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- Conheça Daniel Wesley de Carvalho: baterista e produtor musical consolida uma carreira marcada por versatilidade
Com mais de três décadas de trajetória, o baterista e produtor musical consolida uma carreira marcada por versatilidade, técnica e colaborações com grandes nomes da música cristã e popular, como Paulo César Baruk, Double You e Hygor Junker. Photos Disclosure Press Nascido em São Paulo, Daniel Wesley iniciou sua jornada musical aos 9 anos, em 1993, tocando bateria em igrejas e participando de grupos de louvor. Desde cedo demonstrou talento e dedicação, estudando com grandes mestres da época, entre eles o renomado professor Douglas Las Casas, que se tornou uma de suas principais influências. Aos 15 anos, decidiu transformar o dom em profissão, passando a dar aulas particulares e a integrar o corpo docente da Escola de Arte Cristã (EAC), onde também atuou como avaliador. Carreira e parcerias na música gospel Como músico intérprete, Daniel construiu uma trajetória sólida na modalidade side man, acompanhando artistas e participando de gravações, composições e arranjos musicais. Entre suas colaborações mais expressivas está o trabalho com Hygor Junker, para quem gravou o álbum Escolha (2012), disponível no YouTube e nas principais plataformas digitais. Também colaborou com Beto Leite, cantor e compositor reconhecido no cenário cristão, e com Samuel Mizrahy, no álbum Nova Mente. Mizrahy, além de cantor e produtor, é o criador dos projetos infantis 3 Palavrinhas e Oinc Filmes, grandes fenômenos do entretenimento cristão para crianças. Com Paulo César Baruk e nos maiores palcos do gospel nacional Outro ponto marcante da carreira de Daniel Wesley é sua parceria com Paulo César Baruk, um dos nomes mais respeitados da música gospel brasileira. Com Baruk, o baterista participou de eventos de grande porte, como o Jesus Vida Verão 2020, realizado na Praia de Itapoã (ES), que reuniu mais de 30 mil pessoas por noite. Daniel também integrou as apresentações do projeto LIVE Missão Cena, transmitido pelo canal Baruk TV no YouTube, em prol da Comunidade Evangélica Nova Aurora (Missão CENA), ao lado de artistas como Amanda Rodrigues. Além disso, participou do EP Lado Único, consolidando ainda mais sua presença entre os músicos de referência do segmento. Turnês internacionais e trabalhos com Double You Versátil e técnico, Daniel Wesley ultrapassou as fronteiras da música gospel ao integrar turnês com a banda Double You, ícone do eurodance dos anos 1990, conhecida por sucessos como Please Don’t Go e We All Need Love. Com o grupo, participou de eventos como o Hot Classics, realizado na Assembleia Paraense, que reuniu mais de 10 mil pessoas. No mesmo evento, tocou com a artista Nicki French, mantendo uma agenda intensa de shows e gravações. O Double You, liderado por William Naraine, continua ativo e é presença constante em festivais retrô e eventos internacionais, reforçando a amplitude da atuação de Daniel no cenário musical. Outros projetos e colaborações Daniel Wesley também acompanhou artistas em programas de televisão, como o Domingão do Faustão (TV Globo) e o Record News Entrevista, apresentado por Heródoto Barbeiro. Entre seus trabalhos recentes, estão as gravações com Eduardo Faustino, artista e cineasta brasileiro radicado na Califórnia, fundador da cafeteria Tupi Coffee e criador do álbum Minimal Exposure Vol. 1, disponível nas principais plataformas digitais. Sua versatilidade também o levou a colaborar com produções de destaque no audiovisual, como a série Sintonia, da Netflix, uma das produções brasileiras mais assistidas da plataforma, indicada ao Prêmio Platino de “Melhor Série Iberoamericana”. Educação musical e legado Além dos palcos e estúdios, Daniel mantém forte atuação na educação musical. Criador de workshops e masterclasses voltados ao aprimoramento técnico de bateristas e músicos de igreja, já ministrou treinamentos em diversas cidades brasileiras, compartilhando sua experiência e incentivando o desenvolvimento artístico de novas gerações. Com passagens por estúdios próprios de gravação e produção, Daniel Wesley segue ativo, desenvolvendo novos projetos autorais e consolidando-se como uma das referências mais completas da música gospel e instrumental contemporânea.
- DLK Modas oferece uma seleção de 100 leggings por até R$ 69,99 no 11.11
Veja algumas leggings em promoção na data Data comercial esperada pelos consumidores, a Black Friday não é a única oportunidade de comprar mais barato em novembro. Alguns varejistas oferecem descontos no 11.11, que é um dos maiores eventos de compras online do mundo, originado na China e importado para o Brasil desde 2017. A DLK Modas é uma delas. A marca, referência em moda fitness, vai estar com uma seleção de mais de 100 leggings por até R$ 69,69,99 no Pix ou boleto. A ação começa às 11:00 de 11 de novembro. Veja quatro leggings fitness com desconto: Calça legging nation com elástico no cós vermelho: Photo Disclosure https://www.dlkmodas.com.br/produto/calca-legging-nation-com-elastico-no-cos-vermelho-dlk-81038 De R$ 116,99 por R$ 68,44 Calça legging happiness texturizada preta: https://www.dlkmodas.com.br/produto/calca-legging-happiness-texturizada-preta-dlk-79403 De R$ 95,19 por R$ 69,91 Calça legging nation com cortes cinza: https://www.dlkmodas.com.br/produto/calca-legging-nation-com-cortes-cinza-dlk-81027 De R$ 94,39 por R$ 69,02 Calça legging happiness básica verde oliva: https://www.dlkmodas.com.br/produto/calca-legging-happiness-basica-verde-oliva-dlk-79512 De R$ 74,74 por R$ 67,27 "A data é o principal evento de compras do o mundo, chegando a ser quase 10 vezes maior que a Black Friday nos Estados Unidos. Ela também vem se tornando uma das datas mais importantes para os varejistas brasileiros. Para nós, da DLK, é uma oportunidade de oferecer para os consumidores produtos mais baratos e um esquenta da Black Friday", disse a marca.
- MARCELA BIONDO: RITMO, IDENTIDADE E O SOM DE UMA NOVA ERA
'USA' EDITION COVER - NOVEMBER 2025 ISSUE Photo: @fotografajuliana.nyc / Hair: @rivashairstyle / Makeup @ isabelle.tramontim.makeup Fotografada em Nova York, Marcela Biondo estampa a capa da edição USA com a confiança e o brilho de quem transformou sua arte em movimento global. DJ, produtora e visionária, ela representa uma geração que vê a música não apenas como som, mas como linguagem — um elo entre culturas, ritmos e histórias. The Sound That Crosses Borders Quando Marcela sobe ao palco, algo acontece. O público se entrega à batida, mesmo sem entender cada palavra — e é justamente aí que mora o poder do seu trabalho. “O funk tem uma energia contagiante e uma identidade muito forte. As pessoas se conectam com a batida. Isso mostra que a música é uma linguagem universal” , afirma. Com uma trajetória construída à base de coragem e autenticidade, Marcela encontrou seu espaço no cenário musical americano mostrando o poder das batidas que celebram liberdade e pertencimento. “Quando cheguei aos Estados Unidos, sabia que não seria fácil, mas também sabia que o funk tinha algo único a oferecer. Hoje, ver o público americano se conectar com esse som é uma das maiores recompensas da minha trajetória.” The Brazilian DJ O título “The Brazilian DJ” tornou-se um símbolo da artista — mais do que um apelido, uma identidade sonora. “É uma forma de representar a energia e a originalidade da nossa cultura. O funk é mais do que um ritmo: é uma expressão social, uma linguagem das periferias que ganhou o mundo.” Unindo batidas brasileiras a influências internacionais, Marcela cria uma fusão moderna e envolvente, expandindo o alcance do funk e mostrando que a pista de dança pode ser um território de liberdade cultural. I LOVE FAVELA — global beats, local soul Seu novo projeto, I LOVE FAVELA , marca um dos capítulos mais importantes de sua carreira. “Quis valorizar as origens do funk e mostrar toda a força e alegria que vêm das comunidades. O funk é resistência, é criatividade, é orgulho” , explica. A faixa nasceu da união de talentos: a composição é de Tállia (@eutallia_) , autora de grandes hits do gênero; a performance conta com MC Lone (@mclone_) , dono de mais de 3 milhões de ouvintes no Spotify, e Gabby B (@gabbyb_music) , artista pop radicada em Miami que canta em quatro idiomas. A capa do single foi criada pelo ilustrador carioca João Lucas (@jcaslu) , e toda a campanha foi desenvolvida por Alan Richard (@alanrichardz) , especialista em design estratégico e lançamentos digitais. A produção musical é assinada pela própria DJ Marcela Biondo em parceria com o Lyric Lab (mylyriclab) . “I LOVE FAVELA representa amor, identidade e celebração de quem somos. É um lembrete de que nossa cultura pode ser global sem perder suas raízes”, resume. A rising name in global music De apresentações em diversas cidades dos Estados Unidos a colaborações com grandes nomes da cena, Marcela acumula momentos inesquecíveis. “Um dos mais marcantes foi um show em Nova York, casa cheia, energia lá em cima e a sensação de estar no mesmo palco em que grandes artistas já se apresentaram” , recorda. E o futuro promete ainda mais. O próximo lançamento, “FEZ 18” , parceria com DJ GG e Sérgio Antonini , já está a caminho das plataformas digitais. “Esse lançamento promete — vem muita coisa boa por aí.” The Beat Goes On Autêntica, ousada e movida pela paixão em criar novas conexões através da música, Marcela Biondo representa uma nova geração de artistas que não seguem tendências — criam as suas próprias. Entre batidas e fronteiras, ela prova que a verdadeira revolução acontece quando o som é tão livre quanto quem o cria. Confira entrevista completa: De Ibitinga para Washington: como foi essa trajetória até conquistar o seu espaço no cenário musical americano? Sair de Ibitinga e chegar a Washington foi uma jornada de muita dedicação, persistência e amor pela música. Quando cheguei aos Estados Unidos, sabia que não seria fácil, mas também sabia que o funk brasileiro tinha algo único a oferecer. Sendo mulher brasileira, as coisas foram ainda mais difíceis, mas comecei tocando em pequenos eventos, mostrando a batida do Brasil e conquistando o público aos poucos. Hoje, poder ver o público americano se conectar com o som do funk é uma das maiores recompensas da minha trajetória — é a prova de que quando a música é verdadeira, ela ultrapassa qualquer fronteira. Você esperava que o funk brasileiro encontrasse tanta receptividade fora do país? Sinceramente, eu acreditava no potencial do funk, mas ver a forma como o público americano tem abraçado o som superou minhas expectativas. O funk tem uma energia contagiante e uma identidade muito forte — é impossível ficar parado. Acho que as pessoas se conectam com a batida, mesmo sem entender a letra. Isso mostra que a música é uma linguagem universal, e o funk tem tudo para ocupar um espaço importante na cena internacional. O título de “The Brazilian DJ” reflete muito sua identidade. Como você enxerga o papel de levar a cultura do funk para os Estados Unidos e apresentar essa batida a um novo público? “The Brazilian DJ” é uma forma de representar não só minha trajetória, mas também a energia e a originalidade da cultura brasileira. O funk é mais do que um ritmo — é uma expressão social, uma linguagem das periferias que ganhou o mundo. Meu objetivo nos Estados Unidos é mostrar essa força, misturando a batida do funk com diferentes estilos e sons locais, criando pontes culturais e mostrando que a música brasileira tem um lugar único na cena global. Seu novo lançamento, I LOVE FAVELA, tem chamado atenção por celebrar o funk de uma forma autêntica e global. Como nasceu esse projeto e o que ele representa para você? O projeto I LOVE FAVELA nasceu do desejo de valorizar as origens do funk e mostrar para o mundo toda a força, alegria e criatividade que vem das comunidades. Sempre acreditei que o funk é muito mais do que um ritmo, é uma forma de expressão, de resistência e de orgulho. Com esse lançamento, quis unir a autenticidade das batidas da favela com uma pegada moderna e internacional, mostrando que nossa cultura tem potência global. Para mim, I LOVE FAVELA representa amor, identidade e a celebração de quem somos. O single traz parcerias importantes. Pode contar um pouco sobre essas colaborações e o que o público pode esperar dessa união de talentos? Sim! Esse single reúne artistas que admiro muito. Cada um trouxe sua própria energia e vivência, o que deixou o resultado ainda mais autêntico. A ideia era justamente criar uma fusão de talentos, mostrar que quando a gente se une, o som fica mais forte e a mensagem vai mais longe. Essa é uma faixa cheia de identidade, ritmo e verdade. A composição foi feita por Tállia (@eutallia_), uma das maiores compositoras de Funk no Brasil, tendo na bagagem vários hits, como Bota um Funk (Pedro Sampaio), Aí papai (Anitta), entre outros grandes sucessos! Na performance da música temos com Mc Lone (@mclone_) que já acumula mais de 3 milhões de ouvintes no Spotify, resultado de muito trabalho e dedicação. Seu estilo está alinhado com o funk “baile funk”/funk-ostentação, com batidas aceleradas, letra de festa, vibe de baile, territórios periféricos, tudo isso alinhado com o gênero que ele representa Também temos Gabby B (@gabbyb_music) é uma artista pop que atualmente mora em Miami FL, fala três idiomas e canta em quatro: inglês, português, francês e espanhol. Gabby mistura pop, ritmos latinos, funk brasileiro (“baile funk”) e reggaetón, criando uma sonoridade que atravessa fronteiras. A ilustração da capa da música foi desenvolvida pelo artista João Lucas (@jcaslu) que é um ilustrador carioca que trouxe para a capa do single toda a essência da música. Toda a divulgação do lançamento ficou por conta do profissional Alan Richard (@alanrichardz), também carioca expert na criação de Design Estratégico, Landing Pages, Lançamentos, Identidade visual e mais de +1.000 alunos em seus cursos. A produção da música foi desenvolvida por mim, DJ Marcela Biondo com Lyric Lab (mylyriclab). Ao longo desses anos nos Estados Unidos, você se apresentou em diversos estados e eventos de estilos bem diferentes. Qual você considera ter sido o momento mais marcante da sua carreira até agora? Acredito que um dos momentos mais marcantes da minha carreira foi um show em New York, casa cheia e estar no palco que grandes nomes da música já se apresentaram!! O que vem a seguir para DJ Marcela Biondo? Já existem novos projetos, colaborações ou turnês internacionais no horizonte após o lançamento de I LOVE FAVELA? São muitos projetos, muitos lançamentos! Nosso próximo lançamento será uma parceria com DJ GG e o cantor e compositor Sérgio Antonini, “FEZ 18” está chegando em todas as plataformas digitais! Fiquem ligados que esse lançamento promete!
- ISMEIOW: O PODER DE ILUMINAR O PRÓPRIO DESTINO
'STARS' COVER EDITION - GLOBAL ISSUE Photo: @demmacedo / Video: @olivervideomaker_ / Beauty: @dariobion / Styling: @eduardomurari @diegobbueno / Assistant: @eubillieb / Studio: @nasulstudio / Support: @sparapane_costumes Existem artistas que performam. E existem artistas que transbordam. Ismeiow , persona criada por Ismael, nascido em Anápolis, Goiás (Brasil), pertence à segunda categoria. Antes de ser um nome reconhecido na internet, ele foi o menino que arriscava os primeiros pontos de costura na máquina da mãe. Ainda criança, pintava rostos em festas e eventos comemorativos, juntando cada centavo como quem coleciona possibilidades. “Sempre senti que algo maior estava por vir” , lembra. Determinou-se cedo: aos 16 anos inaugurou seu primeiro canal, onde falava sobre maquiagem, costura e customização. Era menos sobre ensinar e mais sobre libertar a si mesmo e aos outros. Com o tempo, o público percebeu que ali não havia só habilidade técnica, mas um mundo sendo criado diante da câmera. O que começou tímido tornou-se uma comunidade de cerca de 7 milhões de seguidores e colaborações com grandes marcas como Disney, Opera, EBAC e outras. Ismeiow não nasceu de um dia para o outro. Ela foi lapidada na fricção entre desejo e coragem . Tivemos a oportunidade de conversar com Ismael e conhecer a mente por trás da genialidade que transborda. Vem com a gente. 1. Ismeiow nasce do encontro entre arte, identidade e performance. Quando você se transforma, o que muda primeiro: a forma como você se enxerga ou a forma como o mundo te vê? “Quando eu me transformo em Ismeiow, o que muda primeiro é o olhar o meu sobre mim. Antes do mundo me ver diferente, eu já estou me enxergando de outro jeito. É como se eu ligasse uma luz que sempre esteve ali, só que mais colorida, mais livre. Depois disso, o mundo não tem escolha a não ser ver também.” 2. Halloween é licença poética para criar outras realidades. Qual foi o personagem ou conceito mais desafiador que você já trouxe à vida e o que ele revelou sobre você? “A Yzma, sem sombra de dúvidas, foi um desafio pessoal. No dia do Baile da Sephora, eu tinha um desfile do SPFW para comparecer. Tomei chuva, corri de salto, entrei no carro de um estranho, perdi meu celular tudo isso pintada de roxo e ainda assim compareci ao evento. A Yzma me mostrou, mesmo que de forma indireta, que eu consigo fazer tudo que me predisponho.” 3. Você não apenas cria você possibilita criação. Fundar a Ismeiow Vídeo em 2022 foi um movimento ambicioso. Qual é o maior mito sobre ser criador de conteúdo no Brasil que você gostaria de derrubar? “Fundar a Ismeiow Vídeo foi sobre autonomia: criar meu próprio destino. Eu fui abençoado com uma equipe incrível de editores, e daí vem a Ismeiow Vídeo. De lá pra cá, milhares de vídeos editados para todas as plataformas do YouTube a serviços de streaming. O maior mito sobre ser criador que eu gostaria de derrubar? Acho que nenhum, sendo sincero. Só quero continuar trabalhando e fazendo o que eu gosto. Essa parte mais disruptiva, deixo para outros colegas criadores.” 4. A estética drag exige coragem e autocontrole: do pincel ao palco. Existe algum ritual antes de se transformar em Ismeiow? “Não sei se seria exatamente um ritual, mas eu sempre raspo a sobrancelha e logo em seguida tomo um banho bem longo. Me ajuda a relaxar.” 5. Se você pudesse deixar uma mensagem para jovens artistas que têm talento, mas ainda não encontraram coragem para se expor, qual seria sua verdade mais radical? “Ninguém vai te autorizar a ser quem você é. Esperar coragem é esperar demais. Faz mesmo com medo, faz tremendo, faz errando, porque a arte não nasce da perfeição, nasce da tentativa. Se você sente vontade, isso já é o começo.” 6. E por último: qual é a sua voz? O que você gostaria de gritar para o mundo se tivesse a oportunidade? “A minha voz é um lembrete de que o improvável também pode ser lindo. Não existe um jeito certo de existir, existe o seu. E, no meu caso, ele brilha, usa peruca e às vezes assusta um pouco.”
- Quem foi o estilista brasileiro que teve coincidência fashion com a Chanel?
Photos Disclosure Press O estilista brasileiro Charles Hermann, à frente da marca Victoria Alta Costura, vem chamando atenção no cenário internacional após uma coincidência fashion que movimentou o mundo da moda. Menos de dez dias separaram o desfile da Chanel, em Paris, e o de Hermann, em Milão — e ambos apresentaram propostas estéticas surpreendentemente parecidas. As semelhanças chamaram a atenção: silhuetas fluidas, tecidos nobres, alfaiataria de precisão e uma cartela de cores elegante e sóbria. Elementos que fazem parte do DNA tanto da maison francesa quanto da marca brasileira, que vem conquistando espaço entre os nomes mais promissores da alta costura. Hermann, que iniciou sua trajetória na Bahia e hoje dirige a Victoria Alta Costura, é conhecido por unir sofisticação artesanal, já está chamando atenção e olhares dos holofotes das gringas seu nome já está entre os queridinhos dos tapetes vermelhos, consciência ambiental e olhar arquitetônico em suas criações. Sua coleção em Milão reforçou esses pilares, com o uso de materiais reaproveitados e técnicas de costura de alta complexidade. Questionado sobre a semelhança com a Chanel, o estilista respondeu com leveza: “Vi isso com bons olhos, até porque enxerguei que era o match das ideias — duas mentes pensantes brilhando”, afirmou. O desfile em Milão consolidou o nome de Charles Hermann no circuito internacional e reforçou a força da moda brasileira, mostrando que o país é capaz de dialogar de igual para igual com as maiores casas do mundo — e de fazer isso com autenticidade, técnica e propósito.
- H&H Brazilian Steakhouse expande além da Califórnia com sua primeira unidade na Costa Leste, na região de Orlando, com inauguração marcada para 6 de novembro
A nova unidade, irmã da H&H Beverly Hills e Downtown LA, é idealizada pelos empreendedores visionários Hérica e Henrique Huyer, que prometem oferecer o tradicional “Churrasco Gaúcho” do Brasil. Photos Disclosure Press H&H Brazilian Steakhouse, um conceito moderno e independente de churrascaria, anunciou a abertura de sua terceira unidade nos Estados Unidos e a primeira na Costa Leste. O novo restaurante, localizado em Kissimmee, Flórida, será oficialmente inaugurado em 6 de novembro de 2025, marcando a primeira expansão da empresa fora da Califórnia e trazendo uma nova opção de gastronomia de luxo para o coração do distrito de entretenimento da Flórida Central. A unidade da região de Orlando seguirá o modelo de sucesso estabelecido em suas duas localizações atuais na Califórnia, situadas no centro de Los Angeles e em Beverly Hills. Fundada em 2019 pelo restaurateur e sommelier Henrique Huyer, a H&H tem sido reconhecida em Los Angeles por oferecer uma autêntica experiência de churrasco brasileiro em um ambiente luxuoso e intimista. A nova unidade, localizada a poucos minutos dos principais parques temáticos, foi estrategicamente posicionada para atender tanto o vasto público visitante da Flórida Central quanto a crescente comunidade local. Photo Disclosure Press O segmento de churrascarias brasileiras nos Estados Unidos continua apresentando forte desempenho, impulsionado pela demanda dos consumidores por experiências gastronômicas imersivas. O formato de “rodízio” e o serviço contínuo à mesa criam uma atmosfera interativa que conquistou um público diversificado. Esse sucesso é especialmente notável no competitivo mercado de Los Angeles, onde críticos gastronômicos elogiaram a H&H, que também construiu uma base fiel entre celebridades de Hollywood, consolidando-se como um destino de referência em gastronomia brasileira de luxo. É essa reputação de qualidade e distinção que a marca pretende replicar na comunidade da Flórida Central. O modelo de serviço da H&H combina o tradicional “All You Can Eat” Churrasco Experience — com serviço contínuo à mesa de carnes 100% Halal, incluindo cortes de boi, cordeiro e frango — com uma ampla “Farm Table” de pratos quentes e frios. Além disso, o cardápio oferecerá opções à la carte de alto padrão, como o exclusivo A5 Miyazaki Wagyu e o Filé Mignon com Trufas, além de menus completos para almoço, jantar e brunch com mimosas à vontade. A empresa pertence aos visionários Hérica e Henrique Huyer, ambos naturais do sul do Brasil e comprometidos em expandir o tradicional churrasco brasileiro pelo mundo. “A resposta em Los Angeles tem sido extraordinária, e estamos entusiasmados em levar nossa interpretação única da gastronomia brasileira moderna para a Costa Leste”, afirma Henrique Huyer. Hérica Huyer acrescenta: “Nosso compromisso com ingredientes da mais alta qualidade e com a hospitalidade genuinamente brasileira será o que definirá nossa presença na Flórida Central. Estamos ansiosos para receber a comunidade e proporcionar uma experiência gastronômica incomparável.” A nova H&H Steakhouse está localizada no endereço 3250 Rolling Oaks Blvd, Kissimmee, FL 34747, e estará aberta ao público a partir de 6 de novembro de 2025.
- Quando a Presença Se Torna Linguagem e Ferrari Hub Transforma Paris em Cenário do Brasil
A Ferrari Hub consolida a presença brasileira na Paris Fashion Week, integrando experiência técnica, bastidores e marcas nacionais em um projeto que traduz cultura, método e repertório na moda internacional. Cris Ferrari e Marina Spíndola/ Foto/ Reprodução: Ferrari Hub Talent Model No cenário da moda global, presença não é apenas visibilidade: é leitura. A Ferrari Hub, comandada por Cris Ferrari e acompanhada por Quézia Rodrigues Vieira , posiciona o Brasil na Paris Fashion Week com um gesto que vai além do desfile, afirmando repertório, metodologia e atuação cultural dentro da capital que dita padrões mundiais. O Runway.Vision, plataforma internacional que transformou o Le Space Cléry em ponto de convergência de agentes culturais emergentes, foi palco dessa experiência. Mais do que um desfile, representou movimento. A passarela abriu espaço à autenticidade e à diversidade, reforçando o papel da moda como reflexo de cultura, identidade e transformação. Sete marcas brasileiras participaram desta edição, entre elas Nalimo, Fabiana Thorres, Marcelo Zantti e Al Mare , reafirmando o potencial criativo do Brasil no cenário internacional. Nos bastidores, a energia era intensa, com profissionais de beleza, design e comunicação trabalhando em harmonia e traduzindo um novo olhar sobre o vestir. A direção estética de Cris Dios (Grupo Laces) reforçou o conceito de Clean Beauty: moda leve, consciente e alinhada ao futuro. A Ferrari Hub não se limitou à passarela. O projeto levou modelos brasileiras a uma imersão completa de bastidores e exercícios técnicos, compreendendo o rigor da produção de alta-costura. “Estar em Paris durante a Fashion Week não é apenas viver um calendário — é presenciar percursos construídos com rigor” , afirma Cris Ferrari. A ação institucional transformou a viagem em método pedagógico: Paris como laboratório, não apenas vitrine. Cris Ferrari/ Foto/ Reprodução: Ferrari Hub Talent Model A experiência técnica incluiu visita ao Ateliê Sara, responsável por peças usadas por Beyoncé e Adele. O contato com processos de alta-costura, da execução manual à gestão de tempo, evidencia disciplina e precisão estruturando o mercado internacional. Quézia Rodrigues Vieira acrescenta : “Os bastidores revelam a disciplina silenciosa de quem sustenta a cena antes que ela exista” , deslocando a percepção da moda de mera performance para ofício. O projeto também integrou três marcas brasileiras no território europeu: Drops de Menta , com coleção de verão que traduz leveza contemporânea; Doppi , equilibrando tradição gaúcha e design atual; e Vício Fatal , que levou história e autenticidade familiar a Paris. A presença das marcas não funcionou como promoção: foi extensão do repertório criativo e estratégico da Ferrari Hub. Como desdobramento institucional, nasce a ABM — Academia Brasileira de Modelos , que traduz a experiência internacional em metodologia de formação no Brasil. A ABM não replica Paris, mas estabelece padrões e critérios, consolidando repertório e técnica como fundamentos da atuação nacional e internacional. O gesto da Ferrari Hub em Paris inaugura um eixo de reconhecimento: desloca a percepção do Brasil dentro do circuit https:// www.instagram.com/hubtalentmodel_/o global, provando que presença institucional, rigor técnico e repertório cultural podem ser lidos como linguagem de moda. A capital francesa não premiou apenas visibilidade: validou competência, metodologia e repertório, que agora retornam ao Brasil como prática estruturada. Para saber mais siga- a nas redes sociais: @crristianaferrari e @ hubtalentmodel _
- Alê Vazz em Dubai: o estrategista brasileiro que transforma sucesso em legado — e prepara marcas para vencer em qualquer mercado
Dubai, 2025 — Em um momento em que marcas competem por atenção e relevância global, o estrategista de legado Alê Vazz subiu ao palco do Dubai Connect — encontro que reuniu empresárias brasileiras em um dos maiores polos de inovação do mundo — para provocar uma reflexão: sucesso sem legado é resultado que expira. Photos Disclosure Press Em sua palestra “Construção de Legado e Estratégia de Marca na Internacionalização de Negócios”, Alê mostrou, na prática, como alinhar propósito, posicionamento e expansão internacional para criar marcas que atravessam fronteiras — e o tempo. Nascido no interior de Minas Gerais e residente em Londres há mais de oito anos, o estrategista reúne 15 anos de experiência em comunicação e estratégia de marca, com projetos na Europa e América Latina. Hoje, é reconhecido por ajudar CEOs e fundadores a saírem do curto prazo e construírem significância duradoura — sem perder autenticidade ao escalar. “Em Dubai, fica nítido: o futuro não é democrático — ele chega primeiro a quem pensa grande. O desafio do empresário brasileiro não é só crescer, é permanecer relevante quando o cenário mudar”, provocou. O problema que ninguém aborda Líderes que já conquistaram resultados expressivos enfrentam um risco silencioso: a obsolescência. Não por falta de lucro, mas por falta de significado. Marcas que não codificam seus valores, cultura e visão em um sistema replicável perdem espaço — e memória — quando o contexto muda. A solução: Estratégia de Legado Com seu método proprietário, a Estratégia de Legado, Alê conecta: — Identidade do fundador e propósito pessoal — Estratégia de marca orientada a posicionamento e diferenciação — Cultura organizacional que atravessa ciclos — Roadmap de internacionalização com sensibilidade cultural O resultado são organizações que performam hoje e permanecem relevantes amanhã. “Internacionalizar não é apenas abrir mercado; é traduzir a sua essência em qualquer idioma, sem perder a voz”, explica. Por que agora — Mercados globais estão mais acessíveis — e mais congestionados — Consumidores valorizam narrativas claras e consistentes — O valuation e a percepção de marca aumentam quando existe legado articulado A participação de Alê no Dubai Connect consolidou sua posição como uma das vozes brasileiras mais influentes em legado empresarial e posicionamento internacional, conectando Londres, Dubai e líderes que não querem apenas crescer — querem permanecer. “Sucesso abre portas; legado constrói pontes”, conclui. Sobre Alê Vazz Estrategista de Legado baseado em Londres, Alê Vazz ajuda CEOs, empresários e marcas a transformarem sucesso em significância por meio de posicionamento claro, cultura replicável e expansão internacional com autenticidade. Com 15 anos de experiência em comunicação e estratégia de marca, atua em projetos na Europa e América Latina, guiando organizações que desejam permanecer.
- Cauê Fantin representa o Brasil em competição internacional de séries verticais e celebra nova fase da carreira
Photos Disclosure By Press O criador, ator e diretor Cauê Fantin acaba de alcançar mais um marco em sua trajetória internacional. O brasileiro foi selecionado para competir no Reel Vertical Impact, a primeira competição global focada em séries verticais, promovida pela plataforma ReelShort, que vai distribuir mais de 500 mil dólares em prêmios para projetos de destaque no formato que mais cresce no mundo do entretenimento digital. Cauê disputa a competição com sua série original, que já ultrapassou milhões de visualizações. A indicação reforça o protagonismo do artista no cenário do cinema vertical, linguagem que vem revolucionando o audiovisual e que tornou Fantin um dos principais nomes do formato no Brasil. Além do destaque internacional, o criador vive uma fase intensa de reconhecimentos. Ele também está entre os indiciados do Rio WebFest 2025, o maior festival de produções digitais das Américas, concorrendo nas categorias Melhor Série Vertical e Melhor Ator de Drama. Paralelamente, foi confirmado mais uma vez no Kwai Awards, onde concorre pelo quarto ano seguido — premiação em que já venceu Melhor Inovação com Copa dos Sonhos (2023), Melhor Edição com Sherlock Holmes e o Mistério do Futuro (2023), e Melhor Ator em 2024. Um dos destaques de sua série é a participação da atriz Maya Aniceto, que integra o elenco da produção e atualmente protagoniza “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário” , a principal novela vertical da Globo. A presença de Maya reforça o nível artístico do projeto de Cauê e evidencia como o formato storytelling vertical vem conquistando espaço na dramaturgia profissional. Cauê também se destacou recentemente por dirigir a primeira série vertical gravada 100% com um smartphone Samsung, projeto que ultrapassou quase 20 milhões de visualizações apenas no Kwai. O trabalho rendeu nova parceria com a Samsung em 2025 e marcou sua segunda colaboração com O Boticário, consolidando a força de sua produção criativa no mercado de publicidade e conteúdo de alto impacto. Com narrativa cinematográfica e forte entrega dramática, Cauê Fantin segue abrindo caminho para produções verticais brasileiras no cenário global. Assista aqui a série: https://www.reelshort.com/episodes/episode-1-365-motivos-68f2cce37470c1f5fe0a113c-4suhxqkise
- SELO VITÓRIA: A REVOLUÇÃO TRANS QUE ESTÁ CONQUISTANDO O MUNDO - Entrevista com Vitória Guarizo (cofundadora e CEO)
Vitória Guarizo (Co-Founder and CEO) and Daniela Porto (COO) of Selo Vitória Photos : Aderbal Netto / Beauty : Barb Magela / Assistance : Tiago Terra O futuro da inclusão tem um nome, e ele nasceu no Brasil. O Selo Vitória , projeto social que promove empregabilidade e valorização de pessoas trans, travestis e não binárias, está escrevendo um novo capítulo na história da diversidade global. Sob a liderança visionária de Vitória Guarizo , cofundadora e CEO, o selo entra em uma fase de expansão internacional, reestruturação estratégica e fortalecimento de um propósito que transcende fronteiras: transformar visibilidade em oportunidade real. Um novo ciclo de impacto e liderança feminina Vitória Guarizo (Co-Founder and CEO) Com mais de cinco mil pessoas cadastradas , o Selo Vitória prova que inclusão pode e deve ser profissional, estruturada e sustentável. A nova fase do projeto é conduzida por uma tríade de mentes femininas e plurais: Vitória Guarizo (CEO e cofundadora) , Daniela Porto (COO) e Fada (fundadora e CMO) . Juntas, elas combinam propósito e gestão com uma visão estratégica que posiciona o Selo Vitória não apenas como um projeto social, mas como uma marca global de transformação cultural. “Cada passo reforça o quanto o Selo Vitória tem propósito e impacto reais. Estou muito orgulhosa do que estamos construindo, não apenas pelos resultados, mas pela transformação que promovemos”, afirma Vitória em entrevista exclusiva à Hooks Magazine. Vitória Guarizo (Co-Founder and CEO) Essa reestruturação marca também um momento simbólico na trajetória da CEO, que recentemente assumiu publicamente sua identidade como Vitória Guarizo , reafirmando o poder da autenticidade como força de liderança e exemplo de resistência. Da inclusão à inovação: um selo que certifica transformação Mais do que um projeto de conscientização, o Selo Vitória atua como ponte entre pessoas trans e o mercado de trabalho , conectando talentos a empresas comprometidas com diversidade. Em um país onde apenas quatro por cento das pessoas trans têm emprego formal , segundo a ANTRA, a iniciativa surge como resposta concreta à exclusão estrutural e à transfobia institucional. “O Selo Vitória quer provar que diversidade é mais do que uma pauta, é uma força de inovação” , afirma Fada, fundadora e CMO, que conduz o posicionamento criativo do selo. Daniela Porto (COO) Já Daniela Porto , COO, é quem garante que cada parceria e processo interno aconteça com transparência e sustentabilidade, pilares que sustentam o crescimento acelerado da iniciativa. Izabelli Potter: representatividade que inspira O anúncio da ativista Izabelli Potter como embaixadora oficial marca um novo momento na trajetória do selo. Reconhecida por seu ativismo em prol da comunidade trans e não binária, Izabelli representa o elo perfeito entre representatividade e profissionalização. “A chegada da Izabelli é um marco muito especial. Ela tem uma trajetória linda, cheia de propósito e força. Tenho muito orgulho dessa parceria” , compartilha Vitória.O movimento é mais do que institucional, é político. Levar uma mulher trans a esse espaço de protagonismo dentro de uma estrutura de certificação e inclusão é reafirmar que diversidade é estratégia de futuro. Vitória Guarizo (Co-Founder and CEO) and Daniela Porto (COO) of Selo Vitória Expansão internacional: da inovação social ao impacto global Após conquistar o Brasil, o Selo Vitória se prepara para expandir suas operações para a Espanha , marcando o início de uma jornada global. Com um modelo que combina propósito social, estrutura de negócios e narrativa de impacto, o selo desperta interesse de empresas e governos internacionais que veem na iniciativa um case exportável de inovação social vinda do Sul Global. Vitória Guarizo celebra o momento com prudência e entusiasmo. “Por enquanto, não posso revelar muito sobre o processo na Espanha, é tudo confidencial. Mas posso garantir que está acontecendo, e logo o Selo Vitória estará pelo mundo todo. A diversidade não tem fronteiras. Respeito é universal.” Vitória Guarizo (Co-Founder and CEO) Trans Talker: diálogo, ação e pertencimento Entre as ações de maior destaque do selo está o Trans Talker , evento que se tornou referência ao promover diálogos abertos sobre empregabilidade, saúde, bem-estar e representatividade trans. Idealizado por Vitória, Fada e Daniela, o projeto nasceu de forma espontânea, em uma conversa entre as três líderes, e rapidamente se transformou em uma plataforma de troca e escuta ativa. “O Trans Talker existe para que pessoas trans não precisem mais gritar por direitos básicos. Queremos diálogo, não só sobre dor, mas sobre potência e futuro”, resume Vicki Demito, influenciadora e embaixadora do evento. A próxima edição está marcada para vinte e nove de novembro , durante o Transgender Awareness Month , período em que o selo reforça sua missão de dar visibilidade às pautas trans e homenagear vidas perdidas pela transfobia no Dia da Memória Trans , em vinte de novembro . Diversidade como plano de expansão O Selo Vitória não fala de inclusão apenas como ideal, mas como estrutura concreta.A cada nova parceria, o projeto reforça que representatividade só é transformadora quando vem acompanhada de oportunidades reais. Daniela Porto (COO) Com uma liderança movida por propósito e estratégia, o Selo Vitória se consolida como plataforma de impacto social com vocação global , um movimento que começa no Brasil, mas pertence ao mundo. “Chegar a cinco mil cadastros significa que cinco mil pessoas acreditaram em nós e nós acreditamos nelas. Esse é o começo de uma revolução que está mudando o que o mundo entende por diversidade” , finaliza Vitória Guarizo , com o brilho de quem lidera não apenas um projeto, mas um novo tempo. Hooks Magazine Entrevista Vitória Guarizo, Co-Fundadora e CEO do Selo Vitória: 1. O Selo Vitória vive um momento de expansão e reestruturação. Como tem sido liderar essa nova fase que une impacto social, estratégia de negócios e visibilidade internacional? Eu vejo muito potencial em tudo o que tem acontecido. Cada passo, cada conquista, reforça o quanto o projeto Selo Vitória tem propósito e impacto reais. Estou muito orgulhosa de tudo o que estamos construindo juntos, não apenas pelos resultados, mas pela transformação que estamos promovendo. Ver tantas pessoas se conectando, acreditando e participando desse movimento me emociona profundamente. O Selo Vitória nasceu de um sonho, e hoje já é uma realidade que abre portas, cria oportunidades e inspira mudanças. 2. O projeto nasceu com a missão de conectar pessoas trans, travestis e não binárias ao mercado de trabalho. Quais foram os maiores desafios enfrentados até aqui, e o que mais te motiva a seguir nessa jornada? Os maiores desafios, sem dúvida, são os preconceitos que ainda encontramos no mercado. Mas o que me motiva a seguir é justamente isso: como mulher trans e travesti, sei que a minha própria existência já é um ato de resistência e transformação. 3. A chegada de Izabelli Potter como embaixadora do Selo Vitória é um marco importante. O que essa parceria representa em termos de propósito e representatividade para a comunidade? A chegada da Izabelli é um marco muito especial. Ela tem uma trajetória linda com a comunidade LGBTQIA+, cheia de propósito e compromisso. É uma pessoa de coração incrível, caráter admirável e uma força inspiradora. Tenho muito orgulho dessa parceria e acredito que só coisas boas virão a partir daqui. 4. O Selo Vitória ultrapassou 5 mil cadastros e agora se prepara para chegar à Espanha. Como essa internacionalização reforça a ideia de que a diversidade pode ser também uma força de inovação global? Por enquanto não posso revelar muito sobre o processo na Espanha, é tudo confidencial! Mas posso garantir que está acontecendo, e logo o Selo Vitória estará pelo mundo todo. A diversidade não tem fronteiras, respeito é universal! 5. Uma das iniciativas mais inspiradoras do projeto é o Trans Talker, que estimula o diálogo sobre empregabilidade, saúde e respeito à comunidade trans. Como você enxerga o papel desse evento dentro da missão do Selo Vitória? O Transtalker surgiu de forma espontânea, numa conversa entre eu, Vitória (CEO), a Fada (nossa CMO) e a Daniela (nossa COO). Era pra ser só uma roda de diálogo, e hoje já estamos indo para a segunda edição! Estou muito orgulhosa de ver esse projeto crescendo com tanto propósito e amor. 6. A liderança feminina e plural da equipe, formada por você, Daniela Porto e Fada, traz uma perspectiva poderosa. Como essa união de olhares contribui para o posicionamento criativo e estratégico do selo? A Fada é uma mulher cis, eu e a Dani somos mulheres trans e todas nós compartilhamos o mesmo olhar feminino sobre o mundo. Sentimos na pele o preconceito que muitas mulheres enfrentam, e é justamente por isso que trazemos essa perspectiva com delicadeza, força e consciência. O olhar feminino transforma, acolhe e revoluciona. 7. O Selo Vitória transforma visibilidade em estrutura e representatividade em oportunidade. Qual é a principal mensagem que você gostaria de deixar para empresas e pessoas que desejam fazer parte desse movimento? Eu gostaria que as empresas olhassem com mais sensibilidade e oferecessem oportunidades reais, não apenas discursos. Muitas ainda fecham os olhos, e é justamente por isso que o Selo Vitória existe pra inspirar uma mudança verdadeira e fazer com que as marcas enxerguem, respeitem e apoiem a nossa causa com orgulho.
- Empreender com propósito: Larissa Mocelin explica porque valores e coerência são o novo diferencial dos negócios
Photo by Nycolle Suabya Em um cenário cada vez mais competitivo e guiado por resultados imediatos, empreender com propósito deixou de ser discurso inspiracional e se tornou uma necessidade estratégica. É o que defende Larissa Mocelin, advogada, empresária e fundadora de marcas como Mocelin Advogadas, Mocelin Create e B.right Consultoria em ESG, que une fé, ética e branding em sua trajetória. Para ela, o verdadeiro sucesso está em construir empresas com alma e não apenas com metas. “Empreender com propósito significa ser ético e íntegro mesmo quando ninguém está olhando e até quando o certo pode trazer prejuízos” , afirma Larissa. “Empreender é uma jornada de longo prazo, e atalhos geralmente custam caro demais. A empresa vai além do profissional: ela é um canal de cultura, com poder de transformar o meio e a sociedade para o bem ou para o mal.” Photo by Nycolle Suabya Com um discurso que mistura visão prática e profundidade espiritual, Larissa defende que valores e propósito precisam ser mais do que palavras em um manual corporativo — precisam ser vividos no cotidiano da empresa. “O óbvio para você nem sempre é para o outro” , explica. “Valores podem ser interpretados de formas diferentes. Por isso, quando incorporados à empresa, precisam ser comunicados, treinados e reforçados para realmente se tornarem cultura. Mas nada disso adianta sem coerência: o exemplo arrasta muito mais do que qualquer manual.” Para a empreendedora, a busca pelo propósito é uma construção, não uma epifania. “Eu não acredito que propósito seja uma iluminação repentina. Ele não aparece no pensamento, mas na prática” , diz. “É no movimento que ele se revela — quando você percebe que algo te supre para além do material. E isso não depende da profissão em si, mas da forma como você faz o que lhe é apresentado. Dá para encontrar propósito até lavando louça, se enxergar que aquele ato gera valor para sua família e para o todo.” Photo by Nycolle Suabya Entre o jurídico, o branding e o universo das mídias sociais, Larissa Mocelin se tornou uma das vozes que representam o empreendedorismo feminino com propósito, unindo fé, autenticidade e gestão consciente. Seu olhar sobre o mercado vai além do lucro, busca o legado. Photo by Nycolle Suabya “Empreender com propósito é lembrar que antes de sermos empresas, somos pessoas — e é por meio delas que o mundo muda de verdade.”
- Nicolly Martins & Afrontameg: irmandade, propósito e representatividade na moda
'CELEBRITY' EDITION COVER - GLOBAL ISSUE Photo: @demmacedo / Models: @elanicolz @afrontameg / Videomakers: @romulo_albuquerq @olivervideomaker_ / Hair & Beauty: @g.make.hair / Styling: @gustavolemee_ / Studio: @nasulstudio / Backstage: @gimonzaa / Partnerships: @soudealgodao @nilmesz @ablazechainmail @use.vinnici Na nova edição Celebrity da Hooks Magazine , a força da representatividade toma forma em uma capa poderosa protagonizada por Nicolly Martins e Afrontameg . A produção integra o projeto idealizado pelo fotógrafo @demmacedo , que tem como missão transformar a moda e a arte em territórios de inclusão. Sob o lema “Todos estão na moda e a arte está em todos” , a iniciativa celebra a beleza democrática e a diversidade como pilares de criação. Jornalista e criadora de conteúdo, Nicolly Martins se tornou uma das vozes mais autênticas da nova geração digital. Com vídeos cheios de humor, reflexões sobre identidade e postagens que exaltam o cabelo crespo e o orgulho negro, ela conquistou um público fiel — e um espaço fundamental na mídia contemporânea. “Percebi o impacto da minha voz quando comecei a receber mensagens de pessoas dizendo que se sentiram vistas e acolhidas pelos meus vídeos” , conta Nicolly. “No começo, eu só queria me divertir e compartilhar o que pensava, mas quando entendi que minha vivência podia gerar identificação e abrir discussões importantes, percebi que o conteúdo podia ser um movimento real de transformação.” Entre risadas e pautas profundas, Nicolly domina a arte de equilibrar autenticidade e responsabilidade. “A internet é um espaço poderoso, mas também muito sensível. Então, penso primeiro em ser verdadeira — porque é isso que conecta. O humor é a forma que encontrei de abrir diálogos sérios de um jeito acessível.” Com uma trajetória marcada por coragem e representatividade, Nicolly usa suas redes como ferramenta de desconstrução de estereótipos racistas. “O influenciador tem um papel muito importante nesse processo. É sobre mostrar que ser quem a gente é já é um ato político. O simples fato de existir, se posicionar e inspirar outras pessoas negras já é parte da luta.” A presença de Nicolly e AFRONTAMEG na capa da Hooks vai além da estética: é um manifesto sobre pertencimento. “Estar na capa de uma revista de moda internacional é mais do que uma conquista pessoal. É representar mulheres negras e mostrar que a beleza e o estilo estão em nós também” , afirma. “Fazer parte do projeto ‘DESconstrução’ é reafirmar que a moda pode ser um espaço de resistência, expressão e liberdade.” E ao lado da irmã, o significado se multiplica. “A gente se apoia e se impulsiona o tempo todo. Crescemos juntas, sonhamos juntas, e ver tudo isso se materializando é uma conquista dupla. A nossa união é força — e é lindo poder mostrar que irmandade também é representatividade.” Confira entrevista completa: 1. Você conquistou um público fiel com seus vídeos autênticos e divertidos. Em que momento percebeu que sua voz na internet poderia se transformar em um verdadeiro movimento de impacto? Eu acho que percebi o impacto da minha voz quando comecei a receber mensagens de pessoas dizendo que se sentiram vistas e acolhidas pelos meus vídeos. No começo, eu só queria me divertir e compartilhar o que eu pensava, mas quando entendi que minha vivência podia gerar identificação e abrir discussões importantes, percebi que o conteúdo podia ser um movimento real de transformação. 2. Seus vídeos transitam entre humor, debates sociais e reflexões sobre identidade. Como você equilibra autenticidade e responsabilidade ao criar conteúdos que divertem, mas também provocam reflexão? Eu sempre tento lembrar que a internet é um espaço poderoso, mas também muito sensível. Então, quando crio, penso primeiro em ser verdadeira — porque é isso que conecta. Ao mesmo tempo, carrego uma responsabilidade de usar meu espaço pra provocar reflexão, sem perder a leveza. O humor é a forma que encontrei de abrir diálogos sérios de um jeito acessível. 3. Em diferentes momentos, você já utilizou suas redes para desconstruir estereótipos racistas. Na sua visão, qual é o papel do influenciador digital no combate a preconceitos ainda tão enraizados? Eu acredito que o influenciador tem um papel muito importante na desconstrução de preconceitos. A gente tá ali, todos os dias, ocupando espaços e mostrando que outras narrativas existem. É sobre mostrar que ser quem a gente é já é um ato político, e que o simples fato de existir, se posicionar e inspirar outras pessoas negras já é parte da luta. 4. A moda e a beleza têm sido caminhos de expressão para muitas mulheres negras. O que significa, para você, estar na capa de uma revista de moda internacional e integrar um projeto como o “DESconstrução”? Estar na capa de uma revista de moda internacional é algo que, pra mim, representa muito mais do que uma conquista pessoal. É sobre representar mulheres negras, mostrar que a beleza e o estilo estão em nós também. Fazer parte do “DESconstrução” é reafirmar que a moda pode ser um espaço de resistência, de expressão e de liberdade. 5. O projeto “DESconstrução” traz a ideia de que todos estão na moda e a arte está em todos. Como você enxerga a moda como ferramenta de inclusão e de quebra de padrões? A moda é, pra mim, uma forma de contar histórias. Quando a gente se veste, a gente comunica quem é, de onde vem, e o que acredita. Ver a moda como ferramenta de inclusão é entender que todos têm o direito de se expressar e serem vistos. A verdadeira arte está na diversidade — nas diferentes formas de existir e se mostrar pro mundo. 6. Estar ao lado da sua irmã AFRONTAMEG nesta capa tão especial certamente traz um significado ainda maior. Como a relação de vocês influencia sua trajetória e de que forma vocês se fortalecem mutuamente no universo da mídia e da moda? Estar ao lado da minha irmã nessa capa é algo muito simbólico. A gente se apoia, se inspira e se impulsiona o tempo todo. Crescemos juntas, sonhamos juntas, e ver tudo isso se materializando é uma conquista dupla. A nossa união é força — e é lindo poder mostrar que irmandade também é representatividade. 7. Se pudesse deixar uma mensagem para jovens criadores de conteúdo que, assim como você, querem ocupar espaços de destaque na mídia, qual seria o conselho mais importante? O conselho que eu deixaria é: não espere a permissão de ninguém pra ocupar o seu espaço. Seja fiel à sua essência, mesmo quando tentarem te moldar. As redes valorizam o que é real, então confie na sua voz. Se é verdadeiro, vai tocar alguém — e é assim que os movimentos começam.












