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  • Charles Hermann participa do Milan Fashion Brazil e reforça presença internacional da marca

    Photos Disclosure Press O empresário e designer Charles Hermann e a sua sócia Salma desembarcaram na Europa para uma série de compromissos que marcam mais um importante passo na expansão internacional de sua marca. Eles participam nesta semana do Milan Fashion Brazil, evento que reúne algumas das principais marcas brasileiras em um dos mais emblemáticos cenários históricos da moda italiana. Selecionados para representar o Brasil na programação especial do evento, Charles e Salma integram a delegação que leva a criatividade e o potencial da moda nacional ao exigente público europeu. A participação no Milan Fashion Brazil reforça a estratégia de internacionalização que o duo vem conduzindo nos últimos anos, com inserções em mercados como Londres, Madri e agora ampliando o eixo para Milão e Paris. Além da presença no evento, a agenda na Itália inclui reuniões com potenciais parceiros comerciais e a produção de um shooting exclusivo que servirá de base para as próximas campanhas internacionais da marca. Em seguida, a equipe segue para Paris, onde estão previstos novos encontros com agentes do setor e negociações para expansão da atuação no mercado francês. A participação no circuito europeu acontece em um momento estratégico da marca, que vem consolidando sua identidade no mercado de moda de alto padrão, unindo design autoral, identidade brasileira e diálogo direto com as principais tendências globais.

  • MODA COM IDENTIDADE: OLDSENSE E O MANIFESTO DO CAOS CRIATIVO

    Photographer: @gabrielconcee / Models: @clarissacorrer and @julaminsk / Studio: @tom_grave_tattoo Em um mercado em que a conformidade ainda dita as regras e o “diferente” muitas vezes é marginalizado, a Oldsense surge como um ponto de ruptura e de reconexão com a essência. A marca brasileira, que se aproxima dos quatro anos de trajetória e já soma mais de 32 mil seguidores no Instagram, vem construindo algo muito maior do que coleções de roupas: uma comunidade que se reconhece na liberdade de ser. A Oldsense nasceu com raízes fincadas no universo da tatuagem old school, e esse DNA rebelde continua forte em cada criação. Mas, com o tempo, o que começou como uma homenagem estética se transformou em algo mais profundo: uma plataforma para a expressão individual, onde arte, autenticidade e provocação se juntam. As estampas — fortes, diretas, por vezes ácidas — são declarações visuais que dizem aquilo que muitas vezes falta coragem para dizer. E é justamente aí que a marca conquista: ao vestir não apenas o corpo, mas ideias, sentimentos e identidades inteiras. O processo criativo da Oldsense parte sempre de algo vivo: um sentimento urgente, uma inquietação coletiva, uma crítica à norma. Cada coleção nasce com propósito, não como tendência passageira. As inspirações vêm do caos criativo, da arte, da música, das ruas, da cultura tatuada e, principalmente, da própria comunidade que se formou em torno da marca. Ouvir os “oldlovers”, como são chamados os fiéis seguidores da Oldsense, é parte essencial do caminho. Porque ali, mais do que clientes, existem pessoas que compartilham de uma mesma visão de mundo. Essa conexão também se reflete em cada detalhe das campanhas e da comunicação. Ao contrário de marcas que apenas simulam representatividade, a Oldsense fala com propriedade sobre públicos que historicamente ficaram à margem, como as pessoas tatuadas, que ainda enfrentam preconceito social. E não fala sobre elas, mas com elas, porque vive essa experiência de dentro pra fora. É essa autenticidade que faz com que as campanhas não apenas vendam um produto, mas transmitam verdade. Manter essa postura autêntica em meio a um mercado que favorece a neutralidade é um ato de resistência, e a Oldsense abraça essa responsabilidade com orgulho. Não se trata de seguir modismos, mas de defender a coragem de ser quem se é, mesmo que isso incomode. Sob o lema de “abraçar o caos criativo” , a marca propõe uma nova forma de se expressar através da moda, onde não há espaço para moldes prontos, apenas para verdades pessoais. Além da proposta conceitual, a marca também demonstra cuidado com a experiência de quem veste suas peças. A qualidade dos materiais, o conforto, a durabilidade e uma grade de tamanhos realmente inclusiva mostram que estilo e acessibilidade podem (e devem) coexistir. Cada peça é pensada para acompanhar diferentes estilos de vida, com liberdade e representatividade reais — não como discurso de marketing, mas como prática cotidiana. Confira entrevista exclusiva com a marca: 1.⁠ ⁠Como surgiu a ideia de criar uma marca que conecta arte, rebeldia e expressão individual? A Oldsense começou como uma marca bem focada no universo da tatuagem old school. Esse estilo ainda é super presente pra gente, mas hoje aparece de um jeito mais sutil, no conceito por trás de cada estampa, nas referências visuais e na mensagem que queremos passar. Com o tempo, a marca foi evoluindo e percebemos que o que mais fazia sentido era falar sobre expressão individual, liberdade e autenticidade — usando a arte como canal pra isso. Sempre sentimos falta de roupas que conversassem com quem pensa diferente, que se expressa sem filtro, e quisemos ocupar esse espaço de forma verdadeira. Foi tudo acontecendo aos poucos, meio que na prática mesmo. A marca virou esse ponto de encontro entre estilo, personalidade e uma forma de ver o mundo. 2.⁠ ⁠Como é o processo criativo por trás de cada coleção? De onde vêm as inspirações para essas declarações visuais tão fortes? Nosso processo criativo começa sempre com uma ideia ou sentimento que tá pulsando — pode ser algo que estamos vivendo, observando ou questionando. Partimos de temas que mexem com a gente e que têm potencial de gerar identificação real com quem acompanha a marca. Não criamos só pela estética. Cada coleção nasce com um conceito por trás, como uma forma de dar forma e expressão a pensamentos que muita gente compartilha. A partir disso, vamos construindo as estampas como declarações visuais — diretas, provocativas, às vezes com humor, mas sempre com intenção. As referências vêm de vários lugares: do universo da tatuagem, da arte, da música, de comportamentos sociais e, principalmente, da nossa própria comunidade. Muitas vezes, é ouvindo os Oldlovers que surgem os melhores insights. 3.⁠ ⁠Vocês dão destaque para públicos historicamente marginalizados, como as pessoas tatuadas. Como essa escolha influencia na comunicação e nas campanhas da marca? Por sermos parte do universo das tatuagens e entendermos na prática o que é estar na pele dessas pessoas, nossa comunicação e campanhas refletem essa vivência real. Conhecemos a história, a cultura e as particularidades desse grupo, o que nos permite criar mensagens autênticas e que realmente dialogam com eles. Isso faz com que nossas campanhas não sejam apenas inspiradas nesse público, mas feitas por quem vive essa experiência, tornando a Oldsense uma marca genuína e conectada. 4.⁠ ⁠A Oldsense fala muito sobre a importância de abraçar o caos criativo. Em um mercado que muitas vezes favorece a conformidade, como é sustentar essa postura disruptiva e autêntica? Manter essa postura disruptiva é uma escolha consciente que vem da nossa essência. A gente não busca seguir tendências ou agradar o mercado, mas sim ser fiel ao que acreditamos: que o caos criativo é combustível para a autenticidade. Isso significa desafiar o padrão e estar disposto a incomodar quando necessário. Acreditamos que, no fim, essa coragem atrai uma comunidade que valoriza a liberdade de ser e pensa além da conformidade — e é isso que nos mantém firmes e relevantes. 5.⁠ ⁠A preocupação com qualidade e inclusão é visível na produção das peças. Como a Oldsense trabalha para garantir que cada coleção atenda a diferentes corpos e estilos de vida? Qualidade e inclusão foram a nossa prioridade desde o início do processo. Trabalhamos com materiais que garantem conforto e durabilidade, porque acreditamos que uma peça autêntica também precisa ser resistente no dia a dia. Além disso, nossa grade de tamanhos é ampla e pensada para abraçar diferentes corpos, respeitando a diversidade real das pessoas que vestem a marca. Tudo isso é feito para que cada coleção seja acessível e represente diferentes estilos de vida, sem perder a identidade que nos conecta. 6.⁠ ⁠Em quase quatro anos de história, a Oldsense construiu uma comunidade sólida, os chamados “oldlovers”. O que vocês imaginam para o futuro da marca e dessa relação tão forte com o público? Queremos continuar fortalecendo essa rede incrível que criamos juntos. A Oldsense nasceu com propósito e verdade, e é isso que queremos manter no futuro: uma marca que cresce sem perder sua essência. Nosso foco está em alcançar mais pessoas que se identificam com essa vibe, ampliando nossa presença em diferentes cantos do Brasil, sempre cultivando uma relação próxima e genuína com quem veste a marca.

  • Jakelyne Oliveira & Mariano: O Poder do Amor que Inspira Moda e Arte

    'CELEBRITY' COVER EDITION - GLOBAL ISSUE Creator / Photographer: @demmacedo / Videomaker: @bnacacio / Makeup: @biancabelmonnt / Hair: @dariobion / Styling: @rglauber_ / @kaue.big / Backstage: @a.mariamamonteiro / Studio: @nasulstudio / PR: @pacrosara / Looks: @linovillaventura @domregisvieira @mr.dsuits @converse_br (Lema group) A Hooks Magazine, referência internacional em moda e cultura, celebra em sua edição Celebrity o casal que conquistou o coração do Brasil: Jakelyne Oliveira e Mariano. Com fotos exclusivas assinadas pelo renomado fotógrafo @demmacedo, o ensaio é parte do projeto que valoriza a diversidade e a beleza democrática, mostrando que “TODOS ESTÃO NA MODA e a ARTE ESTÁ EM TODOS!”. Jakelyne Oliveira, Miss Brasil 2013, construiu uma carreira sólida como apresentadora, modelo e atriz, encantando seus 2,7 milhões de seguidores com elegância e autenticidade. Mariano, da famosa dupla sertaneja Munhoz & Mariano, acumula 3,9 milhões de seguidores, conquistando o público com sua simpatia e carisma, além de sucessos como “Camaro Amarelo”. Eles se conheceram em 2020 durante o reality show “A Fazenda 12” e rapidamente viraram símbolo de um amor verdadeiro, batizado carinhosamente pelos fãs como “Malyne”. Cinco anos depois, continuam inspirando não só como casal, mas como referências de estilo, talento e conexão genuína. Fizemos uma entrevista exclusiva com os dois, confira a seguir: Jakelyne Oliveira: 1. De Miss Brasil a apresentadora e atriz, sua carreira é marcada por reinvenções. Como você equilibra suas ambições profissionais com a vida pessoal, especialmente sob os holofotes da mídia? Eu acredito que o equilíbrio vem do autoconhecimento e da prioridade que a gente dá para cada fase da vida. Sempre fui muito determinada com meus objetivos profissionais, mas também entendi, com o tempo, que a vida pessoal é a base de tudo. Estar bem comigo mesma, com minha família, com quem amo, me dá forças para seguir firme na carreira. E claro, viver sob os holofotes exige maturidade emocional, saber filtrar o que vale a pena absorver e o que é apenas ruído. A chave está em não abrir mão de quem eu sou, independentemente do papel que estou exercendo, seja na passarela, na TV ou na vida. 2. Seu casamento foi um dos eventos mais aguardados pelos fãs. Qual foi o momento que mais te emocionou e fez você sentir que era o SEU conto de fadas, e não apenas um espetáculo para o público? Nunca foi um espetáculo para o público, sempre foi o nosso sonho, a repercussão que teve foi devido o fato de sermos reconhecidos pela mídia e termos fãs que assim como nós sonhavam com esse momento. Meu conto de fadas começou no instante em que fui pedida em casamento e o momento mais emocionante foi quando as portas se abriram e caminhei até o Ricardo. 3. Reconhecida por seu estilo impecável, como a moda ajuda a expressar sua identidade - tanto como artista quanto como parte desse power couple? A moda sempre foi uma extensão da minha personalidade. Cada look que escolho carrega um pouco do meu humor, do momento que estou vivendo e da mensagem que quero transmitir. Como artista, ela me permite brincar com diferentes versões de mim mesma, me reinventar, ousar. E como parte de um casal público, a moda também vira uma forma de conexão, a gente se inspira, se completa, se diverte juntos com isso. É quase como contar nossa história através do estilo, com autenticidade e sintonia. Mariano: 4. De 'Camaro Amarelo' a metade do casal mais amado do Brasil, como o amor mudou seu processo criativo? Você sente que sua música está evoluindo com esse novo capítulo? Apesar de Munhoz e Mariano terem ganhado notoriedade pelas músicas mais irreverentes e dançantes, meu gosto pessoal sempre foi mais romântico. Até minhas composições, em sua grande maioria, são românticas. O nosso amor só inspirou ainda mais algo que já é meu! 5. Vocês se conheceram em um reality show, onde tudo é intensificado. O que sobre a Jakelyne fora das câmeras te surpreendeu e fez perceber que ela era 'a pessoa certa'? Ela me surpreendeu em tudo, né? O ser humano tem o péssimo hábito de julgar as pessoas sem conhecer. Quem vê a Jakelyne, com toda a elegância e postura que ela tem, nem sonha o ser humano incrível, simples, humilde, generoso, fiel e companheiro que ela é! Tudo isso eu já percebi lá dentro, ainda no reality. Então, quando saímos, eu já estava completamente apaixonado. 6. Os fãs de 'Malyne' são extremamente dedicados. Qual foi a homenagem mais inesperada que receberam e como isso inspira vocês dois? Os Malynes são incríveis, e as homenagens são sempre incríveis — fica difícil citar uma! Eu acho que o que mais nos emociona é ver que, mesmo após 5 anos do reality, eles continuam nos acompanhando, incentivando, e isso também nos inspira a continuar com as carreiras distintas e nos fortalece como casal.

  • JOÃO PAULO CAMPOS - O advogado que transforma problemas em soluções

    'MAN' COVER EDITION - JUNE 2025 ISSUE Cover Photographer: @rodrigobacellar__ / Editorial Photographers: @rodrigobacellar__ and @ogabryelsampaio / Retouching: Daniela Rocha “Meu trabalho é tornar simples o que é complexo.” A frase do juiz da Suprema Corte dos EUA, Oliver Wendell Holmes Jr. se encaixa perfeitamente na história de João Paulo Campos. Advogado por destino, estrategista por vocação, comunicador por natureza. Com uma trajetória que mistura esporte, entretenimento, influência digital, estratégia empresarial e cultura, João construiu uma forma única de exercer o Direito, mais humana, eficaz e verdadeiramente conectada às pessoas. Para ele, uma carreira de impacto nasce do tripé mente, corpo e espírito — fundamentos que sustentam uma vida coerente. Nesta entrevista, o fundador do Campos, Neto & Lima Advogados revela os bastidores de sua trajetória e mostra por que sua habilidade de resolver problemas — com técnica e sensibilidade — é sua marca mais distintiva. João Paulo Campos alongside partners: Lázaro Neto and Renata Gabriella Ferreira Lima ENTREVISTA EXCLUSIVA: Você diz que o Direito não foi sua primeira escolha. Como essa carreira entrou na sua vida? O Direito nunca esteve nos meus planos. Eu jogava basquete, ganhei uma chance e fui para os Estados Unidos com o sonho de seguir no esporte. Mas, em 2008, a crise econômica mudou tudo — os apoios foram cortados e voltei ao Brasil, sem direção definida. Meu pai, que é da Polícia Federal, sugeriu que eu fizesse Direito. E eu fui. No início, sem muita clareza, mas com disciplina. E, aos poucos, fui encontrando sentido. Hoje, sou completamente apaixonado pelo que faço. Você sempre pareceu caminhar por fora do padrão jurídico. Isso foi proposital? Foi algo natural. Instintivo. Cursei Direito e Publicidade ao mesmo tempo, porque gostava de gente, de comunicação, de observar o mundo. Enquanto muitos passavam horas mergulhados na doutrina jurídica, eu gastava meu tempo ouvindo pessoas - entendendo seus conflitos, suas dores, seus bastidores. Isso sempre me fascinou. Trabalhei com atletas, com marketing, com entretenimento, empreendi, estudei para concurso, atuei como correspondente jurídico. Aos poucos, entendi que não queria ser apenas advogado — eu queria ser alguém que resolve. Essa virada fez toda a diferença. Me tornei um resolvedor de problemas! Essa ideia de resolver problemas virou sua marca registrada. De onde ela vem? Vem da prática. Mais do que um parecer jurídico, o cliente quer ser compreendido. Ele quer alguém que enxergue o que está por trás do conflito, que entenda o problema com profundidade — e resolva. Técnica é essencial, mas não basta. O que fideliza não é a tese: é a entrega. Costumo dizer: “Traz um problema pra mim e eu te devolvo três soluções.” Advogado bom não precisa impressionar, precisa resolver! Você tem um diferencial de comunicação muito forte. Isso vem da sua formação? Vem de tudo: da rua, das salas de concerto, dos livros que leio, das operas que assisto. Sempre tive facilidade em me comunicar — mas, mais do que isso, sempre fui um bom observador. Escuto com atenção, leio o ambiente e me adapto com naturalidade. Isso vale numa audiência, numa reunião de negócios ou numa conversa informal. Comunicação, pra mim, é ponte. Gosto de me conectar e transmitir confiança. Muita gente te conheceu por ter intermediado negociações milionárias no futebol. Como isso aconteceu? Foi uma das maiores oportunidades que surgiram. Fui convidado por uma empresa de Dubai para intermediar uma proposta de investimento em cripto no Santos, que envolvia US$ 60 milhões. Depois veio o Corinthians, outros clubes, empresários de fora… Me destaquei ali, entendi o jogo e aprendi a nadar entre tubarões. Hoje atendo desde jogadores a grandes empresários e investidores. Além de advogado, você tem um lado artístico que surpreende. Como isso se manifesta? A arte sempre esteve comigo. Toco vários instrumentos desde criança, mas meu predileto é o piano. Participei de recitais, gosto muito de jazz, música clássica. E sou apaixonado por leitura. Me tornei o cara que lê muito — tanto livros técnicos quanto filosofia, biografia, literatura. Isso me dá repertório, me acalma, me posiciona melhor no mundo. E me ajuda a tornar o Direito mais leve, mais próximo. E nas redes sociais? Como você equilibra esse tom culto com uma presença digital ativa? Com naturalidade. Acho que quem tenta performar o tempo todo cansa. Eu mostro quem sou: um cara que lê, que toca, que estuda, que resolve. E isso atrai. Meus seguidores viram clientes, meus clientes viram parceiros. A influência digital me ajudou a chegar onde talvez o networking tradicional não chegaria. Hoje, quem é o João Paulo fora dos processos e reuniões? Alguém guiado pelo tripé mente, corpo e espírito. Alguém que busca equilíbrio. Que estuda, que cuida da saúde, que valoriza conexão. Gosto de estar na rua, de ouvir pessoas, de aprender o tempo todo. Não acredito em sucesso desconectado de propósito. E meu propósito é estar ao lado de quem precisa.

  • Essense Company: Minimalismo Autoral e Inovação que Redefinem a Moda Contemporânea

    Photos Disclosure Essense Company Fundada em 2020, a Essense Company rapidamente conquistou seu lugar no cenário da moda contemporânea com uma proposta autoral que une minimalismo, design urbano e exclusividade. Com silhuetas oversized, cortes assimétricos e tecidos de alta qualidade, a marca cria peças que transitam entre a elegância funcional e a inovação estética. A Puffer Jacket: Um Ícone de Identidade e Técnica A Puffer Jacket é a peça emblemática da Essense, símbolo do compromisso da marca com o design robusto e singular. Desenvolvida sem referências diretas ou orientações externas, ela representa a perseverança e a capacidade técnica da marca de enfrentar desafios complexos. Mais do que uma jaqueta, a Puffer é um manifesto: uma prova de que é possível inovar com autonomia, criando produtos sofisticados e duráveis que dialogam com as maiores referências internacionais. Produção Interna e Valorização do Artesanal A Essense mantém um rigoroso controle de qualidade ao operar com uma equipe interna dedicada, valorizando os processos manuais em um mercado cada vez mais terceirizado. Embora essa escolha envolva custos operacionais maiores e crescimento gradual, ela garante exclusividade e inovação constante. O contato direto com a produção permite experimentar materiais e técnicas que ampliam as possibilidades criativas, consolidando a marca como referência em moda autoral. Moda, Arte e Comportamento: Uma Fusão Criativa Cada coleção da Essense nasce de uma narrativa profunda, onde moda, arte e comportamento se entrelaçam. As campanhas visuais são cuidadosamente pensadas para refletir essa integração, com locações impactantes e temas que conectam a estética ao contexto cultural. Desde a coleção filmada na Islândia, a marca demonstra seu compromisso em contar histórias que vão além do vestuário, criando uma experiência sensorial e conceitual única. Athletic Studios: A Expansão do Minimalismo para o Universo do Treino A linha Athletic Studios marca a entrada da Essense no segmento performance, trazendo peças que unem funcionalidade e estética minimalista. Pensada para quem valoriza o momento do treino como uma experiência pessoal e social, a coleção preserva o DNA da marca em cada detalhe, do design à escolha dos materiais, oferecendo uma alternativa sofisticada e autêntica no universo fitness. Comunidade e Exclusividade: Construindo Relações Verdadeiras A Essense cultiva uma comunidade engajada que acompanha de perto o desenvolvimento da marca, com acesso exclusivo a lançamentos e conteúdos especiais. Essa proximidade cria um vínculo genuíno entre marca e consumidor, valorizando a transparência e o trabalho artesanal. Para a Essense, cada cliente é parte da família, fortalecendo uma cultura de autenticidade e troca constante. Confira entrevista exclusiva: 1.  A Essense nasceu com uma proposta autoral e minimalista, e rapidamente conquistou espaço com peças de forte identidade. Como vocês definem o DNA criativo da marca hoje, cinco anos após o lançamento?   Uma das propostas da marca desde o início era manter a identidade própria do começo ao fim, preservando todas as ideias, conceitos e principalmente a sua proposta autoral. Hoje, enxergamos que no mercado da moda ou você se adapta as tendências ou você sofre com a escolha de optar por ter sua identidade própria. Na Essense optamos pelo pelo caminho mais difícil, de sustentar a identidade durante o início da marca e preservar a ideia inicial. Depois de 5 anos de existência, estamos colhendo os frutos, sendo reconhecidos pelos princípios que defendemos no início. 2. A Puffer Jacket se tornou um verdadeiro ícone da Essense. O que essa peça representa para vocês e como ela traduz os valores estéticos e conceituais da marca?    Desenvolver essa peça foi um desafio, muito mais difícil do que pensávamos, e muito gratificante olhar para trás e saber que ela se tornou o registro da marca. Criar um produto complexo, que vemos em marcas grandes como a Moncler, The North Face, sem termos tido nenhuma orientação de como fazer, apenas colocando a vontade e dedicação, e chegarmos nesse resultado incrível, é muito legal. Essa peça foi o que nos fez ter nossa própria facção, nosso próprio espaço, pois a dificuldade de desenvolver produtos elaborados em PL no Brasil é extremamente alta. Ela representa nossa dedicação, nossa persistência, nossa vontade de sermos diferentes. Ela nos fez ver que nós somos uma marca de inverno, que somos uma marca que podemos criar qualquer coisa, que somos capazes de fazer o diferente.   3. A escolha por manter a produção interna e valorizar os processos manuais é cada vez mais rara na moda contemporânea. Quais os desafios e vantagens desse modelo?   Tudo tem o lado positivo e negativo, nós optamos por este modelo pois é a única forma de produzir peças tão elaboradas. Estar em contato diário com nosso processo criativo e testes em novos materiais nos faz olhar para um futuro sem barreiras, e isso só é possível por termos tudo de forma interna. O lado negativo sem dúvida é ter um custo operacional mais elevado e uma capacidade produtiva que só conseguimos crescer aos poucos, pois para essa proposta, você precisa valorizar seu time. O trabalho dascostureiras tem se tornado cada vez mais artesanal e raro no país e a mão de obra para esse serviço cada vez mais cara, por isso, o desafio é manter os colaboradores sempre engajados com a empresa.   4. A marca é reconhecida por suas campanhas visuais impactantes. Como nasce a narrativa de uma coleção na Essense, e de que forma moda, arte e comportamento se entrelaçam nesse processo?   Desde a primeira campanha fora do país, quando fizemos a coleção de inverno de 2022 na Islândia, nós entendemos que queríamos seguir esse formato. Trazer campanhas dessa forma, só é possível pois conseguimos internalizar o máximo possível, usando o mínimo de recurso externo. A narrativa inicia desde o desenvolvimento da primeira peça, quando criamos todo o escopo da campanha, a escolha do destino, a história a ser contada, o tema e o que a campanha terá como principal elemento. Sempre optamos por lugares onde trazem alguma conexão com a marca, lugares nada comuns, onde a história impacta de alguma forma. Do nosso ponto de vista, a moda, a arte e o comportamento são uma única coisa, andam juntos, e quando conseguimos desenvolver uma coleção onde mostramos os três elementos de forma única, é porque o trabalho foi feito com sucesso.     5. A recente criação da linha Athletic Studios marca uma expansão do universo da marca para o universo do treino. Como foi o processo de desenvolvimento dessa linha e quais elementos da Essense vocês fizeram questão de preservar? A paixão pelo esporte é muito forte na vida do Mauro Farinetti e do Guilherme Padroni. Incluímos alguns drops de treino nos últimos dois anos da Essense e foi uma prova de que em breve teríamos que planejar algo maior. A ATHE`TIC. STUDIOS surgiu na hora certa, uma marca de treino para quem ama treinar e que o objetivo principal não necessariamente é performance, mas sim, apenas ama estar ali no momento curtindo asua modalidade, seu eu interior, o momento entre você e seu corpo ou o momento entre você e seus amigos. Criar a A`S. é um sonho, uma válvula de escape para sair da rotina, alcançar novos ares, novas pessoas. Preservamos a identidade minimalista da marca, a brincadeira na logo com a referência à Essense, o processo criativo, os materiais de alto nível, o processo sendo totalmente interno, seguindo as raízes da marca mãe, Essense Company.   6. Em tempos de moda acelerada e consumo em massa, a Essense opta por tiragens limitadas e uma conexão mais profunda com seu público. Como vocês constroem essa comunidade fiel e engajada em torno da marca?   A proximidade que temos com nossos clientes, acabou se tornando um dos pilares mais fortes da marca. Hoje temos milhares de membros que optam por estarem próximos de nós através de grupos do WhatsApp, e ali recebem comunicação sobre campanhas, descontos e ações especiais, então existe uma troca benéfica para ambos os lados. Existem peças que são lançadas apenas para esse grupo seleto de fãs, e que nunca saem dali, nunca chegam efetivamente a serem lançados para o público geral. O engajamento e a comunidade apenas aconteceram, tudo surgiu de forma orgânica, como uma demanda de pessoas que gostavam da marca e queriam se aproximar do processo produtivo, entender mais sobre o dia a dia e a construção de algo que é de certa forma artesanal. Nós contamos histórias, mostramos nossa verdade, nosso lado handmade, o poder de fazer muito com pouco. Acho que a verdade no trabalho cria uma conexão muito forte entre marca e cliente. Tratamos nossos clientes como nossa família, como parte da nossa equipe.

  • Azul está em alta: saiba como aderir a cor nos looks fitness e até nas meias

    Saiba como usar a cor do momento na hora de praticar os exercícios físicos Em cada temporada a moda elege a cor do momento. Dessa vez é o azul, que está ganhando cada vez mais destaque nas passarelas e coleções, principalmente o azul claro e azul bebê. E não para por aí, a tonalidade invade até as academias através dos looks fitness. De acordo com a DLK Modas, a cor azul transmite serenidade, equilíbrio e confiança — atributos que dialogam muito bem com o universo do bem-estar. "Nos looks fitness, especialmente em tons mais claros como os que lançamos na coleção Aura, o azul também traz leveza, frescor e sofisticação. Ele se destaca como uma escolha versátil, moderna e ao mesmo tempo acolhedora, perfeita para quem busca estilo com propósito" . Photo: Ágatha Sá | Photographer: Rafael Piedade Para quem quer usar a cor, a marca dá dicas de ouro. "O segredo está em começar por peças-chave, como leggings ou tops em azul claro, e combiná-las com tons neutros como off white, cinza ou areia. Para quem gosta de ousar, o azul também conversa bem com cores vibrantes como coral, pink e até o vermelho cherry — criando contrastes que elevam o visual. A dica é equilibrar: se a peça azul for o destaque, mantenha o restante mais clean para valorizar o tom". Influencer: Lis Aguiar | Photo: publicity De acordo com a marca, as meias se tornaram um acessório de moda essencial no universo fitness. "A tendência agora são as meias com identidade — seja com cores vibrantes, frases ou texturas. A meia azul clara, por exemplo, traz um toque fashion e fresh ao visual, principalmente quando usada com tênis branco e looks em tons neutros. Ela pode sim combinar com diversas cores, mas o ideal é que tenha conexão com algum elemento do look para criar uma harmonia visual". Photo Disclosure A DLK aposta em uma cartela de azuis sofisticados, com foco no tom celeste, que imprime frescor e delicadeza. "Nossa coleção traz leggings, macacões e cropped com modelagens impecáveis e tecidos tecnológicos que valorizam a cor e o corpo. A ideia é mostrar que o azul pode ir muito além do básico: ele pode ser protagonista em um look fitness moderno, elegante e cheio de atitude". Influencer: Tamylle Oliveira | Photo: Publicity A aposta da DLK com o azul é transformá-lo em um novo clássico. "Em vez de tratar o azul como apenas mais uma opção, destacamos ele como peça central em visuais monocromáticos e coordenados modernos. A coleção Aura reforça esse posicionamento, com shapes atemporais e tecidos de alta performance que valorizam o tom e elevam a experiência da cliente — tanto na estética quanto na performance" , conclui. Influencer: Aline Mineiro| Foto: Promotion

  • Mayari Jubini: A Revolução da Moda Entre o Artesanal e o Futurismo com a Artemisi

    Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI - Photographer - @muraca___ De Cariacica, no Espírito Santo, para os holofotes internacionais: a trajetória de Mayari Jubini parece saída de um conto de superação e genialidade criativa. Aos 30 anos, a designer por trás da Artemisi já vestiu nomes como Katy Perry, Demi Lovato, Anitta e Xuxa, transformando corpos em esculturas vivas que desafiam a moda convencional. Mayari Jubini as a child, in a photo from her personal archive. Sua marca? Uma fusão ousada de alta-costura, tecnologia e arte manual, onde aço, madeira, resina e cristais convivem com impressões 3D e motores cinéticos. Do Espírito Santo para o Mundo Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI - Photographer - @muraca___ Mayari construiu sua identidade criativa longe dos centros tradicionais da moda. Seu ponto de virada veio quando decidiu ignorar tendências e mergulhar em uma estética própria: futurismo high-tech com raízes artesanais. O reconhecimento global chegou com looks em celebridades internacionais e desfiles arrebatadores na São Paulo Fashion Week — que renderam à Artemisi prêmios como "Runway of the Year" e "Beauty of the Year" . Katy Perry wearing looks by Artemisi. Photos Disclosure Internet Moda Como Experiência Sensorial Photos Disclosure Artemisi - Photographer - @johnnymoraesph Na Artemisi, um look nunca é apenas roupa. Pode ser uma estrutura de aço moldada por meses para ganhar ergonomia, uma peça com 70 mil cristais aplicados à mão ou um vestido que se transforma com movimentos mecânicos. "Cada criação é um problema resolvido com inovação" , explica Mayari, que trata design como engenharia poética. Seus materiais não convencionais exigem fórmulas únicas — como nas peças 3D, que passam por estudos anatômicos para se tornarem vestíveis. Photographer - @johnnymoraesph O Futuro é a Autenticidade Celebrities wearing looks designed by Artemisi — Deborah Secco, Anitta, Demi Lovato, and Dulce Maria. Enquanto o fast fashion massifica, Mayari prova que há espaço para o feito à mão com alma tecnológica. "Criar mundos é o novo luxo" , diz ela, cuja marca já foi destaque em publicações dos EUA, Japão, França e além. O próximo capítulo? Expansão internacional e colaborações surpreendentes, impulsionadas pela demanda de clientes globais. Por Que Artemisi Importa Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI - Photographer - @muraca___ Mayari Jubini não segue regras — ela as redefine. Seus looks são manifestações de um Brasil que ousa inventar o futuro, misturando tradição e vanguarda. Em um cenário de moda cada vez mais homogêneo, a Artemisi é um lembrete: a verdadeira inovação nasce quando arte, técnica e ousadia se encontram. 3 Marcas da Artemisi: - Tecnologia com alma : Impressão 3D + detalhes pintados à mão. - Materiais inusitados : Aço, resina e madeira viram segunda pele. - Celebridades como cúmplices : De Demi Lovato a Katy Perry, artistas buscam sua assinatura disruptiva. Fizemos uma entrevista exclusiva com Mayari, confira a seguir: 1. Mayari, sua jornada começou em uma comunidade de Cariacica e hoje você veste ícones globais com criações que misturam arte, tecnologia e luxo artesanal. Que momento você considera o verdadeiro ponto de virada na sua trajetória? A trajetória da Artemisi teve vários pontos de virada, cada um revelando uma nova dimensão da nossa identidade. Um deles foi quando criei uma coleção totalmente alinhada com aquilo que eu realmente acreditava esteticamente — que é a estética que eu trabalho hoje — uma fusão entre o futuro, o high fashion e a técnica. Outro momento decisivo foi quando vesti a Demi Lovato pela primeira vez. Aquilo marcou o início da nossa presença internacional, que depois se ampliou com nomes como Katy Perry, Usher, entre outros. E claro, os desfiles também foram extremamente significativos, eles repercutiram em muitos países e mostraram ainda mais ao mundo quem somos. Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI - Photographer - @johnnymoraesph 2. A Artemisi é conhecida por dissolver as fronteiras entre moda, arte e tecnologia. Como nasce um look da marca — da ideia ao corpo da celebridade? Cresci cercada pela arte — ela não é só uma influência, é parte de quem eu sou. Por isso, cada look nasce como uma extensão dessa relação íntima e visceral com o fazer artístico. Nada é genérico. Cada criação é pensada de forma minuciosa e especial. A criação, para mim, é um processo profundo e intenso. Revisito tudo o que me afetou ao longo da vida e transformo tudo isso em estética, o universo da Artemisi. É um mergulho que se materializa em formas, texturas e escolhas de materiais que dialogam com a tecnologia e o feito à mão. Fico muito feliz em perceber que esse universo é desejado por artistas e personalidades do mundo inteiro. Tenho um respeito enorme por cada um que se aproxima da Artemisi, porque sei que não se trata apenas de vestir uma peça de roupa — trata-se de colaborar com a construção de uma imagem, de um símbolo. 3. Qual foi o maior desafio técnico que você já enfrentou em uma criação? Como estou sempre me desafiando — explorando técnicas inovadoras e materiais nada convencionais — os desafios fazem parte constante do meu processo. Eles não são exceção, são quase regra. Um exemplo marcante foi no último desfile, com um look que unia moda e arte cinética. Ele era acionado por um motor desenvolvido especialmente para o look, construído em madeira, laser e finalizado manualmente. Conforme se movia, os elementos do look formavam novos desenhos visuais. Foi um trabalho complexo, que exigiu precisão técnica e sensibilidade artística. Outro grande desafio foi uma peça inteiramente feita em aço. Foram meses de desenvolvimento, moldando um material tão rígido de forma ergonômica. Também teve o look com mais de 70 mil cristais aplicados manualmente, um a um. Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI - Photographer - @muraca___ 4. O uso de materiais não convencionais como aço, madeira, resina e impressões 3D redefine o que entendemos como “roupa”. Como você equilibra inovação e funcionalidade no seu processo criativo? Esse é um dos pontos centrais no meu processo criativo. A funcionalidade é algo que considero com muito rigor — não apenas como um complemento, mas como parte essencial da técnica. Quando crio um look, não estou apenas construindo uma estética: estou resolvendo um problema, encontrando soluções inéditas para formas que ainda não existem. Cada peça inovadora exige uma nova fórmula. Não há caminhos prontos quando se trabalha com inovação e materiais não convencionais. Por exemplo, nas peças feitas em impressão 3D, há todo um estudo ergonômico e técnico para que aquela estrutura se molde ao corpo. Eu uno conceito e experiência. Por isso, cada peça da Artemisi é, ao mesmo tempo, escultura e engenharia. 5. Em um mundo onde o fast fashion domina, sua proposta artesanal e altamente tecnológica caminha na contramão. Como você vê o futuro da moda diante desse contraste? Acredito q o sucesso da Artemisi tenha acontecido exatamente por isso, não olhei o caminho dos outros, quis criar o meu próprio. Atingi um nicho de mercado que pedia exatamente aquilo que sempre amei criar – um universo único e inovador. Hoje, mais do que nunca, a verdadeira criação — aquela que ousa ser diferente — será o novo luxo. O fast fashion, com sua lógica de repetição e velocidade, terá que se reinventar. O futuro pertence a quem cria mundos. Mayari Jubini - PHOTOS DISCLOSURE ARTEMISI -Photographer - @muraca___ 6. Qual é o próximo passo da Artemisi? Podemos esperar colaborações, expansão ou novas experiências imersivas? Sim, com certeza. Os próximos passos da Artemisi estão fortemente ligados à internacionalização da marca. Temos recebido uma procura crescente de personalidades internacionais, e isso tem direcionado naturalmente nossa expansão para fora do Brasil. Todos os últimos looks sob medida que criei foram adquiridos por artistas estrangeiros — um da Tailândia, outro dos Estados Unidos e outro da Colômbia, por exemplo. Além disso, seguimos sempre desenvolvendo novas criações e experiências. E, em breve, vamos lançar uma colaboração muito especial.

  • Influencer grava campanha do seu primeiro perfume na Turquia após votação com seguidores

    Photos Marllon Oliveira A influencer Camila Dias está na Turquia para registrar a campanha de lançamento do seu primeiro perfume, batizado de Gênesis. A escolha do país foi feita com o apoio direto do público: ela promoveu uma enquete nas redes sociais oferecendo três destinos — Marrocos, Espanha e Turquia — e a decisão dos seguidores definiu o roteiro. A primeira parada foi na Capadócia, onde Camila participou do tradicional passeio de balão e visitou pontos turísticos emblemáticos. Toda a viagem está sendo custeada com recursos próprios e, para ajudar a viabilizar o projeto, ela levou também campanhas publicitárias específicas pensadas para serem realizadas durante o tour. O perfume ainda não tem data oficial de lançamento. A pré-venda, que estava prevista para começar durante a viagem, foi adiada após a influencer decidir mudar detalhes da embalagem de última hora. “Eu quero entregar um produto que represente verdadeiramente minha essência e a das minhas seguidoras. Esse é meu primeiro lançamento, sem nenhuma colaboração prévia, e quero fazer tudo com o máximo de cuidado” , explicou. Além da Capadócia, a influencer seguirá para Bodrum, Éfeso — cidade que dá nome ao livro bíblico de Efésios — e finalizará a campanha em Istambul.

  • Lyana Melo: CEO & FOUNDER do Grupo Lyana Melo BEAUTY! A Mente e o potencial do instinto da mulher que executa ideias em máquinas de crescimento

    'BUSINESS' COVER EDITION - JUNE 2025 ISSUE Makeup & Hair : @willbeautyartist / Fashion Production/Photography: @nandoo.rib / Studio: @ogabrielnery / Outfits: @m.natostore / Tailoring: @anaalcantaralima / Cake: @ilovecake.mga Poucos empreendedores no mundo têm a capacidade de diagnosticar um negócio em crise e, em poucos meses, reposicionar a marca, triplicar faturamento e transformá-la em um case de sucesso. Lyana, empresária brasileira que se consagrou como gerente geral da Zara em São Paulo aos 26 anos, fez disso seu método. E seu legado. Depois de liderar uma das operações mais desafiadoras da multinacional espanhola no país, e líder invicta até então no segmento mundial. Lyana virou referência silenciosa nos bastidores do crescimento acelerado de empresas nos setores de moda, beleza e gastronomia. Marcas como New Era Brasil, a maior Steak House do sul do país, clínicas entre outros, viram seus números multiplicarem com suas estratégias ousadas e práticas. "Eu só entro quando vejo propósito e certeza de que posso agregar", diz. Hoje, vamos conhecer melhor a história dessa empreendedora que vêm crescendo grandemente no cenário Beauty. A sofisticação de Lyana não vem apenas de sua estética ou branding, mas de uma mentalidade cultivada desde muito jovem. Cresceu circulando entre clubes sociais e mergulhou cedo em esportes como o hipismo, ballet, onde desenvolveu senso de estratégia, autocontrole e elegância no comando. “Sempre entendi que liderar é mais sobre precisão do que força”, reflete. Essa visão hoje se traduz em seu estilo de gestão e nas experiências que desenha. Nascida em Maringá, Lyana carrega em sua trajetória não apenas talento e visão de negócio, mas uma base sólida emocional e estrutural. Filha de um empresário gaúcho do ramo de seguros e de uma arquiteta cearense, cresceu entre Maringá e Curitiba com o apoio incondicional de ambos, mesmo após a separação dos pais. “Brinco que fiquei com 50% do melhor de cada um”, diz. Essa base familiar forte é parte essencial de sua performance como empreendedora. Porque grandes líderes não nascem do nada são forjados em ambientes que cultivam confiança, responsabilidade e liberdade para criar. E como o universo costuma sorrir para quem caminha com coragem, Lyana também encontrou o amor em uma de suas jornadas desta vez, não empreendedora, mas pessoal. Em uma viagem solo à Grécia , ela sentia que algo especial estava para acontecer. Foi em um Club em Mykonos, após passar um dia em Beach Club e ouvir de uma figura mística que ela encontraria o que estava procurando, que a história começou: ao pedir uma água no bar, virou-se e viu ali, parado, firme, olhando para ela como se já a conhecesse. O homem que viria a ser o amor da sua vida. Um ano depois, retornaram ao mesmo cenário e ali aconteceu o pedido de casamento. Hoje, casados, vivem entre Alemanha e Brasil. uma vida construída com o mesmo propósito, liberdade e conexão que Lyana cultiva em tudo que faz. É ou não, um roteiro de filme? E, foi em Curitiba, durante uma consultoria para uma clínica Premium, que Lyana descobriu sua afinidade profunda com o universo da estética de alto padrão. Ali, não apenas criou o conceito visual e de persona da marca, como se tornou de fato a alma do negócio. A experiência acendeu uma ideia: por que não criar a própria clínica? Com espírito inovador e foco cirúrgico, nasceu sua própria operação. Começou com tecnologia que na época era de ponta: o Ultraformer III e, ao ser lançado o Lavieen (um laser de precisão de última geração), trouxe a novidade para seu centro, apostando na excelência técnica e resultados reais. Nada de injetáveis no princípio: a abordagem tecnológica e regenerativa seria seu diferencial, e ainda é. Em apenas quatro anos, Lyana construiu uma marca que soma mais de 3 milhões de disparos com Ultraformer lll e MPT e se posiciona como uma das clínicas referência em rejuvenescimento tecnológico na América Latina. Com uma base sólida, identidade clara e um propósito inegociável, sua empresa cresce em ritmo exponencial. A atenção obsessiva aos detalhes e às necessidades reais do consumidor levaram Lyana a dar um novo passo: lançar sua própria linha de skincare, a YSY SKIN. “Foi uma busca pessoal que virou missão,” conta. “Eu precisava de algo eficaz para nossas pacientes e pra mim mesma, especialmente no pós-tratamento (home care). Mas o que havia no mercado não entregava essência compatível com o preço e nem os resultados prometidos.” A marca foi pensada para preencher exatamente essa lacuna entre a performance clínica e a experiência sensorial do autocuidado. Com fórmulas cuidadosamente desenvolvidas, YSY SKIN traduz o conceito de bem-estar acessível, porém sem abrir mão da sofisticação. Um novo capítulo nessa jornada das tendências no skincare. Em 2024, ela deu mais um passo: fundou sua própria escola para formação de doutores em tecnologias estéticas. Além de liderar, agora ensina em par com mentoras técnicas, compartilhando seus conhecimentos e experiência Clincia. Seu projeto é itinerante, com foco em profissionais que desejam dominar a arte do rejuvenescimento por meio de recursos regenerativos. Com trânsito fluido entre Brasil, Alemanha e Paraguai, Lyana segue refinando sua entrega, estudando tendências internacionais e mantendo seu padrão de excelência sempre em evolução. E como se administrar um projeto clínico de sucesso, desenvolver doutores na extensão em tecnologia e criar uma marca de skincare não fosse suficiente, Lyana acaba de dar os primeiros passos em mais um projeto visionário: uma corretora de seguros a Seg DOC.: uma corretora de seguros especializada em responsabilidade civil para a área da saúde . "É um tema sensível, muitas vezes negligenciado, mas essencial para a segurança jurídica e emocional dos profissionais e pacientes”, explica. Embora o projeto ainda esteja em fase inicial, o mercado já observa com atenção. Dada sua reputação de transformar ideias em negócios rentáveis e sustentáveis, é apenas questão de tempo até que essa nova frente também se torne referência no setor. Lyana é o arquétipo da empreendedora nata: onde ela coloca a mão, nasce valor. O que a move vai além do crescimento financeiro: é a paixão pela excelência, o respeito pelo cliente e o desejo genuíno de transformar mercados e vidas. Ela não copia modelos, ela os reinventa. Não segue tendências, ela as antecipa. E talvez por isso, seja tão difícil categorizá-la em apenas um setor. Lyana é moda, é beleza, é estratégia, é inovação. Mas, acima de tudo, é potência feminina em sua forma mais pura e poderosa. Tivemos a oportunidade de bater um papo com a mente valiosa por trás de todos esses insights! Vem conosco: 1. Que você é uma empreendedora nata, isso é um fato. Mas em que momento a chave virou e você decidiu bater no peito e iniciar a sua jornada nos negócios? Aquele momento em que a gente percebe que não dá mais pra adiar um sonho… Como foi pra você? Qual foi o estalo que te fez dizer: "Agora é a hora"? Quando eu percebi que era a alma de todos os negócios que eu alavancava para outros empresários — mais do que eles mesmos! FOI UM CHAMADO. 2. Empreender exige visão e coragem, e a gente sabe que o caminho nem sempre é fácil. Qual foi a maior dificuldade que você enfrentou até agora? Encontrar pessoas comprometidas e de confiança. Recurso humano de qualidade, de verdade! 3. Sabemos que você preza por qualidade e excelência. Como foi perceber que muitos profissionais da área não estavam preparados, por exemplo, para operar equipamentos complexos como o Ultraformer? Foi uma surpresa... e não muito boa. 4. E quais as consequências que isso pode gerar para o paciente e também para o mercado? Nem tudo são flores. Às vezes, a maior batalha é interna, com o sentimento de dúvida ou a pressão de manter um negócio de pé, lucrativo e com propósito. Como você lida com esses momentos? O impacto é, sem dúvidas, muito negativo por vários motivos: a frustração do paciente, que vem em primeiro lugar, e a má fama indevida de equipamentos incríveis — que estão sendo apenas mal manuseados! Pressão nenhuma. Eu tenho um propósito que vai muito além da vaidade, e ele é muito bem edificado! Quando me deparo com essas decepções, e até com a falta de credibilidade no setor, eu explico da forma mais clara possível, para que o paciente consiga comparar as diferenças e compreender. 5. Como nasceu a ideia da YSY SKIN? O que te motivou a criar a marca? Qual foi a inspiração por trás do conceito? Nasceu de uma busca pessoal. Eu procurava algo para mim e para as nossas pacientes do grupo, principalmente no pós-tratamento. Mas encontrei poucas opções acessíveis a todos — principalmente quando se fala em essência x preço! 6. Se você pudesse falar com a Lyana de 10 anos atrás, o que diria a ela? Tem alguma frase, conselho ou até mesmo um carinho que você gostaria de deixar pra essa versão mais jovem de você? NÃO PARE. 7. E por último, mas definitivamente não menos importante: qual é a sua voz no mundo? Se você tivesse um microfone ligado para o mundo inteiro ouvir, o que gostaria de gritar — com o coração aberto? Diria que o verdadeiro propósito de cada um é encontrar força no amor ao que faz, manter o foco no objetivo e não se deixar abalar pelas vozes externas que tentam minar sua coragem e capacidade. A instrução, aliada à persistência, é essencial para superar desafios e avançar. Não permita que obstáculos ou críticas desviem sua caminhada. Acredite e persevere com determinação no seu propósito. O mundo precisa de pessoas que, com firmeza e confiança, façam a diferença — e não mais do mesmo!

  • Coco Bambu Curitiba tem o buffet mais desejado do país!

    Photos Disclosure Coco Bambu O Coco Bambu Curitiba está com buffet livre à vontade com frutos do mar, carnes, pratos quentes, massas, saladas e sobremesas de dar água na boca! São mais de 40 opções atendendo a todos os paladares! O buffet funciona no horário de almoço. A noite os restaurantes servem Happy Hour, entradas, porções, pratos principais a la carne, cartas de vinhos e bebidas com adega selecionada para deixar sua experiência mais especial! Os combos campeões de venda continuam com sabores inigualáveis e agora fazem parte do Festival do Camarão com preços especiais! Seja na unidade do Crystal ou na unidade Conceito no Park Shopping Barigui, o Coco Bambu tem o buffet mais desejado do país! Segunda a sexta: R$ 82,90. Sábados, feriados e datas comemorativas: R$ 97,90. Horário 11:30 às 15hs Vem para o Coco!

  • Carol Grando lança carreira unindo o Pop Latino e Funk Brasileiro

    Reconhecida no Los Angeles Music Video Awards, a cantora exalta a importância do seu videoclipe The One para sua entrada na cena da música pop americana LOS ANGELES, CA – Junho 2, 2025  – A artista brasileira de Pop Latino e Disco Club, Carol Grando, lança sua carreira esse ano com a proposta de combinar estilos musicais diferentes de forma única. O videoclipe de   The One , dirigido por Eduardo Orelha , foi um pivô para sua escalada, sendo nomeado como Melhor Voz e Melhor Canção no Los Angeles Music Video Awards (LAMV).  A música é uma celebração da alegria de se apaixonar e se conectar com alguém, ao passo que enaltece a sua independência e individualidade. O vídeo lançado em Novembro de 2024 segue Carol e seus amigos por uma noite de diversão em Los Angeles, comendo pizza, conhecendo os lugares mais badalados e casualmente conhecendo um estranho que torna a noite mais especial " Maybe you are the one, maybe you’re the love of my life  (Talvez você seja a pessoa certa, talvez você seja o amor da minha vida),” ela canta com energia e cativando os ouvintes.  Photograph: Eduardo Orelha The One é escrito e composto por Carol Grando e co-produzido por Blanco Leal, que incorporou o Dance Club Pop e as batidas do Funk Brasileiro na composição. O videoclipe captado e dirigido por Eduardo Orelha teve assistência de Lucas Zerbini, beleza de Narjara Jamil e edição de Math Tobias.  A jovem cantora de 20 anos navega a indústria musical com sua personalidade e estilos únicos e fazendo pessoas de diferentes culturas se identificarem com ela. As emoções incorporadas nos diferentes ritmos refletem sua missão: “Minha música é uma ponte entre diferentes culturas e estilos, e minha missão é mostrar como essas influências podem se unir para conectar pessoas de todo o mundo.” Photograph: Eduardo Orelha O LAMV 2025 foi apenas o início de grandes projetos que virão até o fim do ano. Segundo Grando, entrar no circuito de premiações é a “realização de um sonho e o início de uma nova e ousada fase [em minha] jornada artística” . Ela ainda acrescenta “é realmente uma honra ser reconhecida, e isso me motiva a compartilhar mais de quem eu sou, tanto musicalmente quanto a minha autenticidade, com o mundo”. Anteriormente, a musicista foi considerada como “uma visionária que entende o valor da estética visual para complementar e elevar sua música” (Hot Hits Brasil) e exaltada por sua capacidade de incorporar elementos do Latin Pop e Dance Pop, enfatizando melodias dinâmicas e não apenas entretêm, mas trazem frescor à cena pop (PopCyber). O videoclipe de The One , por Carol Grando, está disponível no YouTube . Siga Carol Grando nas plataformas Instagram , TikTok , and Spotify  para receber novos lançamentos — ainda em junho, a cantora fará um novo lançamento especial. Contato de imprensa: media@thaiseliasenpr.com .

  • BIANCA HERBETTA: UMA NOVA VOZ PARA O ESPORTE BRASILEIRO

    'BRASIL' COVER EDITION - JUNE 2025 ISSUE Cover Photography: @fernandocosta________ / Additional Photography: Sandra Blas – @blasfotografia / Production Coordinator: Thiago Neres – @tqmidiasociais / Photo Retoucher: Fernando Costa – @fernandocosta________ / Bianca Herbetta não apenas cria conteúdo — ela emociona, conecta e transforma. Comunicadora por essência, apaixonada por esporte por vocação, ela é a estrela da edição BRASIL da Hooks Magazine , consolidando-se como um dos nomes mais promissores da nova geração de storytellers brasileiros. Sua jornada é marcada por autenticidade, propósito e uma habilidade rara de traduzir sentimento em narrativa. A presença de Bianca em Paris, durante a cobertura dos Jogos Olímpicos, foi o reflexo de uma trajetória em ascensão. Desde o momento em que pisou na cidade-luz, ficou claro que ali não seria apenas mais um destino: seria um ponto de virada. Com olhar sensível e alma olímpica, ela mergulhou de corpo e coração no evento, acompanhando de perto não só os pódios, mas os bastidores, os olhares tensos, as vitórias silenciosas e as histórias que nem sempre recebem os holofotes. Momentos como a medalha de bronze de Rayssa Leal e a conquista dourada de Rebeca Andrade foram mais do que registros — tornaram-se parte de sua missão de dar visibilidade ao talento brasileiro. E essa missão agora se expande com força total. Bianca é a nova embaixadora da Arena Ice , o centro de treinamento da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo. A função vai além do título: ela representa uma ponte entre o público e o universo, ainda pouco explorado, dos esportes de inverno. Com sua presença digital, Bianca inspira jovens e famílias a conhecerem modalidades como patinação e hóquei, contribuindo diretamente para a formação de novos atletas e ampliando as chances do Brasil brilhar nos Jogos de Inverno de Milão/Cortina 2026. Sua paixão pelo esporte não surgiu por acaso. Foi o esporte que ressignificou sua carreira como comunicadora. Foi ali, entre treinos, entrevistas e bastidores, que ela aprendeu o poder da disciplina, do comprometimento e da emoção real. Suas narrativas não se prendem apenas à estética — elas têm alma. Cada post, vídeo ou entrevista carrega um propósito claro: aproximar pessoas do esporte de forma sensível, engajada e potente. Enquanto se prepara para novas coberturas e desafios, o público pode esperar uma entrega ainda mais profunda: conteúdos imersivos, entrevistas exclusivas, bastidores e histórias que revelam o lado humano dos atletas. Bianca promete explorar a jornada rumo a Milão com intensidade e autenticidade, levando seus seguidores para dentro da atmosfera olímpica com formatos inovadores e envolventes. Confira entrevista exclusiva com Bianca: Você esteve na cobertura dos Jogos Olímpicos de Paris — como foi essa experiência para você como criadora de conteúdo e apaixonada por esporte? Houve algum momento que te marcou especialmente?   Foi simplesmente incrível estar em Paris podendo vivenciar isso e criar conteúdo durante os Jogos Olímpicos. Desde o 1º momento que pisei na cidade senti que seria uma das experiências mais emocionantes da minha vida, e ali tive certeza de qual é o meu propósito como criadora de conteúdo: dar visibilidade e propagar as histórias dos atletas olímpicos brasileiros. Me emocionei não só com as vitorias, mas principalmente com os bastidores. Era impossível não se sentir parte de algo maior. Difícil escolher um momento que mais me marcou, mas dois momentos mais especiais que nunca irei esquecer foi quando tive a oportunidade de assistir de perto a conquista da medalha de bronze da Rayssa, com toda aquela torcida e tensão presentes no momento; e sem dúvida acompanhar a medalha de ouro da Rebeca e poder a entrevistar na Casa Brasil e conhecer um pouco mais da pessoa incrível que ela é. Hoje você atua como embaixadora da Arena Ice, um centro de treinamento que representa novas possibilidades para o esporte no Brasil. Como enxerga o impacto desse espaço na formação de atletas de modalidades como a patinação no gelo?   Uma das maiores responsabilidades que me deram, e que me dedicarei totalmente é ser embaixadora da Arena Ice, local onde a Confederação Brasileira de Desportos no Gelo funciona e onde é feito todo o planejamento dos atletas que irão representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão/Cortina em 2026. Sem dúvida, dar visibilidade para o espaço através do conteúdo que estou criando, gera interesse de pessoas em conhecer o local que tem uma estrutura preparada para receber famílias, jovens e crianças que irão começar a conhecer modalidades de esportes no gelo como a patinação e o hockey, e dessa forma começarem a praticar esses esportes. Aumentando a quantidade de praticantes certamente aumenta a possibilidade da confederação achar mais talentos que possam um dia conquistar grandes resultados para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno.   A sua conexão com o esporte é visível em tudo o que você produz. De onde vem essa paixão e como ela influenciou o rumo da sua carreira como criadora de conteúdo?   O esporte mudou completamente o rumo da minha carreira como comunicadora e criadora de conteúdo. O esporte me ensinou a contar histórias com intensidade e com emoção, características que percebi estarem presentes em todas as conversas que tinha com os atletas. Aprendi com eles a importância da disciplina, da rotina e dos altos e baixos. Não existe conteúdo de impacto sem comprometimento e o esporte me ensinou exatamente isso, estar presente e dar o meu melhor mesmo quando ninguém está vendo. Sinto que estou vivendo o meu propósito e a cada dia aprendendo a transformar sentimento em narrativa.   O que o público pode esperar dos seus conteúdos e da sua atuação à medida que nos aproximamos dos Jogos de Inverno de Milão, em 2026?   Meu foco será contar histórias que muitas vezes ficam fora dos holofotes: bastidores, treinamentos, atletas e seus familiares, etc. Quero levar cada pessoa que me acompanha para dentro dessa atmosfera olímpica. Além disso podem esperar conteúdo visuais impactantes, entrevistas exclusivas e muita interatividade com quem me acompanha. Vou usar essa jornada até Milão como uma forma de inspirar, mostrar que mesmo vindo de um país que não tem tradição nos esportes de inverno, é possível se apaixonar, se engajar e se sentir parte dessa história.   Pensando já em Los Angeles 2028, quais são as suas expectativas — tanto como espectadora e criadora quanto para o desempenho dos atletas brasileiros?   Em relação ao desempenho dos atletas do Time Brasil, a minha expectativa assim como a de todos os brasileiros é conquistar mais medalhas, atingir mais finais, conseguir melhorar tempos, e colocar o Brasil cada vez mais próximo das potências olímpicas. Los Angeles promete ser uma edição de olímpiadas vibrante, conectada, ousada e eu estarei lá contando cada detalhe que só o esporte pode provocar. A expectativa é que seja uma edição ainda mais impactante do que foi Paris, em uma cidade que vive e respira entretenimento e essa fusão com o esporte certamente irá gerar momentos históricos e especiais para o esporte e principalmente para o esporte brasileiro. Como criadora estou empolgada com o potencial criativo que LA oferece. É uma cidade onde esporte, cultura pop, tecnologia e arte se misturam naturalmente. Pretendo explorar isso com muita autenticidade e usar novas linguagens, formatos e plataformas para conectar o público a energia do maior evento esportivo do mundo.   Como você vê a evolução da presença feminina na cobertura esportiva, especialmente nas redes sociais, e que conselhos daria para outras mulheres que desejam seguir esse caminho?   Por muito tempo, o jornalismo e a criação de conteúdo esportivo foram territórios majoritariamente masculinos. Mas hoje vemos mais mulheres narrando, comentando, entrevistando, produzindo, opinando e sendo ouvidas dentro do cenário esportivo. A presença feminina nas redes tem sido revolucionária, porque ali temos voz direta, sem filtros, com liberdade para mostrar o esporte por lentes mais humanas, plurais e sensíveis. Somos criadoras, torcedoras e contadoras de histórias ao mesmo tempo, e o mais bonito é que, ocuparmos esses espaços também inspiramos outras mulheres a  creditarem que também podem estar ali nas quadras, nas pistas, nos ringues, no gelo... e também atrás das câmeras, dos microfones e das telas. Assim como Paris mostrou que as atletas foram protagonistas nas competições esportivas, o que eu espero é que nessa jornada até Los Angeles conquistemos um espaço maior na cobertura esportiva.

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