @andersonmmacedo_ / @demmacedo / Beauty: @dariobion / Vídeo: @olivervideomaker_ / Styling: @diegobbueno @eduardomurari / Studio: @nasulstudio Em uma indústria que celebra o novo a cada temporada, permanecer relevante por mais de duas décadas exige muito mais do que talento. Exige reinvenção, consistência e, acima de tudo, autenticidade. Marcos Pitombo construiu sua trajetória exatamente sobre esses pilares. Dono de uma carreira sólida e multifacetada, o ator atravessou diferentes fases do audiovisual brasileiro sem jamais perder aquilo que o distingue: a capacidade de transformar cada personagem em uma experiência genuinamente humana. Ao longo de mais de vinte anos, Pitombo consolidou seu espaço como um dos artistas mais respeitados de sua geração. Entre televisão, cinema, streaming e teatro, desenvolveu uma carreira marcada pela versatilidade, transitando com naturalidade por diferentes formatos, gêneros e linguagens. Mais do que acumular trabalhos de sucesso, construiu uma trajetória pautada pela busca constante por evolução artística. Mas, para Marcos, o verdadeiro segredo da longevidade não está na experiência acumulada. Está na capacidade de continuar aprendendo. “Depois de mais de vinte anos de carreira, continuo descobrindo coisas novas sobre os personagens, sobre as pessoas e sobre mim mesmo”, revela. “Cada trabalho traz perguntas diferentes, exige um olhar diferente e me convida a sair das minhas certezas.” A fala sintetiza uma característica que acompanha toda sua jornada: a curiosidade permanente. Em uma profissão que exige observação, escuta e sensibilidade, Pitombo acredita que a evolução acontece justamente quando o artista se permite permanecer aberto ao desconhecido. Essa disposição para explorar novos territórios o levou a construir uma carreira diversa e consistente. Na televisão, conquistou o público em produções como Os Mutantes, Promessas de Amor, A História de Ester, Vidas em Jogo, Pecado Mortal, Vitória, Babilônia, Haja Coração, Orgulho e Paixão e Salve-se Quem Puder. Personagens distintos, universos narrativos variados e uma característica em comum: a entrega emocional que imprime verdade às histórias que conta. No cinema, ampliou seu repertório em produções como Jardim dos Girassóis e Os Farofeiros 2, demonstrando a capacidade de navegar entre registros dramáticos e cômicos com a mesma segurança. Já no streaming, acompanhou as transformações da indústria ao integrar projetos como Chuva Negra, reforçando sua sintonia com as novas formas de narrativa que vêm redefinindo o entretenimento contemporâneo. Apesar de sua presença consolidada nas telas, é nos palcos que Marcos tem vivido alguns dos momentos mais transformadores de sua trajetória recente. “O teatro me permite uma participação mais ampla no processo criativo”, afirma. “Existe um espaço maior para idealizar projetos, escolher histórias e construir algo de forma mais autoral.” Essa busca por uma participação mais ativa no processo artístico encontrou terreno fértil em trabalhos como Clarice e Nelson, espetáculo inspirado nas obras e reflexões de Clarice Lispector e Nelson Rodrigues, e mais recentemente em Poemas, texto de Gabriel Chalita que aborda temas universais como amor, memória, perdas e existência. No palco, sem cortes ou segundas tomadas, o ator encontra um tipo de conexão que nenhuma outra linguagem consegue reproduzir completamente. “Existe uma troca de energia muito poderosa entre atores e plateia. Cada apresentação é única. O teatro exige vulnerabilidade, disciplina e presença absoluta.” Essa entrega integral parece refletir o momento atual de sua carreira. Um período marcado menos pela busca por visibilidade e mais pela procura por significado. Ao falar sobre os critérios que orientam suas escolhas profissionais hoje, Pitombo demonstra a maturidade de quem compreende que sucesso e realização nem sempre caminham pelos mesmos caminhos. “Busco histórias que despertem curiosidade, que tragam reflexão e personagens que me desafiem. Não penso apenas na dimensão do projeto, mas na conexão que ele estabelece comigo e no que pode acrescentar à minha trajetória artística.” É uma visão que revela não apenas um artista experiente, mas alguém que compreende a importância da coerência em um mercado frequentemente pautado pela velocidade e pela exposição constante. Essa coerência também se manifesta fora dos palcos e das telas. Ao longo dos anos, Marcos construiu uma presença pública alinhada a valores como respeito, inclusão, diversidade e bem-estar animal. Em uma era em que autenticidade se tornou uma das moedas mais valiosas da vida contemporânea, sua postura reforça a ideia de que influência e responsabilidade caminham juntas. “Vivemos uma época em que a visibilidade vem acompanhada de responsabilidade”, reflete. “O papel do artista vai além dos personagens que interpreta. Também passa pelos espaços de diálogo que ocupa e pelos valores que escolhe defender.” Essa consciência sobre o impacto de sua voz ajuda a explicar por que sua trajetória permanece relevante após mais de duas décadas. Seu trabalho não se limita ao entretenimento; ele também promove reflexão, empatia e conexão humana. Quando questionado sobre o legado que deseja construir, sua resposta revela a essência de tudo o que edificou até aqui. “Nunca pensei em legado como algo que se constrói sozinho. Mas espero que minha trajetória seja lembrada pela coerência, pela autenticidade e pelo respeito ao público e à profissão que escolhi.” Talvez seja exatamente isso que torna Marcos Pitombo uma figura tão singular no cenário artístico brasileiro. Em um ambiente onde a permanência costuma ser um desafio, ele transformou a evolução em método, a curiosidade em combustível e a autenticidade em assinatura. Hoje, mais do que um ator reconhecido por seus personagens, Marcos representa uma geração de artistas que compreende a arte como um processo contínuo de descoberta. Um intérprete que segue expandindo horizontes, explorando novas linguagens e construindo pontes entre histórias e pessoas. Confira entrevista exclusiva com Marcos Pitombo: 1. Depois de mais de 20 anos de carreira, o que ainda faz a atuação te desafiar e te motivar diariamente? Acho que o que mais me motiva é justamente o fato de que a atuação nunca se esgota. Depois de mais de vinte anos de carreira, continuo descobrindo coisas novas sobre os personagens, sobre as pessoas e sobre mim mesmo. Cada trabalho traz perguntas diferentes, exige um olhar diferente e me convida a sair das minhas certezas. A arte da interpretação tem muito a ver com observação e escuta. Quanto mais experiências você acumula, mais repertório emocional você tem, mas também mais responsabilidade para contar histórias de forma verdadeira. Hoje me interessa muito a ideia e a possibilidade de compreender universos humanos distintos do meu. E também amplificar a minha voz. Talvez esse seja o maior desafio e, ao mesmo tempo, o maior privilégio da profissão: permanecer curioso. Acredito que o dia em que eu achar que já sei tudo sobre atuar será justamente o dia em que deixarei de evoluir. E essa busca permanente por descoberta é o que continua me movendo. 2. Entre televisão, cinema, streaming e teatro, qual formato mais tem despertado seu interesse atualmente e por quê? Tenho dificuldade em escolher um formato específico porque, no fim das contas, o que me move é o mesmo em todos eles: o trabalho do ator. Independentemente do veículo, estamos sempre diante do mesmo desafio, que é compreender o ser humano, construir personagens e contar histórias de forma verdadeira. Cada linguagem, naturalmente, tem suas particularidades. A televisão possui uma capacidade única de alcançar milhões de pessoas e criar uma relação muito próxima com o público ao longo do tempo. O cinema me encanta pela riqueza estética, pela força da imagem e pela possibilidade de eternizar uma história. O streaming ampliou as possibilidades narrativas, permitindo personagens mais complexos e formatos mais livres. Já o teatro oferece algo insubstituível: o encontro ao vivo, a troca imediata com a plateia e a sensação de que cada apresentação é única. Mas, apesar das diferenças técnicas e criativas, existe algo que une todas essas experiências. Em qualquer uma delas, o exercício continua sendo o mesmo: ouvir, observar, compreender emoções e emprestar um pouco de si para dar vida a outras histórias. Talvez por isso eu nunca tenha olhado para esses formatos como escolhas excludentes. Todos eles me interessam porque, de maneiras diferentes, alimentam a mesma paixão que me acompanha há mais de vinte anos: atuar. 3. O teatro tem ocupado um espaço importante na sua trajetória recente. O que os palcos te oferecem que outras linguagens não conseguem proporcionar? Acredito que o teatro ocupa um lugar especial neste momento da minha trajetória porque ele me permite uma participação mais ampla no processo criativo. Com o passar dos anos, é natural que muitos atores também passem a assumir um olhar de produtor e idealizador dos próprios projetos, participando mais ativamente das escolhas dos temas, dos textos e das histórias que desejam levar ao público. E o teatro oferece muito espaço para esse tipo de construção mais autoral. Além disso, existe uma dimensão do palco que nenhuma outra linguagem consegue reproduzir completamente: o encontro direto com o público. No teatro, tudo acontece em tempo real. Não há corte, edição ou segunda tomada. Existe uma troca de energia muito poderosa, em que atores e plateia compartilham a mesma experiência naquele exato momento. Também é uma linguagem que exige do intérprete uma entrega muito completa. O ator está ali com sua voz, seu corpo, sua presença e sua capacidade de se conectar com a narrativa do início ao fim. Tenho vivido isso de forma muito intensa nos meus trabalhos recentes. Em Poemas, por exemplo, além da interpretação, fui desafiado a explorar outras formas de expressão, como o canto, o movimento e uma relação ainda mais física com a cena. Foi um processo extremamente enriquecedor. Talvez por isso o teatro continue sendo um espaço tão fascinante para mim. Ele exige vulnerabilidade, disciplina e presença absoluta. É um exercício constante de escuta, de entrega e de descoberta. E, depois de mais de vinte anos de carreira, continuar encontrando lugares que me desafiem artisticamente é algo que valorizo cada vez mais. 4. Como você escolhe os projetos que deseja fazer hoje, em um momento de tanta maturidade profissional? Hoje, mais do que nunca, busco coerência nas minhas escolhas. Procuro histórias que me despertem curiosidade, que tragam alguma reflexão e, principalmente, personagens que me desafiem como ator. A maturidade profissional acaba nos dando uma compreensão mais clara do que faz sentido para o momento que estamos vivendo. Não penso apenas na dimensão do projeto ou no alcance que ele pode ter, mas na conexão que ele estabelece comigo e no que ele pode acrescentar à minha trajetória artística. No fim, continuo sendo movido pela mesma inquietação que me trouxe até aqui: a vontade de contar boas histórias e de encontrar personagens que me levem para lugares que eu ainda não conheço. 5. Qual legado você espera construir como artista para além dos personagens que interpreta? Nunca pensei muito em legado como algo que se constrói sozinho ou que possa ser planejado. Mas espero que minha trajetória seja lembrada pela coerência, pela autenticidade e pelo respeito ao público e à profissão que escolhi. Vivemos uma época em que a visibilidade vem acompanhada de responsabilidade. Acredito que o papel do artista vai além dos personagens que interpreta. Também passa pela forma como ele ocupa os espaços de diálogo, pelos valores que defende e pela maneira como utiliza sua voz para contribuir com reflexões importantes. Procuro fazer isso de forma genuína, tanto nos projetos dos quais participo quanto na minha vida pública. Se, ao longo da minha trajetória, eu conseguir inspirar mais empatia, respeito e sensibilidade através do meu trabalho e das minhas atitudes, já me sentirei realizado. No fim, acredito que as histórias que contamos têm valor, mas a forma como escolhemos viver e nos relacionar com o mundo também faz parte da nossa obra.

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