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  • O significado das cores na moda. PARTE I - Cores Vivas

    Você já parou para pensar na influência das cores na moda? De forma indireta, cada tonalidade é responsável por transmitir mensagens e produzir sensações de acordo com a psicologia de cada uma. Usar a cor certa, pode te ajudar a estimular percepções particulares nas outras pessoas, como por exemplo, usar azul em uma entrevista de emprego, já que a cor transmite tranquilidade e lealdade. Legal né? Por isso, hoje, vamos falar das principais cores vivas e suas influências e na semana que vem eu falo mais sobre os tão amados tons neutros. É uma cor fria e está relacionado primordialmente a sensações de calma, serenidade, relaxamento, limpeza, intelectualidade, tecnologia, fluidez, gentileza e harmonia. Use quando precisar de clareza mental, reduzir o stress, ou transmitir a ideia de raciocínio lógico, paciência e serenidade. Os tons mais escuros como o Marinho ou o Royal, comunicam profundidade, conservadorismo, sabedoria, poder e riqueza. Os mais claros como o Azul Bebê relacionam-se com limpeza, frescor, delicadeza e suavidade. Já os tons abertos, como o Turquesa, são alegres e divertidos inspirando comunicação e criatividade. Cor do fogo, força e movimento. Traz sensações de euforia, contentamento e também é super enérgico. Senso de humor, alegria, prazer, espontaneidade são alguns dos sentimentos evocados pelo tom. Uma ótima cor pra ambientes de trabalho pois revela uma pessoa objetiva e determinada. Use o laranja pra comunicar prosperidade e sucesso, mas cuidado com o seu excesso. Também deve usar em situações que precise transmitir uma imagem cordial e amigável ou que precise indicar agilidade mental como numa entrevista de emprego. É legal pra uniformes de restaurantes, já que estimula o apetite. Os tons adamascados, salmão e coral são mais refinados. Cor da paixão, do desejo, da aproximação e do encontro. É super enérgico, trazendo a sensação de movimento, conquista, coragem, calor e extroversão. Mas também pode estar associado à perigo, violência, ira e agressividade. O uso mais comum é associado a sedução, mas também pode ser usado pra mostrar dinamismo e liderança. Se quiser chamar a atenção, vá de vermelho ou evite-o, se a pretensão for contrária. Use também quando sentir desânimo, pois a cor é estimulante e traz energia física. Também transmite elegância e requinte, principalmente se o tom escolhido puxar para o bordô. Tem muito a ver com espiritualidade, mistério, dignidade, sabedoria, nobreza, extravagância. É uma cor de significados muito contrastantes, pois, pode comunicar realeza, misticismo e poder espiritual, mas também é associado ao fúnebre e à melancolia. Também comunica criatividade, sensualidade e meditação. Porém, você precisa ter cuidado ao usar o roxo, principalmente no ambiente de trabalho, pois, tem associação com ego e a exposição excessiva à cor pode deixar algumas pessoas de mau humor. Se precisa melhorar sua vibração espiritual ou se quer comunicar ser uma pessoa misteriosa, o roxo é a cor ideal. Use o tom (principalmente com acessórios dourados) se quiser comunicar luxo e riqueza. Também é uma cor fria e sua ligação principal é com a natureza e sustentabilidade. Tem simbolismo de crescimento, fertilidade, juventude, esperança e renovação. Transmite sentimentos de bem-estar, sensibilidade, harmonia e boa sorte. O verde tende a relaxar o sistema nervoso, portanto, é legal escolher a cor quando sabe que vai enfrentar situações de tensão. Use também para transmitir sensações de equilíbrio, segurança e confiança, mas cuidado com o excesso, pois, pode gerar o efeito contrário passando soberba e inveja. Verde limão tende a ser enérgico, já os tons de verde claro calmaria e de verde escuro virilidade. É uma cor quente e a mais ligada à criatividade. Relaciona-se com sentimentos de alegria, felicidade, inteligência, imaginação, à quebra de bloqueios mentais, cooperação, otimismo, curiosidade, sonho, originalidade e ação. Por ser a cor base do dourado, transmitindo a sensação de riqueza, prosperidade e poder. É a cor mais visível pelo olho humano. Um super estimulante da atividade cerebral, portando é bom usar quando precisar que a criatividade aflore, assim como a inteligência ou para se sentir confiante. Mas, evite o amarelo se deseja transmitir segurança, pois, a cor pode passar a sensação de uma pessoa volúvel. Também é um bom tom para ajudar na desinibição e passar ideia de jovialidade. O rosa é uma variante do vermelho. É a cor do romantismo, da suavidade e do amor. Remete a sensações de carinho, sensualidade (porém, mais suave que o vermelho) e é muito feminina e delicada. Use o rosa se quiser mostrar doçura, compaixão e delicadeza, assim como para mostrar que é uma pessoa empática e de boas intenções. A cor comunica uma certa inocência e infantilidade, portanto, não exagere se quiser parecer uma pessoa mais madura. Semana que vem falaremos sobre o significado das cores neutras. Até breve, beijo Maria Augusta Sant' Anna

  • CUIDADOS ESSÊNCIAIS COM A PELE NEGRA NO INVERNO

    Oi meu povo! Hoje vamos falar sobre os cuidados com a pele negra no inverno, eu amo tomar banho bem quente e ao longo desses dias eu percebi minha pele ressecada, convidei a Jaqueline Batista - Maquiadora/ Estudante de estética e cosmética para dar dicas de como manter nossa pele hidratada no inverno. Foto/Divulgação Internet A diferença entre a pele negra e a branca é a produção de melanina, responsável pela pigmentação e que diminui a propensão aos tumores cutâneos e minimiza o foto envelhecimento porque funciona como um protetor solar natural, outra vantagem da pele negra, é o fato de possuir mais firmeza e elasticidade em comparação com a branca, Porém pode ocorrer uma coloração acinzentada na pele, pele presença de células mortas. As pessoas acham que por ter uma pele com uma melanina Alta, não necessita de protetor solar, mas se enganam, diferente da pele clara, as manchas causadas podem ser difícil de identificar e até iniciar tratamentos, caso necessário. A limpeza deve ser feita diariamente, com uso de tônicos e sabonetes líquidos. A hidratação é muito importante nessa pele, pois o ressecamento excessivo provoca uma tonalidade acinzentada, podendo causar lesões. Usar hidrante de acordo com seu tipo de pele é de extrema importância para um cuidado diário. Para uma proteção maior, usar FPS 30+. DICA : Sequência de Skincare diários Tônico Sérum / Vitamina C Hidratante Protetor solar. Jaqueline Batista - Maquiadora/ Estudante. Para mais dicas sigam @jaquebeauty.cosmetica .

  • Jezus Luz: Conheça o DJ e modelo brasileiro, que ganhou o coração dos famosos!

    Jeus Luz, 34 anos nascido no Rio de Janeiro, modelo e DJ, um homem de vários talentos, não é de surpreender que o rapaz tenha chamado a atenção de Madonna – os dois namoraram por um breve período entre 2008 e 2009 e a cantora introduziu Jesus à filosofia da cabala. Sua estréia como DJ no brasil foi marcada por um público de 75 mil pessoas no Ceará Music, se tornando um grande sucesso internacional e tocando em clubes americanos como BOM BOM ROOM, PENTHOUSE DO RIVINGTON HOTEL, DUSK NIGHTCLU EM ATLANTIC CITY E NA KISS & FLY EM NY. Jesus já foi a atração principal em eventos dos maiores nomes do mundo da moda como Dolce & Gabbana em Milão, Marc Jacobs e Thomas Sabo em Londres e Valentino em Paris. Em 2010 iniciou sua tour mundial tocando nos principais e mais importantes clubes e eventos do mundo. Com o lançamento de seu primeiro CD " From Light" Jesus esteve em apresentação pela Russia, Portugal, Israel, Alemanha e Espanha. Recebeu premio "Dj personalidade 2011" pela DJ Sound Awards 2011, maior e mais respeitada premiação da música dançante da America Latina. Em 2012 conquistou o premio "DJ Destaque Nacional 2012" da DJ Sound Awards, em seguida assinou com a Universal Music, com lançamento de seu segundo CD, single "Feel Love Now" Jesus continuou tocando e sendo muito requisitado pois o single foi sucesso e tema da novela "guerra dos sexos" da Tv Glogo. Em 2015 lançou sua música e vídeo clipe " Electrfied" gravado e produzido na Suiça, com a participação da TOP Helena Wladin. O DJ é muito respeitado no meio musical e coleciona singles desde então, além de ser tamém dono de uma beleza exuberante! Créditos @betogatti Assessoria @rlassessoria Bye, Bye!

  • VICTORIA'S SECRET E O FIM DAS ANGELS

    Já faz algum tempo em que a falta de diversidade nos desfiles da Victoria's Secret vem sendo debatida. A marca é conhecida por seus desfiles em formato de show onde modelos com corpos considerados " perfeitos " desfilam suas peças de lingerie ao som de nomes conhecidos da indústria musical. Porém, o que começou a se notar é que para se tornar uma " angel " as modelos deveriam atender à um padrão e todas pareciam ter saído de uma forma com o mesmo molde. Corpos bronzeados, cabelos esvoaçantes e maquiagem super iluminada faziam parte do combo que dava vida à este " universo da perfeição" , reforçando a ideia de um estereótipo inalcançável. Isso fez com que a marca perdesse grande parte do público consumidor, já que hoje vivemos em um mundo mais inclusivo e que valoriza a individualidade. Em junho deste ano, o vice-presidente do grupo, Stuart Burgdoerfer , anunciou uma mudança de estratégia e reposicionamento de mercado da marca. Segundo ele, a Victoria's Secret irá continuar se comunicando com suas consumidoras mas não será nada grandioso como os desfiles. Muitas pessoas ainda acham triste que tal decisão só tenha sido tomada após cancelamentos e baixa audiência de seus desfiles. Além disso, muitos sabem que a marca perpetuou o ideal do corpo perfeito no mundo inteiro, muitas vezes com consequências sérias para o próprio casting de modelos, já que as mesmas passavam por horas de exercícios pesados e dietas restritivas que causavam até distúrbios alimentares. As marcas precisam entender que a falta de diversidade e não inclusão não são mais uma realidade atual e que certos padrões precisam ser rompidos de uma vez por todas. O reposicionamento de mercado da Victoria's Secret também visa combater o machismo e colocar uma pedra no passado obscuro da marca, passado este fomentado por uma cultura corporativa tóxica, misógina e pautada em comportamentos inadequados. Para quem não lembra, em 2018 o então diretor de marketing Ed Razerk , ao ser questionado sobre a falta da inclusão da marca respondeu de forma transfóbica e preconceituosa. Disse que não havia lugar para modelos plus size e transsexuais pois elas não se encaixavam nos padrões da Victoria's Secret . O comentário gerou revolta, porém não houve qualquer decisão por parte do grupo. Em 2019, o mesmo pediu demissão após a contratação da modelo transgênero brasileira Valentina Sampaio. Pois é gente, depois de tanto babado parece que a marca tem buscado se "redimir ". A nova estratégia de marketing consiste na criação de uma espécie de " comitê " da diversidade que irá estudar melhores formas de inclusão e comunicação . Para isso a marca conta com a ajuda de sete mulheres como porta-vozes. O grupo chamado COLLECTIVE tem nomes como : Megan Rapinoe , bicampeã mundial de futebol e ativista dos direitos das mulheres e do grupo LGBTQIA+ . Também conta com a atriz indiana Priyanka Chopra Jonas , a modelo transgênero brasileira Valentina Sampaio , a modelo plus size Paloma Elesser , a modelo sudanesa-australiana Adut Akech , a esquiadora e atleta olímpica Eileen Gu e a jornalista britânica Amanda de Cadenet . Depois de tudo isso me convenço que precisamos repensar nossa maneira de consumo e investir no auto conhecimento. É preciso escolher o que consumir inclusive nas redes sociais, pois os padrões ficam cada vez mais claros por aqui. Não esqueçam que quem alimenta todos estes mercados somos nós, marcas só conseguem espaço onde há insatisfação. Beijos e Abraços Raphael Lindeker

  • Jonathan Coelho: Autor do livro "Fins Necessários" e uma voz ativa em prol do meio ambiente.

    Por: Evely Oliveira Para Jonathan Coelho, o consumo consciente é uma das premissas fundamentais para que possamos proteger e preservar nossos recursos naturais. Formado em Design de Moda com especialização em - Marketing, Criatividade e Inovação - trabalha com produções de moda e desfiles pelo país tendo em seu portfólio trabalhos publicados na Vogue Itália e Boylicious Magazine , também é o Autor de "Fins Necessários", um drama publicado pela editora Garcia. O mesmo acredita que repensando nossos hábitos podemos contribuir para um futuro mais promissor e responsável, com foco em regeração e não apenas em sustentabilidade! Como ouvi alguns dias atrás em uma live de um grande nome da área: "Estamos deixando a era do EGOcentrismo e entrando na era do ECOcentrismo". Precisamos despertar para o fato de que moda e consumo estão definitivamente ligados. Os recursos utilizados não são infinitos, Quando jogamos algo "fora", não existe realmente "fora", com o perdão da redundância. O planeta precisa de você. Seja como o Jonathan e faça a diferença! "A moda na que acredito é libertária, sem padrão, fluída e que desperta o desejo de mudança." 1- Conte-nos sobre sua trajetória no mundo fashionista. O que te impulsionou a seguir uma carreira na área da moda? Meu envolvimento com o mundo da moda iniciou por volta dos 12/13 anos quando eu percebi que podia usar as roupas como instrumentos para comunicar o que pensava e logo veio o interesse em estudar, saber mais sobre esse mundo... uma tia tinha se formado em Design de Moda e minha paixão foi instantânea quando ela me mostrou os croquis, as coleções desenvolvidas por ela e todo aquele glamour. Por morar numa cidade onde o polo têxtil é muito forte eu tive o privilégio de estar em contato com a indústria da moda desde sempre, então, a costura, os moldes e empresas já faziam parte do meu cotidiano e o conhecimento era de fácil acesso principalmente o conhecimento técnico e prático dessa indústria. Ter dois trabalhos publicados na Vogue Itália e ter participado da edição n47 do São Paulo Fashion Week confirmaram que minha trajetória na moda foi uma escolha feita com amor. 2- Você aborda temas necessários sobre consumo consciente e sustentável visando o futuro do planeta, tendo Upcycling e moda regenerativa como temas de suas palestras. O que você poderia contar sobre o assunto? Quando percebi que a indústria que mais amava era uma das principais responsáveis pela poluição do nosso planeta, eu senti a necessidade de conscientizar outras pessoas a respeito. Até porque estamos falando de um tema global que vai afetar todo mundo. Por isso, nos últimos 2 anos tenho me dedicado a criar conteúdo para redes sociais, abordar sobre o tema em palestras e até com amigos, disseminando o máximo de informação possível sobre o consumo slow , sobre os mecanismos do fast fashion e apontando maneiras de como estar colaborando com a causa, mostrando exemplos de como eu contribuo, mesmo que de forma pequena, para que o nosso ecossistema se regenere. Outro assunto bem polêmico é sobre a moda sustentável vs. moda regenerativa. O dia 22 de Agosto de 2020 foi marcado como o Dia da Sobrecarga da Terra segundo a Global Footprint Network , ou seja: já consumimos mais de 60% dos recursos naturais disponíveis na Terra e precisamos desacelerar esses números o quanto antes; quando falamos em moda sustentável, nos referimos a retirar insumos da natureza e dar tempo para que ela se regenere. Mas uma vez que nossos recursos já estão escassos precisamos de transformações mais profundas e de maior impacto nessa indústria gigantesca. Através dessa necessidade surgiu um novo conceito de produção chamado de moda regenerativa que presa por uma economia circular justa e mais consciente nos seus processos de atuação. 3- O que é a moda para você? Eu acho a moda mágica, sempre repito isso. Ela é responsável por lembrar as pessoas que a Magia e a Esperança existem. Enxergo ela também como um instrumento de mudança social profunda, uma ferramenta de comunicação poderosa que transforma, revoluciona e faz do mundo um lugar melhor. Através da moda entendemos a história, analisamos comportamentos, identificamos culturas... é tão importante sua função no mundo que usamos roupas durante toda a vida e até para morrer (risos nervosos). A moda que eu acredito é libertária, sem padrão, fluída e que desperta o desejo de mudança. 4- Sobre o seu livro “Fins Necessários”, o que te motivou a escrevê-lo? E como você está avaliando a recepção do mesmo pelo público? "Fins necessários" foi uma das minhas maiores realizações. Eu escrevi ele durante a graduação em Design de moda aos 20 anos e fiz uma vaquinha por toda a faculdade para conseguir pagar o lançamento (uma loucura, mobilizei todos os cursos rs). Foi uma prova de determinação que me inspira até hoje. Sempre explorei todos os lados que o Jonathan possui e naquele momento sentia uma necessidade enorme de me comunicar através da escrita, então assim surgiu um drama com toques ácidos de terror que mistura ao mesmo tempo um pouco de mim com um universo totalmente imaginário e lúdico. O público aceitou muito bem, fiz o lançamento na maior e mais antiga livraria da cidade e muitos artistas locais compareceram para me parabenizar, foi incrível! 5- E por último mas não menos importante, qual a sua voz? O que gostaria de gritar para o mundo? Se eu pudesse pegar um megafone e gritar uma única frase para todo o mundo eu diria: "Você está aqui para ser feliz", eu acredito que essa frase tem um poder incrível de nos lembrar que não existe uma outra razão para estarmos aqui, eu uso ela como uma meditação diária, está colada na porta do meu quarto para que eu não esqueça de fazer só aquilo que me preenche, de estar onde eu me sinto bem e de me manter o mais autêntico possível, porque é aí que acredito ser o lar quentinho de janelas enormes que a felicidade mora. Com muita admiração por aqui me despeço. Bye, Bye!

  • Adriane Galisteu - A Dona do Ao vivo

    Adriane Galisteu representa a mulher moderna: independente, bem resolvida e determinada. Cheia de energia, além das tarefas profissionais, a apresentadora ainda consegue equilibrar saúde, maternidade e casamento, tudo sem perder a beleza, a boa forma e o humor. “Às vezes, me perguntam se sou mesmo assim, animada e acelerada o tempo todo, e eu rapidamente respondo: ‘sou!’ Sim, me permito chorar, ficar triste, sair do sério, me deprimir, mas aprendi que tudo tem dia e hora para acabar. Nada de ruim é eterno. Então, minha gente, eu só tenho a agradecer a Deus pela minha vida, meu filho, minha família, meus amigos, fãs, equipe e, principalmente, meu patrão, que é o público”, fala orgulhosa. Toda essa disposição, força de vontade e talento são responsáveis por uma carreira marcada por desafios e sucesso. A também atriz e ex-modelo já brilhou até como cantora. Aos 11 anos, estreou no grupo infantil Chispitas, formado para gravar a trilha sonora da telenovela homônima. De 1987 a 1989, integrou o grupo Meia Soquete. Em 1995, lançou o livro Caminho das Borboletas, narrando o período de seu relacionamento com Ayrton Senna. A partir daí, a carreira foi meteórica. Foi apresentadora na CNT no programa Ponto G; no Superpop, na RedeTV!, e Charme, no SBT. Fez parte do elenco das novelas Xica da Silva, na extinta Rede Manchete, e O Tempo Não Para, na Globo. Ainda atuou no teatro com as peças Deus lhe Pague, Nunca Se Sábado, O Rim e Às Favas com os Escrúpulos, e, no cinema, com os filmes Coisa de Mulher e Se Eu Fosse Você. Tem mais! Comandou o game show Quiz MTV, na MTV Brasil, e participou do Dança dos Famosos, no Domingão do Faustão. Atualmente, já ganhou destaque com sua irreverência e capacidade de se reinventar à frente do reality Power Couple Brasil, na RecordTV. Casada com Alexandre Iodice e mãe de Vittorio, ela é uma mulher inspirada e inspiradora! Photo Danilo borges @daniloborgesfoto Press RL Assessoria @rlassessoria Make Alex Cardoso @alexcardoso Hair Thiago Fortes @fortesthiago Stylist Thidy Alvis @thidyalvis Milton Martins @radarx Look Walerio Araujo @walerioaraujo

  • Sucesso como modelo, Yasmin Martins Mendes fala de primeira protagonista nos cinemas

    A Síndrome do Pânico, doença que assola milhares de pessoas, é a espinha dorsal do longa ‘Silencio’, que ganhou o primeiro trailer. O filme acompanha a personagem Sara, vivida por Yasmin Martins Mendes, que tem um roteiro que está sendo finalizado, mas ela é insegura com ele e constantemente faz alterações na busca de aprovação alheia. - Ela tenta ignorar as sensações considerando que o trabalho ser mais importante do que sua saúde mental. A personagem sofreu traumas na infância e vive um relacionamento abusivo com Pedro (Lucas Tier). Isso tudo contribui seu frágil estado emocional – ressalta Yasmin. Yasmin ressalta que para criar toda essa tensão que Sara sofre passou quase um ano em estudos intensos para entender as crises, chamadas de “ataques de pânico”, são marcadas por intensa sensação de perda de controle que causam muito medo e desespero, levando inclusive a sintomas físicos, como taquicardia e sufocamento. - Para o desenvolvimento da Sara, foram cerca de oito meses de estudos intensos. Ela tem uma condição psicológica que faz muitas pessoas sofrerem em silêncio, conversei com psicólogos, com pessoas que têm síndrome do pânico, estudei o lado espiritual da síndrome e fiz uma busca para ter o máximo de informações sobre essa condição sorrateira – conta a atriz. O filme, dirigido por Diego Esteve, além de Yasmin e Lucas, conta em seu elenco com Carolina Morena, Tiago Deam, Luzia Avellar e Rhavine Chrispim. Direção de fotografia de Airton Silva e trilha sonora fica por conta de FAEHL, irmão da protagonista. As gravações se iniciaram no final de 2020, respeitando todos os protocolos de segurança sanitária da Organização Mundial da Saúde (OMS), na cidade do Rio de Janeiro. Durante a preparação dos personagens de Sara e Pedro, os atores Yasmin e Lucas, além do diretor Diego, chegaram a morar juntos. Durante a preparação dos personagens de Sara e Pedro, os atores Yasmin, Lucas e o diretor Diego chegaram a morar juntos, quando as gravações começaram a imersão foi feita nas casas dos respectivos personagens. Yasmin fala ainda em como o período de isolamento traz ainda mais tensão as cenas de ‘Silencio’. - A pandemia nos trouxe para dentro, não só de nossas casas, mas dentro de nós mesmos. E esse encontro nos mostrou nossa realidade familiar e mental, trazendo à tona o que muitos sofrem dessa condição psicológica. Nos dias em que gravamos as cenas das crises, nem comer eu comia porque era tão intenso que vomitava. Todas as cenas eram exaustivas, havia uma falta de ar e trava muscular que não dá para explicar, talvez somente aqueles que infelizmente vivem isso consigam entender. Essa foi a forma que encontramos para falar sobre o assunto que é muito delicado e sério. Devemos ter a atenção, e o que mais me apaixonei no resultado do ‘Silencio’ foi a exposição, me sinto completamente nua – finaliza a atriz. A previsão inicial de estreia de ‘Silencio’ é para dezembro, em breve o longa também começará a ser passado em festivais. O trailer oficial pode ser visto no https://www.youtube.com/watch?v=ED3a975VOQo . Outras informações pelo https://www.instagram.com/silenciomovie/ Sobre Yasmin Martins Mendes: A teresopolitana Yasmin Martins Mendes deu início à carreira de modelo com apenas 16 anos, em 2013, e surpreendeu com a sua rápida evolução profissional. Após passar por Itália, Estados Unidos, Espanha, França, entre outros países, trabalhando com marcas como Emílio Pucci, Havaianas, Maybelline, Sephora, L’oreal e Joico, ela volta ao Brasil focada na carreira de atriz, depois de concluir os estudos em artes cênicas e ter um começo promissor em produções no exterior. - Comecei minha carreira como modelo aos 16 anos com o apoio da minha mãe, que me inscreveu no concurso Elite Model Look. Fiquei entre as 10 finalistas e assinei contrato com a agência Elite Rio. No ano seguinte, minha mãe me inscreveu em um novo concurso, dessa vez da agência Joy SP, e, quando apareci na primeira etapa, Sérgio Mattos e John Casablanca ficaram muito animados com o meu perfil. Assinei contrato com a agência deles, a 40 Graus Models, no mesmo dia e fui direto para a TV Globo fazer teste para a novela ‘Malhação’, quando fiquei entre as três primeiras colocadas. Na época, apareci em alguns jornais como a “aposta de John Casablanca”, que descobriu Gisele, Naomi e Cameron Diaz. Após esse primeiro momento, fui morar sozinha em São Paulo, onde iniciei de fato a minha carreira. Daí foi um pulo para viajar e trabalhar também na Itália, Nova York e Los Angeles. Recebi muitos nãos e alguns maravilhosos sins, como os da Emílio Pucci, Sephora, Maybelline e Havaianas. Viajei muito! É uma daquelas carreiras que você vive o trash e o glamour no mesmo dia – revela. A transição para a carreira de atriz teve início em 2018, quando o consagrado diretor Michael Bay a escolheu para fazer uma participação especial no filme da Netflix ‘Six Underground’ (‘Esquadrão 6’, em português). A artista, que já havia feito algumas participações em novelas e seriados norte-americanos, viu ali um chamado para estudar atuação. Mudou-se para Los Angeles e lá foi convidada para interpretar a protagonista no aclamado curta-metragem ‘The Interpretation of Dreams’ (2020), do diretor norte-americano Ivan Francis Wilder, que ganhou prêmios nos festivais Independent Shorts Awards , Indie Short Fest e Oniros Film Awards , além de diversas indicações. Yasmin também é protagonista em outro curta-metragem, chamado ‘They R Here (THR)‘ (2020), onde faz uma mulher com transtornos mentais, em exibição nos festivais ‘Lift-off Global Network Sessions London’, ‘Lift-off film Festival’ e ‘Kalikari Film Festival’. Ainda em Los Angeles, a modelo e atriz estava participando de seletivas para o canal HBO, porém, com o surgimento do surto pandêmico da Covid- 19, as produções foram paralisadas e Yasmin decidiu voltar para o Brasil para ficar com a família. Aqui, participou da novela “Gênesis”, da Record TV, e gravou o longa-metragem ‘Silencio’. A artista, que já acumula oito trabalhos como atriz em sua carreira, considera que ainda está se descobrindo e entende que ser artista no Brasil é bastante desafiador. Em abril, Yasmin foi convidada pelo Academy Awards, o Oscar, para participar da 93ª edição do prêmio. Na ocasião ela entrevistou, de forma remota, os vencedores da cerimônia. As entrevistas foram transmitidas de forma online na Hulu TV, YouTube TV, AT&T TV e FUBOTV, além dos canais locais de cada país. Ela entrevistou nomes como Daniel Kaluuya (vencedor na categoria Melhor Ator Coadjuvante por ‘Judas e o Messias Negro’) e Chlóe Zhao (diretora de ‘Nomadland’), longa vencedor de três Oscar na noite, inclusive ‘Melhor Filme’.

  • Dress Code: o que vestir em cada ocasião

    Quem nunca recebeu um convite de um evento e se deparou com um DRESS CODE especifico como por exemplo: traje esporte fino ou passeio completo e ficou na dúvida? Acredito que a grande maioria das pessoas, por isso, hoje vim explicar cada um deles para facilitar a vida de vocês queridos leitores. Dress code é um termo em inglês que significa código de vestimenta e que serve para que as pessoas se vistam de determinado padrão em ambientes ou eventos. Traje Esporte Ocasiões: Almoços, exposições, teatro, batizados, etc. Esse é o traje mais simples e informal de todos, praticamente um look casual do nosso dia a dia. Esse é o que vai demandar mais do seu bom senso, já que gera muitas dúvidas, porque segundo o código, não é preciso usar um vestido de festa longo mas é para estar elegante e chique como manda a ocasião, tudo vai depender do horário e local do evento. Para as mulheres: aposte em terninhos, vestidos curtos, pantalonas, sapato de salto médio e bolsas médias ou pequenas. Escolha tecidos mais nobres, como linho, seda, viscose, couro e musseline. Para a noite, uma pitada de brilho está liberada. Para os homens: o look pode ser composto por calça, jeans ou sarja, camisa, pólo ou uma camiseta mais informal (de preferência lisa) e sapatênis ou mocassim. Traje Esporte Fino, Passeio ou Tênue de Ville Ocasiões: Almoços, conferências, vernissages, coquetéis, teatro, etc. Esse é o código de vestir mais intermediário e que requer o uso de tecidos mais sofisticados. Eventos de dia permitem produções mais informais, mas, se passar das 18 horas, recomendo uma dose extra de glamour. Para as mulheres: os comprimentos curtos e midis são boas apostas, tailleur, terninhos ou pantalonas leves e sofisticadas estão permitidos. O pretinho básico nunca tem erro, mas se quiser inovar com muito estilo e elegância um macacão é a pedida. Saltos altos ou médios. As bolsas já diminuem. Homens: devem usar terno ou calça social e blazer, com camisa de manga comprida lisa, xadrez ou com listras finas. Para eventos durante o dia, o ideal é usar ternos claros e a gravata não é item obrigatório. Já, para a noite, os ternos devem ser escuros. Passeio Completo, Traje Social ou Social Completo Ocasiões: Jantares, coquetéis, óperas, concertos e grandes eventos. Agora a coisa ficou mais séria e é preciso mais atenção e refinamento ao se vestir! Este é o estilo que, normalmente, é requisitado em casamentos, formaturas e celebrações formais. Para as mulheres: são indicados vestidos na altura do joelho ou longos, de tecidos mais nobres. Pode-se usar brilho, decote e transparência, mas sem exageros. Os sapatos devem ser de salto alto e fino, as bolsas pequenas ou clutches e joias mais sofisticadas. Para os homens, a regra é simples: costume completo ou terno escuro, camisa e gravata. Black-Tié, Rigor, Gala, Habillé ou Tênue de Soirée Ocasião: Festas glamorousas, comemorações especiais (Oscar e festas temáticas), e grandes casamentos. Este estilo é próprio de festas muito sofisticadas e celebrações glamourosas. Terreno de formalidade completa. Para as mulheres, os vestidos devem ser longos, extravagantes e de tecidos requintados, como os das celebridades que passam pelo tapete vermelho. As joias devem ser sofisticadas e a maquiagem e o penteado impecáveis. Os homens devem estar de smoking, com camisa branca de pregas na frente, faixa na cintura e gravata borboleta. De preferência o sapato de verniz. Semana que vem tem mais! Beijos Maria Augusta Sant'Anna @mariaaugustasant_anna

  • Apresentador gay Benjamin Cano fala sobre a importância da luta LGBTQ

    O empresário é casado com Louis Plànes e pai de Vinícius de 4 anos Muitos podem não entender a importância da luta LGBT para os grupos que compõem a sigla. O apresentador Benjamin Cano acreditava que bastava viver sua vida, sem lutar por essa causa, mas agora ele tem um novo pensamento. "Graças aos que militaram, eu posso ter minha família. Posso andar na rua com meu marido e meus filhos. Tantas pessoas lutaram e lutam há décadas para que nós, LGBTs, possamos ter alguns direitos", disse o influencer, que fala que a luta ainda não terminou. "A visibilidade da causa hoje é bem maior. Várias pessoas podem tornar sua orientação sexual pública, mas a caminhada é grande e a luta está apenas começando". Benjamin, que apresentou um programa na França, é casado há mais de 20 anos com Louis Planès. Vinícius, o primeiro filho do casal, foi abandonado pela mãe biológica no hospital Juntos há mais de 20 anos, Benjamin Cano Planès e Louis Planès são franceses de Toulouse e decidiram se mudar para o Brasil há quase 10 anos para iniciar um novo empreendimento. Administraram um hotel-boutique em Ipanema por sete anos e hoje, além de casados, são sócios no ramo imobiliário. Em meio ao trabalho, decidiram adotar uma criança e entraram com a habilitação na Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro. Durante um ano, participaram de encontros com psicólogos e assistentes sociais para obter um estudo da condição familiar. Depois de aprovados, aguardaram dois anos com imensa expectativa, acompanhando de perto o processo junto à Vara da Infância e da Juventude para saber se havia uma criança disponível para o casal. Até que em um dia receberam a aguardada ligação de uma juíza carioca, informando que uma colega, também juíza, de Ilhéus, Bahia, estava com um caso de um recém-nascido prematuro de cinco meses, sem pretendentes. O pequeno Vinícius havia nascido na rua com apenas 900 gramas. Foi reanimado na ambulância do SAMU e abandonado no hospital. A mãe biológica não chegou a ficar nem três horas com o bebê. Imediatamente o casal se interessou e foram até a Bahia. Ali começou a conexão do casal com Vinicius. O bebê, já com dois meses e meio de vida, teve alta da UTI um dia após a ligação da juíza e os novos pais foram buscá-lo na maternidade. Era dia 11 de maio de 2017. Naquela época, a nova família teve de permanecer na Bahia por três semanas, pois Vinicius estava tão magro que a pediatra não autorizou a viagem de avião para o Rio. Fotos Laurence GUENOUN

  • A voz de La Trisha

    O mês do Orgulho está chegando ao fim, e nada melhor do que uma entrevista com um artista membro da comunidade LBTQIA+ para fechar com chave de ouro. A La Trisha é um projeto criado por Thiago Costa Moreira. Nascido em Porto Alegre, o DJ gaúcho de 31 anos demonstra maturidade, bom humor e irreverência na forma com que se comunica e também no seu trabalho. E são com essas qualidades, misturadas com muito talento, que Thiago usa sua arte para celebrar a comunidade que está inserido, e também quebrar as barreiras impostas pela sociedade. Conheça na entrevista abaixo La Trisha, que ganhou vida em 2019 e está conquistando cada vez mais seu espaço na cena musical. 1 – Como você começou o seu trabalho como DJ? Você sempre tocou música eletrônica? Sempre curti música eletrônica, mesmo quando conhecia muito pouco dos estilos e do meio, mas com 17 anos, quando saí do armário, comecei a frequentar festas eletrônicas do cenário LGBTQIA+ e surgiu a oportunidade de fazer um curso com um DJ conhecido na cena. Com a ajuda e incentivo do meu namorado da época, fiz o curso que me ensinou o básico para um DJ de música eletrônica. Depois disso acabei conhecendo algumas personalidades da noite porto alegrense como Madblush a quem tive o prazer de ajudar na produção de algumas festas. Quando a faculdade me apertou o tempo e entrei para duas cias de dança, meu know-how acabou sendo usado muito mais para edição das trilhas sonoras dos espetáculos que eu dançava. Depois que me formei e parei de dançar, estava pensando em voltar às pick-ups com um projeto de EDM, mas eu não sabia o porquê de não conseguir tirar o projeto do papel. Toquei algumas vezes e cheguei a gravar um set, mas ainda não sentia que estava bom. Aí eu comecei a conhecer a cena eletrônica LGBTQIA+ de outras cidades do país e ter mais contato e gostar mais de tribal house. Brilhou pra mim a ideia da La Trisha e percebi que precisava me atualizar e me renovar nos conhecimentos da profissão DJ. Fiz uma pesquisa e decidi fazer um curso com metodologia bem construída na AIMEC e levar a La Trisha para as pick-ups de tribal house num conceito totalmente diferente. 2 – Como surgiu o projeto La Trisha? Voltando de uma viagem maravilhosa de ano novo de Balneário Camboriú com passagem por Florianópolis e tendo conhecido o trabalho de DJs incríveis por lá, estava dirigindo enquanto meus amigos dormiam, comecei a pensar no projeto de EDM que estava tentando tirar do papel. De repente me veio a ideia de fazer um projeto paralelo de tribal house que poderia dar certo. Comecei a pensar sobre o que já tinha visto dos DJs e o que eles apresentavam e via que era muito fácil que eu caísse no mais do mesmo sendo mais um boyzinho padrão com um fone nas orelhas. Até aí tá tudo bem, mas eu não queria isso. Queria ser alguém que carregasse não só o som, mas uma imagem que fosse forte. Já tinha visto boys malhados, drags, personagens variados... mas queria algo diferente. Pensei no que ainda não tinha visto e percebi a falta de uma gay pintosa que abraçasse tudo que a heteronormatividade e até parte da comunidade condena do gay afeminado. Uma gay que juntasse maquiagem, salto alto, cropped, glitter, neon, leque, bandeira do vale e tudo mais que a sociedade caracteriza como “muito gay”. Achei meu personagem! Ele só precisa de um nome. Então depois de pensar em algumas possibilidades, cheguei ao conceito da bicha mais que bicha: Trisha! Chamei um amigo que eu sabia que me ajudaria a construir a imagem da La Trisha e ele já me cortou direto dizendo que não ia me ajudar com um “projeto paralelo” e que se eu realmente quisesse investir muita energia e vontade pra que essa ideia fosse concreta, fosse profissional e desse certo, aí sim ele me ajudaria como eu esperava. Depois dessa afronta necessária, veio do Vale dos Homossexuais para o mundo, a La Trisha. 3 – Sabemos que o preconceito é muito presente não só fora, mas também dentro da comunidade LGBTQIA+. Como você lida com isso? Quando criei a La Trisha, já imaginava o que eu estava levando “de brinde”. Olhares tortos, julgamentos, preconceito... Nada disso é novo pra mim conhecendo o meio. Sabia que talvez perdesse alguns trabalhos em função da imagem, que talvez não entendessem a proposta e julgassem que eu estivesse ocupando um lugar de fala ou que talvez tivesse dificuldade para inserir a ideia por não conseguir mostrar trabalho, mas resolvi dar a cara a tapa porque acreditei que o projeto tinha uma função forte e importante de expressão e confiei que as pessoas que estavam a minha volta iam me dar apoio e acreditar no projeto assim que eu mostrasse o quanto eu estava disposto a fazer ele existir e dar certo. Acho que essa vontade e ambição que eu construí na La Trisha acaba abafando a voz desse preconceito. Prefiro levar comigo a voz de quem vibrou com a minha ideia. 4 – Muitas vezes, as pessoas falam coisas do tipo “ser DJ é fácil” e “É só criar uma playlist e apertar o play”. Na sua opinião, qual a idéia mais errada que as pessoas tem da profissão de DJ? Assim, as pessoas construíram essa ideia por falta de informação e também, muitas vezes, por exemplo de maus profissionais, mas isso existe em qualquer profissão e sempre vai ser chato quando alguém reduzir um trabalho dessa forma. O trabalho que o povo vê lá na pick-up é uma fatia mínima do tanto que a gente faz pra apresentar aquilo. Pra mim o mais equivocado sempre vai ser a ideia de que a pessoa escolheu ser DJ pra ter fama e não estudar. Isso tá errado em tantos níveis. Primeiro porque qualquer área exige que o profissional estude pra não ser medíocre. Uma construção, tanto de cada música, como de um set exige uma pesquisa e um conhecimento que você tem que correr atrás e ter muito talento pra desenvolver. Segundo porque a fama vem depois de muito trabalho bom apresentado e oportunidade aproveitada. Não é só chegar, como você disse, com uma playlist e dar o play MESMO. 5– Obviamente estamos vivendo um momento atípico, onde festas não estão acontecendo por causa da pandemia. Quando tudo voltar ao normal, o que poderemos esperar de você? Quais são seus planos, sonhos e ambições para a La Trisha? Eu quero conquistar o mundo, baby! Depois de abertas as festas vai ter toda a ferveção retroativa que eu to acumulando. A pandemia me deixou parada, mas não morta. O ranço passado em casa deve ser e será exaltado! Já tive a honra de realizar o sonho de tocar em casas que eu AMO o trabalho, mas tem muita casa e selo no Brasil pra me notar. Fora do país eu to querendo e me mexendo pra que eu possa (parafraseando o jogo War) conquistar 24 territórios. Tem muita coisa pra acontecer e eu só posso dizer que estou e vou continuar fazendo o impossível pra que o tagaragadá dessa bicha aqui ecoe em cada ponto que aparecer o arco-íris! Lembrando que Junho está acabando, mas o orgulho não. Sejamos todos como La Trisha. Vamos celebrar a união, o respeito e a igualdade. Sempre. Não deixem de acompanhar os próximos posts! Abraço! Vitor de Freitas

  • ZARA BEAUTY

    Os fãs de moda já têm motivos para comemorar. Em maio deste ano a gigante do fast fashion anunciou a sua entrada no mercado da beleza. Em 2019 já havia se consolidado no ramo dos perfumes devido à sua parceria com a empresa britânica Jo Malone e agora promete fazer a cabeça do público com produtos de beleza que têm desenvolvimento e coordenação da maquiadora Diane Kendal . Os produtos já estão disponíveis em 22 pontos de venda da Europa, EUA, Canadá, China, Coréia do Sul, Japão, México, Austrália e Nova Zelândia. Porém, a marca pretende disponibiliza-los nas lojas dos demais mercados de forma progressiva. A ideia é que lojas selecionadas contem com espaços dedicados apenas para este setor. "THERE IS NO BEAUTY, ONLY BEAUTIES" Traduzido para o portugu ês "Não há beleza, só belezas ", o lema da linha de cosméticos já nos mostra que se trata de um segmento mais inclusivo e que se adapta às necessidades de cada pessoa. Além disso, as embalagens são recarregáveis ou de vidro reciclável para incentivar a reutilização. Quando seu produto acabar, basta comprar o refil. A oferta inclui batons, esmaltes, bálsamos, pó bronzeador e pincéis. Você também vai encontrar uma paleta variada com 130 cores e diferentes acabamentos como : matte, brilhante ou perolado. E-COMMERCE DE PESO A marca promete uma experiência diferenciada e completa para quem preferir fazer suas compra on-line. Na seção dedicada à beleza serão apresentados looks completos criados pela maquiadora Diane Kendal e fotografados por importantes nomes da área como : Steven Meisel, David Sims, Craig Mcdean, Mario Sorrenti e muitos outros. O mais bacana disso tudo é que a Zara Beauty desenvolveu uma experiência especial que permitirá que os produtos sejam experimentados virtualmente no rosto, olhos e lábios. Além de auxiliar na escolha do tom que mais combina com você, essa possibilidade contará com uma seção de dicas de beleza. Já vimos que inclusão e sustentabilidade são os pontos fortes. Enquanto não chega no Brasil, você pode matar a curiosidade no site da zara.com . Beijos e abraços Raphael Lindeker

  • Jaciana Moro: Uma história de superação brasileira em terras inglesas.

    Jaciana Moro, Curitibana vivendo em Londres desde 2009, vem nos contar um pouco de sua experiência, e o que a levou a tal mudança. Ela, que se mudou logo após o ensino médio, nos conta como é possível conquistar seus objetivos e se encontrar profissionalmente diante da diversidade. Sua experiância nos ensina muito sobre persistência, e sua mensagem nos transmite a sensação de que tudo é possível com luta, dedicação, paciência. e sobre dar a volta por cima e se recusar a cair. Jaciana hoje é gerente de contas da maior empresa de café da Inglaterra, e também iniciou sua própria empresa de cursos para baristas. E um spoiler: Jaci vem para se juntar a Hooks para novas aventuras e expêriencias na terra da rainha. Vem saber mais e se inspirar com essa mulher incrível! 1- Qual foi a sua maior dificuldade na adaptção para essa nova realidade? O fato de ser jovem foi um ponto positivo na mudança de país? O choque de cultura entre Brasil e Inglaterra, e a hostilidade do brasileiro com seus conterrâneos. Primeiramente quero deixar claro que não estou generalizando aqui, vou contar somente da experiência que eu tive e vi com meus olhos. Em qualquer lugar do mundo temos pessoas de todas índoles. Me adaptar a como se vive aqui, foi a maior dificuldade que tive. Claro que o inglês foi essencial, mas mesmo não falando inglês, eu conseguia me virar bem e com 3 meses já estava fazendo voluntariado em uma escola ensinando pessoas idosas a usarem computador. Os costumes, as coisas que pareciam ser certas no Brasil, mas aqui não e vice versa. O inglês em si é muito correto, e no Brasil sempre temos nosso "jeitinho brasileiro" pra tudo, o que nem sempre é certo! Quando cheguei, por não ter inglês, não me misturava tanto com pessoas de outras culturas, somente com brasileiros. Isso acabou me fazendo enxergar que, apesar de sermos o melhor povo pra farra, nem sempre somos os mais benevolentes quando o assunto é extender a mão ao próximo. Na minha experiência, por ser tão nova e genuína nessa parte, acabei me ferrando demais. O que por um lado foi muito bom. Me forcei mais ainda a aprender inglês e isso me deu muita oportunidade de me expressar melhor e conhecer pessoas de várias culturas e poder compartilhar histórias e criar novas memórias. O fato de ser muito jovem foi bom e ruim, pesando muito mais pro bom. Como eu sai muito nova do Brasil e vim sozinha pra Inglaterra, eu não tinha muita noção das coisas da vida mesmo. Eu estava em um país totalmente diferente do meu, um frio do caramba e sem falar a língua. "Por estar sozinha e sem amigos, eu acabei descobrindo que eu sou a melhor companhia para mim mesma e que sou muito mais forte do que eu jamais pensaria que fosse." Hoje trabalho como gerente de contas pra maior companhia de café da Europa, conheço 22 países e falo 4 línguas. Coisa que se tivesse ficado no Brasil, eu provavelmente não teria feito. 2- O que te levou à busca por novos horizontes tão longe de casa? E em que momento percebeu que trabalhar com café poderia ser algo muito maior que apenas um trabalho? Então, hehe... Eu sai do Brasil com 18 anos e nem foi porque queria sair de lá. Acabei me envolvendo com coisas que não deveria e fui meio que “forçada” a procurar outros caminhos. Graças aos meus pais, que tinham a condição financeira de me ajudar a sair dessa. Fico imaginando quantas “Jacis” que não tiveram a oportunidade de vir mudar de vida no exterior e tiveram um futuro totalmente diferente. Como a minha intenção não era vir pra Inglaterra, eu não tinha planos de futuro nem propósito. Com 3 meses aqui eu arranhava no inglês e comecei a fazer voluntariado com pessoas de várias etnias. Isso me fez aprimorar meu inglês, também conhecer outras culturas como muçulmana, hindu e várias outras, mas essas duas últimas foram as que mais me fascinaram. Com 6 meses aqui eu consegui entrar pro college e comecei a fazer TI. Intenção era melhorar o inglês e fazer criminologia e entrar pra polícia aqui. O que soa estranho, uma pessoa que abusava na droga e mandracagem, querer entrar pra polícia. Bem mente de brasileiro mesmo né haha. Enfim, como de um ano pro outro os preços das faculdades triplicaram e a mamata dos meus pais acabou, eu tive que começar a trabalhar aqui. Eu fiz bico de cleaner -fui mandada embora no segundo dia, lavei louça em restaurante e por fim comecei a trabalhar em um fast food aqui. Eu reprovei no meu primeiro curso de barista -profissão de quem faz café- e fui dita que não era boa com isso. O que me fez ODIAR fazer café, mas sempre fazia com qualidade mesmo não gostando. Nesse emprego fiquei 6 meses e tive a oportunidade de ser supervisora. Como eu não gostava de lá, pois tinha que acordar às 2 da manhã para chegar no trabalho às 4am, eu mudei de emprego. Comecei a trabalhar em uma padaria e foi ali que peguei o gosto de fazer café. Sempre fui curiosa em saber o porque as vezes o gosto era bom e as vezes não. Comecei a fazer perguntas e minhas dúvidas nunca acabavam, até que meu gerente me colocou em um curso de café e eu AMEI. O que eu precisava era de paciência para aprender, o que no outro lugar não me foi proporcionado. Nesse lugar, depois de 3 meses eu virei supervisora, após 6 meses virei assistente de gerente e com um pouco mais de 1 ano na companhia e 22 anos, eu era gerente geral de uma das melhores padarias de Londres. Onde fiquei quase 3 anos. 3- Você hoje é uma Sommelier de café, e criou sua própria empresa de cursos , o que é incrível! Qual seu conselho para as pessoas que estão começando nessa área? Meu primeiro conselho é aquele clichê: Não desista mesmo quando te digam que você não é bom em algo, mesmo quando várias portas te fecharem na cara, mesmo quando ninguém ao seu arredor te apoia. O mais importante é você acreditar em si mesmo e saber que pode ir muito mais além de onde quer chegar. E também que se seu sonho não deu certo, você com certeza vai achar algo que vai amar. Na parte do café, eu recomendo dar um follow na @topaziocoffee e estamos sempre postando conteúdo sobre café nos stories e a cultura de café mundialmente. Logo estaremos postando novidades. Procurar a saber muito mais além do líquido preto que tomamos. Sobre as origens, como é o processo que o café é colhido, secado, tostado pode mudar o gosto. A qualidade da água. O tempo de extração. São vários fatores que fazem aquele elixir dos deuses ter aquele gosto maravilhoso. Recomendo também fazer cursos com a Specialty Coffee Association, SCA, que também está disponível em português. 4- Conte mais sobre a cultura inglesa e um "aperitivo" sobre a nova parceria com a Hooks desbravando esse lado do mundo? A cultura inglesa que vemos nos filmes é maravilhosa, gentil e educada. E realmente em muitas partes da Inglaterra é assim. Em Londres já é um pouquinho diferente. Londres é a cidade mais diversa do mundo. Existem várias culturas por metro quadrado. Nem sempre se acha o "respeitoso jeito inglês". O intuito da parceria com a Hooks é de mostrar o lado real das coisas “the real side of things” mostrar o cotidiano em Londres, o pobre e o rico no mesmo metrô, o lado "obscuro" da cidade, a diversidade do dia a dia. Também queremos mostrar a realidade do imigrante aqui. Por isso começarei a ir em pequenos restaurantes e conversar com os donos que, do nada, começaram e abriram um espaço aqui. Mostrando seus pratos principais e também conversando com os trabalhadores. O que faz um indiano fazer a melhor pizza italiana? O nepalês fazendo o melhor fish and chips? O que trouxe as pessoas pra cá, quais eram seus sonhos e qual é a sua realidade. 5- E por último, mas não menos importante, qual é a sua voz? O que a Jaciana Moro gostaria de gritar para o mundo? A infância é uma fase de embasamento, a fase qual lembranças são feitas e ficam marcadas. Para sempre. Mas a lembrança mais triste da infância que uma criança pode carregar é o abuso. Sofrer abuso na infância, é a eterna sensação de não ter pra onde ir, muito menos que existe um porto seguro. Sofrer a vida toda, fugir de qualquer sentimento bom que ainda possa existir dentro de si. É se sentir incapaz de amar e ser amado, de se duvidar sempre de que se pode ser alguém. Minha mensagem é: mesmo sendo difícil, mesmo pensando que vão estar contra você, abra seu coração e converse com alguém sobre isso. Conte cada detalhe, todos os sentimentos que passou, tudo o que sentiu e o que sente. Para os pais de nova viagem, eduque seus filhos. A educação sexual infantil é muito importante e pode evitar abusos. Leia livros, explique onde se pode ser tocado e onde não, escute quando seu filho disser que não quer ir com o tio(a). Lembre-se que nem todos os monstros vivem em baixo da cama. Com o peito repleto de alegria e inspiração me despeço. Bye, bye!

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