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  • Após reconhecimento em Paris, Michelle Sodario irá estrear em Cannes a convite de Philipp Plein

    Natural de Imperatriz, no Maranhão, influenciadora brasileira viverá agenda de eventos, ativações e compromissos exclusivos na Riviera Francesa Photo Disclosure Press Natural de Imperatriz, no Maranhão, a influenciadora Michelle Sodario viverá um dos momentos mais importantes de sua trajetória internacional ao marcar presença pela primeira vez no Festival de Cannes, na França, a convite da grife de luxo Philipp Plein. Atualmente morando em Riyadh, na Arábia Saudita, ao lado da família, Michelle vem ganhando destaque no mercado internacional após ser reconhecida em Paris em um evento voltado ao universo da moda e lifestyle. Photo Disclosure Press Além de passar pelo tradicional red carpet do Festival de Cannes, a influenciadora também cumprirá uma agenda de reuniões, ativações de marca, encontros estratégicos e outros compromissos exclusivos na Riviera Francesa durante o período do evento. Nas redes sociais, Michelle compartilha experiências ligadas à moda, beleza, luxo, gastronomia e cultura no Oriente Médio, conectando o público brasileiro a um olhar moderno e sofisticado da Arábia Saudita. Photo Disclosure Press Mesmo vivendo fora do Brasil, Michelle reforça que mantém forte conexão com suas origens nordestinas. A influenciadora faz questão de destacar suas raízes maranhenses e a importância da família em sua trajetória. “Minha ida a Cannes representa mais do que um evento. Representa a trajetória de uma mulher nordestina que saiu de Imperatriz para construir uma carreira internacional sem perder sua essência”, afirma.

  • O Guia da Noiva Inteligente: Como Pedir Orçamento Sem Cair em Furada

    Olá, querida noiva! Photos Disclosure press Na coluna da semana passada, te aconselhei sobre o tempo necessário para organizar o seu casamento com a saúde mental em dia. Então, hoje quero te ensinar algo ainda mais valioso: como pedir um orçamento de fornecedor sem cair em furada. Infelizmente, nem sempre temos como prever um golpe de fornecedor, mas muitas decepções que já ouvi de noivas poderiam ter sido facilmente resolvidas com as perguntas certas, logo no primeiro contato. Para a surpresa de muitas, o pedido de orçamento não começa na primeira troca de mensagens, mas sim na primeira visita ao Instagram do profissional. É lá que você precisa fazer a sua primeira análise: será que eu gostei do estilo deste fornecedor? Ele me passa confiança? Consigo ver nele o que eu quero no meu casamento? Já ouvi de uma noiva que ela escolheu o seu fotógrafo porque viu fotos de um casamento dele que pareciam exatamente com as suas inspirações, mas não percebeu que o estilo de edição dele era totalmente o oposto do que ela e seu noivo gostavam. Ou seja, ela o escolheu não pela fotografia, mas porque se viu em uma das noivas que ele fotografou. Não preciso nem dizer que ela não gostou das fotos, né? O casamento estava lindo, mas a proposta dele não combinava com ela. Eu, por exemplo, não sou o tipo de maquiadora que esconde o rosto de uma mulher debaixo de grossas camadas de produto e, muito menos, vou dizer a ela o que é “o melhor” apenas com base na minha opinião, desconsiderando o que ela espera para sua beleza. No meu Instagram, deixo isso muito claro. Então, quem procura algo diferente nem começa uma conversa comigo, entendem? Portanto, será que você realmente gostou e se identificou com o trabalho da pessoa ou apenas se viu em uma das noivas do perfil dela? Seguindo em frente, após entender se você realmente gostou do que viu, migramos para o WhatsApp para pedir o orçamento. Aqui, você precisa analisar mais alguns pontos: a pessoa demorou demais para te responder? E aqui não falo de algumas horas, principalmente se você mandou mensagem no fim de semana, quando o profissional está em dia de casamento. Se ele demora dias para um simples orçamento, sem explicação alguma, como será quando já tiver o seu dinheiro em mãos? Essa lógica não se aplica a fornecedores que realmente podem levar mais tempo para criar uma proposta, como buffet, decoração ou trajes sob medida, mas esteja sempre atenta! A falta de resposta depois da contratação é algo que escuto muito das minhas noivas. E de nada adianta uma entrega impecável no dia do evento se, nos meses que o antecederam, o fornecedor só causou estresse. Além da demora, este fornecedor te ouviu? Está interessado em saber mais sobre o seu sonho ou apenas te enviou um PDF rápido? Eu entendo que algumas pessoas prefiram uma resposta mais rápida e distante, mas isso não pode ser algo assumido de antemão pelos fornecedores. É um dia único e deve ser tratado como tal. Somos nós que sabemos tudo o que pode dar certo ou errado no grande dia, e temos que fazer questão de te passar todas as informações necessárias para que você esteja bem informada. Nunca se esqueçam: noivas informadas tomam as melhores decisões! Agora sim, vá pedir aquele orçamento que você estava procrastinando, mas, desta vez, com mais consciência. Nos vemos na próxima, Maria

  • Julio Lemos transforma trajetória em operação no setor offshore

    Fundador do Grupo Pacific, empresário brasileiro transforma experiência, disciplina operacional e visão de mercado em uma operação com atuação nas bacias de Campos e Santos, mais de 500 profissionais envolvidos e reconhecimento no segmento offshore. Photo Disclosure Press A trajetória de Julio Cesar da Costa de Lemos reúne origem popular, visão empreendedora e construção empresarial em um dos setores mais estratégicos da economia brasileira. Nascido no Rio de Janeiro e hoje à frente do Grupo Pacific, empresa especializada em ship chandler, catering e logística offshore, o executivo consolidou uma operação voltada ao abastecimento de embarcações e suporte à indústria de petróleo e gás. Antes de liderar uma operação conectada diretamente à cadeia offshore, Julio percorreu um caminho marcado por desafios pessoais, experiências comerciais e decisões empreendedoras. Sua trajetória ganhou registro editorial no livro Do Zero ao Topo: A Jornada de um Visionário no Mercado Offshore, publicado em 2025. A obra retrata a construção de uma carreira iniciada no Rio de Janeiro e consolidada em um dos mercados mais técnicos e exigentes do país. A relevância da história ultrapassa o aspecto pessoal. Segundo informações do Grupo Pacific, a companhia atende atualmente mais de 100 embarcações offshore, envolve mais de 500 profissionais direta e indiretamente, administra orçamento anual superior a R$ 80 milhões e ampliou sua carteira de clientes em 800% desde a fundação. Os números posicionam a empresa como parte relevante da cadeia de suprimentos marítimos ligada ao setor de energia. Photo Disclosure Press “Minha trajetória começou muito antes de eu entender o tamanho do mercado offshore. Aprendi cedo que empreender é resolver problemas, assumir responsabilidade e construir confiança. O crescimento do Grupo Pacific veio dessa combinação entre trabalho, método e compromisso com a entrega”, afirma Julio Lemos. O avanço da companhia acompanha um momento de expansão do próprio setor. Em 2025, a produção média anual de petróleo e gás natural no Brasil bateu recorde histórico, segundo dados da ANP, alcançando 4,897 milhões de barris de óleo equivalente por dia. O pré-sal respondeu por 79,63% da produção nacional no período, reforçando a importância das operações marítimas para a economia brasileira. Nesse cenário, Julio se especializou em um segmento que opera longe dos holofotes, mas é essencial para o funcionamento das embarcações: o ship chandler. A atividade envolve fornecimento de alimentos, EPIs, materiais operacionais, produtos de higiene, limpeza, utensílios e logística de abastecimento. Em operações offshore, onde atrasos podem representar custos elevados, eficiência e previsibilidade tornam-se fatores críticos. A atuação do executivo também é sustentada por formação técnica e certificações na área de gestão e qualidade. Julio é tecnólogo em Gestão da Indústria de Petróleo e Gás pela Universidade Estácio de Sá e auditor interno certificado ISO 9001:2015. Além da atuação empresarial, participa de mentorias, palestras e iniciativas ligadas ao empreendedorismo e gestão operacional. Macaé, sede do Grupo Pacific, também faz parte dessa construção. Conhecida como “Capital Nacional do Petróleo”, a cidade se consolidou como um dos principais polos da indústria offshore no Brasil. Foi nesse ambiente altamente competitivo que Julio estruturou sua operação e desenvolveu uma filosofia de gestão baseada em processos, qualidade e relacionamento. “Eu acredito que histórias empresariais só têm valor quando geram impacto para outras pessoas. O que construímos envolve empregos, fornecedores, famílias, tripulações e uma cadeia inteira que precisa funcionar com excelência. Esse é o legado que eu quero ampliar”, afirma o executivo.

  • Dentistas brasileiros apostam em atendimento humanizado para crescer nos Estados Unidos

    Clínicas abertas por profissionais do Brasil investem em tecnologia, acolhimento e experiência do paciente para se destacar no mercado americano Photo Disclosure Press Cada vez mais profissionais brasileiros da área da saúde têm encontrado espaço nos Estados Unidos apostando em um diferencial que vai além da técnica: o atendimento humanizado. Na odontologia, clínicas criadas por brasileiros vêm incorporando conceitos de acolhimento, conforto e experiência do paciente como estratégia para conquistar espaço em um mercado altamente competitivo. É nesse movimento que surge a Better Dental Studio, clínica inaugurada em Boca Raton pela dentista brasileira Dra. Letícia De Aguiar Silva, DDS. Formada em Odontologia no Brasil, ela também passou pelo processo de validação profissional nos Estados Unidos, onde concluiu residência na University of Florida College of Dentistry em 2022 antes de abrir a própria clínica no sul da Flórida. Photo Disclosure Press O espaço reúne odontologia digital, tecnologia de ponta e uma estrutura pensada para tornar a ida ao dentista menos estressante e mais confortável. A clínica conta com scanner digital, impressoras 3D, sistema para coroas no mesmo dia e recursos voltados à praticidade dos tratamentos. Mas o projeto também investe em detalhes pouco comuns em consultórios tradicionais, como café, estação de trabalho, cadeiras de massagem, música ambiente, varanda com vista para a natureza e TVs instaladas no teto dos consultórios. Photo Disclosure Press “A nossa ideia sempre foi criar um ambiente em que o paciente se sentisse acolhido. Muitas pessoas chegam ao consultório carregando ansiedade ou experiências negativas anteriores. A tecnologia ajuda no tratamento, mas a forma como o paciente é recebido também faz diferença”, afirma a Dra. Letícia. Segundo especialistas do setor, clínicas de saúde nos Estados Unidos têm passado por uma transformação nos últimos anos, aproximando-se cada vez mais dos conceitos de wellness e hospitalidade. A tendência acompanha uma mudança no comportamento dos pacientes, que passaram a valorizar não apenas o resultado final, mas também a experiência durante o atendimento. Photo Disclosure Press Além da tecnologia, a Better Dental Studio aposta em soluções que buscam reduzir desconfortos comuns da jornada odontológica, como kits de higiene antes das consultas, lip balm personalizado durante procedimentos mais longos e opções de personalização estética em tratamentos ortodônticos. Photo Disclosure Press Localizada em Boca Raton, uma das regiões mais valorizadas do sul da Flórida, a clínica também reflete o crescimento da presença de empreendedores brasileiros nos setores de saúde, estética e bem-estar nos Estados Unidos.

  • Por Trás do Sim: Tudo o Que Toda Noiva Precisa Saber

    Olá, noivas! Ai, que emoção: a primeira coluna do Bridal News! Meu nome é Maria Constanza, maquiadora e penteadista de noivas em Curitiba, e também estou noiva do grande amor da minha vida, o Luckas. Criei um grupo com todas as minhas noivas em 2024, no qual a gente compartilha desabafos, experiências e indicações, e, com os anos, esse grupo virou uma grande comunidade, com mais de 100 mulheres e muitas trocas preciosas. Photos Disclosure Press Em dois anos de grupo, surgiram discussões sobre o mercado de casamentos que toda noiva deveria saber antes de se casar, então estou aqui para salvar o dia de vocês, entenderam? Afinal de contas, eu sempre fui e sempre serei uma girl’s girl. Falando em mercado de casamentos, eu imagino que, se você está aqui, é porque já se deparou com ele e todas as suas possibilidades. Tantas ideias, fornecedores e preços variados… Como não se desesperar organizando um casamento com tanta informação? Como continuar cumprindo com seus compromissos profissionais, sociais e familiares e, ao mesmo tempo, organizar um evento para tanta gente, que envolve milhares de reais e um cronograma impecável? É impossível começar a falar da organização de um casamento sem abordar a sua rotina. Não quero ser mais uma pessoa dentro da mídia que te diz que toda a sua vida deve girar em torno do planejamento ou o dia não será perfeito. No entanto, existe, sim, uma exigência financeira, emocional e de tempo para ter o dia dos sonhos, a não ser que você pague uma produtora de eventos para fazer e decidir absolutamente tudo por e para vocês, o que não é a realidade ou vontade da maioria das pessoas. Pensa comigo: você precisa conversar com uma média de 100 fornecedores para contratar os essenciais para o dia e comparar seus serviços e valores; logo começam as visitas técnicas, provas de trajes e degustações (essa parte é a melhor de todas). Entregas de convites, ensaios, reuniões infinitas e microdecisões são as etapas mais próximas do casamento e costumam ser as que mais estressam os noivos ocupados. Por último, adicione a tudo isso vários áudios da sua tia, que você vê uma vez por ano, achando um absurdo você não querer convidar o seu primo Juninho, que te viu pela última vez quando você tinha 14 anos. É de enlouquecer, né? Como psicóloga, eu prezo demais pela sua saúde mental, rs. Portanto, meu primeiro conselho para você é: se tiver a possibilidade, organize o casamento com um ano a um ano e meio de antecedência e, por favor, não faça isso sem uma assessoria. Essa função vai te poupar muito estresse e prejuízos financeiros, se for uma boa profissional (escute o meu podcast “Por Trás do Sim” para entender o que é uma boa e uma péssima assessoria). E o conselho também vale para quem sabe ler contratos, viu? Você pode ter todo o conhecimento técnico para entender as cláusulas, mas não tem a experiência na área para saber o que é essencial em um dia de casamento e o que pode faltar no serviço de alguém. Se te assustei, me desculpe. A última coisa que eu quero é que uma noiva sofra nos meses que antecedem o casamento, e muito menos no grande dia. Mas, como sempre digo: “Noivas bem-informadas tomam as melhores decisões!”. É para isso que estou aqui: garantir que o seu dia seja o melhor de todos, sendo ou não a sua fornecedora. Que tal nos encontrarmos aqui de novo, semana que vem, para mais informações honestas e um bom cappuccino? Um abraço, da sua Fada Madrinha Maria.

  • MOCHER Studios redefine o streetwear com leveza, sofisticação e identidade própria

    Em meio a um mercado onde muita coisa parece igual, a MOCHER Studios surge com uma proposta diferente. A marca vai além de roupas. Ela representa um estilo de vida, com uma estética que mistura liberdade, sofisticação e autenticidade. Photos By @phantoxefilmes A MOCHER nasceu de um desejo simples e verdadeiro. Criar peças que seus próprios fundadores gostariam de usar, mas não encontravam no mercado brasileiro. A partir disso, o que era algo pessoal começou a ganhar forma e conexão com outras pessoas. Os criadores da marca são irmãos gêmeos, que nem sempre foram próximos. Foi a moda que aproximou os dois. Com o tempo, começaram a trocar referências, ideias e opiniões sobre o que faltava no mercado. O momento decisivo aconteceu quando mostraram as primeiras peças. As pessoas começaram a perguntar onde poderiam comprar, se a marca iria lançar uma coleção, quando isso aconteceria. Esse retorno mostrou que não era só uma vontade pessoal. Existia um público que pensava igual. A MOCHER tem uma característica muito forte que vem dessa parceria. Um dos irmãos tem uma pegada mais streetwear, com influência urbana e modelagens mais amplas. Já Valentina traz um olhar mais sofisticado, elegante e com referências vintage. Essa mistura acontece de forma natural e é exatamente o que define a marca hoje. O resultado é um streetwear mais refinado, com identidade própria e longe do óbvio. A marca se inspira em lugares como Mônaco, Ibiza e o sul da França. Mas não pelo luxo exagerado. O foco está no estilo de vida. A leveza dos encontros, o fim de tarde com amigos, o jeito simples de viver bem. Esse estilo também conversa muito com o Brasil, principalmente com o clima, o litoral e a forma como as pessoas se relacionam. A MOCHER nasce justamente dessa conexão. Uma geração que valoriza liberdade, estilo e não sente necessidade de provar nada para ninguém. A marca carrega uma atitude, mas não de forma exagerada. A chamada rebeldia da MOCHER aparece de maneira mais sutil. Ela está na escolha de não seguir tendências só porque estão em alta. Está nos detalhes das peças, como bordados, recortes e estampas que têm significado. Também aparece na forma de comunicação, com fashion films e um universo visual próprio. As peças da MOCHER são criadas com atenção ao conforto, caimento e qualidade. A ideia é que sejam usadas em diferentes momentos e por muito tempo. A experiência do cliente é levada a sério. A marca costuma entrar em contato depois da compra para entender como foi, o que pode melhorar e como as peças estão sendo usadas. O objetivo não é vender por impulso. É criar uma relação com pessoas que realmente se identificam com a marca. A MOCHER ainda está em construção, mas com um caminho bem definido. A próxima coleção, prevista para julho, será inspirada em uma cidade italiana. Como já faz parte da identidade da marca, ela também virá acompanhada de um fashion film. O crescimento é pensado com calma. A ideia não é crescer rápido a qualquer custo, mas evoluir mantendo a essência. A MOCHER Studios mostra como o streetwear brasileiro pode evoluir. Com uma proposta mais consciente, estética bem definida e foco em identidade, a marca se posiciona como parte de um novo momento da moda. Um momento em que estilo e propósito caminham juntos. Confira entrevista exclusiva: 1. A MOCHER Studios nasce de um desejo muito pessoal de criar peças que vocês mesmos gostariam de usar. Em que momento vocês perceberam que essa vontade poderia se transformar em uma marca com identidade própria? A MOCHER nasceu de uma conexão que a moda nos deu. Eu e a Valentina somos irmãos gêmeos, mas o que realmente nos aproximou foi o interesse comum pela moda. Passamos a trocar ideias, debater referências, discutir o que faltava no mercado. Antes mal fazíamos algo juntos. O momento em que algo clicou foi quando apresentamos as primeiras peças. As pessoas começaram a perguntar onde compravam, se íamos produzir, quando lançaríamos as peças. Aquele feedback espontâneo nos mostrou que não estávamos criando algo só para nós, mas que na verdade havia um público que sentia a mesma falta que a gente. 2. Sendo fundada por dois irmãos com estilos diferentes, como essa dualidade criativa influencia o processo de criação e o resultado final das coleções? Essa dualidade é exatamente o que define a MOCHER. Eu venho do streetwear, gosto de volume e referências urbanas. A Valentina tem uma inclinação mais sofisticada, elegante e com referências vintage. Quando juntamos essas duas visões, o resultado é algo novo, com identidade própria e forte. O streetwear sofisticado que a MOCHER representa não foi uma decisão estratégica, foi uma consequência natural da junção de nós dois. 3. A marca traz referências do lifestyle europeu de lugares como Mônaco, Ibiza e o sul da França. Como vocês traduzem essa atmosfera leve e sofisticada para o contexto do streetwear brasileiro? O que nos atrai no lifestyle europeu é o ritmo: a leveza de um fim de tarde com amigos, a sofisticação sem esforço de quem vive bem sem precisar provar nada. Uma relação leve com o tempo e com o verão. Esse sentimento tem muito a ver com o Brasil também, com o litoral, com a nossa forma de socializar, com a nossa relação com o verão. A tradução acontece quando entendemos que existe uma geração brasileira vivendo algo próximo disso. A MOCHER nasce exatamente nesse ponto de encontro. Da ideia de levar a vida de forma leve e da consciência de não precisar provar nada a ninguém, liberdade. 4. Vocês mencionam uma "rebeldia sutil" na essência da MOCHER. Como essa atitude se manifesta nas peças e na comunicação da marca? A rebeldia da MOCHER não é barulhenta. Ela não precisa ser. Está em ocupar um espaço que o mercado brasileiro ainda não havia ocupado com consistência entre o streetwear e a sofisticação. Está na escolha de não seguir tendências, mas de construir uma estética própria. Nas peças, aparece nos detalhes, um bordado inesperado, um recorte, uma estampa que conta uma história. Na comunicação, aparece nos fashion films, no universo visual que construímos em cada coleção, algo único. É uma rebeldia de quem tem ponto de vista próprio e não precisa de aprovação para expressá-lo. 5. A escolha por modelagens amplas, tecidos de alta qualidade e atenção aos detalhes mostra um cuidado com longevidade e versatilidade. Qual é o papel da experiência do consumidor no desenvolvimento de cada coleção? É central. Temos o costume de entrar em contato pessoalmente com cada cliente após o recebimento do pedido. Não para vender mais, mas para entender se ele gostou, o que mudaria, como está usando. Não queremos compras por impulso. Queremos pessoas que escolheram a MOCHER conscientemente e que pretendem usar nossas peças por anos. Esse retorno direto dos clientes alimenta cada nova coleção. No conforto, no caimento e nos detalhes. 6. A MOCHER ainda está em fase de construção e evolução. Quais são os próximos passos estratégicos para consolidar a identidade da marca e expandir para novos mercados? Atualmente, estamos produzindo a nossa quarta coleção, prevista para julho, e é tudo que podemos revelar por enquanto… exceto que será inspirada em uma cidade italiana. A Mocher vai continuar entregando o que sempre entregou: produto com identidade, estética consistente e um fashion film com enredo sobre o universo da coleção. A construção da MOCHER é intencional e sem pressa. Preferimos crescer com consistência do que escalar sem identidade.

  • Dia dos Namorados: DLK Modas tem o presente ideal para casais que gostam de praticar exercícios físicos

    Marca conecta o conceito de uma vida ativa em casal à versatilidade dos looks para diferentes momentos do dia Photos Disclosure by press Ainda não sabe o que comprar para o seu namorado ou namorada no Dia dos Namorados? Para casais que gostam de treinar juntos, a DLK Modas surge como uma opção que une conforto, estilo e performance. Mais do que peças esportivas, a proposta da marca é incentivar uma rotina saudável a dois, transformando o treino em um momento de conexão. Os looks também se destacam pela versatilidade, podendo ser usados em diferentes momentos do dia, além da academia. A seguir, confira uma seleção de produtos com preços especiais para a data: ⸻ Para elas •⁠ ⁠Macaquinho fitness feminino com lateral canelada Motion Lines DLK R$ 103,49 no Pix ou boleto | R$ 114,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Casaco feminino transpassado com amarração Motion Lines DLK R$ 80,09 no Pix ou boleto | R$ 88,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Top fitness feminino modelo nadador DLK R$ 53,99 no Pix ou boleto | R$ 59,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Short fitness feminino DLK R$ 59,39 no Pix ou boleto | R$ 65,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Bolsa banana Soul DLK R$ 188,99 no Pix ou boleto | R$ 209,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Tênis esportivo feminino com detalhe no solado DLK R$ 267,29 no Pix ou boleto | R$ 296,99 em até 6x sem juros ⸻ Para eles •⁠ ⁠Camiseta fitness masculina dry fit com recortes nas costas DLK R$ 110,69 no Pix ou boleto | R$ 122,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Short fitness masculino com bolsos DLK R$ 127,79 no Pix ou boleto | R$ 141,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Regata fitness masculina dry fit DLK R$ 100,79 no Pix ou boleto | R$ 141,99 em até 6x sem juros •⁠ ⁠Tênis esportivo masculino com detalhe no solado DLK (branco e preto) R$ 267,29 no Pix ou boleto | R$ 296,99 em até 6x sem juros

  • Dra. Mariana Ribeiro: Biosubcision e a nova lógica da estética global

    'BEAUTY' COVER EDITION - APRIL 2026 ISSUE Photographer: Hay Torres - @haytorres / Make: Hellen Souza - @hellenbeautyartist Há um momento silencioso em que uma indústria deixa de evoluir e começa a se reorganizar. A estética atravessa exatamente esse ponto. Não por tendência, mas por esgotamento de modelo. É nesse deslocamento que o nome de Mariana Ribeiro ganha relevância. Não pela repetição do que já funciona. Pela construção de uma lógica própria. Uma forma de pensar o corpo que abandona a fragmentação. Volume, textura e sustentação deixam de ser tratados como partes isoladas e passam a responder como sistema. A Biosubcision surge dessa virada. Mais do que um procedimento, ela propõe uma leitura estrutural. Atua na reorganização das camadas do tecido, na redistribuição de tensões e na forma como o olhar clínico interpreta o todo. O resultado deixa de ser soma de intervenções e passa a ser consequência de uma lógica integrada. Quando a leitura muda, o resultado deixa de ser ajuste. Passa a ser coerência. Durante o AMWC – Aesthetic & Anti-Aging Medicine World Congress, em Mônaco, essa abordagem foi reconhecida entre as mais relevantes do mundo. Um sinal claro de mudança de eixo. O Brasil deixa de apenas acompanhar e passa a influenciar a direção da estética global. Ainda assim, o ponto central não está no reconhecimento. Está na decisão de transformar prática em método. Ao estruturar ensino, formar médicos e organizar um modelo replicável, Mariana desloca sua atuação para um território raro. Autoria com escala, sem diluição. Um campo em que a medicina deixa de ser apenas execução e passa a operar como arquitetura. É nesse ponto que sua trajetória se redefine. O que está em jogo não é apenas resultado estético. É percepção aplicada. Existe uma linha precisa entre alterar aparência e reorganizar identidade. Quando essa linha é atravessada com método, o impacto não se limita ao espelho. Ele se manifesta na forma como uma mulher sustenta presença, ocupa espaços e conduz decisões. O corpo deixa de ser superfície. Passa a ser linguagem. Depois de anos operando no excesso, o movimento da estética aponta para outra direção. Mais técnica. Mais silenciosa. E, justamente por isso, mais profunda. Menos intervenção como gesto. Mais intenção como critério. Não é sobre introduzir uma técnica. É sobre estabelecer um novo padrão de leitura. E quando o padrão muda, não é apenas o resultado que evolui. É a forma como a estética passa a ser entendida. E, a partir disso, nada permanece igual. A seguir, o pensamento por trás dessa construção. Sua trajetória nasce de um lugar íntimo, atravessado por memória, perda e propósito. Em que momento a medicina deixou de ser um sonho herdado e passou a ser, de fato, uma escolha sua? Eu creio que esse sonho nunca foi apenas herdado da minha história. Ele foi, na verdade, depositado por Deus. Antes mesmo de eu compreender o que era medicina, já existia uma direção. Meu avô foi quem profetizou que eu seria médica, e desde a minha mais tenra infância esse chamado nasceu dentro de mim de forma muito clara. Eu nunca cogitei outro caminho. Nunca dividi esse sonho com nenhuma outra possibilidade. Nunca houve dúvida. Mas, com o tempo, eu entendi que não se tratava apenas de seguir um destino, e sim de responder a um propósito. A medicina deixou de ser apenas algo que eu carregava desde criança e se tornou, de fato, uma escolha minha quando eu reconheci que aquele dom não era sobre mim. Era sobre o que Deus queria fazer através de mim. Foi nesse momento que deixou de ser herança e passou a ser entrega. Ao longo da sua prática, você percebeu que a estética impacta não apenas a aparência, mas a forma como uma mulher se posiciona no mundo. Até que ponto transformar o corpo é, na verdade, reconstruir identidade? Se a estética não fizesse parte da identidade de uma mulher, ela não teria tanto impacto na autoestima. E isso, na prática, fica muito claro. Porque autoestima não é algo superficial. Ela determina como essa mulher se enxerga e, a partir disso, como ela se posiciona no mundo. Uma autoestima fragilizada limita. Diminui a presença, a voz, as escolhas. Já uma autoestima fortalecida expande, reposiciona, autoriza essa mulher a viver de forma mais plena. E autoestima e identidade estão diretamente conectadas. Então, quando eu trato o corpo, eu sei que não estou lidando apenas com forma ou estética. Eu estou tocando em algo muito mais profundo: a forma como essa mulher se reconhece. Transformar o corpo, nesse contexto, não é criar uma nova identidade. É remover aquilo que distorce e permitir que ela volte a acessar quem sempre foi. Por isso o impacto é tão grande. Porque não termina no espelho. Se manifesta na forma como ela vive. Você desenvolveu uma abordagem própria, reconhecida internacionalmente. O que existe nela que vai além da técnica? Aquilo que o olhar comum não percebe, mas que define o resultado? O que diferencia a minha abordagem não é apenas a técnica em si. É a forma como ela foi pensada. A maioria dos tratamentos glúteos ainda atua de forma isolada. Ou foca em volume, ou trata a celulite de forma pontual, ou tenta melhorar a flacidez separadamente. Mas o corpo não funciona em partes. A Biosubcision nasce exatamente dessa quebra de lógica. É um tratamento integrado, que não ignora nenhuma queixa. Através da subcisão global, eu não estou apenas tratando pontos. Eu estou alterando a anatomia. Essa liberação global dos septos fibróticos remodela toda a estrutura do tecido. E isso muda tudo. Porque, diferente do que muitos pensam, o resultado não depende apenas do produto aplicado. Na verdade, ele depende muito mais da técnica. Mesmo utilizando produtos absorvíveis, a alteração estrutural promovida pela subcisão faz com que esse glúteo nunca mais volte a ser o mesmo. Por isso, é um procedimento totalmente operador-dependente. Não é sobre o produto. É sobre conhecimento. É sobre ciência. É sobre método. E, principalmente, sobre um olhar capaz de identificar todas as queixas e tratá-las de forma conjunta. É essa integração entre visão e execução que define o resultado. Sua trajetória começa a ultrapassar a prática clínica, com a formação de médicos e o licenciamento da sua técnica. Em que momento você percebeu que estava construindo algo maior do que a própria medicina? A harmonização glútea sempre foi um campo muito marginalizado, com pouca ciência e muitos resultados inconsistentes. Isso gerava uma frustração clara: pacientes investindo alto para receber resultados pouco expressivos e efêmeros. A Biosubcision nasce exatamente dessa inconformidade. Não como mais uma técnica, mas como uma resposta para elevar o padrão. O ponto de virada foi quando eu entendi que isso não podia ficar restrito às minhas mãos. A partir daí, a formação de médicos e o licenciamento passaram a ser essenciais. Não só para ensinar o procedimento, mas para levar uma nova forma de enxergar e tratar o paciente. E quando essa visão ganha validação científica, tudo muda. Ser reconhecida como um dos melhores procedimentos corporais não cirúrgicos do mundo dentro do AMWC – Aesthetic & Anti-Aging Medicine World Congress não é só uma conquista pessoal. É a harmonização glútea sendo reposicionada no centro da medicina estética. Nesse momento, deixou de ser sobre mim. Passou a ser sobre transformar um mercado inteiro e deixar um legado. Em um cenário onde a estética ainda é frequentemente reduzida à superficialidade, o seu trabalho segue na direção oposta. O que você acredita que as pessoas ainda não compreenderam sobre o verdadeiro impacto da beleza? Que beleza nunca foi sobre aparência. Beleza é sobre alinhamento. Quando uma mulher está desalinhada com quem ela é, isso transparece. E quando ela se realinha, isso também transparece. O problema é que as pessoas ainda confundem estética com excesso, com artificialidade, com vaidade vazia. Mas a estética verdadeira, a que eu acredito e pratico, é silenciosa. Ela não grita. Ela não chama atenção pela mudança. Ela chama atenção pela harmonia. E o maior impacto não está no que os outros veem. Está no que a mulher passa a sentir sobre si mesma. Se pudesse ampliar sua voz para além da medicina e alcançar o mundo sem filtros, qual mensagem ainda precisa ser dita em voz alta? Que o propósito não é apenas terreno. Ele é eterno. Sim, Deus nos chama para viver um propósito aqui na Terra, para construir, servir, impactar vidas. Mas nada disso pode ocupar o lugar do que é principal: a salvação. Porque você pode alcançar tudo, crescer, prosperar, ser reconhecida e, ainda assim, estar distante daquilo que realmente importa. Eu entendi que o maior propósito não é o que eu faço aqui. É para onde eu estou indo. E viver alinhada com Deus não é só sobre cumprir um chamado profissional. É sobre viver uma vida que aponta para a eternidade. Se eu pudesse dizer algo ao mundo, seria isso: Não troque o eterno pelo temporário. Construa, conquiste, avance, mas não perca a sua alma no caminho. Porque, no final, não será sobre o que você realizou aqui, mas sobre ter vivido em alinhamento com Aquele que te chamou. E é nesse lugar que tudo ganha sentido. (Texto que reflete unicamente a opinião da convidada, sendo a revista apenas um canal de comunicação sem lado ou religião). Compre agora a revista impressa da edição pelo link abaixo. Enviado globalmente:

  • JESUS LUZ E O NOVO MASCULINO

    ‘MAN’ COVER EDITION - GLOBAL ISSUE Photo: @andersonmmacedo_ | @demmacedo / Video: @olivervideomaker_ / Beauty: @dariobion / Stylings: @diegobbueno & @eduardomurari / Studio: @openestudio / RP: @cmassessoriaoficial @iamclaudiamagalhaes Na intersecção entre música, moda e presença de palco, Jesus Luz constrói uma trajetória que ultrapassa a ideia tradicional de performance. Ele não apenas toca, ele conduz atmosferas, cria conexões e transforma cada apresentação em experiência. Como capa da edição MAN  da Hooks Magazine, ele representa um masculino contemporâneo que combina força, sensibilidade e propósito. Com uma carreira internacional sólida, seu nome circula por alguns dos espaços mais exclusivos do mundo, de clubes icônicos em Nova York a eventos nas capitais da moda como Milão, Londres e Paris. Sua presença carrega intensidade e autenticidade, elementos que o tornaram referência tanto na música eletrônica quanto no universo fashion. Desde o início, Jesus compreendeu que o palco poderia ser mais do que visibilidade. Para ele, trata-se de conexão. Ele explica que sempre buscou ser um canal de energia positiva, deixando o ego de lado para entregar algo verdadeiro ao público. Essa escolha moldou sua relação com as pessoas e ajudou a construir uma carreira duradoura baseada em entrega genuína. Sua trajetória entre moda e música aconteceu de forma natural. Antes de se consolidar como DJ, ele já vivia o universo fashion como modelo. Essa vivência criou uma fusão orgânica entre som e imagem, que hoje se traduz em apresentações em eventos de grandes maisons como Dolce & Gabbana e Valentino. Para ele, moda e música caminham juntas, se complementam e potencializam experiências. Ao se apresentar em diferentes partes do mundo, Jesus desenvolveu uma habilidade essencial para um artista global. Ele entende que cada público é único. Seus sets são pensados de acordo com o contexto, incorporando referências locais e criando uma sensação de pertencimento. Essa leitura sensível transforma cada apresentação em algo exclusivo e fortalece sua conexão com o público. Além dos palcos, existe um compromisso que guia suas escolhas. Envolvido em causas sociais, ele utiliza sua visibilidade como ferramenta de transformação. Sua participação em ações com a Ampara Animal reforça sua visão de que a arte tem um papel fundamental na sociedade. Para ele, ajudar o outro é também uma forma de equilíbrio pessoal, um caminho que o mantém centrado em meio às exigências da carreira. Hoje, o que o move vai além da realização profissional. Existe uma responsabilidade com as pessoas ao seu redor, com sua família e com todos que fazem parte de sua trajetória. Ele encontra motivação em ver o impacto positivo do seu trabalho e em contribuir para o crescimento coletivo. Na Hooks Magazine, a edição MAN  propõe uma reflexão sobre o novo masculino. Um homem que entende sua influência, valoriza conexões reais e encontra força no propósito. Jesus Luz traduz essa visão com naturalidade, mostrando que presença vai além da imagem e que sucesso ganha ainda mais sentido quando compartilhado. Confira entrevista exclusiva com Jesus Luz: 1. Você construiu uma carreira internacional sólida como DJ, passando por alguns dos clubes e eventos mais exclusivos do mundo. Em que momento percebeu que sua presença ia além da música e se tornava um verdadeiro espetáculo? "Olha, muito obrigado, primeiramente, pela pergunta número um, com esse super elogio. Eu acho que bem desde o começo, assim, eu já coloquei como, eu já tive esse insight de estar no palco e ser um canal de alegria para as pessoas, e ser um canal de música, de alegria, de energia, de luz. Eu tentava sempre o máximo eliminar o meu ego, eliminar aquela vaidade, né, aquele momento de estar no palco, que eu acho que todo artista passa por isso, ou quase todo, e simplesmente ser um canal. E isso me fortaleceu muito. Eu acho que as pessoas sentiam isso e isso me aproximava, sempre me aproxima muito do público, essa minha entrega. E eu, com o tempo, fui aperfeiçoando isso. Eu acho que isso também foi um fator decisivo para eu trabalhar com isso há tantos anos, até hoje. E todo lugar que eu vou, eu tenho o privilégio, assim, e a gratidão — sou muito grato a isso — eu sempre volto para todos os lugares que eu sou contratado. Então, mais uma vez, obrigado aí pelo super elogio e é isso." 2. Sua trajetória conecta música, moda e entretenimento de forma muito orgânica, especialmente com apresentações em eventos de grandes maisons. Como você enxerga essa intersecção entre o universo fashion e a música eletrônica hoje? “Eu já falei isso algumas vezes, em algumas entrevistas, né? A música e a moda, elas andam de mãos dadas, né? Então, eu ter começado como modelo e ter migrado pra cena eletrônica, né, pro mundo dos DJs, vamos dizer assim, foi, assim, algo muito natural e que fluiu, assim, sabe? Foi uma união muito boa. Eu já perdi a conta de, eu já perdi a conta de quantas vezes eu toquei e desfilei em um evento, sabe? Muita gente me contrata já nesse formato, porque já é uma coisa que funciona muito, sabe? E realmente foi, foi um grande privilégio, assim, eu ter isso já no sangue também. Eu tinha o DJ como uma figura, né, como um ídolo desde criança, né, desde mais novo. Assim, assim que eu tive contato com a figura do DJ, né, meus amigos que eram DJs, eu sempre brincava com eles, aprendia com eles um pouco, né? E isso tudo tava meio que entranhado na minha, no meu sangue, né, já. Minha família também, apesar dos meus pais não serem artistas, eles tinham uma veia, veia artística muito forte. Minha mãe dança todo tipo de dança até hoje, meu pai tocava vários instrumentos e cantava também. Então, eh, eu acho que foi também algo que foi acontecendo naturalmente dentro de mim." 3. Ao se apresentar para públicos tão diversos, de festivais globais a ambientes mais intimistas e exclusivos, como você adapta sua energia e seu set para criar experiências únicas em cada contexto? "Sim, com certeza, né? Eu faço também turnês na Europa, nos Estados Unidos, né? Há pouco tempo eu estive em Moçambique, eu estive em Luanda, na Angola. Então, ah, muda muito, de um lugar para outro. Até mesmo dentro do Brasil, ah, muda muito, assim. E eu tento também trazer um pouco da raiz do lugar que eu tô, fazer uma brincadeira ali, ah, tocar algum, alguma música que é muito específica daquela região, né? Eh, isso também é bem legal, fazer um remix, fazer uma brincadeira. Ah, isso faz, traz um pertencimento, as pessoas se sentem homenageadas ali, e traz uma conexão muito forte, né, com o artista. Obviamente não sou só eu que faço isso, né, isso eu aprendi também observando e, e há uma forma muito forte, assim, de se conectar. Então, basicamente, eh, cada lugar eu tenho um set único. Alguns vão variar mais, outros vão variar menos, dependendo de cada contexto." 4. Você também utiliza sua visibilidade para apoiar causas sociais, como sua participação em eventos da Ampara Animal. Qual é o papel da arte e da influência pública na construção de impacto social real? "Eu acho que o papel da arte é essencial e está intrínseco. Eu acho que desde que a arte nasceu, vamos dizer assim, ela já tem esse papel, né? Esse impacto social já faz parte da arte. Isso, por mais que, às vezes, as pessoas separem, ou tenham menos influência ou mais influência, a arte tem como propósito isso, né, transformação, né? É um dos propósitos da arte é a transformação social. E, para mim, tá, falando assim, mais de uma pegada, mais de uma visão espiritual, é uma grande oportunidade que eu tenho. Ah, como ser humano, é que meu trabalho, eh, me dê essa oportunidade. Ah, de eu trabalhar com ONGs, de eu fazer ações, ah, sociais, e isso, na verdade, para mim, é, eu falo brincando, até, pro pros meus amigos, assim, pra minha família, é minha salvação, sabe? Isso é meu, o meu equilíbrio. Quando eu tô muito obsecado com a minha carreira, obsecado comigo mesmo, autocentrado, o que me tira de qualquer tipo de depressão, ou de beirar uma depressão, ou de começar a ficar, eh, sabe, intoxicado com a minha fama, ou com com com as bênçãos da minha vida, que isso acontece com muita gente, é a caridade. É, é esse, essa troca social profunda, de transformar vidas, e que acaba transformando a minha vida, automaticamente. Então, eu aprendi isso desde cedo, também, com uma pessoa muito especial, que sempre que eu estivesse eh, beirando uma depressão, ou muito autocentrado, ou obsecado pela minha carreira, que eu sou capricorniano, também, né? Eh, eu buscasse ajudar o próximo. E isso sempre me tirou de qualquer fossa. Sempre." 5. ⁠Depois de tantas experiências internacionais e colaborações de alto nível, o que ainda te move criativamente hoje e quais são os próximos passos que você deseja explorar na sua carreira? "Eu acho que o que me move, hoje, é, é minha família. É, sabe? Eu tenho essa, esse... Eu não digo que é um peso, né? Essa, esse, esse fardo, né? As pessoas costumam muito levar para esse lado. Eu tenho essa responsabilidade, né, de, de cuidar da minha família. Tem muitas pessoas, tanto da minha família, né, quanto, ah, colaboradores que precisam que eu funcione hoje. O meu sucesso, hoje, ele contribui para vida de muitas pessoas, né, da minha família e fora da minha família. Então, ah, o que mais me motiva, hoje, é eu honrar a vida dessas pessoas. Honrar a minha própria vida, né, e atingir meus sonhos, meus objetivos, minhas ambições, ter essa satisfação pessoal. Ver o sorriso no rosto das pessoas satisfeitas com o meu trabalho. Aquele contratante que me abraça, me agradecendo, aquele fã que me abraça, aquele admirador, é, essa satisfação maravilhosa. E ver as pessoas, ah, progredindo, produzindo, evoluindo junto comigo, isso é o meu combustível, meu gás. Eh, o que me dá satisfação pessoal, né, e voltando lá para, para outra pergunta também, e a oportunidade de, ah, de poder ajudar socialmente alguma coisa, mesmo que seja pequeno, né? Eu tô falando de mega ações sociais, eu tô falando do básico, assim, do mínimo. Eh, isso tudo, ao meu, eh, se torna combustível motivacional, se torna ambição. Pequenas coisas, às vezes, que eu faço, se tornam grandes ambições na minha carreira. Pequenos atos."

  • Apresentadora e influenciadora Luiza Malavazzi fecha parceira com a Maxfem

    Ela falou sobre a praticidade do revolucionário Imunofem Gummy Photo Disclosure Press Cada vez mais, artistas e influenciadoras vêm investindo na praticidade na hora de cuidar da saúde íntima. A apresentadora Luiza Malavazzi acaba de anunciar uma parceria com a Maxfem. Através do Instagram, a influencer falou sobre o Imunofem Gummy, o primeiro probiótico para saúde íntima feminino em formato gummy do Brasil. O produto inaugurou uma nova categoria no mercado ao apresentar uma alternativa mastigável, saborosa e pensada especialmente para a saúde íntima e intestinal da mulher. Photo Disclosure Press "Eu achava que estava dando conta de tudo… até entender que o cuidado começa de dentro pra fora. Essa é a PRIMEIRA GUMMY com PROBIÓTICOS do Brasil que veio nos ajudar a cuidar mais da saúde íntima. Ela ajuda no equilíbrio da saúde íntima, na flora e ainda contribui pro bem-estar geral ✨ Prática, gostosa e ainda cuida do equilíbrio do corpo! Se você quiser testar também, tem meu CUPOM 🏷️LUIZA15 Você já cuida disso?", escreveu no vídeo. Diferente das cápsulas tradicionais, o Imunofem Gummy propõe uma experiência mais leve e fácil de manter no dia a dia — fator essencial para a eficácia dos probióticos. A fórmula combina 40 bilhões de unidades formadoras de colônia (UFCs) de uma mistura exclusiva de probióticos, além de cranberry e enzimas digestivas, ingredientes associados ao cuidado do trato urinário, equilíbrio intestinal e suporte à microbiota íntima. Photo Disclosure Press Luiza Malavazzi, 26 anos, é apresentadora, influenciadora, criadora de conteúdo, modelo e formada em Nutrição. Com uma comunicação leve, autêntica e estratégica, compartilha sua rotina, dicas de beleza, lifestyle, autocuidado e conteúdos de humor de identificação, gerando forte conexão com sua audiência. Com mais de 70 milhões de visualizações, transforma conteúdos em recomendações naturais que geram valor para as marcas. Photo Disclosure Press Seu trabalho já foi reconhecido pela imprensa consolidando sua credibilidade e relevância no mercado digital. Photo Disclosure Press

  • JAQUELINE WALKER: A FORÇA DA AUTENTICIDADE NA EDIÇÃO SPAIN DA HOOKS MAGAZINE

    ‘SPAIN’ EDITION COVER - APRIL 2026 ISSUE Photos: Gabriel Herrera / Fashion Stylist: Katalina Csonka / Makeup: Diego Luna Na nova edição SPAIN da Hooks Magazine , a capa ganha um significado que vai além da estética. A escolha de Jaqueline Walker não é apenas sobre imagem, mas sobre presença, identidade e uma narrativa construída sem concessões. Em um mercado onde a construção visual muitas vezes se sobrepõe à essência, Jaqueline surge como um contraponto poderoso. Ela não interpreta a autenticidade, ela a revela. Desde cedo inserida no universo da moda, sua trajetória foi marcada por uma exposição intensa a padrões, críticas e expectativas. Foi nesse cenário que ela desenvolveu algo raro, consciência de si. “Autenticidade não se aprende, se revela”, afirma. Essa percepção, no entanto, não veio de forma imediata. Apenas após os 25 anos ela encontrou a segurança necessária para reconhecer sua própria potência, sem medo do julgamento externo. Essa maturidade não surgiu por acaso. Crescer dentro da indústria exigiu postura, resiliência e uma capacidade emocional incomum. A vivência precoce ensinou Jaqueline a lidar com críticas antes mesmo de estar completamente formada como indivíduo. Hoje, ela reconhece que essas experiências moldaram não apenas sua carreira, mas sua identidade. Existe nela uma presença que não se ensaia, se sustenta. Em um mercado onde a construção de personagens faz parte do processo, Jaqueline equilibra com precisão o papel e a verdade. Para ela, interpretar não significa perder a essência. “Podemos assumir personagens, mas isso não anula quem somos”, explica. Essa dualidade entre performance e autenticidade é justamente o que a torna magnética diante das câmeras. Sua visão sobre moda também rompe com o superficial. Para Jaqueline, vestir-se é comunicar. Cada escolha carrega uma leitura, um posicionamento e uma mensagem implícita. Não se trata apenas de estética, mas de narrativa. A imagem nunca é neutra, ela fala, provoca e direciona percepções. Sua estética, frequentemente descrita como algo que não pede permissão, já foi tanto um obstáculo quanto uma ponte. Desafios surgiram, portas se fecharam, mas muitas outras se abriram justamente pela coragem de não se moldar ao esperado. Em um mercado que valoriza o previsível, Jaqueline aposta no risco. Essa inquietação também se reflete na forma como enxerga a imagem. Ela busca narrativas visuais que não entregam respostas prontas, mas que instigam. “Gosto da dúvida, do enigma. Não permitir ser lida completamente é essencial”, diz. Existe em sua construção estética um desejo claro de provocar o olhar e criar imagens que não se esgotam no primeiro contato. Na capa da edição SPAIN da Hooks Magazine , Jaqueline Walker não apenas posa, ela se posiciona. Representa uma nova geração de modelos que entendem a moda como linguagem e identidade como potência. Em um cenário global cada vez mais saturado de imagens, sua presença reafirma algo simples e ao mesmo tempo revolucionário. Ser autêntico ainda é o maior ato de estilo. Confira entrevista completa: 1. Você afirma que “autenticidade não se aprende, se revela”. Em que momento da sua trajetória você percebeu isso de forma mais clara? Quando você se encontra e não tem medo das críticas, é onde você tem segurança de quem você é, e isso demorou muito! Após os 25 anos eu pude ter essa segurança de quem eu sou e reconhecer meu potencial. 2. Ter começado cedo no universo da moda moldou quem você é hoje. O que essa vivência precoce te ensinou sobre identidade e presença? Me ensinou a manter muita postura, experiências e maturidade precoce ao lidar com o mundo da moda desde muito pequena, lidar com críticas que talvez não saberia enfrentar sem essas experiências que o mundo da moda me trouxe. 3. Você diz que nunca aprendeu a fingir. Em um mercado onde muitas vezes a imagem é construída, como você mantém sua verdade intacta? Temos o papel de algum personagem, mas manter a sua autenticidade não diz que não possa gerar um papel se necessário. 4. Para você, moda vai além da estética e se torna posicionamento. Como traduz essa visão nas suas escolhas profissionais? A moda também transmite, por isso temos que ter claro que não é só uma imagem, a estética transmite uma leitura contextual. 5. Sua estética é descrita como algo que “não pede permissão”. Isso já te abriu mais portas ou gerou desafios no mercado? Me gerou muitos desafios, mas também abriu muitas oportunidades por tanta ousadia. 6. Você valoriza imagens que provocam e questionam. Qual tipo de narrativa visual mais te representa hoje?       Eu gosto da imagem onde a dúvida te faz gerar inúmeros enigmas. Não permitir ser lida por outra pessoa é o essencial.

  • Artemisi no palco global: quando a moda brasileira veste o futuro do pop

    No exato ponto em que moda, tecnologia e cultura pop se encontram, a Artemisi reafirma seu lugar como uma das vozes mais relevantes da nova geração do high fashion brasileiro. Desta vez, o momento não aconteceu em uma passarela, mas em um dos territórios mais estratégicos da indústria contemporânea: o lançamento de um single de um dos grupos mais observados do pop global, o Katseye. Lara Raj — Photo: Reproduction/Instagram A escolha de um look da Artemisi por uma das integrantes do grupo não é apenas um styling. É um gesto simbólico que posiciona o Brasil dentro de uma narrativa estética internacional que valoriza inovação, identidade e, sobretudo, visão de futuro. Para a ocasião, a artista surge em um top verde produzido em impressão 3D, de formas orgânicas e esculturais, combinado a botas com pendentes na mesma paleta. O resultado não é apenas visualmente impactante, é conceitualmente preciso. A Artemisi não veste corpos, ela constrói extensões visuais de uma ideia. E, nesse caso, a ideia é clara: o futuro já tem assinatura brasileira. A presença da marca em um momento de lançamento musical amplifica algo que vem sendo consolidado silenciosamente nos últimos anos. A moda deixou de ser apenas suporte estético para se tornar parte ativa da construção de narrativas culturais. Ao vestir uma artista em um marco como esse, a Artemisi se insere diretamente na memória visual de uma nova era do pop. Mais do que um momento pontual, essa aparição reforça a crescente relevância da marca no circuito internacional. Em uma indústria onde imagem é linguagem e timing é estratégia, ocupar o guarda-roupa de um fenômeno global significa dialogar diretamente com novas audiências, novos mercados e, principalmente, novos códigos estéticos. Lara Raj — Photo: Reproduction/Instagram Por trás dessa ascensão está a visão de Mayari Jubini, que vem desenhando uma trajetória onde tecnologia e artesania não competem, mas coexistem. A Artemisi opera em um território híbrido, onde impressão 3D, materiais não convencionais e técnicas manuais se encontram para criar peças que desafiam categorias tradicionais da moda. O que está em jogo aqui não é apenas visibilidade internacional. É a reconfiguração do que entendemos como luxo brasileiro. Um luxo que não se ancora apenas na herança, mas na capacidade de imaginar o novo. Ao ocupar o palco de um lançamento global, a Artemisi não apenas veste uma artista. Ela projeta uma mensagem: o Brasil não é mais um espectador da moda internacional. É autor.

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