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  • AHSA Music: onde história, excelência e propósito se encontram

    A AHSA Music surge como uma força inédita no mercado gospel brasileiro: a união entre a criatividade de um dos comunicadores mais influentes da mídia nacional, a experiência de um dos maiores produtores da música brasileira e a visão estratégica de um investidor focado em gestão, expansão e profissionalização. Mais do que uma produtora, a AHSA Music nasce como um movimento. Um ponto de encontro entre arte, técnica, visão, propósito e inovação. Alex Passos: comunicação forte, autenticidade e uma trajetória que virou marca Alex Passos construiu sua história como comunicador, apresentador e criador de conteúdos que marcaram gerações. Reconhecido pela autenticidade e pelo estilo direto, transparente e sem filtros, Alex sempre foi visto como uma voz que provoca, movimenta e traz novas perspectivas. Muitas vezes foi considerado fora da curva dentro do próprio meio por não seguir padrões. Sua trajetória ganhou força com o programa “Balaio”, que se tornou um fenômeno e deu origem ao nome que acompanha muitos de seus projetos. Depois disso, Alex apresentou programas de grande impacto na TV e no rádio, incluindo um programa de perguntas e, mais tarde, o “Sexta Básica”, um formato vibrante com banda, debates, convidados, plateia e uma energia que conectava milhões, lembrando a atmosfera dos grandes programas de auditório. Alex também esteve envolvido em movimentos que se tornaram marcos culturais, como o início do projeto Preto no Branco, além de lançamentos musicais e conteúdos que cresceram sob seu olhar inovador. No digital, comanda um podcast que mistura bastidores, conversas francas e visão de mundo, sempre com a marca que acompanha sua carreira: comunicação que conecta pessoas. Na AHSA Music, Alex representa criatividade, comunicação forte, visão inovadora e coragem para fazer diferente, sempre somando e ampliando horizontes. Marcelo Portuga: experiência, técnica e legado que transformaram a música brasileira Photo Disclosure Press Poucos profissionais acumulam um histórico tão sólido quanto Marcelo Portuga. Sua atuação foi decisiva para a evolução do mercado fonográfico brasileiro. Destacou-se como produtor, empresário, gestor artístico e precursor de uma estética visual que revolucionou o segmento urbano no país. Seu trabalho está presente em carreiras que se tornaram fenômenos nacionais. Portuga participou diretamente da criação, estética e ascensão de artistas que romperam barreiras, como Kevinho e outros grandes nomes do funk e do pop. Com visão aguçada, ajudou a profissionalizar nichos, lançar talentos, construir identidades visuais e estabelecer padrões que hoje são referência nacional. Agora, leva essa bagagem para o mercado gospel, elevando o padrão técnico e artístico da AHSA. Marcony Cruz: gestão visionária e estrutura para expansão À frente da operação estratégica, Marcony Cruz representa o pilar empresarial da AHSA Music. Investidor com trajetória sólida, ele implementa gestão, processos e visão de negócios com padrão internacional. Sua atuação garante que ideias se tornem projetos reais, consistentes e escaláveis. Marcony representa planejamento, expansão, segurança e profissionalização. O que a AHSA Music representa A AHSA Music nasce da combinação de três forças complementares: 1. A comunicação forte e a visão inovadora de Alex Passos 2. A experiência técnica e histórica de Marcelo Portuga 3. A gestão estratégica e estruturada de Marcony Cruz Essa união cria uma proposta única: entregar excelência musical com propósito, valorizando a arte como expressão e instrumento de impacto real na vida das pessoas. Nos primeiros meses, a AHSA constrói base, fortalece identidade e apresenta ao público a grandiosidade de sua proposta. A visão, porém, é maior. Inovar, elevar padrões e ressignificar o mercado gospel brasileiro, sempre respeitando a essência e a verdade da música. Propósito Produzir música com verdade, profundidade, profissionalismo e impacto. Missão Elevar o padrão do gospel brasileiro, unindo história, inovação e excelência. A história é bonita e só está começando A trajetória por trás da AHSA Music desperta expectativa por sua força, coerência e, principalmente, pela união poderosa entre três pilares complementares. A AHSA não nasce do acaso. Nasce da experiência. Do propósito. Do legado. E da convicção de que a música transforma vidas. E é exatamente isso que a AHSA Music está pronta para entregar.

  • Gabriela Lucianno: O feminino consciente que redefine poder, fé e identidade na Edição DUBAI da Hooks Magazine

    'DUBAI' EDITION COVER - JANUARY 2026 ISSUE Photographer: Lineker / Hairstylist: Hamza Alhashish / Makeup Artist: Fernet Mazo Dubai é cenário, mas também símbolo. Entre arranha céus, luxo silencioso e uma energia que mistura tradição e futuro, Gabriela Lucianno surge como a personificação de um novo feminino. Forte sem rigidez. Espiritual sem desconexão. Elegante sem esforço. Capa da edição DUBAI da Hooks Magazine, ela representa uma mulher que entende que imagem, propósito e consciência caminham juntos. Gabriela construiu uma trajetória internacional unindo desenvolvimento humano, espiritualidade prática e inteligência emocional. Mentora, empreendedora e criadora de conteúdo, seu trabalho impacta mulheres que desejam viver com mais clareza interna, equilíbrio emocional e posicionamento consciente em todas as áreas da vida. Sua história não nasce de fórmulas prontas, mas da observação atenta de um padrão recorrente. Mulheres altamente capazes, sensíveis e inteligentes que, ainda assim, vivem abaixo do próprio potencial. Ao longo do seu próprio processo de autoconhecimento, Gabriela percebeu que quando uma mulher aprende a se escutar, se regular emocionalmente e se posicionar, sua vida inteira se reorganiza. Foi nesse ponto que o caminho deixou de ser apenas pessoal e se transformou em um chamado coletivo. Essa visão ganha forma no e-book O Milagre Que Vive em Você , uma obra voltada ao fortalecimento da autoestima, da confiança interior e da reconexão com o valor pessoal feminino. Para Gabriela, o maior bloqueio que impede as mulheres de acessarem esse “milagre” está na desconexão entre identidade e valor. Durante muito tempo, muitas foram ensinadas a buscar validação fora, seja na aparência, na performance ou nos relacionamentos. A virada acontece quando essa lógica se inverte e a mulher passa a se reconhecer como a fonte do próprio valor. Viver em Dubai e atuar internacionalmente ampliou ainda mais essa leitura. O contato com diferentes culturas revelou que, apesar das diferenças externas, o desafio feminino é universal. Equilibrar ambição, sensibilidade, autonomia e pertencimento. Para Gabriela, o autoconhecimento deixou de ser um luxo e se tornou uma competência global. O verdadeiro poder feminino está na capacidade de ser inteira em qualquer contexto, sem precisar se fragmentar para caber. Essa integridade também se reflete na forma como ela enxerga espiritualidade. Longe de rituais desconectados da realidade, Gabriela defende uma fé aplicada à vida prática. Alinhamento de valores, clareza de limites e direção consciente são, para ela, a base de decisões sólidas nos relacionamentos, na carreira e no empreendedorismo. Inteligência emocional, nesse contexto, não é apenas sentir, mas saber escolher com lucidez, mesmo sob pressão. Além da mentoria, Gabriela transita com naturalidade pelo universo do empreendedorismo e da beleza. Desenvolve projetos que conectam estética, identidade e experiências premium, entendendo imagem como linguagem. Para ela, cuidar da aparência, do estilo e da presença não é superficial. É comunicação estratégica. Quando a imagem externa está alinhada à identidade interna, ela se torna uma ferramenta legítima de fortalecimento interior e posicionamento no mundo. Com presença digital ativa, Gabriela compartilha reflexões sobre fé, rotina consciente, crescimento pessoal e estilo de vida. Seu conteúdo não promete atalhos, mas oferece profundidade. Inspira uma comunidade que busca evolução com elegância, verdade e consistência. Para as mulheres que acompanham sua trajetória e desejam alinhar quem são por dentro com a vida que se manifesta por fora, Gabriela é direta. O primeiro passo é desenvolver uma autoconsciência real. Observar padrões, reconhecer limites e entender o que realmente importa. A partir dessa clareza, as escolhas se ajustam e a vida externa passa a refletir o que já está organizado internamente. Confira entrevista completa: 1.⁠ ⁠Sua trajetória une espiritualidade, inteligência emocional e posicionamento feminino consciente. Em que momento você entendeu que esse caminho não era apenas pessoal, mas também um chamado para impactar outras mulheres? Meu trabalho nasceu da observação de um padrão recorrente: mulheres altamente capazes, sensíveis e inteligentes que, ainda assim, vivem abaixo do seu verdadeiro potencial. Ao longo da minha própria jornada de autoconhecimento, percebi que quando uma mulher aprende a se escutar, se regular emocionalmente e se posicionar, sua vida inteira se reorganiza. Foi nesse momento que entendi que isso não era apenas pessoal — havia um impacto real, replicável e necessário para outras mulheres. 2.⁠ ⁠No e-book “O Milagre Que Vive em Você”, você fala sobre autoestima e reconexão com o valor pessoal feminino. Qual é, na sua visão, o maior bloqueio interno que impede as mulheres de acessarem esse “milagre” no dia a dia? O maior bloqueio é a desconexão entre identidade e valor. Muitas mulheres foram ensinadas a buscar validação externa — aprovação, performance, aparência, relacionamentos — em vez de construir uma base interna sólida. O “milagre” acontece quando essa lógica se inverte: quando a mulher passa a se ver como a fonte do seu próprio valor, não como alguém que precisa constantemente prová-lo. 3.⁠ ⁠Viver em Dubai e atuar internacionalmente traz contato com diferentes culturas e mentalidades. Como essa vivência global transformou sua forma de enxergar fé, autoconhecimento e o papel da mulher no mundo contemporâneo? Viver em Dubai e atuar internacionalmente ampliou profundamente minha percepção do feminino. Em culturas diferentes, os papéis mudam, mas o desafio é o mesmo: mulheres tentando equilibrar ambição, sensibilidade, autonomia e pertencimento. Essa vivência me ensinou que autoconhecimento não é um luxo — é uma competência global. E que o verdadeiro poder feminino é a capacidade de ser inteira em qualquer contexto. 4.⁠ ⁠Você defende uma espiritualidade prática, integrada à vida moderna. Como traduzir fé, equilíbrio emocional e consciência em decisões concretas — seja nos relacionamentos, na carreira ou no empreendedorismo? Para mim, não se trata de sistemas de crença, mas de alinhamento. Quando uma mulher entende seus valores, seus limites e sua direção, isso passa a orientar seus relacionamentos, sua carreira e seus negócios. Inteligência emocional não é apenas entender sentimentos — é saber tomar decisões alinhadas, mesmo sob pressão. Esse tipo de clareza muda tudo: com quem você se envolve, o que você constrói e o que você tolera. 5.⁠ ⁠Além da mentoria, você desenvolve projetos que conectam beleza, estética e experiência premium. De que forma identidade e imagem externa podem se tornar ferramentas legítimas de fortalecimento interior e propósito? Imagem, estética e presença são linguagens. Quando estão alinhadas à identidade, tornam-se ferramentas poderosas de expressão e posicionamento. Cuidar da aparência, do estilo e da experiência que você oferece ao mundo não é superficial — é comunicação estratégica. Uma mulher que se vê como valiosa naturalmente cria um ambiente que reflete isso. 6.⁠ ⁠Para as mulheres que acompanham seu trabalho e buscam viver com mais clareza, equilíbrio e verdade, qual é o primeiro passo indispensável para alinhar quem se é por dentro com a vida que se manifesta por fora? O primeiro passo é desenvolver auto-consciência real. Não no sentido abstrato, mas na prática: perceber seus padrões, seus limites e o que realmente importa para você. A partir daí, suas escolhas começam a se alinhar com quem você é — e a vida externa passa a refletir essa clareza.

  • Dr. Seung Lee: Entre ciência e estratégia, uma nova leitura do corpo

    'HEALTH' EDITION COVER - JANUARY 2026 ISSUE Photographer: @mg.fotoefilme / Creative manager: @moniss__ Em um cenário no qual a cirurgia plástica avança rapidamente entre promessas estéticas e soluções imediatas, o trabalho do Dr. Seung Lee se distingue por uma abordagem que privilegia método, ciência e visão estratégica. Cirurgião plástico especializado em contorno corporal, ele construiu sua prática a partir da convicção de que o corpo não pode ser tratado como um padrão replicável, mas como uma estrutura única, atravessada por história, biologia e contexto emocional. Sua atuação é guiada pela medicina baseada em evidências e pela personalização rigorosa de cada planejamento cirúrgico. Mais do que alcançar resultados visuais impactantes, o foco está na naturalidade, na segurança e no bem-estar a longo prazo, princípios que sustentam uma relação médica pautada pela ética e pela responsabilidade profissional. Nascido na Coreia do Sul e criado no interior do Rio de Janeiro, o Dr. Seung Lee construiu sua trajetória a partir de uma combinação pouco comum de disciplina, visão de longo prazo e precisão técnica. A decisão de seguir a medicina surgiu cedo, mas foi ao longo da formação que ficou claro que seu interesse não estava na urgência hospitalar, e sim na cirurgia plástica como ferramenta de transformação estrutural do corpo e da autoestima. A escolha pela especialidade exigiu um percurso rigoroso. Após a graduação em Medicina pela UNIFOA, passou pela residência em Cirurgia Geral no Hospital Federal de Ipanema antes de conquistar uma das vagas mais concorridas do país em Cirurgia Plástica, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. A entrada na UFRJ, após um processo seletivo marcado por critérios técnicos e disputas apertadas, consolidou não apenas uma meta pessoal, mas a base de um pensamento cirúrgico orientado por método e excelência. Concluída a residência, a carreira seguiu um movimento estratégico. A mudança para São Paulo aproximou o médico de sua família e, ao mesmo tempo, ampliou seu campo de atuação profissional. Em paralelo, buscou formação internacional na Coreia do Sul, onde aprofundou conhecimentos em procedimentos faciais e técnicas minimamente invasivas, ampliando sua leitura estética e técnica. O verdadeiro ponto de inflexão, no entanto, veio com o contato direto com a Lipo HD. A partir da formação com o criador da técnica, o Dr. Seung passou a dedicar sua prática ao contorno corporal de alta definição, incorporando enxertos musculares guiados por visão direta, estudo aprofundado da anatomia humana e tecnologias capazes de ampliar precisão e segurança. Cursos avançados em graft, remodelamento costal e anatomia em cadáver reforçaram uma abordagem que privilegia controle absoluto das estruturas corporais e redução de riscos. Essa lógica se estende às cirurgias mamárias e abdominais. Técnicas que reduzem cicatrizes, preservam proporções e reestruturam a musculatura fazem parte de um repertório voltado a resultados consistentes e sustentáveis, especialmente em casos complexos, como grandes flacidezes ou cirurgias combinadas. A tecnologia ocupa papel central nesse modelo. Equipamentos como Vaser, Microaire, sistemas de ultrassonicação, Piezo e tecnologias de retração cutânea são utilizados não como promessa estética, mas como ferramentas de segurança, menor trauma cirúrgico e melhor recuperação. Nesse contexto, a incorporação do Quantum, tecnologia voltada ao tratamento avançado da flacidez, reforça um posicionamento pioneiro e alinhado à inovação responsável. O mesmo raciocínio orienta a estrutura da clínica. O crescimento físico do espaço acompanha a ampliação do cuidado. Hoje, instalada em uma área de 500 metros quadrados em São Paulo, a clínica reúne equipe multidisciplinar, fisioterapia, spa médico, dermatologia e suporte integral ao paciente, refletindo uma visão de cirurgia plástica que ultrapassa o ato cirúrgico e se consolida como experiência médica completa. Mais do que acumular técnicas ou tecnologias, a trajetória do Dr. Seung Lee revela um entendimento claro da cirurgia plástica como disciplina estratégica, onde ciência, planejamento e respeito ao tempo do corpo definem o verdadeiro sucesso. A seguir, o Dr. Seung Lee fala sobre sua prática, suas escolhas e a forma como enxerga a evolução da cirurgia plástica hoje. A cirurgia plástica contemporânea exige cada vez mais leitura estratégica do corpo e menos reprodução de padrões. Como ciência e visão de longo prazo orientam hoje o seu planejamento cirúrgico? A cirurgia plástica deixou de ser um exercício de repetição estética e passou a ser uma disciplina de leitura corporal. Hoje, ciência e visão de longo prazo caminham juntas no meu planejamento. Avalio não apenas a anatomia atual do paciente, mas como esse corpo tende a evoluir com o tempo, considerando envelhecimento, variações de peso, hábitos e contexto metabólico. A cirurgia precisa respeitar a individualidade biológica e estrutural; caso contrário, o resultado se torna efêmero. A mesma técnica utilizada em um paciente que obteve um ótimo resultado não garante a mesma satisfação em outro corpo. Por isso, planejar com ciência é pensar em sustentabilidade estética. O uso crescente das chamadas canetas emagrecedoras tem alterado rapidamente a relação das pessoas com o próprio corpo. Do ponto de vista cirúrgico e fisiológico, quais são os impactos reais dessa perda de peso acelerada na estrutura corporal e como isso repercute nas decisões estéticas a médio e longo prazo? O uso das canetas resolveu um problema, como o excesso de gordura, mas gerou outro, que é o excesso de pele. A perda rápida e significativa de peso gera uma flacidez importante e acelerada, modificando profundamente a qualidade dos tecidos. Observamos flacidez mais precoce, alterações na elasticidade da pele e perda de suporte estrutural. A flacidez de pele pode ser corrigida de duas maneiras. Nos casos de flacidez leve e, às vezes, moderada, o uso de tecnologias como o Quantum associado ao Morpheus promove resultados excelentes. Para flacidez mais importante, o lifting, com retirada de pele, é o mais indicado. Em um mercado que muitas vezes valoriza resultados imediatos, como manter a naturalidade e o bem-estar a longo prazo como critérios centrais de sucesso em cirurgia plástica? Naturalidade é consequência de coerência médica. No meu trabalho, o sucesso não é apenas o “antes e depois”, mas a forma como aquele corpo envelhece ao longo dos anos. Manter o bem-estar como critério central exige dizer “não” quando necessário, educar o paciente e alinhar expectativas. A cirurgia deve integrar a vida do paciente, não dominá-la. A Lipo Lee 360 se consolidou como uma marca do seu trabalho. Em que momento uma técnica deixa de ser apenas um procedimento e passa a refletir uma filosofia de atuação? Quando a técnica deixa de ser executada de forma automática e passa a expressar uma forma de pensar o corpo. A Lipo Lee 360 não é apenas sobre remover gordura, mas sobre esculpir cada musculatura com estratégia e precisão, respeitando proporções, movimento e funcionalidade. Um ponto ao qual muitos profissionais não dão a devida relevância são as repercussões da retirada de gordura. É importante lembrar que a gordura contribui para a sustentação da pele; ao removê-la, ocorre automaticamente a perda desse suporte. Muitos não atentam para esse fator, mas, como tenho um olhar mais apurado para o contorno corporal como um todo na minha Lipo 360, esse é um dos motivos pelos quais nossos resultados apresentam índices tão altos de satisfação. Sua prática integra cirurgia plástica, acompanhamento com nutrólogo e educação do paciente sobre o próprio corpo. Por que compreender o indivíduo como um todo se tornou indispensável para alcançar resultados consistentes? Porque o corpo não funciona em compartimentos isolados. Cirurgia sem equilíbrio metabólico, nutricional e comportamental gera resultados instáveis. Quando compreendemos o indivíduo como um todo, conseguimos preparar melhor o organismo, reduzir riscos, melhorar a cicatrização e prolongar os resultados. A cirurgia é um evento; o corpo é um processo contínuo. A tecnologia ocupa um papel decisivo no seu posicionamento profissional. Como o uso pioneiro do Quantum potencializa os resultados cirúrgicos sem comprometer segurança e ética médica? A tecnologia deve amplificar a precisão do cirurgião, não substituí-lo. O Quantum permite maior controle térmico e refinamento dos tecidos, favorecendo a retração cutânea e a definição, sempre dentro de parâmetros seguros. Ser pioneiro não significa ser imprudente, mas dominar profundamente a tecnologia, respeitando limites fisiológicos e princípios éticos. Segurança é inegociável. Educar o paciente para escolhas conscientes é um dos pilares do seu trabalho. Como construir autonomia e confiança na relação médico-paciente em um cenário marcado por excesso de informação e expectativas irreais? A confiança nasce da transparência. Hoje, o paciente chega com muitas informações, nem sempre corretas. Meu papel é traduzir ciência em linguagem clara, explicar riscos, limites e possibilidades reais. Quando o paciente entende o próprio corpo, ele se torna parte ativa do processo. Autonomia se constrói com conhecimento, não com promessas. O crescimento da procura pelo Mommy Makeover revela mudanças importantes no comportamento das mulheres no pós maternidade. O que esse movimento indica sobre corpo, identidade e reconstrução da autoestima? Esse movimento mostra que a maternidade não anula a identidade feminina. O Mommy Makeover vai além da estética; ele representa um resgate da relação da mulher com o próprio corpo. Não se trata de apagar as marcas da maternidade, mas de reconciliar corpo, autoestima e fase de vida. É uma decisão madura, consciente e profundamente ligada ao bem-estar emocional. Devolver o conforto de usar as roupas que usava antes da gestação é um dos aspectos mais citados. Uma das frases que mais ouço no pós-operatório é: “Eu fico emocionada ao colocar um biquíni, me olhar no espelho e me amar”. Com a chegada da técnica Lee Face, que atua em detalhes que o lifting facial tradicional não contempla, como você redefine hoje o conceito de rejuvenescimento facial e de sofisticação nos resultados? Rejuvenescimento não é esticar, é reposicionar com inteligência. A Lee Face atua em pontos estratégicos que respeitam expressão, identidade e movimento facial. A sofisticação está nos detalhes quase imperceptíveis, na harmonia e na naturalidade. O melhor resultado é aquele que não denuncia a cirurgia, apenas revela vitalidade. O Preservation Deep Plane é a técnica mais atual e segura quando se trata de rejuvenescimento facial. E, por último, qual é a sua voz? Que mensagem você considera essencial compartilhar hoje com quem toma decisões sobre corpo, estética e cirurgia plástica? Meu compromisso é com escolhas conscientes. A cirurgia plástica deve ser realizada com responsabilidade, ciência e propósito. Mais do que transformar corpos, precisamos preservar identidade, saúde e longevidade estética. Essa é a medicina em que acredito e que pratico. Escolhi a cirurgia plástica porque ela promove uma transformação profunda, devolve o contorno corporal e transforma casamentos e vidas. Compre sua edição Fisica da edição Health na gráfica internacional MagCloud, abaixo:

  • Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos: o que os visitantes precisam saber sobre o novo e rigoroso cenário de imigração americana

    A advogada Renata Castro, especialista em mobilidade global, analisa as recentes restrições de vistos e alerta para a importância do planejamento jurídico estratégico antes do mundial. Photo Disclosure Press Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, os Estados Unidos se preparam para receber um fluxo sem precedentes de visitantes, mas o caminho para cruzar a fronteira tornou-se significativamente mais complexo. Desde o início de 2025, o sistema migratório americano passou por transformações profundas que impactam diretamente torcedores, investidores e famílias que planejam vivenciar o evento. O novo cenário exige que o planejamento da viagem vá muito além da compra de ingressos e reservas de hotéis, demandando uma atenção minuciosa às normas de entrada que foram recentemente endurecidas. A advogada Renata Castro, fundadora do USA4ALL e especialista com mais de duas décadas de atuação no direito migratório, observa que o momento é de vigilância extrema. Segundo ela, a prática jurídica hoje vai muito além do preenchimento de formulários, consistindo em antever mudanças regulatórias e traduzi-las em estratégias claras para que o sonho da Copa do Mundo não seja interrompido na alfândega. Castro destaca que, embora o evento traga uma atmosfera de celebração, as exigências de segurança nunca foram tão altas, incluindo propostas de análise de histórico de mídias sociais e cauções financeiras elevadas para categorias específicas de vistos. Um dos pontos de maior atenção para os viajantes é a suspensão temporária de pedidos de imigração para cidadãos de diversas nacionalidades e o aumento do rigor no processamento de vistos de turismo e negócios. Renata Castro reforça que sua atuação se concentra em simplificar esses processos complexos, garantindo que investidores e torcedores tenham a segurança jurídica necessária para transitar entre os países. Para a especialista, a advocacia de imigração tornou-se um pilar essencial da experiência internacional moderna, influenciando diretamente a mobilidade global em um ano em que os olhos do mundo estarão voltados para os estádios americanos. O apoio à imigração legal nos EUA por parte da população alcançou níveis recordes em 2025 . No entanto, essa aceitação social caminha lado a lado com uma fiscalização técnica implacável. Por isso, a orientação de Castro é clara: a antecipação é a melhor ferramenta para contornar filas burocráticas e possíveis impedimentos. Ao conectar o direito com a realidade vivida por quem busca experiências globais, a especialista destaca que o sucesso de uma jornada internacional no contexto da Copa depende, agora mais do que nunca, de uma estratégia jurídica sólida e atualizada.

  • GISELLE DIAS: A inteligência sensível por trás das imagens que constroem marcas

    'FASHION' COVER EDITION - JANUARY 2026 ISSUE Photography: Nadia Reis -  @eunadiareis / Beauty: @Igordantasbeauty / Retoucher: @caetanoweissmann / 3D Artist: @trevosow / Creative direction: @gigdias / Press Office: @kaiocezzar_ Na indústria criativa contemporânea, onde imagem e discurso se multiplicam em velocidade máxima, poucas profissionais conseguem sustentar algo cada vez mais raro: coerência entre estética, estratégia e pensamento. Giselle Dias é uma dessas exceções. Diretora criativa, fotógrafa e fundadora do GIGStudios, ela se consolida como um dos nomes mais interessantes da nova geração que entende a criatividade não como ornamento, mas como sistema. Com mais de uma década de atuação no mercado, Giselle já assinou projetos para marcas como Dior, Miu Miu, Vivara e Julio Okubo, além de colaborar com artistas e empresas que transitam entre moda, beleza e lifestyle. Em todos eles, existe um fio condutor claro: a imagem nunca surge sozinha. Ela vem acompanhada de intenção, posicionamento e narrativa. “No início da minha carreira, a estética vinha em primeiro lugar, quase como um fim em si mesma. Com o tempo, eu entendi que, dentro da publicidade, a arte precisa funcionar no mundo real”, reflete. Essa virada de chave aconteceu à medida que Giselle mergulhou mais profundamente na lógica de marcas, briefings e objetivos de negócio. A compreensão de que beleza sem estratégia é efêmera, e que estratégia sem estética perde potência, redefiniu seu olhar sobre direção criativa. “Uma boa estética potencializa a estratégia, e uma estratégia bem definida dá sentido e longevidade à imagem.” Criatividade como estrutura, não acabamento Ao observar a transformação das grandes maisons e marcas globais ao longo dos últimos anos, Giselle é categórica: criatividade deixou de ser um elemento final do processo para se tornar parte central da construção de valor. “Antes, storytelling era quase um acessório de campanha. Hoje, ele é um ativo. O público quer entender de onde vem, por que existe e o que uma marca representa no mundo.” Esse novo consumo, mais consciente e fragmentado, exige narrativas honestas, culturalmente conectadas e alinhadas ao tempo presente. Tendências, sozinhas, já não sustentam relevância. É exatamente nesse ponto que nasce o GIGStudios, agência criada por Giselle com o propósito de unir marketing e sensibilidade estética. Mais do que campanhas visualmente impactantes, o estúdio constrói universos. “Não existe mais espaço para comunicação genérica. Marcas relevantes são aquelas que sabem quem são, com quem falam e o que defendem.” No GIG, a estética é consequência de um entendimento profundo de marca, nunca o ponto de partida isolado. Quando o branding começa pelo próprio nome Nos últimos anos, Giselle também passou a ocupar um espaço cada vez mais estratégico no ambiente digital. Seus conteúdos no Instagram, divididos entre os quadros “Vamos Falar Sobre Isso?” e “Quer Uma Opinião Sincera?”, revelam uma faceta que vai além do portfólio: a da comunicadora crítica, informada e culturalmente atenta. “Durante muito tempo, meu Instagram funcionava apenas como um portfólio. Mas eu percebi que branding é narrativa, é presença.” Inspirada pelo movimento de CEOs creators, Giselle decidiu aplicar em si mesma aquilo que sempre defendeu para seus clientes: posicionamento claro, voz própria e autenticidade. “Não é sobre agradar todo mundo. Ser crítica, transparente e assumir um ponto de vista constrói confiança, e hoje confiança é um dos ativos mais valiosos do branding pessoal.” Informação e opinião caminham juntas porque refletem quem ela é. E é exatamente essa combinação que gera identificação e comunidade. Entre o impacto visual e a conexão emocional Em um mercado saturado por estímulos visuais, Giselle aponta que o maior desafio não é chamar atenção, é permanecer. “Impacto visual é importante, mas conexão emocional exige profundidade. Quando a imagem existe sem estratégia, ela tende a ser passageira.” Para ela, campanhas que realmente funcionam são aquelas que respeitam a inteligência do público e dialogam com emoções reais. Menos ruído, mais intenção. Menos excesso gratuito, mais significado. O futuro: tecnologia com alma Ao olhar para o futuro da moda e do branding, Giselle identifica movimentos claros: autenticidade radical, comunidades e construção de universos próprios. Marcas deixam de falar com todos para falar profundamente com quem realmente importa. Há também uma tensão evidente entre tecnologia e sensibilidade humana, especialmente com o avanço da inteligência artificial. “Existe uma resistência do público. Ao mesmo tempo em que a tecnologia avança, cresce uma busca pelo real, pelo offline, por experiências sensoriais.” Mesmo assumindo seu apreço pelo impresso e pela materialidade das imagens físicas, Giselle é realista: o maior alcance hoje está no digital, e adaptar-se faz parte do processo. “O diferencial vai estar em quem souber equilibrar tecnologia e sensibilidade humana, usando a tecnologia como aliada, e não como substituta da visão, da estética e da emoção.” A nova sofisticação é o pensamento Giselle Dias representa uma geração que entende que sofisticação não está apenas na imagem final, mas no pensamento que a sustenta. Em um mundo onde tudo é visto, poucos realmente são sentidos. Sua trajetória prova que direção criativa, quando bem feita, não cria apenas campanhas, constrói marcas, narrativas e relevância duradoura. Confira entrevista completa com Giselle Dias: 1. Você transita com naturalidade entre estratégia, estética e narrativa. Em que momento da sua trajetória você percebeu que direção criativa vai muito além da imagem e passa, necessariamente, por construção de marca? Essa percepção veio ao longo do tempo, com o amadurecimento da minha trajetória dentro do mercado da publicidade. No início da minha carreira, eu vinha de um lugar muito mais autoral. A estética vinha em primeiro lugar, quase como um fim em si mesma. À medida que fui me aprofundando na publicidade e passando a lidar mais de perto com marcas, briefings e objetivos reais de negócio, essa visão começou a mudar. Eu passei a entender que, dentro da publicidade, a arte precisa funcionar no mundo real. Precisa comunicar, gerar desejo, posicionar e, no fim das contas, trazer resultado, que é sempre o objetivo de uma empresa. Esse entendimento veio também do contato com o lado do empreendedorismo. Ao começar a pensar mais como quem está do outro lado, como quem investe, decide e assume riscos, ficou claro para mim que estética e estratégia são aliada. Uma boa estética potencializa a estratégia, e uma estratégia bem definida dá sentido e longevidade à imagem. Foi nesse processo, gradual e muito ligado à experiência tanto prática quanto teórica, que direção criativa deixou de ser apenas imagem e passou a ser construção de marca. 2. Ao longo de mais de uma década trabalhando com nomes como Dior, Miu Miu e Vivara, o que mudou na forma como as grandes marcas se relacionam com criatividade, storytelling e consumo? Mudou quase tudo. Antes, criatividade era muitas vezes vista como um acabamento final, hoje ela é parte estrutural da estratégia. As grandes marcas entenderam que storytelling não é mais um acessório de campanha, mas um ativo de valor. Ao mesmo tempo, o consumo ficou muito mais consciente e fragmentado. O público quer saber de onde vem, por que existe e o que aquela marca representa no mundo. Isso exige narrativas mais honestas, menos artificiais e uma criatividade que dialogue com cultura, comportamento e tempo presente, não apenas tendência. 3. O GIGStudios nasce como uma agência que conecta marketing e sensibilidade estética. Qual é o diferencial que você acredita ser indispensável para marcas que querem se manter relevantes hoje? O diferencial indispensável é entender seu universo de marca e saber traduzir isso em imagem, discurso e experiência de forma consistente. Não existe mais espaço para comunicação genérica. Marcas que se mantêm relevantes são aquelas que têm clareza de quem são, com quem falam, o que defendem e conseguem construir desejo a partir disso. No GIGStudios, a estética nunca vem sozinha, ela sempre carrega estratégia, intenção e posicionamento. 4. Nos seus conteúdos no Instagram, você equilibra informação e opinião em quadros como “Vamos Falar Sobre Isso?” e “Quer Uma Opinião Sincera?”. Até que ponto a comunicação direta e crítica se tornou uma ferramenta estratégica de branding pessoal? É 100% uma ferramenta estratégica e foi um decisão intencional. Durante muito tempo, meu Instagram funcionava quase como um portfólio. Quem entrava no meu perfil via os trabalhos e as campanhas, mas não necessariamente quem estava por trás delas. Nunca tive vontade de ser influencer e, sinceramente, nunca tinha me enxergado nesse lugar. A virada aconteceu quando comecei a observar um movimento claro no mercado. CEOs creators passaram a ocupar o espaço da comunicação, construindo narrativa, autoridade e comunidade em torno do que pensam e fazem. Foi nesse contexto que eu percebi que existia um lugar onde eu me encaixava e que, se eu não ocupasse esse espaço inclusive, estaria ficando para trás. Mais do que isso até, entendi que eu tinha que aplicar em mim mesma aquilo que sempre defendi para os meus clientes. Branding é posicionamento, é narrativa, é presença. Nos meus conteúdos, informação e opinião caminham juntas porque refletem quem eu sou como profissional. Não se trata de provocar por provocar, mas de abrir conversas relevantes e contextualizar o mercado. Nem todo mundo vai concordar com tudo, e tudo bem. Eu entendi também que não é sobre agradar a todos o tempo inteiro, mas sim sobre ser autentica a minha persona e o que eu acredito. Ser crítica, transparente e assumir um ponto de vista constrói confiança e, hoje, confiança é um dos ativos mais valiosos do branding pessoal. É isso que gera identificação e principalmente, comunidade. 5. Moda, beleza e lifestyle vivem um momento de excesso de estímulos visuais. Como você enxerga o desafio de criar campanhas que realmente gerem conexão emocional e não apenas impacto imediato? O maior desafio hoje é sair do ruído. Vivemos em um mercado extremamente saturado e com excesso constante de estímulos visuais. Impacto visual é importante, mas conexão emocional exige profundidade. Quando a imagem existe sem estratégia, ela tende a ser passageira. Campanhas que realmente conectam são aquelas que entendem o comportamento das pessoas, falam com emoções reais e não subestimam o público. Menos estímulo gratuito, mais intenção. Quando uma marca consegue tocar o público em um nível mais humano, seja pela história, pela estética ou pela experiência, ela deixa de ser apenas vista e passa a ser sentida. 6. Olhando para o futuro da indústria criativa, quais comportamentos, linguagens ou movimentos você acredita que vão definir as próximas grandes narrativas no mercado de moda e branding? Olhando para o futuro, mas também para o presente, acredito que as próximas grandes narrativas vão girar em torno de autenticidade radical, comunidades e construção de universos próprios. Vejo um movimento forte de marcas que deixam de falar com “todo mundo” para falar profundamente com quem realmente importa. Linguagens mais autorais, menos polidas, mais próximas da realidade. O comportamento humano funciona em ciclos. Sempre que a sociedade vai para um extremo, surge um movimento natural de reação. Quando tudo fica rápido demais, técnico demais e produtivo demais, cresce uma vontade de desacelerar, de contemplar e de sentir. Quando estamos completamente imersos no digital, aparece esse desejo quase físico por experiências reais, presenciais e sensoriais. Uma das grandes discussões que já está em curso é o uso da tecnologia e da inteligência artificial. Muitas marcas estão aderindo, mas ainda existe uma resistência clara por parte do público. Ao mesmo tempo em que essas ferramentas avançam, cresce também uma busca pelo real, pelo offline e por conexões mais humanas, muito impulsionada pela saturação desse excesso tecnológico. Isso começa a se refletir diretamente nas narrativas que ganham força. Não dá para ignorar a tecnologia ou fingir que essas mudanças não estão acontecendo. Existe um certo preciosismo nostálgico, que eu mesma tenho em relação ao impresso, por exemplo. Para mim, ver uma foto em um billboard ou em uma revista impressa ainda tem essa mágica. Mas é indiscutível que o maior espaço de visualização e alcance hoje está no online, e adaptar-se aos novos tempos também faz parte do processo. Eu acredito que no futuro, o diferencial vai estar em quem souber equilibrar bem tecnologia e sensibilidade humana, sem perder identidade no processo. Criar experiências que tragam conexão real, sem abrir mão das ferramentas tecnológicas, usando a tecnologia como aliada e não como substituta da visão, da estética e da emoção. Compre sua versão da revista física, vendida e enviada globalmente pela gráfica internacional MagCloud:

  • Dra. Kaísa Justo e a construção silenciosa de uma autoridade que não segue tendências: cria permanência

    'LEGACY' COVER EDITION - DECEMBER 2025 ISSUE Photo: @andersonmmacedo_ @demmacedo / Vídeo: @olivervideomaker_ / Beauty: @g.make.hair / Styling: @callmebylacerda / Studio: @nasulstudio Existe uma diferença clara entre quem ocupa espaço e quem constrói permanência. A Dra. Kaísa Justo pertence ao segundo grupo. Sua trajetória na medicina, iniciada ainda nos anos 1990, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, cidade onde nasceu, não foi moldada pela pressa dos resultados imediatos nem pelo apelo de padrões preestabelecidos. Foi construída com tempo, rigor técnico e um olhar que atravessa a medicina e alcança a arte, a estética e a sensibilidade humana. Cirurgiã plástica por escolha consciente, Kaísa carrega uma assinatura rara no mercado contemporâneo: precisão cirúrgica aliada a uma leitura profunda da individualidade. Para ela, a cirurgia plástica não é sobre transformar corpos, mas sobre revelar versões mais alinhadas de quem a pessoa já é. Um pensamento que se opõe à lógica industrializada da estética atual. Beleza não é perfeição. É autenticidade, diz ela. Antes de ser cirurgiã, Kaísa foi criadora. Ainda criança, encontrou nas atividades manuais um território de expressão e foco. Costura, artesanato, macramê, crochê, renda nordestina dentre outros. O hiperfoco que hoje se traduz em excelência técnica começou ali. Seu primeiro sonho foi a moda. Chegou a conquistar uma bolsa de estudos em Milão, interrompida pela falta de recursos familiares. A medicina entrou depois, mas nunca apagou essa formação sensível. A adaptação à faculdade não foi simples. Foi no retorno ao curso que Kaísa encontrou uma referência decisiva, a cirurgiã pediátrica e professora Yvelise de Verney. Mais do que técnica, ela apresentou um modelo de conduta médica e humana. Com ela, Kaísa entrou precocemente no centro cirúrgico e aprendeu que a medicina também se constrói pela ética e pelo olhar atento ao outro. A afinidade com a cirurgia foi imediata, embora a especialidade ainda fosse incerta. Kaísa chegou a se dedicar à cirurgia pediátrica, mas a convivência com o sofrimento infantil, somada à maternidade, tornou esse caminho emocionalmente inviável. Foi nesse ponto que surgiu outro nome essencial em sua trajetória. Durante a residência médica, o cirurgião Oscar Leite teve papel decisivo ao reconhecer que seu talento estava na Cirurgia Plástica. Foi ele quem sustentou essa transição, reforçando que ali existe medicina em sua forma mais complexa, onde técnica, reconstrução e responsabilidade caminham juntas. Essa base tornou-se diferencial. Kaísa compreendeu que dominar a técnica não bastava. Era preciso desenvolver um olhar estético capaz de perceber nuances que não cabem em protocolos rígidos. Cada corpo e cada rosto como uma obra única. Sua sensibilidade visual transformou-se em método. Um olhar treinado para observar gestos, escutar desejos subjetivos e traduzir expressões como “quero algo delicado” ou “natural” em decisões cirúrgicas precisas. Operar, para ela, é olhar e executar com a mesma atenção. Em um mercado orientado por tendências e resultados altamente visuais, Kaísa escolheu a contramão. Sua prática clínica se apoia em três pilares: Personalização, Ética e Longevidade. Isso significa, muitas vezes, dizer não, desconstruir referências externas e educar pacientes sobre proporção, limites e envelhecimento saudável. Ela não acredita em copiar rostos ou fabricar corpos genéricos. A cirurgia, em sua visão, deve envelhecer bem, respeitar a anatomia e preservar a identidade. O maior elogio, segundo ela, é quando ninguém percebe que houve uma cirurgia, apenas nota-se que algo está mais harmônico, mais confiante, mais verdadeiro. Essa postura exige maturidade, algo que apenas o tempo de carreira ensina. Ser mulher na medicina já impõe desafios estruturais. Ser mulher, médica e autista exige ainda mais consciência de si. Durante anos, Kaísa acreditou que precisaria se moldar, até compreender que autoridade nasce da autenticidade. O autismo, vivido por muito tempo em silêncio, hoje integra sua narrativa com responsabilidade. Não como vitimismo, mas como conscientização. Uma condição que impõe limites reais, mas também potencializa foco, análise profunda e atenção aos detalhes. Depois de décadas de atuação, Kaísa construiu um legado sólido. O futuro, para ela, não é ruptura, é aprofundamento. Expandir esse legado significa inspirar uma medicina mais humana, transmitir valores às próximas gerações, inclusive ao filho que seguiu a mesma carreira, e reafirmar que excelência técnica pode coexistir com sensibilidade, ética e feminilidade. Ela não deseja ser lembrada apenas pelos resultados estéticos, mas pelo impacto emocional e identitário que promoveu. Uma cirurgiã que devolveu não apenas formas, mas confiança e alinhamento interno. É a partir dessa visão que se constrói a conversa a seguir. Nesta entrevista, a Dra. Kaísa Justo fala sobre estética, identidade, moda, responsabilidade médica e o legado de uma carreira pensada para atravessar o tempo. Sua trajetória na Cirurgia Plástica é marcada por precisão técnica, mas também por uma estética muito clara. Em que momento você percebeu que sua sensibilidade visual, algo que vai além da medicina, seria um diferencial real na forma como você constrói resultados e se comunica com suas pacientes? A percepção de que minha sensibilidade visual seria um diferencial veio de forma gradual, mas se tornou muito clara quando compreendi que a cirurgia plástica vai muito além de corrigir ou transformar. Ela é sobre harmonia, equilíbrio e sobre expressar quem a paciente realmente é. Durante minha formação, percebi que cada corpo e cada rosto carregam traços únicos, quase como uma obra de arte esperando para ser valorizada. A medicina nos ensina anatomia, proporções e medidas, mas foi a minha sensibilidade artística que me permitiu enxergar nuances que não estão nas tabelas. Isso ficou evidente quando notei que minhas pacientes voltavam não apenas satisfeitas com o resultado físico, mas com a sensação de terem sido vistas e respeitadas em sua individualidade. O verdadeiro ponto de virada aconteceu quando percebi o impacto emocional de resultados personalizados. Eu não estava seguindo padrões, mas criando estratégias estéticas que respeitavam histórias e identidades. Entendi que beleza não é perfeição, é autenticidade. E que operar é alinhar técnica e arte. Você costuma dizer que a Cirurgia Plástica não é sobre transformar corpos, mas sobre revelar versões mais alinhadas de quem a pessoa já é. Como essa filosofia influencia suas decisões clínicas e a maneira como você conduz cada caso, especialmente em um mercado cada vez mais padronizado? Essa filosofia guia todo o meu trabalho. Em um mercado cada vez mais padronizado, manter esse posicionamento é um compromisso ético com a individualidade, a autoestima e a saúde das pacientes. Desde a primeira consulta, evito seguir modismos ou referências externas. Meu papel é entender quem aquela mulher é, como ela se enxerga e o que na aparência dela não reflete essa percepção. A cirurgia passa a ser uma ferramenta de alinhamento, não de descaracterização. Evito intervenções exageradas e priorizo resultados que envelheçam bem, respeitem a anatomia e preservem identidade. Muitas vezes isso significa educar, recusar pedidos ou desconstruir expectativas irreais. A beleza verdadeira está na singularidade, e meu trabalho é proteger isso. Ao longo da sua carreira, você construiu autoridade médica sem abrir mão da sua identidade pessoal. Como foi o processo de entender que imagem, posicionamento e narrativa também são ferramentas estratégicas, especialmente para uma mulher médica em um espaço historicamente rígido? Esse entendimento foi profundo e pessoal. Como mulher, médica e autista, precisei lidar com expectativas muito rígidas sobre comportamento e imagem. No início, achei que precisava me adaptar completamente. Com o tempo, entendi que a verdadeira autoridade nasce da autenticidade. Meu autismo me trouxe foco, sensibilidade estética, atenção aos detalhes e escuta profunda. Aceitar isso como parte da minha identidade foi libertador. Imagem, para mim, não é aparência, é mensagem. Desde a forma como me visto até o design da clínica e o tom da comunicação, tudo reflete quem sou como profissional. Minha narrativa nunca foi construída como estratégia vazia, mas como extensão da minha essência. Ao assumir minha singularidade, minha autoridade se fortaleceu. Existe uma linha muito tênue entre desejo estético e responsabilidade médica. Como você equilibra a pressão por resultados altamente visuais com a ética, o cuidado e a longevidade dos resultados que você defende como profissional? Esse equilíbrio acontece quando saúde, ética e harmonia estão acima de qualquer demanda estética imediata. Meu compromisso é educar, orientar e, quando necessário, dizer não. Não trabalho para atender tendências, mas para criar resultados que respeitem o corpo, a individualidade e o tempo. Recuso procedimentos que comprometam a integridade da paciente. Resultados duradouros e naturais sempre serão mais valiosos do que impactos passageiros. Sua clínica reflete um olhar cuidadoso para experiência, detalhe e atmosfera. Você enxerga o espaço físico, o atendimento e até a comunicação como extensões do seu trabalho cirúrgico? O que é inegociável para você quando o assunto é experiência da paciente? Sem dúvida. Minha clínica é uma extensão da minha filosofia de cuidado. Cada detalhe foi pensado para transmitir acolhimento, calma e sofisticação. O ambiente precisa fazer a paciente se sentir segura desde o primeiro momento. O lago com peixes simboliza tranquilidade e desaceleração. O inegociável é o acolhimento. A paciente precisa se sentir respeitada e protegida em todas as etapas. Você é uma mulher que ocupa múltiplos papéis, médica, empreendedora, líder e referência estética. Em quais momentos dessa jornada você precisou se reposicionar, não tecnicamente, mas emocionalmente, para sustentar o crescimento sem se perder de si mesma? Houve muitos momentos de reposicionamento emocional. Como mulher, mãe, médica e autista, precisei abandonar a ideia de perfeição. No início, tentei me encaixar em padrões que não respeitavam minha natureza, o que gerava exaustão. O crescimento veio quando abracei minha singularidade e entendi que estar inteira é mais importante do que estar disponível o tempo todo. Respeitar meus limites, aprender a dizer não e cuidar da minha energia emocional foi essencial para crescer de forma sustentável. Falando agora de Moda, algo que poucas pessoas sabem, mas que faz parte da sua história desde cedo. Você costura desde muito jovem e já chegou a confeccionar um vestido de paetê, lantejoula por lantejoula. O que a moda te ensinou sobre paciência, construção e olhar para o detalhe que hoje você leva para a cirurgia plástica? A costura moldou profundamente quem eu sou. Confeccionar aquele vestido, lantejoula por lantejoula, me ensinou que não existem atalhos quando se busca excelência. A moda me ensinou paciência, respeito ao processo e atenção absoluta aos detalhes. Na cirurgia, é exatamente assim. São os pequenos ajustes que constroem resultados extraordinários. Criar algo sob medida é respeitar identidade, seja em um vestido ou em um corpo. Assim como na alta-costura, onde nada é realmente sob medida sem escuta e observação profunda, seus procedimentos também parecem partir de um entendimento individual do corpo. Você se vê mais próxima de uma lógica artesanal do que industrial quando pensa no seu trabalho? Completamente. Meu trabalho é artesanal. Cada paciente é única e cada procedimento nasce da escuta, da observação e do respeito à individualidade. Não acredito em soluções prontas ou produção em escala. A cirurgia plástica, para mim, é construção cuidadosa, como a alta-costura. Com uma trajetória construída ao longo de décadas na medicina e na cirurgia plástica, você já consolidou um legado sólido, reconhecido e consistente. Ao olhar para o futuro, como você deseja expandir e aprofundar esse legado, não apenas como cirurgiã plástica, mas como mulher que transformou sensibilidade estética, excelência técnica e visão estratégica em uma marca pessoal respeitada, autoral e profundamente feminina? Meu desejo é expandir esse legado inspirando uma medicina mais humana, ética e personalizada. Quero transmitir essa visão às próximas gerações, inclusive ao meu filho, que seguiu a mesma carreira. Quero ser lembrada por ter unido técnica, sensibilidade e identidade feminina de forma autêntica, criando resultados que vão além da estética e tocam a autoestima e a essência das pessoas. E, por último, mas não menos importante, qual é a sua voz? O que você gostaria de gritar para o mundo se tivesse a oportunidade? Minha voz celebra a singularidade. Como pessoa autista, acredito profundamente na neurodiversidade e na beleza que existe nas diferenças. Se eu pudesse gritar algo, seria: honre quem você é por inteiro. Corpo, mente, história e identidade. A verdadeira beleza está na autenticidade.

  • Bianca Zuber: O rosto como identidade, a estética como consciência

    “BEAUTY” COVER EDITION - DECEMBER 2025 ISSUE Photos: Karina Rocha / Hair: Jeff Moslinger / Make: Jhon Oliver Bianca Zuber não construiu sua trajetória a partir da pressa nem da tendência. Formada em Odontologia em 2013, iniciou sua carreira no caminho mais tradicional da profissão, onde técnica, precisão e previsibilidade costumam definir o ritmo. Ainda assim, desde o início, seu olhar ultrapassava o limite funcional. Não eram apenas dentes que chamavam sua atenção, mas o rosto como um todo e aquilo que ele comunica antes mesmo de qualquer palavra. A estética facial sempre esteve presente como linguagem. Em 2014, ao realizar seu primeiro curso na área, essa inclinação ganhou profundidade e direção. O interesse se transformou em escolha consciente. Em 2016, a abertura da primeira clínica, em Campo Largo, marcou o início de uma prática que unia conhecimento técnico, observação cuidadosa e um entendimento cada vez mais claro de que trabalhar com rostos exige mais do que domínio de procedimentos. Exige leitura humana. Ao longo dos anos, sua atuação se direcionou quase integralmente à harmonização facial, até se tornar seu foco absoluto. Não por ruptura com a odontologia, mas por coerência. Para Bianca, harmonizar nunca significou transformar. Seu trabalho é guiado pela naturalidade, pela elegância e pela valorização da beleza individual. O resultado ideal não chama atenção para o procedimento, mas para a presença. Não apaga traços, revela identidade. Em 2024, a abertura da clínica em Curitiba ampliou esse projeto. Hoje, Bianca Zuber conduz duas clínicas totalmente dedicadas à harmonização facial, em Campo Largo e Curitiba, espaços pensados para acolher, cuidar e respeitar a essência de cada paciente. Mais do que expansão, esse movimento traduz uma construção sólida, ética e consistente. Nesta entrevista, Bianca fala sobre o rosto como território de identidade, sobre ética em um mundo saturado de padrões irreais, sobre maternidade, autoridade feminina e a responsabilidade silenciosa de quem trabalha diretamente com a imagem e a autoestima das pessoas. Confira entrevista completa: 1. A harmonização facial costuma ser associada à estética, mas você enxerga o rosto como território de identidade. O que ele revela além da aparência? Eu nunca enxerguei o rosto apenas como estética. O rosto é território de identidade. Ele carrega história, cansaço, força, alegrias e dores que não cabem em palavras. Antes de qualquer agulha, eu observo: como essa pessoa ocupa o próprio espaço, como ela se expressa, onde o tempo passou com mais peso. O rosto revela quem a pessoa é, e, muitas vezes, quem ela deixou de se permitir ser. 2. Em um mundo dominado por filtros e padrões irreais, qual é hoje a maior responsabilidade ética de quem trabalha com o rosto humano? Num mundo dominado por filtros e padrões irreais, a maior responsabilidade ética de quem trabalha com o rosto humano é não apagar pessoas. É não transformar insegurança em dependência, nem desejo em excesso. Meu papel não é criar versões irreais, mas devolver verdade, proporção e coerência. É lembrar, todos os dias, que beleza não é padronização, é presença. 3. Existe uma linha tênue entre valorizar e descaracterizar. Como você reconhece esse limite e o que te faz, em alguns casos, dizer não? A linha entre valorizar e descaracterizar existe, e ela é muito clara para quem escuta de verdade. Eu reconheço esse limite quando percebo que a expectativa não vem do espelho, mas da comparação. Quando o pedido não nasce do incômodo pessoal, e sim da tentativa de se encaixar. Dizer não é um ato de respeito com a paciente e com a minha própria ética. 4. Em que momento a técnica deixa de ser protocolo e passa a ser sensibilidade? A técnica deixa de ser protocolo no momento em que eu entendo que nenhum rosto é igual ao outro, nem por fora, nem por dentro. A sensibilidade não nasce em cursos, ela nasce na escuta, na observação silenciosa, nos erros que ensinam mais do que os acertos. Hoje, minha mão trabalha junto com minha intuição, e isso só veio com o tempo, com a vivência e com a coragem de não ser automática. 5. A maternidade mudou algo no seu olhar profissional? A maternidade mudou tudo. Mudou meu olhar sobre o tempo, sobre o corpo e sobre o cuidado. Depois de ser mãe, eu entendi que cada mulher chega até mim carregando muito mais do que uma queixa estética. Ela carrega responsabilidades, cansaço, renúncias. Isso me tornou mais humana, mais paciente e mais consciente do impacto que meu trabalho tem na autoestima e na vida de cada uma. 6. Como construir autoridade feminina em uma área atravessada por expectativas estéticas tão rígidas? Construir autoridade nesse cenário exige consistência, posicionamento e verdade. Eu não precisei gritar para ser ouvida, nem me masculinizar para ser respeitada. Construí minha identidade com estudo, resultados, postura e limites claros. Respeito não vem da rigidez, vem da coerência entre o que você faz, o que você fala e o que você aceita. 7. Se a harmonização não fosse sobre estética, mas sobre presença, o que você gostaria que suas pacientes levassem com elas? Se a harmonização não fosse sobre estética, mas sobre presença, eu gostaria que minhas pacientes levassem leveza. Que se olhassem com mais gentileza. Que se sentissem seguras para existir sem se esconder. Que saíssem do meu consultório não só mais bonitas, mas mais confiantes, mais donas de si, mais inteiras. 8. E por último mas não menos importante: qual é a sua voz? O que você gostaria de gritar para a humanidade se tivesse a oportunidade? A minha voz é a da verdade silenciosa. Se eu pudesse gritar algo para o mundo, eu diria: você não precisa se transformar para ser suficiente. Você só precisa se reconhecer.

  • Paola Gabardo fecha o ano de 2025 com muito sucesso em sua vida pessoal e profissional!

    Uma mulher de múltiplos talentos. Paola Gabardo é modelo, miss internacional, assessora jurídica e Dj! Photographer: @mariizi.fotografia / Studio: @mammuestudio / Makeup: @andermachadooo / Hair: @brunolisant / PR & Management: @gio.prates Paola começou sua carreira como modelo, representando o Brasil no concurso Miss Internacional em 2009. Mas sua paixão pela música a levou a se tornar uma DJ de sucesso, tocando em eventos renomados como o Café de La Musique em Jurerê Internacional e a Playboy Mansion Party. Seu estilo musical é uma mistura de House, Deep e Tech, com toques sutis de vocais Dentre inúmeros eventos realizados ao longo do ano, Paola foi gentilmente convidada para tocar no evento da RED BULL TETRIS. Photo Disclosure By Press Sendo figura presente e importante nos eventos da Red Bull, atuando como DJ e participando ativamente de ativações da marca, conectando esporte e música. Modelo da marca Água Viva, ela se destaca ao evidenciar seus atributos físicos e um corpo impecável. Reflexo do autocuidado diário com o corpo e também com a mente. Mens sana in corpore sano. Muito bem casada, Paola exala energia positiva, felicidade e amor inabaláveis, reflexo do seu atual momento. Com marido apaixonado e muito atencioso, Paola tem vivido dias de princesa. Tem sido assim desde seu casamento, digno de conto de fadas no Castelo do Batel em Curitiba. Photo Disclosure By Press Photo Disclosure By Press Recém voltados de viagem internacional, o casal demonstra muita sintonia e conexão, além de amizade, cumplicidade e união. O que faz toda diferença num matrimônio. Photo Disclosure By Press Em sua mansão, uma Obra de Arte com muitas cores e folhas de ouro, se destaca por sua beleza retratada pela talentosa artista plástica Ale Baggio. Presente entregue a poucos dias e que tem chamado muito atenção de seus seguidores e convidados que frequentam sua casa. 2026 já está com agenda repleta de compromissos e muita esperança de um ano próspero e promissor.

  • O maior risco de 2026 não é a economia é a mentalidade das marcas, alerta Alê Vazz

    Photos Disclosure Press Ignorar tendências como exaustão do consumidor, inteligência artificial em escala e o novo teste do propósito corporativo pode colocar empresas em rota de obsolescência já em 2026. A análise é do Estrategista de Legado Alê Vazz, brasileiro radicado em Londres, que atua com CEOs e fundadores na construção de estratégias de longo prazo. Segundo Vazz, o maior risco para o próximo ano não está no crescimento econômico ou na competitividade, mas na mentalidade que insiste em repetir padrões antigos em um cenário que mudou radicalmente. “O perigo de 2026 não é crescer menos. É continuar jogando o jogo errado”, afirma. Relatórios internacionais já apontam 2026 como um ponto de inflexão para o mercado global, impulsionado pela combinação de fatores como burnout do consumidor, a ascensão da chamada “joyconomy”, o teste real de propósito, o avanço da inteligência artificial e a pressão crescente por impacto social e ambiental. Para o estrategista, o “mais do mesmo” pode se tornar um risco estratégico nos próximos meses. Cinco forças que vão definir sobrevivência ou obsolescência corporativa em 2026 Vazz destaca marcos que já estão moldando decisões nas grandes corporações: • Exaustão do consumidor e a economia dos pequenos prazeres: o cansaço generalizado exige experiências com menos ruído e mais significado. • Propósito sob teste: narrativas vazias serão facilmente identificadas e penalizadas. • IA em escala: eficiência deixa de ser diferencial e passa a ser obrigação – o risco agora é a marca indiferenciável. • ESG como piso mínimo: não mais vantagem competitiva, mas critério básico para sobrevivência. • Busca por significância: talentos, investidores e consumidores exigem coerência e impacto real. O estrategista alerta que marcas que chegam em 2026 operando com lógica de 2016 já começam o ano atrasadas. “Não é sobre aparecer mais. É sobre continuar relevante quando o barulho acabar”, pontua. Legado: o novo eixo estratégico Para Vazz, pensar em legado e não apenas em propósito será o divisor de águas entre marcas que permanecem e as que desaparecem. “Legado é o teste máximo do propósito. É perguntar se, daqui a 20 anos, teremos orgulho ou vergonha do que construímos.” Ele aponta que empresas líderes já estão se movimentando: do uso estratégico de IA para liberar capacidade de pensamento de longo prazo, aos planos reais de sucessão e decisões que sacrificam ganhos imediatos para proteger o futuro. O que CEOs e fundadores precisam fazer agora Entre as ações urgentes destacadas pelo especialista estão: • definir o impacto desejado para a próxima década; • alinhar narrativa, produto e operação; • colocar sucessão no centro da estratégia; • usar IA para fortalecer identidade, não padronizar; • revisar decisões sob a lente do longo prazo. Sobre o especialista Alê Vazz é Estrategista de Legado, com base em Londres, especializado em orientar CEOs e fundadores brasileiros na construção de impacto duradouro. Com atuação internacional e experiência em branding e posicionamento, conecta tendências globais a decisões práticas, ajudando líderes a transformar sucesso em significância. Reconhecido por sua abordagem centrada em permanência, trabalha com empresas interessadas em deixar um legado que resista a ciclos econômicos e modismos de mercado.

  • Renovando Luxo prepara abertura de loja física em São Paulo e consolida expansão após mais de uma década no mercado de second hand premium

    Photos Disclosure By Press O mercado de second hand de luxo vive um crescimento acelerado no Brasil, impulsionado por consumidores mais conscientes, pela busca por peças icônicas e pela profissionalização do setor. Nesse cenário, a Renovando Luxo, empresa comandada pela empresaria e influenciadora Kamilla Agacci Boing, inaugura sua primeira loja física em São Paulo, marcando um passo decisivo em sua trajetória de mais de dez anos. A história da marca começou de forma simples e orgânica. Kamilla, ainda no início da carreira, decidiu desapegar de algumas peças pessoais em grupos de Facebook. Para ela, não fazia sentido manter um armário repleto de itens de alto valor sem uso. O sucesso dos primeiros desapegos chamou a atenção de amigas, que passaram a pedir que ela intermediasse peças delas também. A partir desse movimento surgiu o DNA da Renovando Luxo, baseado em curadoria cuidadosa, valorização da história de cada item e um olhar apurado para o consumo inteligente. Com o tempo, a empresa cresceu de maneira estruturada até se tornar uma referência no segmento. Hoje possui sede no Sul do país e uma base sólida de consumidoras que valorizam autenticidade, procedência e luxo consciente. E prepara abertura da loja em São Paulo representando um novo capítulo nesse processo de expansão. O crescimento da Renovando Luxo ocorre em um contexto extremamente favorável. De acordo com estudo da Deep Market Insights, o mercado brasileiro de revenda de luxo movimentou 751 milhões de dólares em 2024, com projeção de alcançar mais de 3 bilhões de dólares até 2033. O crescimento anual projetado é de aproximadamente 16,9 por cento. A expansão acompanha o movimento do setor de luxo como um todo no país. Segundo pesquisa do E-commerce Brasil, o mercado brasileiro de luxo registrou faturamento de 98 bilhões de reais em 2024, mantendo média de crescimento anual de 12 por cento. Um relatório da Bain & Company também aponta que moda e itens pessoais são os segmentos mais fortes desse mercado entre consumidores de maior poder aquisitivo no Brasil. A chegada da marca a São Paulo reflete diretamente essa ascensão. Kamilla afirma que sempre quis levar a Renovando Luxo para uma cidade onde a moda tem força e onde o consumo de luxo é vivido com autenticidade, em um ambiente propício ao crescimento do second hand com propósito. Ela destaca que São Paulo acolheu a marca antes mesmo da inauguração, com captações diárias e uma curadoria intensa sendo realizada peça por peça. A empresária explica que o novo espaço foi projetado para ser mais do que uma loja. O objetivo é criar uma experiência que celebre histórias, valorize uma curadoria real e mostre que luxo também é consciência, longevidade e cuidado. Com o contato direto com o público paulistano, Kamilla percebeu tendências claras. A mulher de São Paulo é prática, informada e tem clareza sobre o que procura. Ela busca clássicos como Hermès, Chanel e Dior, além de peças marcantes que elevam o look com naturalidade. Outro ponto observado é a maturidade das consumidoras locais em relação ao mercado de second hand. Elas valorizam procedência e reconhecem o trabalho de curadoria, fatores essenciais para o crescimento sustentável do setor. A nova fase posiciona a Renovando Luxo como uma das líderes naturais do segmento no Brasil. A marca une operação digital robusta, sede estruturada no Sul e agora presença física no maior polo de consumo de moda e luxo da América Latina. Com mais de uma década transformando desapegos em novas histórias, Kamilla Agacci Boing celebra o momento e mira novos horizontes. Ela afirma que começou desapegando de algumas peças pelo Facebook e que ver o amadurecimento do negócio é motivo de orgulho. A entrada em São Paulo simboliza, para ela, o início de um ciclo ainda mais promissor.

  • DLK: a marca fitness brasileira que transformou roupa em ferramenta de potência e empreendedorismo feminino

    Photos Disclosure By Press Num mercado inundado por tendências rápidas e coleções descartáveis, a DLK consolidou um caminho pouco comum no universo da moda fitness: cresceu nacionalmente ao construir uma marca ancorada em valores e numa narrativa emocional que conversa diretamente com a mulher brasileira em movimento. A empresa, fundada por Arianny Vianna, não se apresenta apenas como uma produtora de roupas para treino, mas como uma marca que interpreta comportamento, energia e identidade. A proposta central parte de um conceito que se tornou quase um manifesto: vestir movimento não é vestir academia; é vestir vida. Para a DLK, a experiência da cliente começa antes do exercício, no espelho, na relação com o próprio corpo e na intenção que orienta o dia. Essa perspectiva emocional, quase espiritual, se tornou um dos diferenciais competitivos da marca, que enxerga a roupa como catalisador de foco, autoconfiança e pertencimento. Essa visão, no entanto, não se traduz em discurso motivacional, mas em estratégia empresarial. Enquanto boa parte do mercado opera guiado pelo fluxo frenético das tendências, a DLK estrutura seu processo criativo a partir de valores permanentes: autenticidade, longevidade estética e performance com significado. A lógica é simples, mas rara, no setor: criar menos ruído e mais identidade. Ao priorizar coleções que conversam entre si e constroem uma linguagem própria, a marca passou a se diferenciar não apenas pelo produto, mas pela consistência. Esse posicionamento ajudou a atrair atenção de nomes de grande influência no mercado brasileiro, com quem a DLK já realizou projetos e ativações ao longo dos últimos anos. Deborah Secco, Lorena Improta, Erika Schneider, Virgínia Fonseca, Mel Maia e outras personalidades já cruzaram o caminho da marca, contribuindo para expandir sua presença e reforçar sua identidade no cenário nacional. Outro ponto que impulsionou o crescimento da empresa foi a compreensão de que a mulher que treina demanda mais do que tecnologia têxtil. Ela busca estado emocional, conforto real e uma estética que eleva a percepção sobre si mesma. A DLK transformou essa necessidade em método: da modelagem ao estudo das cores, tudo é pensado para sustentar a rotina de mulheres que conciliam trabalho, vida pessoal, cansaço e autocuidado. A marca também projeta sua atuação para além do produto. Ao assumir que influencia comportamento, autoestima e práticas de bem-estar, a DLK se posiciona como agente ativa de uma cultura que valoriza movimento, saúde e confiança. Em um país empreendedor por natureza, onde o corpo e o ritmo fazem parte do cotidiano, a marca ocupou um espaço simbólico de conectar moda fitness a potência emocional e narrativa de vida. Hoje, ao alcançar reconhecimento nacional, a empresa passa a lidar com um novo tipo de responsabilidade: a de liderar com propósito e manter a essência que a diferenciou desde o início. Não é sobre seguir tendências, mas sobre sustentar uma linguagem própria capaz de atravessar o tempo e continuar representando a mulher brasileira em sua complexidade.

  • Cau Saad representa o Brasil em imersão da BYD na China e reforça compromisso com mobilidade, bem-estar e sustentabilidade

    Photos Disclosure Press A influenciadora digital e especialista em saúde e fitness Cau Saad representou o Brasil em uma imersão especial promovida pela montadora BYD na China. A ação fez parte do movimento global da marca, que vem reforçando sua presença no mercado e ampliando iniciativas voltadas à mobilidade elétrica, tecnologia e sustentabilidade. Antes da viagem, Cau já havia participado de ativações com a BYD, na Itália e no Brasil neste ano, fortalecendo a relação com a montadora e alinhando sua imagem a valores como consciência ambiental, qualidade de vida e futuro sustentável. “Foi emocionante representar o Brasil nessa imersão da BYD na China. Acredito que mobilidade, saúde e consciência ambiental andam juntas. Minha missão sempre foi promover bem-estar e qualidade de vida, e me senti honrada em levar essa mensagem também para o universo da mobilidade elétrica e da sustentabilidade”, afirmou Cau Saad. Durante a imersão, Cau participou de visitas à sede global da BYD, acompanhou apresentações sobre inovação e desenvolvimento tecnológico, testou veículos elétricos e integrou debates sobre o futuro da mobilidade sustentável no mundo. Com forte presença digital e um público que valoriza saúde, estilo de vida ativo e responsabilidade socioambiental, Cau Saad reforça o papel da BYD de aproximar a mobilidade elétrica de pessoas reais e inspirar escolhas mais conscientes e sustentáveis.

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